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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Há entre as 11 perguntas de H. Pereira uma que me tirou do sério. Não direi que a pergunta é estúpida, mas inteligente é que não é.

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

18 de Dezembro, 2011
por Helena Pereira
Reduzir o número de generais, fechar quartéis, rever as missões. O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, admite querer fazer uma «reforma forte» nesta legislatura para tornar «sustentáveis» as Forças Armadas. E está «absolutamente confiante» no apoio das chefias militares. Quanto ao desbloqueamento das promoções, promete uma solução «excepcional» para não pôr em causa a cadeia de comando. Numa altura em que se assinala seis meses de governação, o ministro garante que PSD e CDS estão «coesos» e que nenhumas críticas de Cavaco Silva desviarão o Executivo das suas políticas.

1. Promoveu um encontro inédito, na semana passada, com os quatro chefes militares e o ministro das Finanças. Um dos assuntos em cima da mesa foi o desbloqueamento das promoções. Nalguns casos, vai haver promoções sem respectivo aumento salarial e, noutros, aumentos se os ramos dispensarem efectivos e assim pouparem verbas?

O encontro foi da minha iniciativa e teve a presença do ministro das Finanças e das chefias militares para que pudéssemos em conjunto fazer uma avaliação de alguns assuntos pendentes. Vivemos momentos excepcionais que obrigam a medidas excepcionais. Vários temas foram abordados para que possamos encontrar uma solução que passe por não acarretar aumento de despesa. O que é importante a reter desta reunião é uma disponibilidade muito abrangente dos ministros da Defesa e das Finanças.

2. Não quer explicar como é que vai ser possível fazer essas promoções nos três ramos mantendo a harmonia?

Ainda não está encontrada a solução, mas é certo que uma eventual indexação financeira não poderá criar aumento de despesa. É um princípio que tem que ser compreendido.

3. A condição militar tem uma especificidade própria. Os militares não são funcionários públicos. Contudo, foram tratados como tal no Orçamento do Estado (OE) ao ser decretado um congelamento cego das promoções.

O que diz o OE é que a verificação das promoções não pode originar aumento da despesa. Temos a consciência que a condição militar é uma condição diferente, que a cadeia de comando militar tem lógicas diferentes e que é fundamental que cada posto esteja preenchido para que a cadeia funcione.

4. Do ponto de vista humano, haver promoções sem aumento de salário não perturbará a cadeia de comando?

No plano puro do que significa uma cadeia de comando militar, é evidente que o preenchimento do posto não tem que estar necessariamente indexado a uma lógica financeira. O importante é que o posto seja preenchido. Depois, é preciso que não haja situações de desigualdade relativa para quem está no mesmo patamar. Isso é importante.

5. Vai fazer uma revisão de carreiras de maneira a rever que funções devem corresponder a cada posto?

Vai ser preciso uma visão global. É preciso um redimensionamento da estrutura das Forças Armadas e avaliar estatutos que hoje estão desfasados da realidade que o país atravessa. A revisão de todas essas matérias terá que ocorrer neste mandato.

6. Um relatório da Inspecção-Geral das Finanças diz que Portugal tem 132 generais quando deveria ter 78. Temos generais a mais?

Não queria estar a fazer uma avaliação individualizada deste ou daquele posto porque tem sempre interpretações que colocam militares contra militares. Devemos antes fazer uma avaliação global e tornar as Forças Armadas sustentáveis. Isso obriga a reequilibrar as coisas onde seja necessário, nomeadamente nos postos de comando.

7. Prefere usar sempre sustentabilidade em vez de reduzir.

A sustentabilidade desapareceu, no passado, da lógica da coisa pública. Há uma grande reforma de mentalidades que aponta para que as coisas hoje tenham que ser sustentáveis. Não se pode gastar o que se quer, mas o que se pode. Temos também que rever o Conceito Estratégico para estabelecer um outro nível de ambição.

8. Acha que vai ser preciso uma medida drástica, como a lei dos coronéis, tomada pelo Governo de Cavaco Silva, em 1992, e que obrigou à passagem à reserva de um grande número de oficiais?

