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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


E se as transformassem em Albergues?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.11.11

Dois terços das pousadas de juventude dão prejuízo e poderão ser encerradas, diz Governo.

O secretário de Estado do Desporto e Juventude afirmou hoje no Parlamento que dois terços das pousadas de juventude têm resultados negativos e que o Governo está a avaliar o seu encerramento sazonal ou definitivo.

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às 23:46

Professores sofrem de síndroma de "hortosório" (ou de burnout)

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.11.11

 

Quem lê diariamente os jornais saberá do que estou a falar. Horta Osório é um ilustre economista, cujas capacidades o terão catapultado para a direcção de um dos bancos mais prestigiados de Inglaterra- o Loyds Bank. Porém, soube-se há dias que o excesso de trabalho o levou ao limite humano do esforço, tendo caído numa cama de hospital a fim de fazer uma cura de sono.

Pois bem, eu queria aproveitar este exemplo para lembrar aos mais distraídos que os professores portugueses são potenciais “horta-osórios”. Com a agravante de os governos – desde Sócrates até agora – os atulharem de trabalho, enquanto lhes esvaziam a motivação. Os estudiosos do tema já chegaram a esta conclusão, aliás muito óbvia: “ os docentes portugueses andam stressados e próximos do ( desculpem o palavrão) burnout”.

E o que é o “Burnout”? – Perguntará o leitor.

Fui saber, para lhe não frustrar a curiosidade. Trata-se de uma doença! – “A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino, Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970. A dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer, termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estádio, necessidade de se afirmar, o desejo de realização profissional transforma-se em obstinação e compulsão”.

E o que sugerem os senhores que realizaram o estudo, para a resolução do problema?

Pasme o leitor – sugerem isto: “ lançar um guia prático para aumentar a resistência de quem ensina !!!”

Já estou a imaginar o...

 

...Guia Prático:

 

 Os Srs professores devem:

 

1º: Cursar e praticar karaté para enfrentar com determinação os alunos mais agressivos;

2º. Nas escolas dos subúrbios das grandes cidades, onde os alunos costumam usar armas brancas, como navalhas, e mesmo pistolas, sugere-se que os professores usem um discreto colete anti-bala.

3º. Para se auto-motivarem deverão os professores imaginar que não estão numa sala com dezenas de indivíduos mal educados e barulhentos, mas numa igreja com dezenas de beatas extremamente concentradas e mesmo babadas com o que o “mestre” está a dizer.

E por aí fora.

 

Cunha Ribeiro

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às 22:24

Fátima Monteiro, Poema

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.11.11
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estes poemas que faço
Com amor ,dedicação
Por mais brejeiros que sejam 
São feitos por minha mão.

Tantos poemas escrevi 
Que rasguei e deitei fora
Quem me dera ter aqui
O que escrevi outrora.

Não sou poeta afamada 
Nunca tive formação
Mas tudo aquilo que escrevo
Sai-me do meu coração.

Faço versos e poemas
Com muita satisfação 
Ao escrevê-los eu os sinto
Como filhos de paixão.

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às 13:46

Ser emigrante é ser mais português

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.11.11

 

Talvez, por esse mundo além, haja quem, tal como eu próprio, sinta, singularmente, a terra onde nasceu e cresceu. Aos 19 anos de idade experimentava eu, pela primeira vez, esse sentimento tão português que é a saudade, essa sensação única que é “olhar de fora”,  com nostalgia, a terra onde nascemos.

Foi em Paris - o meu sonho libertador de adolescente - que soube, pela primeira vez, valorizar a suave tranquilidade e a gratificante simplicidade de uma aldeia. Junto do leito barrento do Rio Sena, a minha imaginação saltava subitamente milhares dequilómetros e trazia-me o pequeno rio da minha aldeia, onde em pequeno aprendera a nadar nas represas. Quando circulava por entre os arranha-céus de Puteaux, recordava, nostálgico, a varanda cheia de sol, onde gatos dormiam enroscados em açafates de roupa. Debaixo do Céu  plúmbeo e frio de Inverno, quantas vezes me vieram à memória dias luminosos e solarengos, e o crepitar da lareira.

 Foi assim que a grandeza aparente das coisas citadinas se foi revelando, cada vez mais mesquinha e sem graça, a meus olhos: igrejas e catedrais perdiam a graça perante a minúscula capela onde se rezava o terço no mês de Maio. Avenidas ou boulevards tornavam-se ridículas à beira dos caminhos estreitos, onde chiavam oscarros de bois, e se apanhava a "bosta esverdeada” que vedava os fornos a lenha. Grandes e variados parques eram insignificantes manchas verdes ao pé dos pinheirais que cobriam a vasta ladeira da serra.

Anos depois, embora mais perto, continuo a olhar de fora o lugar onde, num dia pequeno de Inverno, nasci para o mundo. Não já com a alma embargada pela saudade. Mas ainda com o apego e voracidade com que as raízes da árvore se agarram à terra onde nasceu da semente. Não sou um desterrado, apesar disso. Suporto facilmente algumas ausências. E quando regresso à minha terra amo-a por dentro; quando a deixo, não a abandono, e amo-a por fora.

 

Cunha Ribeiro

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às 01:02

Fernando ribeiro - Parada, Portugal Profundo

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.11.11

 

.

 

Sempre gostei do termo “Portugal Profundo”, mas mais que gostar há que o conhecer e entender. Eu conheci-o, e até o entendia, por breves passagens, é certo, mas cada vez, que ido da cidade, mesmo cidade de província, caía nesta aldeia, sentia que estava no mais profundo do Portugal profundo. É inexplicável o sentimento. Longe de tudo, da electricidade, da água a correr nas torneiras, da televisão e rádio, só a pilhas, à luz da candeia ou às escuras fazia-se a imagem do som, como de som eram feitos os despertares, bem sedo, ao som do galo ou do chiar dos carros de bois.
 
É a imagem que guardo desta aldeia. Aldeia dos canastros, das casas de pedra, do muito frio de Inverno, das lareiras e da água fresca a correr nas bicas, de verão. Anos 60 e uns poucos de 70.
 
É sempre bom regressar às nossas origens, à terra do avô e do pai e ver que no mesmo canastro, onde eu brincava em solitário e dava asas à minha imaginação, agora são muitos os que brincam e imaginam, coloridos.
 
Parada do Corgo ou de Aguiar, terra de lobos.

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às 00:56

Era uma vez o comboio entre Samardã e Chaves

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.11.11

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às 00:40

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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