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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Vira o disco e toca o mesmo

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 20.01.12

 

 Nunca ninguém pôs verdadeiramente em causa as nomeações políticas em Portugal. E por uma razão muito simples: os donos dos aparelhos sempre aceitaram o facto como um costume. E os costumes vão-se mantendo, mesmo que maus, pela inércia do poder que é quem beneficia deles.

 Para além disso, parece justo aos olhos de muitos que os vencedores e vencidos troquem amavelmente os lugares do poder, pois sabem que os papéis se vão alternando com alguma frequência. E o lugar estará assim garantido, mais tarde ou mais cedo.

 Aparentemente, isto parece uma forma de equidade distributiva de poderes. Ora agora mandamos nós, ora depois mandais vós.

 Mas esta forma aparentemente justa e equitativa de exercer os poderes do Estado e da Administração está inquinada pela corrupção que gera e potencia. Os lugares de relevo são ocupados pelos mais  amigos em vez de o serem pelos mais competentes.

  O primeiro político a pôr o dedo na ferida foi António Guterres. A frase " no jobs for de boys" foi um slogan importantíssimo da campanha que o levou ao poder. Já no poder, porém, o seu carácter hiper-dialogante fez com que sucumbisse perante os argumentos do aparelho que o ajudou na campanha. E cedeu. Cedeu muito, cedeu demais. Cedeu até um dia chegar ao "pântano", de onde saiu enlameado, e nunca mais apareceu. Não lhe valeria a pena exclamar: "a culpa foi dos meus correligionários que me não deixaram fazer as reformas que pretendia". 

 Hoje, passados estes anos não tenho dúvidas que foi isto que se passou: Guterres queria melhorar profundamente o ensino em Portugal - Não o deixaram. E quem o impediu foram os seus. Guterres queria reformar as instituições, dando primazia ao mérito e ao esforço, eliminando as nomeações e escolhas partidárias. E não conseguiu porque os seus o não deixaram.

 Sócrates veio piorar o que estava mau. Nomeou, escolheu, colocou quem quis e como quis. O país ficou asfixiado pela sua arrogância, pelo seu sectarismo, pela sua incompetência. Até se afundar num sorvedouro de dívida, e se precipitar no abismo.

 Passos Coelho fez-se amigo do povo enquanto uivava à frente de Sócrates, qual lobo com pele de cordeiro. Prometeu, prometeu, prometeu. Subiu ao poder. O que é que fez? Atacou ferozmente o povo e  feriu-o de morte.

 E o desespero de muitos é tal que já os cegou, ao ponto de terem esquecido o mal que lhes fez o socratismo.

 

CR

 

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às 22:51

Era-lhe melhor estar calado

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 20.01.12

 

Este Senhor, ou não diz nada quando devia dizer, ou diz banalidades quando devia calar a boca.

 

CR


 

Presidente falou sobre descontos

Cavaco: “As minhas reformas quase não dão para despesas”

O Presidente da República disse, esta sexta-feira, ainda não saber com que valor de reforma ficará, aproveitando para analisar os descontos que realizei.

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às 21:49

Orgulho e Vaidade

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 20.01.12

 

 O nosso conterrâneo AGOSTINHO GOMES RIBEIRO acaba de partilhar com os leitores deste blogue mais uma pérola de moral sobre a existência humana. 

 Começou por falar em orgulho e vaidade.

 Orgulho e vaidade são dois conceitos (ideias) que, embora pareçam iguais, em minha opinião não o são.

 Para ser mais preciso, a opinião não é minha. Adoptei-a. Como muito bem diz o Sr Agostinho Ribeiro, "temos muito para dar, mas muito mais para receber". Ora eu recebi este ensinamento - que vou partilhar -  de Fernando Pessoa,  esse enorme escritor português.

 Então o que dizia Fernando Pessoa sobre o orgulho e a vaidade?

 Isto:

 " O orgulho é a consciência que temos (certa, ou errada) do nosso mérito. A vaidade é a consciência ( certa ou errada) da evidência do nosso mérito perante os outros."

Depois de dizer isto, Fernando Pessoa explica melhor:

 " Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser vaidoso sem ser orgulhoso, e pode ser as duas coisas ao mesmo tempo."

A seguir, F. Pessoa, continua o raciocínio, mas, a meu ver, complicou um pouco. Mas termina outra vez muito bem, afirmando:

 " O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é do que ser tido em menor conta por aquilo que é."

Embora tenha adoptado a ideia, não a adoptei na totalidade. É que, para mim, não há ninguém que seja só orgulhoso sem ser pelo menos um pouco vaidoso; nem há ninguém que seja apenas vaidoso, sem ser pelo menos um  bocadinho orgulhoso.