Terá que ser uma reforma suficientemente forte para que se altere o estado das coisas. E não só nas Forças Armadas, mas em todos os sectores, educação, saúde, justiça. Não se pode isolar as Forças Armadas. É uma lógica transversal.

9. O que significa uma reforma suficientemente forte?

Tem que ver com as missões, o número e redimensionamento das Forças Armadas e do equipamento. Estas três vertentes têm que ser consideradas à luz do que hoje é sustentável e não à luz de um país imaginário como no passado.

10. Vai concentrar estruturas espalhadas pelo país?

Quer a nível da lógica da distribuição no território, quer do equipamento que seja adequado, quer das estruturas de comando, tudo isso tem que ser visto em conjunto para uma realidade que é diferente do passado.

11. Não tem receio de mexer…

Não tenho receio de nada! Os objectivos são de consciência e daquilo que o país precisa. E estou a fazer tudo num registo de absoluta lealdade, solidariedade e análise conjunta com os ramos das Forças Armadas.

helena.pereira@sol.pt

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às 21:25

Jornal da Associação - Última página

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

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às 15:15

3ª página do 2º número do JORNAL DA ASSOCIAÇÃO

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

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às 15:07

Só há um caminho - o FRATERNALISMO

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

 

 E esse caminho é o do respeito por todos, punindo quem não respeita; O de dar oportunidades a todos, recompensando os que se esforçam. Distribuir os recursos  com equidade e proporcionalidade,  para que os que tiverem mais não tenham demais, e os que tiverem menos,não tenham desculpa.

 Isto não é Comunismo, nem socialismo. Também não é Paternalismo, nem Idealismo - é, na falta de melhor termo, FRATERNALISMO.

 

CR

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às 14:33

Sílvio Varandas

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

Sílvio VarandasAlguém de Vila Pouca me diz que na Vila "não passam cartão" ao Blog de Parada de Aguiar. O Sílvio Varandas aí está a "confirmar" o que esse meu amigo diz.

O Sílvio é um jovem de Vila Pouca. Não é de Freixo de Espada à Cinta. É Filho do Sr Varandas, taxista, creio. 

E Acaba de escrever a seguinte mensagem no FACEBOOK:

- "Sílvio Varandas -
(Parabéns ao excelente e lúcido blog! Fiquei seguidor.)"
Abraço.

 

E nós, comovidos, agradecemos, amigo Sílvio Varandas.

 

F.C.R.

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às 10:49

Com os "subsídios" deram no "cravo", com a "meia hora suplementar" dão na "ferradura"

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11
Meia hora de trabalho a mais só se aplica a trabalhadores do privado

17 de Dezembro, 2011
O aumento do período normal de trabalho em mais meia hora por dia só vai abranger os trabalhadores do sector privado, deixando de fora os funcionários do Estado, que enfrentam o corte nos subsídios de férias e Natal.

No entanto, e apesar de os patrões poderem aumentar os horários diários em meia hora, de acordo com a proposta do Governo entregue na quarta-feira no Parlamento, não são abrangidos menores, grávidas, trabalhadores com capacidade de trabalho reduzida, deficiência ou doença crónica e estudantes.

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às 09:50

O que nos espera: "políticos-aves-de-rapina" deram origem a isto - morrem crianças com fome num país "civilizado"

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

Assunto entrou no debate nacional

Alunos gregos desmaiam nas escolas com fome

18.12.2011 - 09:22 Por Lusa

 (Foto: Nuno Ferreira Santos)
 Os professores na Grécia estão preocupados com os vários casos que se têm registado nos últimos meses de alunos que desmaiam nas escolas por fome e desnutrição, e já alertaram as autoridades para o caso.

