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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Terá sido esta uma das razões que levou o dono do "BES" a entrar no Conselho de Ministros no dia da aprovação do Orçamento?

por cunha ribeiro, Terça-feira, 25.10.11
O Banco Espírito Santo chegou a acordo com a Comissão de Valores Mobiliários norte-americana (SEC) para pagar uma multa de sete milhões de dólares (cinco milhões de euros) por ter oferecido serviços de corretagem e investimento sem habilitação.

Em comunicado ontem divulgado, a SEC adianta que o BES ofereceu serviços de corretagem e consultoria de investimento, entre 2004 e 2009, a perto de 3.800 clientes residentes nos Estados Unidos, sobretudo de origem portuguesa, sem estar habilitado para tal junto do regulador ou recorrer a um intermediário registado.

«Nenhuma destas transacções de valores mobiliários estava registada e muitas das ofertas de valores mobiliários não preenchiam os requisitos para isenção de registo», refere a SEC.

O regulador adianta que o BES concordou em pagar sete milhões de dólares de multa, juros e outras penalizações.

Refere que concordou em aceitar a oferta do banco português tendo em conta «acções de rectificação levadas a cabo pelo BES e a cooperação do ‘staff’» do banco.

«As provisões de registo são salvaguardas nucleares da integridade dos nossos mercados financeiros e das instituições financeiras», afirma George Canellos, director do gabinete da SEC em Nova Iorque, no comunicado hoje divulgado.

«O BES ignorou descaradamente essas disposições ao longo de muitos anos, actuando como um consultor de investimentos e corretora sem registo oferecendo e vendendo títulos indivíduos nos Estados Unidos sem nenhuma das informações exigidas pela lei», adianta.

Segundo a acusação da SEC, o BES usou o seu Departamento de Marketing de Comunicação e Estudo do Consumidor para enviar material promocional a residentes norte-americanos.

Um ‘call center’ operado por terceiros e localizado em Portugal, ES Contact Center, empregava pessoal dedicado aos clientes norte-americanos do BES e oferecia a esses consumidores vários produtos financeiros.

O banco também usou um serviço de envio de dinheiro licenciado, que a SEC afirma chamar-se 'Espírito Santo e Commercial Lisbona Inc.', com escritórios em Connecticut, New Jersey e Rhode Island.

Gestores de clientes internacionais de banca privada visitavam os Estados Unidos «aproximadamente duas vezes ao ano para se encontrar com clientes e prestavam serviços em Portugal a clientes dos Estados Unidos», adianta a SEC.

«Sem admitir ou negar as conclusões da SEC, o BES concordou em cessar e desistir de cometer ou causar quaisquer violações», refere o regulador.

O acordo, adianta, prevê ainda que o banco pague uma taxa de juro mínima aos seus clientes e consumidores nos Estados Unidos sobre títulos comprados através do BES e a indemnizá-los totalmente por quaisquer perdas em relação a títulos, realizadas ou por realizar.

A investigação da SEC foi conduzida pelo gabinete regional de Nova Iorque, a cargo dos investigadores Amelia Cottrell, John Lehmann e Charles Riely.

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às 22:24

O Coelho e o ladrão

por cunha ribeiro, Terça-feira, 25.10.11

 

 O Ti Anastácio Mouco  tem 80 anos. Vê todos os dias o telejornal, porque gosta se saber como vai a política. Mas ouve mal.

 Os vizinhos, o Sr Coelho da Horta e o sr Jorge da Estrebaria, Batem-lhe à porta:

 

- Quem é? 

-  Sou eu, o Coelho!

 O Ti Anastácio hesita... ouvem-se passos... e:

- Quem? O Passos Coelho? Se for,  fuja pra longe! Ladrão, roubou-me duas reformas!

- Oiça, não... descanse... é o Jorge...

-  Como?! o Jorge Coelho?  Desapareça! Por causa de si, e outros da sua laia, entrou um ladrão no governo  e roubou-me duas reformas.

