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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Roubo vezes roubo, igual a roubo ao quadrado

por cunha ribeiro, Terça-feira, 20.12.11
Estado tirou subsídios de Natal a mais

Uma aplicação incorrecta do imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal deste ano fez com que vários funcionários públicos tenham sofrido um corte no vencimento superior ao que estabelece a legislação. Isto porque a retenção de IRS foi calculada com base no salário bruto e não no líquido, levando a uma cativação de rendimentos em excesso.


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às 11:09

Façam as malas e deixem a "selva" a quem quer viver nela

por cunha ribeiro, Terça-feira, 20.12.11

 

 Caros compatriotas, o vosso Primeiro Ministro tem toda a razão.

 Façam as malas. Os políticos incompetentes deste país que se sacrifiquem sozinhos. Larguem os "coelhos" todos na selva que eles próprios criaram. Que proliferem nela e comam labresto sozinhos. Abandonem-nos! Deixem-nos ser "agiotas"  com eles próprios. Que se Confisquem uns aos outros; que se enganem a eles mesmos; que se explorem cinica e fraternalmente, como irmãos da mesma irmandade política e ideológica.

Abandonem este país. Emigrem!

 (Ou então, persigam-nos a eles até à fronteira).

 

CR

  

 

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às 10:02

Quanto mais lhes bates mais gostam de ti

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 19.12.11

Vítor Gaspar é o mais popular

Vítor Gaspar, que tutela as Finanças, é o mais popular dos 11 ministros da equipa de Passos Coelho. No pólo oposto, e segundo uma sondagem CM/Aximage, está outro independente: Paulo Macedo, ministro da Saúde, que recentemente aumentou as taxas moderadoras.

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às 20:32

Se o Governo ceder só tem um nome a sua atitude: Cobardia política.

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 19.12.11

 

TAP está a negociar com Governo excepção ao corte nos subsídios

A TAP está a negociar com o Governo uma eventual alternativa à eliminação dos subsídios de férias e de Natal, medida prevista no Orçamento do Estado, disse o presidente da transportadora, sem adiantar que solução está em cima da mesa.

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às 19:54

Luz própria

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 19.12.11

 

Nas saudosas aulas de Geografia, com o Pe Domingos, ( das quais muito bem se lembrará quem estudou no Externato Liceal Duarte de Almeida, em Vila Pouca), aprendemos, entre outras coisas, o seguinte:

Quando há luz própria no firmamento, é porque temos lá cima a brilhar as Estrelas; porém, se a luz não for própria, já não temos Estrelas, mas Astros.

E os exemplos académicos eram:  o SOL ( a Estrela) e a LUA ( o ASTRO).

Aplicando a imagem à política, o que se verifica é que, não havendo LUZ PRÓPRIA, ou seja Ideias originais e de ruptura, raramente teremos um bom desempenho político por quem nos governa.

E se fizermos uma retrospectiva na nossa história recente, fácil será observar que não tem havido LUZ PRÓPRIA na nossa política. E se a há, não tem origem estelar.

Corrijo: Sá Caneiro terá sido a única verdadeira estrela política, com a sua luz muito própria e intensa. Pena ter desaparecido demasiado cedo do nosso minúsculo firmamento político.

 

Nota: Não se infira do que fica escrito simpatias políticas por um determinado partido.  Sá Carneiro era talvez mais Socialista do que alguns encartados rosa, que fazem parte da história deste partido.

 

CR

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às 14:41

Sílvio Varandas - bem dito, bem escrito

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 19.12.11




Sílvio VarandasComentário:

Cidadania também é isto... debate público de ideias (seja lá onde e como for)!

Fala-se hoje muito de uma certa crise da democracia, normalmente associada à falta de confiança generalizada nos políticos e nos eleitos, em particular. Como motivos desta crise são enumerados, pela maioria dos críticos, factores tão diversos quanto, por exemplo, a incompetência, a gestão danosa, a corrupção, a falta de participação cívica, etc.

Contrariar esta lógica exigirá uma solução dual. Do lado dos políticos e dos governantes, ética e boa governança (abertura, participação, responsabilização, eficácia e coerência). Por parte dos cidadãos, uma postura activa e reivindicativa.

Neste sentido, será de todo fundamental que o cidadão desenvolva formas expressar a sua opinião. Ora, não obstante existirem outros modos de percorrer este caminho e que permitam envolver os cidadãos na tomada de decisão, a blogosfera e as redes sociais serão, estou convencido, pertinentes e actuais formatos de promover essa participação.

As “novas” TIC são um precioso instrumento que permite que representantes e representados construam um diálogo potenciador de interacções, procurando alternativas para os problemas locais.

Uma democracia avançada exige uma cidadania activa e consciente!

Eis, pois, porque foi com enorme satisfação que tomei conhecimento deste “Parada de Aguiar”! O nosso amado Concelho bem o merece! Parabéns à iniciativa (que importará não descontinuar

 

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às 11:07

Há entre as 11 perguntas de H. Pereira uma que me tirou do sério. Não direi que a pergunta é estúpida, mas inteligente é que não é.

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

18 de Dezembro, 2011
por Helena Pereira
Reduzir o número de generais, fechar quartéis, rever as missões. O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, admite querer fazer uma «reforma forte» nesta legislatura para tornar «sustentáveis» as Forças Armadas. E está «absolutamente confiante» no apoio das chefias militares. Quanto ao desbloqueamento das promoções, promete uma solução «excepcional» para não pôr em causa a cadeia de comando. Numa altura em que se assinala seis meses de governação, o ministro garante que PSD e CDS estão «coesos» e que nenhumas críticas de Cavaco Silva desviarão o Executivo das suas políticas.