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às 09:38

A extraordinária transparência e rectidão de carácter do nosso Embaixador em Paris, Francisco Seixas da Costa

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

 

QUARTA-FEIRA, 14 DE DEZEMBRO DE 2011 O ensino do português em França Este não é um blogue oficial. É apenas um meio de expressão privada de quem exerce uma função pública. Sem falsas dualidades. O cidadão que aqui escreve todos os dias é o mesmo que tem a seu cargo a representação diplomática portuguesa em França. Não tem duas caras, nem duas palavras. Digo isto para que se perceba melhor por que razão me sinto obrigado hoje a falar aqui, neste meu blogue privado, da situação que resultou da decisão oficial de suspensão de atividade de duas dezenas de professores que prestavam serviço junto das comunidades portuguesas em França. Não para aqui trazer algo de novo ou espetacular, mas, tão simplesmente, para que fique claro que todas as razões que se cruzam neste processo não me são indiferentes. E que a diplomacia pública que tenho como regra de trabalho me obriga a explicitar. Pais e professores afetados pela anunciada suspensão da prestação do serviço oficial de ensino de português - decisão que abrangeu comunidades noutros países, para além da França -, bem como instituições que partilham essas preocupações e temem pelo futuro da língua portuguesa nas gerações luso-descendentes, têm-me transmitido os seus sentimentos de profundo desagrado com a situação que se avizinha, com os efeitos na vida académica das crianças, com impactos na vida pessoal e familiar dos professores e todo um conjunto de outras consequências que lêem como negativas. A todos ouvi com atenção, nada do que foi transmitido deixou de ser comunicado, atempadamente, a quem tutela o nosso trabalho. E, convém também que se diga, nessa comunicação não deixou sempre de transparecer o meu respeito pelas legítimas inquietações que atravessam esses setores da nossa comunidade. No outro prato da balança, está a muito difícil questão orçamental com que o Estado português hoje se confronta, e à luz da qual o Governo considerou indispensável tomar medidas drásticas de restrição a nível da despesa pública, algumas das quais afetaram áreas do Ministério dos Negócios Estrangeiros: a rede diplomática e consular foi redimensionada, a estrutura do ministério e as suas chefias foram reduzidas, verificaram-se cortes no pessoal que prestava serviço no estrangeiro e houve lugar a limitações em vários setores onde foi entendido poder e dever ser reduzida a despesa. A suspensão do serviço dos professores inseriu-se, assim, num esforço muito mais vasto para fazer baixar os gastos públicos, no declarado objetivo de os conter dentro dos limites impostos pelos compromissos internacionais subscritos pelo país e que o executivo assumiu como prioritários na sua ação. Alguns poderão objetar, e muitos o fazem, que se deveria ter cortado menos "aqui" e que teria sido preferível fazê-lo "ali". Alguém que deixou um traço eterno de esperança na política francesa, e que, curiosamente, era descendente de portugueses que haviam fugido da inquisição, Pierre Mendès-France, dizia que "governar é escolher". E o Governo português, recém-legitimado por uma eleição em que os portugueses lhe conferiram uma expressiva maioria, isto é, uma autorização para decidir, fez as suas escolhas em matéria de cortes na despesa pública, à luz das opções que entendeu dever assumir. As pessoas podem concordar ou não com essas opções, é perfeitamente democrático discuti-las e contestá-las, mas não é possível recusar a legitimidade política das decisões tomadas. No terreno, estão as Embaixadas e os servidores públicos. Compete-nos dar leal e total cumprimento àquilo que o poder político legítimo determina, da mesma forma que temos o dever de ouvir e comunicar às nossas autoridades o sentimento de quem se sente negativamente afetado pelos efeitos das suas decisões. E temos ainda um outro dever e a Coordenação do ensino do português em França está a cumpri-lo de forma escrupulosa: tentar atenuar, por um melhor e mais eficaz ajustamento dos recursos letivos disponíveis, as consequências que resultaram para alguns alunos da saída dos seus professores. Não para todos, infelizmente. E, convém também que se diga, ainda neste quadro, e sob orientação superior, um esforço paralelo está a ser levado a cabo para, no futuro, poder vir a encarar-se o desenvolvimento de um ou vários modelos complementares, que permitam assegurar a continuidade do ensino do português em França, quiçá menos dependente da atual fonte oficial de recursos. Todos compreenderão não ser esta uma situação em que um diplomata se possa sentir particularmente feliz. Seria mesmo impensável que o fosse. Mas, depois de uns bons anos desta profissão, já percebi que a felicidade de um diplomata é sempre, na melhor das hipóteses, um efeito colateral da atividade do Estado.

