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Interessante ( Vídeo jovem sobre Quintã de Jales )

por cunha ribeiro, Domingo, 20.11.11

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às 17:48

José Carlos Pacheco Alves - Desilusão

por cunha ribeiro, Domingo, 20.11.11
NB: O momento difícil que o país atravessa pode levar muitos de nós à desilusão. Sonhamos, desejamos e tudo se pode transformar em miragem distante. Tal como uma ferida, dói a desilusão. Mas, novos sonhos podem e devem ser sonhados. O ser humano tem a capacidade de recuperar. Devemos por isso usar a nossa capacidade de transformar a desilusão num convite a um novo sonho, a uma visão nova da vida! 
Setúbal, 13 de Novembro de 2011.
J.C.Pacheco Alves
_____________
DESILUSÃO

Noite cerrada. Minha alma sem luz
Pede ansiosa quem lhe dirija os passos
Mas em espinhos só depara: a cruz
Nunca se ergueu à altura de meus braços.

Os homens são assim: faróis erguidos
À beleza dos dias favoráveis;
Mas quando, sós, vagamos perseguidos,
Eis que surgem barreiras invioláveis.

Não sei que sinto em mim que o não exprimo,
Nem espero o viver de que não gosto:
O próprio pensamento a que me arrimo
Há muito adulterou seu nobre rosto.

O sentimento repartido e forte
A que entreguei os meus primeiros dias
Encontra-se hoje a braços com a morte 
No envelhecer de minhas fantasias.

Meu pensamento brilha em longes terras!
Ao barro atira o corpo já cansado,
Ao corpo grita: - Porque a nós encerras
Nas prisões de meu ser de destronado?

J.C.Pacheco Alves ( Setúbal – Janeiro de 2010

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às 14:21

O TEMPO, O GRANDE MESTRE

por Francisco Gomes, Domingo, 20.11.11

 

Nós devemos sempre, dar tempo ao tempo.


 

 

 Numa pequena ilha,   habitavam todos os sentimentos humanos.

Ali habitavam a alegria, a tristeza, a saudade, a vaidade,  amor e etc.

Certo dia, alguém deu o alarme: todos precisam abandonar imediatamente esta ilha, pois ela vai ser inundada. O amor, como é natural,   passou a se preocupar com tudo e com todos. A ilha, aos poucos foi ficando vazia. O amor, então, se deu conta, de que estava sozinho na ilha sem transporte para dali sair. Viu a tristeza em seu barco, gritou a pedir socorro, mas a tristeza nem o ouviu. A vaidade, a quem também pediu socorro, disse que não podia, pois iria sujar seu barco  limpinho. O amor já começava a ficar aflito. Olhando para o pequeno cais, viu um barquinho encostado, no remo, um velhinho de barbas brancas, que lhe acenava com insistência.

O amor correu para o pequeno barco e atravessou com segurança para a outra margem. Muito emocionado, o amor agradeceu, dizendo: Afinal, quem é o senhor, que se preocupou tanto comigo? O velhinho de barbas brancas sorriu e disse: "Eu sou o Tempo!" E só o tempo é capaz de compreender um grande amor.

A todas as pessoas que acompanham o Blog de Parada,  muitas que já conheço, umas de nome, outras pessoalmente, mas a todas eu amo do fundo do meu coração. Para todos um grande abraço.

 

Agostinho Gomes  Ribeiro 

 

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às 12:24
editado por cunha ribeiro às 18:59

Credibilidade Política

por cunha ribeiro, Domingo, 20.11.11

 

O que é a credibilidade política?

Há quem meça a credibilidade política pela riqueza, pela esperteza, ou pelos apoios "importantes" que tem um potencial candidato. Não importa a quem assim pensa que essa riqueza tenha origem obscura, que essa esperteza sirva interesses "ligeiros" ou egoístas, e que esses apoiantes não tenham, nem nos genes nem na aprendizagem, um mínimo de ética para oferecer à sociedade. Importa apenas que "brilhe" através de sinais "exteriores" que fascinem, ofusquem, ou encandeiem o povo.

Se "surfarmos" na onda de quem assim pensa, e formos lógicos, então todos os Duartes Limas deste país seriam candidatos credíveis, porque o próprio Duarte Lima sê-lo-ia há uns meses atrás.

Estamos num tempo em que a própria  ciência económica deixou de ter credibilidade. Os economistas de hoje não passam  de comerciantes de opiniões, músicos de entusiasmos, e arquitectos de fragilidades.

Gastam-se milhões em publicidade enganosa. Há muita gente a viver do logro,  da falsidade e da mentira. Há pouca gente a viver do trabalho puro e duro.

Ser credível politicamente é ser capaz de inverter o rumo político que nos lançou neste purgatório que é a vida contemporânea. É conseguir humanizar o poder, colocando-o nos carris de um novo rumo, extirpando-o de vícios enraízados, polindo-o com o reconhecimento do mérito e do esforço.

Ser credível politicamente é saber e querer transformar as razões do poder no poder da razão. Transformar a Presidência da  República num lugar de verdadeiro prestígio, eliminando mitos cavaquistas, como o da pompa palaciana , que se materializa em despesa supérflua, e o dos longos silêncios, como a melhor arma discursiva do Presidente. 

Ser credível politicamente é submeter os governantes à censura dos comportamentos desviantes, em matéria de favores e de gastos. O que Dilma Roussef está a fazer no seu governo terá que se generalizar a todos os governos e governantes de todas as instituições. 

 Ser credível politicamente é resistir à vaidade exagerada, à ambição excessiva, ao egoísmo cego.

 

Cunha Ribeiro

 

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às 11:26

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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