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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Fátima Monteiro - Poema ao Luar

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.01.12

 

 

 

Vinha límpido, transparente

Do azul celestial

Toda a terra iluminava

Era o luar de cristal.

 

A terra veio beijar

Entrando pela janela

Da minha sala de estar

E eu fiquei junto dela.

 

Era noite, fez-se dia

E a lua de marfim

Parecia uma cotovia

Ali a olhar p`ra mim .

 

Lindos quadros me fazia

Não sei como arranjava

 Eram quadros de magia

Com que eu me admirava

 

 

Fiquei por isso a pensar

E murmurei - que primor!

Não és apenas poeta

Ó luar, tu és pintor!

 

FM

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às 23:20

MÃES MÁS !

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 25.01.12

 

Um dia, conversava com uma Mãe de quinze filhos, sendo que dos quais, treze viviam e eram felizes. Ela me dizia! Quando meus filhos forem todos crescidos, o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei  o suficiente para ter lhes perguntado, onde vão, com  quem vão e a que horas regressarão.

          Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo, não era uma boa companhia. Eu os amei  o suficiente para faze-los pagar os rebuçados que apanharam na mercearia, e dizer ao dono: "Nós pegamos estes rebuçados ontem, e queremos pagá-los." Eu os amei o suficiente para ter ficado junto de vocês, em pé, duas horas, aguardando que arrumassem seus quartos, fizessem a limpeza, tarefa que eu faria em quinze minutos.

          Eu os amei o suficiente para os deixar ver as lágrimas nos meus olhos, quando a doença os perturbava, ou iam mal nos estudos. Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade por suas ações, mesmo quando as penalidades eram duras que me partiam o coração. Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso. Essas eram as batalhas mais difíceis. Eu estou contente pois venci, e no final vocês venceram também.

           Qualquer dia, quando meus netos já forem crescidos, o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos, certamente, vão dizer-lhes, quando eles lhes perguntarem, se sua mãe era má? Sim! Nossa mãe era muito má. Era a pior mãe do mundo. As outras crianças comiam doces no café, nós eramos obrigados a comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvete no almoço, nós tinhamos que  comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Ela nos obrigava a comer reunidos na mesa, bem diferente de outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda a hora. A vida para nós era uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos, e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que a demora fosse somente uma hora, ou até menos.

          Nós tinhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis do trabalho infantil. Nós tinhamos que lavar louça, fazer nossas camas, lavar nossas roupas, aprendera a  cozinhar, aspirar o pó do chão e dos sofás, esvaziar o lixo e outros tipos de trabalhos cruéis. Ela nem dormia, passava as noites a  pensar em coisas para nos mandar fazer no dia seguinte.

          Ela insistia sempre conosco para que disséssemos a verdade, apenas a verdade. Ela tinha o dom de adivinhar quando nós estávamos mentindo. Quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era chata. Ela nem deixava nossos amigos tocarem a buzina, para que nós saíssemos. Tinham que subir,  bater à porta, para ela os conhecer.

          Todos podiam sair  à noite,  com doze ou treze anos, nós, no entanto, tinhamos que esperar pelos dezasseis, por causa da nossa mãe. Nós perdemos inúmeras experiências na adolescência. Mas, nenhum de nós se envolveu com drogas, roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, ninguém foi preso e nem se envolveu e nenhum crime. Tudo por causa dela.

          Agora que somos adultos e independentes, somos honestos, educados e trabalhadores. Estamos a fazer o possível  para sermos "Pais Maus e Mães Más" O Grande mal do mundo é que não há o suficiente de "Mães, Más".

 

Abraços para todos........

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 20:49
editado por cunha ribeiro às 22:08

Estarão de regresso os BIDONVILLE?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.01.12

"Há emigrantes portugueses a dormir nas estações de comboios da Suíça"

  • Áudio Pedidos de ajuda dispararam
Pedidos de ajuda que chegam à Igreja cresceram significativamente. Governo reconhece que "sozinho" não consegue dar repostas às situações de carência que vão surgindo nas comunidades portuguesas no estrangeiro.
24-01-2012 19:49 por Domingos Pinto
   
         
       

 

O número de pedidos de ajuda à Igreja de emigrantes portugueses na Suíça aumentou 80% nos últimos dois anos, alerta o padre Aloísio Araújo, coordenador nacional da Pastoral das Missões Católicas naquele país.

“Todos os dias, temos gente a bater à porta das missões e já há compatriotas nossos a dormir nas grandes estações de comboios, nos abrigos comunais”, relata o padre Aloísio Araújo.

A Suíça é o destino da Europa para onde os portugueses mais emigram. Só no ano passado, 11 mil portugueses partiram para aquele país, onde a comunidade lusa ronda as 200 mil pessoas.

As leis da imigração na Suíça são bastante rígidas e o mercado de trabalho estás saturado. Quando todas as portas se fecham, "as da Igreja continuam abertas para fazer o possível", diz o padre Aloísio Araújo, coordenador nacional da Pastoral das Missões Católicas na Suíça.

Os pedidos de ajuda visam as necessidades mais básicas, mas também para arranjar trabalho, como é o caso de Patrícia Moreira, uma enfermeira que tem os pais na Suíça.

O Governo reconhece que "sozinho" não consegue dar repostas às situações de carência que vão surgindo nas comunidades portuguesas no estrangeiro. 

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, afirma que quem emigrar deve fazê-lo “sempre com contratos de trabalho que lhes dêem algumas garantias”. Apela ainda para que “não se deixem iludir com promessas fáceis”.

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às 00:15

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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