 

CR 

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às 21:26

A Lei dos Offshores e o (des)governo do mundo

por cunha ribeiro, Terça-feira, 25.10.11
Ricos já desviaram 200 mil milhões para a Suíça

Só nos últimos meses já foram desviados dez mil milhões de euros para o estrangeiro, afirma o instituto financeiro alemão Roland Berger.

Cidadãos gregos já desviaram mais de 200 mil milhões de euros, das suas fortunas pessoais, para contas bancárias na Suíça, desde o início da crise financeira que se abateu sobre o país, avança hoje o "La Vanguardia".

Em declarações ao jornal alemão "Bild", Markus Kroll, do instituto financeiro alemão Roland Berger, afirma que "só nos últimos meses terão sido desviados para o estrangeiro mais de 10 mil milhões de euros".

A fuga massiva de capitais deve-se ao medo generalizado de uma quebra das finanças públicas na Grécia e à possibilidade do regresso ao dracma como moeda nacional, o que faria com que os depósitos em euros nas contas gregas perdessem mais de metade do seu valor.

Os capitais estão a ser desviados por transferências bancárias, normalmente através do Chipre. Além da fuga de capitais de contas de particulares, os industriais gregos também estão a aproveitar as suas sociedades no estrangeiro para transferirem as suas fortunas para fora do país.

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às 20:36

Nem tudo o que Passos diz será mau. O pior tem sido o que faz.

por cunha ribeiro, Terça-feira, 25.10.11

 

Passos anuncia novas regras para gestores, institutos e gabinetes ministeriais

25 de Outubro, 2011
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O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo vai aprovar na próxima semana alterações ao estatuto dos gestores públicos e novas regras relativas aos institutos públicos e gabinetes ministeriais que constituem uma «mudança de regime».

Pedro Passos Coelho disse que a intenção do Governo é que os lugares da Administração Pública sejam preenchidos segundo uma escolha «que esteja muito para além da questão da confiança política e que envolva o mérito, independentemente da área partidária» dos candidatos.

«Até 2013 haverá concursos públicos para prover aqueles lugares em termos diferentes do que aconteceu até hoje», assegurou o primeiro-ministro, que falava durante uma conferência promovida pelo Diário Económico, num hotel de Lisboa.

Passos Coelho afirmou que o objectivo do Governo PSD/CDS-PP é «acabar com esta ideia de um Estado paralelo que é construído dentro dos gabinetes dos ministros e dos secretários de Estado e que desqualifica a Administração», impondo que assessores e adjuntos sejam recrutados «na Administração Pública».

Segundo o primeiro-ministro, é preciso evitar «que cada vez que um Governo é substituído ou uma equipa ministerial é substituída todo o saber, toda a competência saia com os titulares desses lugares» e fazer com que esta permaneça «na Administração para que seja efectivamente do Estado e não do Governo».

Passos Coelho adiantou que «relativamente às empresas públicas e aos institutos públicos» o Governo vai actuar «reduzindo o número de administradores: onde são sete deverão passar para cinco, senão mesmo para três, onde são cinco deverão passar para três».

Quanto a remunerações, o primeiro-ministro disse que, «em todas as áreas que estão protegidas do mercado», estas serão indexadas às «do Presidente da República ou do primeiro-ministro» e que, no caso das «empresas do Estado que estejam em concorrência», será permitido, «durante um tempo a estipular, que os rendimentos médios auferidos possam ser preferidos».

Segundo Passos Coelho, trata-se de «uma mudança de regime completa relativamente a tudo aquilo que tem sido observado».

«E a forma como o Estado manterá a sua disposição de se retirar de uma grande parte dos negócios da economia complementa esta visão de que o Estado não existe, na nossa acepção, para ter muitas empresas. O que o Estado deve é regular bem o papel da economia. Essa é a sua função, essa deve ser a regra, as empresas públicas devem ser a excepção, e não o contrário», defendeu.

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às 20:24

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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