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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Eng. José Eduardo Quinteiro, Opinião

por cunha ribeiro, Sábado, 12.11.11

 

 DOIS PRESIDENTES DUAS VISÕES

 

O Presidente da câmara de Chaves decidiu aproveitar a antiga estação ferroviária de Vidago para fazer um balneário termal público, propondo-se assim a alavancar Vidago de modo a ombrear com as estâncias termais portuguesas, permitindo tratamentos muito mais baratos, acessíveis a toda a gente, o que trará mais gente para a vila com os consequentes e previsíveis benefícios que daí advirão. Sabendo isto, a primeira ideia que pode ocorrer a um aguiarense é a de se fazer o mesmo em Pedras Salgadas, dado o rigoroso paralelismo da situação das duas vilas por um lado, sendo que por outro, os anseios as reclamações e situações provocadas ultimamente pelos habitantes de Pedras Salgadas e da zona norte do concelho tudo indiciaria que isto viesse a acontecer. 

Lamentavelmente, quem ousar sonhar com isso desiluda-se; porque enquanto Chaves tem um presidente minimamente esclarecido, com uma visão de desenvolvimento do seu concelho suportada em estratégias autossustentáveis, em Vila Pouca temos um presidente de Câmara que, durante quase 12 anos de mandato, para a vila termal de Pedras Salgadas, além da construção da escola eb123, nada mais fez do que concluir as obras lançadas pelo partido socialista e, pasmemo-nos, demolir o cais da estação, para em seu lugar colocar uma estátua de "alto valor cultural", que poderá ter muito interesse, mas cuja prioridade é fortemente discutível.

Não contente com o marasmo que se vive nesta, outrora bela, estância termal, propõe-se, agora, investir um milhão de euros num projeto de requalificação das margens do Avelames com a construção de um passeio elevado entre as duas avenidas, ocupando, na grande maioria terrenos da UNICER; beneficiar de forma também ineficaz o terreno da antiga ETAR da UNICER, com um arranjo de eficácia duvidosa e outros pequenos arranjos. Este investimento mostra à partida ser fraco, face aos proveitos que daí advêm.

Aliás, conforme está delineado o projeto, nota-se em evidência a preocupação de fechar cada vez mais o parque, coartando a hipótese do mesmo se estender para a vila e nela se incorporar, para com ela interagir, acabando por o delimitar e confinar ainda mais aos muros existentes.

O projeto não tem o mérito nem a visão estratégica de deslocar a estrada (rua Dr. Henrique Botelho) para a outra margem - desculpando-se posteriormente que o terreno é reserva agrícola e ecológica nacional - (se assim fosse nada se fazia neste país, nem sequer se tinha construído a escola eb123 de pedras salgadas).

O que desencadearia realmente o desenvolvimento e o progresso da vila termal seria a expansão do parque até ao rio, criando para isso uma bela avenida pedonal sobre a atual rua Dr. Henrique Botelho, que sendo deslocada para o outro lado da margem e com a criação de pontes pedonais entre ambas as margens, provocaria a diluição da separação física existente entre o parque e a vila.

Este projeto, conforme lançado a concurso, permitirá que o parque esteja cada vez mais fechado aos habitantes e aos turistas, e cada vez mais reservado aos aquistas.

Esta obra vem dar a machada final nas aspirações de Pedras Salgadas; aliás vem enclausurar a vila conforme também prevê a revisão ao PDMi.

i Artigo “Quo Vadis Pedras Salgadas, in Jornal das Pedras

Artigo escrito ao abrigo do acordo ortográfico.

Curiosamente, este projeto já sofreu uma revisão, mas como é de tão fraca qualidade, face aos objetivos necessários e exigíveis para a vila de pedras salgadas e para a própria UNICER, pois não nos esqueçamos que só conseguimos a evolução caminhando de mãos dadas - coisa que o atual presidente de câmara não conseguiu - certamente não ficará por aqui.

Ao dizer mau, não quero pôr em causa os projetistas, pois eles fizeram o que lhes pediram, no entanto, como diz o ditado, nunca se deve albardar o burro à vontade do dono.

Ora, nos tempos que correm, toda a gente tem a perceção do quanto é necessário fugir ao despesismo, às obras faraónicas e inúteis, feitas para inaugurações e foguetório e que rapidamente se evidenciam como elefantes brancos. É o que vai suceder a esse projeto. É forçoso avisar que não atinge os objetivos que seriam de esperar; além de ter custos de manutenção elevados, fará com que o parque termal e a vila de Pedras Salgadas vivam, cada vez mais, de costas voltadas. Para desgraça de Pedras Salgadas.

José Eduardo Quinteiro

Vereador do Partido Socialista

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às 00:37

Muda o poder, mantêm-se os vícios

por cunha ribeiro, Sábado, 12.11.11
 
Das 447 nomeações feitas até este sábado, dia 6, pelo Governo, no mês e meio que leva em funções, 73 são "boys" como a edição impressa do DN hoje divulgou. Saiba quem são os nomeados com ligações partidárias (a lista é arbitrária e segue a ordem pela qual surgem no site do próprio Governo). 
OS 73 'PARTIDÁRIOS'
1. João Montenegro 
Cargo: Adjunto do Primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi vice-presid

ente da Comissão Política Nacional da JSD
Vencimento: 3.287,08 euros
2. Nome: Paulo Pinheiro
Cargo: Adjunto do Primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi adjunto do gabinete de Durão Barroso
Vencimento: 3.653,81 euros
3.Nome: Carlos Sá Carneiro
Cargo: Assessor do Primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi adjunto de Pedro Passos Coelho na São Caetano à Lapa
Vencimento: 3.653,81 euros
4.Nome: Marta Sousa
Cargo: Assessora do Primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Responsável por deslocações e imagem de Passos Coelho enquanto líder do PSD
Vencimento: 3.653,81 euros
5.Nome: Inês Araújo
Cargo: Secretária do Primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi secretária do Governo PSD chefiado por Pedro Santana Lopes
Vencimento: 1.882,76 euros
6.Nome: Joaquim Monteiro
Cargo: Adjunto do Primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi deputado do PSD entre 1983 e 1985
Vencimento: 3.287,08 euros
7.Nome: Raquel Pereira
Cargo: Adjunta do Ministro das Finanças
Ligação ao PSD: Foi adjunta no gabinete do Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Miguel Frasquilho e chefe de gabinete da Secretária de Estado Maria do Rosário Águas.
Vencimento: 3.069,33 euros
8.Nome: Rodrigo Guimarães 
Cargo: Chefe de gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Ligação ao PSD: Foi chefe de gabinete de Morais Leitão no Governo Santana
Vencimento: 4.791,00 euros
9.Nome: Gonçalo Sampaio
Cargo: Adjunto do gabinete do Ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Ex-candidato a deputado pelo PSD e presidente da secção B do PSD Lisboa
Vencimento: 3.183,63 euros
10.Nome: Cláudio Sarmento da Silva
Cargo: Assessor do gabinete do Ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Eleito membro da Assembleia da freguesia da Costa da Caparica pelo PSD
Vencimento: 3.356,34 euros

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às 00:12

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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