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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Sandra Dourado - um texto sério, sábio e revelador

por cunha ribeiro, Domingo, 15.01.12

Leiam, leiam....Vejam o que diz este Sociólogo e Filósofo Francês sobre Portugal!

Excelente artigo de Jacques Amaury, 
sociólogo e filósofo francês, acerca de Portugal 

Um artigo de Jacques Amaury, sociólogo e filósofo francês, professor na Universidade de Estrasburgo, a ler com olhos de ler. 

"Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais. 
Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem-se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união. 
Foi o país onde mais a CE investiu "per capita" e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou mesmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo. 
Os dinheiros foram encaminhados para auto-estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições público-privadas, fundações e institutos, de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração pública, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre. 
A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que com as alterações governativas permaneçam, transformando-se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram-se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país. 
Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado. Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com telhados de vidro e linguagem publica, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade. À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio. Mais à esquerda, o PC (Partido comunista) menosprezado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais. 
Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré-fabricada não encontra novos instrumentos. 
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspecto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação. Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comercio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países. 
Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o "chefe" recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres. 
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e TV oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos sociais-democratas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem levanta o mínimo problema ou dúvida. A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho enquanto, o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória. 
Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, "non gratas" pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia. 
Só uma comunicação não vendida e alienante, pode ajudar a população, a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, a exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios.

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às 23:46

Subsídio de férias - Mais uma excepção

por cunha ribeiro, Domingo, 15.01.12

 

Defesa vai pagar férias a militares

Conheça as justificações do Ministério para atribuir subsídio que venceu a 1 de Janeiro.


 

O meu comentário:

 

 Não preciso nem quero ler qualquer justificação. Já sei que me vão tentar enganar com sofismas à moda socrática.

 Aliás eu sei muito bem porque é que o governo vai pagar aos militares o que não quer  pagar aos outros funcionários públicos.

É que se os outros funcionários públicos se zangarem muito, ficam muito chateados com o governo, é verdade,  e o Governo com muita pena deles, com toda a certeza. Mas, que adianta... fica com o dinheirinho, e os funcionários que se amanhem.

 Já os militares, muito cuidado quando se zangam... São pessoas que não gostam de espalhafato, nem de gastar energias com muita conversa. Se os chateiam muito, mostram o arsenal ao governo, e.. este... toca a ceder em toda a linha.

 Foi o que sucedeu. O resto é tudo treta.

 

CR

 

 

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às 23:13

Do "espólio" de Francisco Pereira uma agradável surpresa - o casamento (africano?) do Manuel e da Odete Gomes

por cunha ribeiro, Domingo, 15.01.12

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às 22:37

Aldeias onde apetece ir e ficar para sempre

por cunha ribeiro, Domingo, 15.01.12

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às 21:02

As "esmolas" que você dá aos "bombeiros" da EDP, sem se aperceber: Esmola nº1 - à RTP e à RDP

por cunha ribeiro, Domingo, 15.01.12

Numa factura de 66,50 € , você desembolsa ( de livre e espontânea vontade): 

 

   - 4,5 €, correspondente a 7% de Taxa para as meninas ( RDP e RTP) - para que Malatos, Jorges Gabrieis, Catarinas Furtados, e outros príncipes da comunicação possam receber 17.000 e mais €/mês;

Já imaginou 4,5 € multiplicados por milhões de consumidores? Não, então tente fazer a continha.

 

CR

 

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às 15:33

No concelho de Aguiar, o progresso avança a energia eléctrica nuns sítios, e a palha e feno em outros

por cunha ribeiro, Domingo, 15.01.12

 

 

 É o que parece acontecer com os “Protocolos de eletrificação de caminhos agrícolas” que a Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar e as Juntas de Freguesia de Valoura e Vreia de Bornes assinaram.

Eletrificação de caminhos agrícolas?! ( Espantar-se-á o leitor). É verdade! 

Imagine - amigo residente numa das aldeias do nosso concelho - que, na sua pacata aldeia, a Câmara decide, um dia destes, mandar colocar postes de eletricidade ao longo daquele caminho por onde costumam passar apenas ovelhas e cabras. E imagine também que, a casa onde vive com os seus filhos é servida por uma espécie de rua, onde andar a pé sem tropeçar e cair é um verdadeiro milagre.

Que diria você se tal acontecesse? Algum palavrão, concerteza.

Pois bem, é mais ou menos este cenário que se perfila no seu belo Concelho de Aguiar.

Com efeito, diz-se que:

“Para o apoio financeiro na eletrificação de caminhos agrícolas naquelas áreas concelhias foram assinados tais protocolos a 3 de janeiro entre a autarquia, representada pelo edil Domingos Dias, e as respetivas freguesias”.

 Raciocinemos:

Qual o critério de despesa que deverá presidir em todas as instituições do país que fazem obra com dinheiros públicos? Será o de o gastar aqui e ali sem respeitar critério nenhum, ou fazer as obras x,y e z, com base na consulta prévia do “elenco de prioridades”  supostamente pré-definido?

Poderá o Sr Presidente da Câmara justificar que não se faz determinado arruamento, ou não se melhora uma certa calçada, na aldeia x do seu concelho, por falta de dinheiro, e depois surgirem obras de electrificação de caminhos agrícolas, nas aldeias y e z?

Se numa Câmara, numa Junta de Freguesia, numa qualquer instituição do Estado, não se desenha logo no início do mandato, ou no momento da elaboração e aprovação do orçamento, um critério de prioridades para cumprir e respeitar, quanto a obras e gastos, obviamente que, mais tarde ou mais cedo, teremos  o caldo entornado.

 

CR

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às 14:07

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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