 Por isso,

 Diria que o orgulho e a vaidade coexistem sempre em qualquer ser humano. Mas não é uma coexistência pacífica, pois existem um contra o outro: são como o dente e a cárie - um faz falta, o outro não. E se tivermos mais orgulho do que vaidade somos seres humanos melhores; se for ao contrário, seremos piores. 

 O orgulhoso em princípio será uma pessoa que mede o valor que julga ter através do mérito que efectivamente tem. O vaidoso, pelo contrário, mede o valor que julga ter pelo mérito que acha que os outros lhe dão.

 Por isso , o orgulhoso é mais autosuficiente do que o vaidoso. O orgulhoso olha-se ao espelho, vê-se tal como é, e fica satisfeito; o vaidoso olha-se ao espelho e, caso não goste,  altera a imagem a fim de gostar.

 O orgulhoso é um fotógrafo da sua imagem, porque não quer mais nenhuma; o vaidoso é um retratista porque quer alterá-la ( segundo julga) para melhor.

  Podemos ir mais além nesta análise, comparando estes tipos (vaidoso e orgulhoso) com outros:

  Assim, o orgulhoso é geralmente um ser coerente e sério; já o vaidoso é geralmente incoerente e falso. O orgulhoso não é invejoso; o vaidoso é; o orgulhoso nunca será ladrão, porque se basta com o que é; o vaidoso pode sê-lo, só para manter a imagem falsa que se inventou; o orgulhoso é tendencialmente fiel, o vaidoso, infiel; o orgulhoso é amigo de alguém por prazer; o vaidoso pode ser amigo de alguém por interese.

 Por fim, diria que o melhor será fazer do orgulho e da vaidade uma sopa, onde a vaidade seja apenas uma mãozinha de sal.

 

CR

  

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às 19:25

COMO DEVE SER A VIDA

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 20.01.12

 

O que nós temos, que muitas vezes nos leva ao orgulho e à vaidade, não nos pertence, embora faça parte da nossa vida. Tudo o que temos e somos nos foi emprestado pelo Criador, para que possamos dividir com aqueles que entram em nossa vida.

Ninguém cruza o nosso caminho por acaso. Nós não entramos  na vida de alguém, sem que haja uma forte razão para isso.

Temos muito para dar e muito mais para receber. Temos muito que aprender com as experiências do passado, sendo boas ou negativas. Tudo o que aconteceu e acontece em nossa vida tem suas razões de ser. Nunca devemos lamentar o ocorrido, mesmo que não adianta reclamar, isso só vai colocar uma camada de egoísmo  à frente dos nossos olhos, e nos impedirá de continuar nossa caminhada com humildade.

          Quando insistimos na idéia de que fomos feridos por alguém, estamos somente reavivando a ferida, que muitas vezes, vai se tornar maior do que era no inicio. Nem sempre  somos feridos, muitas vezes, somente nós sentimos as feridas, as pessoas das quais guardamos ressentimentos, nem percebem as nossas decepções. Muitas  vezes, nos decepcionamos e decepcionamos os outros, porque não atingimos as nossas espectativas. Quando alguém afirmar para nós, que fez qualquer coisa sem querer, devemos acreditar, pois, além de nos fazer bem, abre o caminho para acreditarem em nós, quando usamos a mesma desculpa.

            Devemos sempre dar o máximo de nós, quando alguém necessitado nos procura, pois quando acontecer a nossa partida, o que vai ficar como lembrança, são as boas ações que praticamos, no caminho percorrido. Devemos dar sempre o primeiro passo, para ajudar quem precisa. Assim, seremos uma bênção para alguém. Deus, jamais, virá pessoalmente abençoar quem quer que seja. Ele delega esse trabalho às pessoas, que se propõe a cumprir tão nobre missão.

           Nossa vida deve ser vivida de maneira que, fique gravado no coração daqueles que conviveram conosco, a alegria e a felicidade de havê-los encontrado em nossa vida.

           Sigamos sempre a fazer o bem, o bem teremos se assim o fizermos, nunca fazer a ninguém, aquilo que para nós  não quisermos. É feliz aquele que pensa, na vida só fazer o bem, nunca pensar em recompensa e nem ao menos saber a quem.

                               

   SIMPLICIDADE É: TER O CÉU E SÓ QUERER  UMA ESTRELA, TER O MAR E SÓ QUERER UM PEIXE, TER O MUNDO E SÓ QUERER VOCÊ.

                                                          

Abraços para todos

                                                               

Agostinho Gomes Ribeiro

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às 12:54
editado por cunha ribeiro às 19:19

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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