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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Ser Emigrante é ser Pessoa

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 16.01.12
FRASE DO DIA

Os emigrantes não são números

Bento XVI, Papa

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às 22:33

Deus é Grande

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 16.01.12

 

Comentário:

Maria de Lurdes Rodrigues vai a julgamento - Diz o Correio da Manhã. Era o que faltava não ir - digo eu.  Só que não deveria ir a julgamento  apenas indiciada de crime de prevaricação, como parece ser o caso.

MLR deveria ir a julgamento por "crime de ofensa à integridade moral dos professores"; devia ir a julgamento para ressarcir os professores  dos  danos patrimoniais  que lhes causou, e dos danos não patrimoniais incalculáveis com que os sufocou.

E com MLR  outros arguídos do mesmo quilate, designadamente J. Sócrates, e os seus secretários de Estado cujos nomes já recalquei no fundo mais fundo do meu inconsciente.

 

 Já agora, o mais importante: Deviam ser todos julgados, e CONDENADOS.


 

CR

 

 

 


 

O Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa decidiu levar a julgamento ex-ministra da Educação do PS Maria de Lurdes Rodrigues pelo crime de prevaricação, confirmou esta segunda-feira à Lusa fonte do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

 

 

No mesmo processo, vão também a julgamento o investigador universitário João Pedroso, o ex-secretário geral do Ministério da Educação João da Silva Baptista e a chefe de gabinete da ministra na altura dos acontecimentos, Maria Matos Morgado.   

Em Junho de 2011, o MP acusou Maria de Lurdes Rodrigues pela prática do crime prevaricação de titular de cargo político, em co-autoria, juntamente com a sua ex-chefe de gabinete, Maria José Matos Morgado, o ex-secretário-geral do Ministério, João da Silva Batista, e João Pedroso, advogado, professor universitário e antigo vogal do Conselho Superior da Magistratura.  

Em causa estão factos relativos à "adjudicação directa de vários contratos nos anos de 2005, 2006 e 2007 ao arguido João Pedroso, com violação das regras do regime da contratação pública para aquisição de bens e serviços". 

No entender da 9ªa secção do DIAP, tais adjudicações, de acordo com os indícios, não tinham fundamento, traduzindo-se num meio ilícito de beneficiar patrimonialmente o arguido João Pedroso "com prejuízo para o erário público" e que os arguidos "estavam cientes" desse facto.   

O Ministério da Educação, liderado por Maria de Lurdes Rodrigues, celebrou com o jurista João Pedroso um primeiro contrato tendo em vista a compilação de toda a legislação do sector, mas, apesar de o vínculo não ter sido cumprido na íntegra, a tutela acabou por renovar o contrato, no valor de 266 mil euros, o qual deveria ter sido realizado até ao final de 2007. No entanto, a tutela considerou que o segundo contrato foi cumprido em apenas 50 por cento, razão pela qual pediu ao jurista a devolução de 133 mil euros.

“ACUSAÇÃO É INJUSTA E INFUNDADA”

Maria de Lurdes Rodrigues reagiu, afirmando que a acusação de que é alvo é "injusta" e "infundada". "Reafirmo que a acusação que me foi feita é injusta e infundada, como ficará provado", lê-se no comunicado da ex-ministra do Governo de José Sócrates, actual presidente da Fundação Luso-Americana (FLAD), enviado à agência Lusa. 

Indica também que, enquanto ministra da Educação, o seu comportamento "pautou-se sempre por critérios de legalidade, rigor, isenção e respeito pelo interesse público" e que isso "ficará demonstrado".

No final do seu curto comunicado, Maria de Lurdes Rodrigues afirma ainda que aguarda "com total serenidade o rápido desfecho deste caso".

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às 20:12

Pedras Salgadas vista da Ex- Estação da Ex- Linha do Corgo

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 16.01.12

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às 20:06

Já imaginaram a vossa aldeia com as casas TODAS pintadas de uma só cor?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 16.01.12

 

 De branco ou de ocre, em minha opinião.  Uma aldeia, assim, é sempre uma aldeia bonita, atractiva, vistosa, e visualmente harmoniosa. 

 Parada do Corgo toda pintada de branco, ou toda pintada de ocre, seria uma atracção turística com toda a certeza.

 Vejam esta aldeia, que por ser quase unicolor, é uma das mais belas de Portugal. Senão mesmo a mais bela. E note-se como as poucas casas que atraiçoaram a cor original acabaram por estragar um pouco esta verdadeira  maravilha arquitectónica.

