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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Rui Zink e as mulheres

por cunha ribeiro, Terça-feira, 01.11.11

 

O que Sempre Soube das Mulheres

 

Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se de que nem um postalinho. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos graça a pregá-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não têm o gene da violência, embora seja melhor não as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem. Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogos eróticos, mas com o sexo já depende. Têm dias. Têm noites. Conseguem ser tão calculistas e maldosas como qualquer homem, só que com muito mais nível. Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabeça levam tudo à frente. Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-semesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes. Não compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro. Sabem que na viagem há que tratar bem o passageiro e que o amor é um bom fio condutor. Não são de confiança, mas até amais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas. Comem-nos as papas na cabeça,mas depois levam-nos a colher à boca. A única coisa em nós que é para elas um mistério é a jantarada de amigos – elas quando jogam é para ganhar. E é tudo. Ah, não, há ainda mais uma coisa. Acreditam no Amor com A grande mas, para nossa sorte, contentam-se com pouco.

 

Rui Zink, in "Jornal Metro"

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às 18:49

Uma excelente metáfora para perceber a AVALIAÇÃO

por cunha ribeiro, Terça-feira, 01.11.11
O dono de um talho foi surpreendido pela entrada de um cão dentro da loja.
Enxota-o mas o cão volta a entrar. Volta a enxotá-lo e repara que o cão traz um bilhete na boca. Apanha o bilhete e lê:
- Mandas-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?

Também repara que o cão tem na boca uma nota de 50 euros. Avia o cão e põe-lhe o saco de compras na boca.
Impressionado e, como estava para fechar, resolve seguir o cão.
O cão desce a rua, chega aos semáforos e, com um salto, carrega no botão para ligar o sinal verde. Aguarda a mudança de cor do sinal, atravessa a estrada e segue rua abaixo.
O talhante estava perplexo! Ele e o cão caminham pela rua, quando o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio.
Vira-se um bocado, correu e atirou-se contra a porta. Repetiu o acto mas ninguém lhe abre a porta.
Contorna a casa, salta um muro e, numa janela, começa a bater com a cabeça no vidro várias vezes, retornando para a porta.
De repente, aparece um tipo enorme a abrir a porta e começa a bater no cão.
O talhante corre até ao homem, tenta-o impedir de bater mais no cão e diz-lhe bastante indignado:
- Ó homem, o que é que está a fazer? O seu cão é um génio!
O homem responde:
- Um génio? Já é a segunda vez esta semana que este cão estúpido se esquece das chaves!

Moral da história:
Podes continuar a exceder as expectativas, mas... a tua avaliação depende sempre da competência de quem te avalia.


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às 16:52

Um Jornal em Parada... Por que não? Bastaria o C. D.Baldios apoiar e...

por cunha ribeiro, Terça-feira, 01.11.11

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às 16:07

Imaginem, por Mário Crespo

por cunha ribeiro, Terça-feira, 01.11.11

 



Mário Crespo: Imaginem 
  

Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. 
 
Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação. 
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento. 
 
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. 
 
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. 
 
Imaginem que só eram usados em funções do Estado. 
 
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. 
 
Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. 
 
Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês. 
 
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. 
 
Imaginem que o faziam por consciência. 
 
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. 
 
Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. 
 
Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas. 
 
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. 
 
Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. 
 
Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. 
 
Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. 
 
Imaginem as pensões que se podiam actualizar. 
 
Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins. 
 
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. 
 
Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas. 
 
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo. 
 
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.

Imaginem que país seremos se não o fizermos...... Enviem a todos os vossos amigos. 
Pode ser que se crie uma corrente de indignação e desencadeie uma petição à AR!!!


 

 

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às 13:48

O anjo e o monstro

por cunha ribeiro, Terça-feira, 01.11.11

 

Duarte Lima, em minha opinião, não é o tipo selvagem que a imprensa parece dar eco. Já vieram a terreiro, pessoas que com ele privaram, exprimir a sua estupefacção pela acusação que lhe fazem.

Embora os factos pareçam apontar para uma tese segura de assassinato levado a efeito pelo acusado, mesmo que tal se comprove, Duarte Lima não é, como muitos não são, um assassino de faca e alguidar.

 Um homem não é apenas um comportamento. É, antes, uma sequência mais ou menos coerente de atitudes.  Este homem não pode apenas ser visto de revólver em punho a matar uma pessoa, por acaso sua cliente. 

 Duarte Lima já foi  criança, jovem e adulto e nunca matou ninguém. Logo, não é uma pessoa violenta por natureza, um assassino sanguinário. Há quem já venha do útero de revólver na mão. Duarte Lima certamente que não.

 Então o que fez de um inocente rapaz, que tocava órgão na Igreja da sua terra natal, um virtual homicida?

 O filósofo francês, J. J. Rousseau celebrizou uma ideia que pode explicar esta questão: " O homem nasce bondoso, a sociedade é que o corrompe".

 Duarte Lima é um hiper-ambicioso. Deixou a província, estudou, trabalhou. Subiu a pulso até se destacar na montra política, que é o parlamento, onde liderou a bancada laranja. Algum tempo depois, a riqueza súbita obrigou-o a ter de explicá-la e fê-lo cair de novo na penumbra do anonimato, depois de se demitir.

 Duarte Lima, em Lisboa, no epicentro da alta finança e da alta política, o que vê à sua volta? Gente que ele tenta imitar. Pessoas que ganham milhões no mesmo espaço de tempo  que um cidadão comum ganha tostões. A queda abrupta no anonimato mais lhe terá aguçado o apetite pelo dinheiro rápido e fácil. Seria a forma de ele poder vingar a fama perdida, pois precisava de pedestal para viver.

 É preciso notar que Duarte Lima para comprar casas de vários milhões era obrigado a ter dinheiro para isso. E como se ganham milhões, sem o milagre da lotaria, ou sem o suporte de uma super-herança familiar?

 Apanhando a riqueza dos outros. Mesmo que seja preciso invadir o círculo restrito de uma herança extra-familiar, como foi o caso. Tudo isto para continuar a satisfazer o seu desígnio umbilical de ser poderoso pelo dinheiro. 

 Houve uma pessoa que, legitimamente, quis estorvá-lo na sua gananciosa  missão plutocrata. Pois bem, era preciso contornar o obstáculo. Foi o que fez. Só que em vez de o contornar, eliminou-o, com dois tiros certeiros e definitivos.

 

 ( O facto de resultar da leitura do texto uma convicção que é minha, não significa que esteja a dar a pessoa em causa por condenada. A presunção de inocência deve acompanhar o arguído até, pelo menos, ao total exercício do contraditório por parte dele)

 

CR

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às 12:24

Coitado! Que vai ser da vida dele!

por cunha ribeiro, Terça-feira, 01.11.11
Jorge Coelho
Jorge Coelho (Foto: Nuno Ferreira Santos)
 O antigo ministro das Obras Públicas Jorge Coelho disse hoje, em declarações à TSF, ter renunciado à subvenção vitalícia que começou a receber há dois anos, no valor de 2400 euros mensais.

O ex-ministro socialista referiu que enviou uma carta ao presidente da Caixa Geral de Aposentações, na semana passada, a informá-lo desta sua decisão.

Jorge Coelho não adiantou o que o levou a renunciar a esta subvenção vitalícia. O anúncio surge depois de o Governo ter anunciado a intenção de pôr fim às subvenções atribuídas a antigos políticos que trabalhem no sector privado.

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às 01:47

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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