1. Promoveu um encontro inédito, na semana passada, com os quatro chefes militares e o ministro das Finanças. Um dos assuntos em cima da mesa foi o desbloqueamento das promoções. Nalguns casos, vai haver promoções sem respectivo aumento salarial e, noutros, aumentos se os ramos dispensarem efectivos e assim pouparem verbas?

O encontro foi da minha iniciativa e teve a presença do ministro das Finanças e das chefias militares para que pudéssemos em conjunto fazer uma avaliação de alguns assuntos pendentes. Vivemos momentos excepcionais que obrigam a medidas excepcionais. Vários temas foram abordados para que possamos encontrar uma solução que passe por não acarretar aumento de despesa. O que é importante a reter desta reunião é uma disponibilidade muito abrangente dos ministros da Defesa e das Finanças.

2. Não quer explicar como é que vai ser possível fazer essas promoções nos três ramos mantendo a harmonia?

Ainda não está encontrada a solução, mas é certo que uma eventual indexação financeira não poderá criar aumento de despesa. É um princípio que tem que ser compreendido.

3. A condição militar tem uma especificidade própria. Os militares não são funcionários públicos. Contudo, foram tratados como tal no Orçamento do Estado (OE) ao ser decretado um congelamento cego das promoções.

O que diz o OE é que a verificação das promoções não pode originar aumento da despesa. Temos a consciência que a condição militar é uma condição diferente, que a cadeia de comando militar tem lógicas diferentes e que é fundamental que cada posto esteja preenchido para que a cadeia funcione.

4. Do ponto de vista humano, haver promoções sem aumento de salário não perturbará a cadeia de comando?

No plano puro do que significa uma cadeia de comando militar, é evidente que o preenchimento do posto não tem que estar necessariamente indexado a uma lógica financeira. O importante é que o posto seja preenchido. Depois, é preciso que não haja situações de desigualdade relativa para quem está no mesmo patamar. Isso é importante.

5. Vai fazer uma revisão de carreiras de maneira a rever que funções devem corresponder a cada posto?

Vai ser preciso uma visão global. É preciso um redimensionamento da estrutura das Forças Armadas e avaliar estatutos que hoje estão desfasados da realidade que o país atravessa. A revisão de todas essas matérias terá que ocorrer neste mandato.

6. Um relatório da Inspecção-Geral das Finanças diz que Portugal tem 132 generais quando deveria ter 78. Temos generais a mais?

Não queria estar a fazer uma avaliação individualizada deste ou daquele posto porque tem sempre interpretações que colocam militares contra militares. Devemos antes fazer uma avaliação global e tornar as Forças Armadas sustentáveis. Isso obriga a reequilibrar as coisas onde seja necessário, nomeadamente nos postos de comando.

7. Prefere usar sempre sustentabilidade em vez de reduzir.

A sustentabilidade desapareceu, no passado, da lógica da coisa pública. Há uma grande reforma de mentalidades que aponta para que as coisas hoje tenham que ser sustentáveis. Não se pode gastar o que se quer, mas o que se pode. Temos também que rever o Conceito Estratégico para estabelecer um outro nível de ambição.

8. Acha que vai ser preciso uma medida drástica, como a lei dos coronéis, tomada pelo Governo de Cavaco Silva, em 1992, e que obrigou à passagem à reserva de um grande número de oficiais?

Terá que ser uma reforma suficientemente forte para que se altere o estado das coisas. E não só nas Forças Armadas, mas em todos os sectores, educação, saúde, justiça. Não se pode isolar as Forças Armadas. É uma lógica transversal.

9. O que significa uma reforma suficientemente forte?

Tem que ver com as missões, o número e redimensionamento das Forças Armadas e do equipamento. Estas três vertentes têm que ser consideradas à luz do que hoje é sustentável e não à luz de um país imaginário como no passado.

10. Vai concentrar estruturas espalhadas pelo país?

Quer a nível da lógica da distribuição no território, quer do equipamento que seja adequado, quer das estruturas de comando, tudo isso tem que ser visto em conjunto para uma realidade que é diferente do passado.

11. Não tem receio de mexer…

Não tenho receio de nada! Os objectivos são de consciência e daquilo que o país precisa. E estou a fazer tudo num registo de absoluta lealdade, solidariedade e análise conjunta com os ramos das Forças Armadas.

helena.pereira@sol.pt

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às 21:25

Jornal da Associação - Última página

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

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às 15:15

3ª página do 2º número do JORNAL DA ASSOCIAÇÃO

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

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às 15:07

Só há um caminho - o FRATERNALISMO

por cunha ribeiro, Domingo, 18.12.11

 

 E esse caminho é o do respeito por todos, punindo quem não respeita; O de dar oportunidades a todos, recompensando os que se esforçam. Distribuir os recursos  com equidade e proporcionalidade,  para que os que tiverem mais não tenham demais, e os que tiverem menos,não tenham desculpa.

 Isto não é Comunismo, nem socialismo. Também não é Paternalismo, nem Idealismo - é, na falta de melhor termo, FRATERNALISMO.

 

CR

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às 14:33

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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