 

 

CR

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às 19:50

A aldeia e o "seu" rio - Uma união profícua, eterna, e fatal

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 16.01.12

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às 19:41

José Carlos Pacheco Alves - Lembrando ilusões da diáspora por terras de Angola

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 16.01.12
 
O poema que aqui deixamos é quase autobiográfico. Foi escrito em 1984 depois de termos regressado de Angola onde leccionamos durante três anos no Instituto Hoji ya Henda ( Huambo, antiga Nova Lisboa). Antes, já tinhamos passado pela Guiné - Bissau, no ano lectivo de 1979 -80. 
Num tempo em que se fala e se incita os portugueses a emigrar, lembramos aqui os muitos jovens que nos finais dos anos 70, a troco de quase nada, e depois do regresso à pátria de milhares de portugueses, foram superar a falta de professores nas escolas dos países africanos que por nós tinham sido colonizados. O país esqueceu-se, aliás como já é hábito, desses muitos jovens que, embrenhados na revolução dos cravos, imbuídos dum espírito de dádiva, sonhadores, pensavam ser possível, depois do retorno de muitos portugueses, ajudar a construir uma África mais fraterna e mais justa.
Apesar das agruras porque passamos, não esquecemos a experiência adquirida e tudo o que ficou para trás, quando o que se passou teve influência positiva em todos nós. Ficou o sonho , a amizade e a camaradagem com as gentes da Guiné -Bissau e Angola.

Setúbal, 9 de Janeiro de 2012.



SEM RUMO


Da minha aldeia parti um dia
Com amargura e desiludido,
Longe, no horizonte, o sol sorria 
De incontido

Espírito de fogo em natureza
Vagueio agora sem rumo
Imerso na tragédia da beleza
Assim deliro e me consumo

Nos caminhos por onde caminhei
Pesquisei tão disforme grandeza
Que tudo aquilo que sonhei
Apenas ficaram ocasos de pobreza

Seduzido, e sempre com melodia,
Embalado por manhãs de ventura
O que eu apenas queria
Era atingir a fronteira em altura

Ai esta linha do roteiro
Que se quebrou na desilusão!
Entristado, voltei aonde primeiro 
Foi a vida no meu torrão

Setúbal 1984 (J.C.Pacheco Alves)
 

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às 19:33

Sendo assim, seja reposta a verdade ( Pelo nosso conterrâneo, o Sargento António Gonçalves)

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 16.01.12

 

António gonçalves, deixou um comentário ao post "Subsídio de férias - Mais uma excepção" às 18:32, 2012-01-16.

 

Comentário:

 

Boa Tarde,

 

 Como se costuma dizer quem não se sente não é filho de boa gente, e como eu sou um filho , e como sou MILITAR vou comentar a notícia. Os militares não vão receber o subsídio de férias como foi noticiado, os jornalistas ao dar a informação ocultam muita coisa, só interessa o que é bombastico, o que chama a atenção. Quem vai receber o subsidio são os militares que passaram à reserva até 31dec11 e não tiveram oportunidade de gozar as ferias a que tinham direito durante o ano de 2011. Como não as gozaram vão ser pagas, porque qualquer cidadão tem direito a 1 mes de ferias ou será que os militares não são seres humanos? O governo a que criou esta situação os que tinham as condições minimas optaram por sair Sem outro assunto

 

Cumprimentos 

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às 19:17

António da Delfina ( Ferreira) - Lembram-se? - e o Padre Amaro, ainda "moço"

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 16.01.12

 

Ano de 1969 - Igreja de Soutelo, ambas correspondem ao casamento, por procuração, da filha Margarida.
Em cima: Maria do Céu(filha), António Ferreira, Margarida, Maria do Céu(neta), Padre Amaro e marido da Maria do Céu.
Em baixo: João ferreira, Margarida, António Ferreira e Edite(esposa de João Ferreira).  
 Uma equena correcção - e uma lembrança
menos feliz - por
 Ermelinda Ferreira:
O casamento realizou-se no 
dia 08 de Setembro de 1968. E a minha irmã
 Margarida foi ter com o marido a Angola em
 Outubro ou Novembro desse mesmo ano.

O ano de 1968 está muito presente na minha
 memória porque, além do casamento, houve 
dois acontecimentos muito tristes:
 No dia 06 de Junho de 1968 faleceu o meu 
avó materno (Bernardino da Conceição de
 Sousa e Couto) e no dia 13 de Dezembro
 de 1968 faleceu a minha mãe.
 E.F.

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às 17:34

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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