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às 00:59

É JUSTO LEMBRAR: O primeiro grande gesto de solidariedade e franqueza opinativa que chegou ao nosso Blog

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11
QUARTA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2009
OPINIÕES, Agostinho Rodrigues
(Sem Assunto)‏
De: Offline Agostinho Rodrigues(agostinhorodrigues13@gmail.com)
  Risco médioÉ possível que não conheça este remetente.Marcar como seguro|Marcar como correio electrónico não solicitado
Enviada: sábado, 15 de Agosto de 2009 15:49:24
Para: cunharibeiro267@hotmail.com
Sr.Francisco Cunha Ribeiro. Como natural e criado em Parada de Aguiar,tenho a dizer-lhe que fico muito satisfeito por ter criado o "BLOG" de Parada. Tenho no entanto alguns reparos a fazer ao que tem vindo a escrever, nomeadamente sobre a nossa capela, onde lembra as pessoas que contribuiram para sua edificação. Pois esqueceu-se de mencionar o nome de pessoas que mais se dedicaram à sua construção ao  angariar fundos, comprar materiais, contactar trabalhadores, fazer a gestão das verbas realizadasa.
O Sr. fala no seu pai, o sr. Arlindo Ribeiro, como sendo o grande impulsionador desta obra, e muito bem. E as outras pessoas que também muito contribuiram para a realização desta obra, como por exemplo o Sr. João Guarda, a Srª  Adelaide Segorelha, o Sr. João Machdo e muitos outros? Não acho justo omitir o nome destas pessoas que se dedicaram de alma e coração à nossa aldeia, inclusivamente sofrendo alguns disssabores pelo facto de se terem dedicado a esta causa.
 
 
cumprimentos da familia GOMES.

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às 00:14

Agostinho Rodrigues - Opinião

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

   

 

  O nosso ilustre e amigo Dr. Francisco Cunha Ribeiro prevê e deseja que o número de visitantes do Blogue de Parada, ultrapasse no Natal os 150.000 mil visitantes.

Esperamos e fazemos votos que o desejo do Dr. Cunha Ribeiro, seja concretizado com muito êxito.

O facto de Parada de Aguiar ter um Blogue, deve-se à iniciativa de 4 pessoas muito especiais que, em conversa entre elas, surgiu a ideia de formarem a A.P.M. e o Blogue de Parada de Aguiar.

As pessoas impulsionadoras deste acontecimento importante, segundo chegou a meu conhecimento, foram precisamente o Dr. Cunha Ribeiro, Cândida Dias, João Machado Ribeiro e António Cândido. Não sei se mais alguém teve influência nesta belíssima ideia. Se houve, peço desculpa por não mencionar o nome das mesmas e, muito menos ferir a sensibilidade de alguém.

O aparecimento do Blogue foi muito bom para todos os Paradenses espalhados pelas mais diversas partes do País e do Mundo. Este acontecimento, fez com que muitos dos nossos conterrâneos, já quase esquecidos, ressurgissem de novo a relembrar facetas da vida e da sua terra Natal. A prova disso, são os belos textos que alguns filhos da terra e não só, têm contribuído com a publicação dos mesmos para felicidade de todos nós que temos amor ao lugar onde nascemos.

Deixo aqui um apelo a todos os sócios e não sócios que se dão ao trabalho de visitarem o nosso Blogue, para que continuem a fazê-lo ainda com mais frequência e passar publicidade, no sentido de angariar mais sócios e simpatizantes para que o Blogue de Parada de Aguiar seja um feito digno de registo para todos os Paradenses.

Parabéns para o nosso Blogue e, muito em especial para os impulsionadores do mesmo.

Também quero aqui deixar um abraço ao Grupo “ SE OS AGUIARENSES FALASSEM” pelas notícias que vão chegando ao nosso conhecimento sob o que se passa em Vila Pouca de Aguiar.

A todos um grande abraço.

Quinta das Laranjeiras, 17-12-2011

Agostinho Rodrigues

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às 00:02

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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