Created by Watereffect.net Created by Watereffect.net

Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



BLOGUE PARADA DE AGUIAR - Mais sobre mim


Colaboradores - Clique nas fotos para aceder aos textos de cada Colaborador

ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

calendário

Fevereiro 2012

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
26272829


página de fãs


Pesquisar

 

Google Maps


Ver mapa maior

PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Paradenses perdidos no tempo e nas memórias

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 01.02.12

DILIGÊNCIA DE HABILITAÇÃO DE ANTÓNIO ÁLVARES REIS

NÍVEL DE DESCRIÇÃO
Documento composto Documento composto
CÓDIGO DE REFERÊNCIA
PT/TT/TSO-CG/A/008-001/873
DATAS DE PRODUÇÃO
1714 A data é incerta a 1722 A data é incerta
DATAS DESCRITIVAS
1714-1715; 1721-1722
DIMENSÃO E SUPORTE
36 f.; 81 f.; papel.
ÂMBITO E CONTEÚDO
Pretendente a familiar, homem de negócios, natural de Santa Maria de Veade, morador em Lisboa, filho de Domingos João e de Maria Álvares; neto paterno de Pedro João e de Isabel Gonçalves; e neto materno de Domingos Alves e de Maria Gonçalves. 

Obteve carta de familiar a 8 de Abril de 1715. 

Inclui as diligências da sua mulher, Teresa Maria de Aguiar, natural de Lisboa, filha de Domingos Gonçalves de Aguiar, mercador de ferro, natural de Parada do Corgo, termo de Vila Pouca de Aguiar, morador em Lisboa, e de Catarina da Costa, natural de Lisboa; neta paterna de Domingos Gaspar, lavrador, e de Senhorinha Gonçalves, naturais e moradores em Parada do Corgo; e neta materna de António da Costa, natural de Pedra do Ouro, termo de Alenquer, morador em Lisboa, e de Maria Carvalho, natural de Trancoso de Cima, termo de Lisboa. Aprovadas a 28 de Março de 1722.
COTA ACTUAL
Tribunal do Santo Oficio, Conselho Geral, Habilitações, António, mç. 57, doc. 1204
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E REQUISITOS TÉCNICOS
Mau estado.

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 23:56

Há quem sugira acções de formação em judo ou Karaté para os professores das zonas de risco. Ou, em alternativa, o revólver junto da caderneta.

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 01.02.12

 

Professor agredido por familiares de aluna

Docente tinha expulsado a estudante do 6.º ano da sala por perturbar. Agressão terá sido a retaliação

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 21:52

Dúvida do dia

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 01.02.12

 

 Por que será que os políticos estão entre as classes que menos tendência têm para o suicídio? 

 

CR

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 21:44

Mais um excelente poema de Pacheco Alves

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 01.02.12
MINHA ESTRELA

A minha estrela polar
É da vida a predileta;
À luz dela eu vim cantar
E por ela eu sou poeta

Sinto enfim o meu futuro
Como torre de marfim
E, de gozo, quase juro:
A noite quebrou-se em mim.

O caminhode maus passos
Na certeza da conquista 
É feixe de luz e laços
Do sonho que não se avista.

Nesta agrura de subida
Que facina meu viver
Vem a luz do céu descida
No clarão do entardecer

Baixou a mim luminosa
Depois de nova abertura
Já a minha alma é mais airosa,
É mais longe a noite escura

J.C.Pacheco Alves

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 21:09

Não se mata na revolução, mata-se no futebol

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 01.02.12

 No Egipto, há duas espécies de desporto: Um chama-se FUTEBOL; o outro REVOLUÇÃO.

Porém, nos dois, o alvo não são balizas, são homens! E as bolas parecem de chumbo.

Desta vez, os egípcios, resolveram fazer uma "peladinha" das deles. No agitado confronto, os  jogadores acertaram 73 vezes no alvo(isto é atingiram com bolas de chumbo 73 pessoas que, naturalmente, acabaram por morrer no meio do Estádio ). 

 A partir de agora, sempre que alguém fale de "jogador" ou "adepto" de futebol do Egipto, já sabem que tal significa ASSASSINO.

 

CR

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 20:43

Não há cadeia em Portugal para Isaltino. Talvez possa vir uma de fora.

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 01.02.12

 

Caso Isaltino: juíza declara que não houve prescrição mas “por ora” não manda prender o autarca

01.02.2012 - 18:05 Por José António Cerejo

A juíza do Tribunal de Oeiras resolveu "por ora" não mandar prender Isaltino MoraisA juíza do Tribunal de Oeiras resolveu "por ora" não mandar prender Isaltino Morais (Nuno Ferreira Santos)
 A juíza Carla Cardador, do Tribunal de Oeiras, considerou anteontem que não se verificou qualquer prescrição no caso Isaltino Morais e que o acórdão que condenou o autarca a dois anos de prisão transitou em julgado já no dia 28 de Setembro. Apesar disso, a magistrada resolveu, “por ora”, não mandar prender o arguido.

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 20:34

As "Farpas" publicadas no Mensagens Aguiarenses desta semana

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 01.02.12

 

I. A escrita, o homem, e a vida


 Alguém imagina o mundo sem escrita? Escrever é um fenómeno humano por excelência. Há papagaios que falam. Mas nenhum papagaio é capaz de escrever.

 A escrita nunca deverá ser menosprezada, ou ridicularizada. Quem desvaloriza a escrita, esse sim é ridículo.   

Poder-se-á dizer que há dois géneros de escrita: a escrita racional, e a escrita emotiva, ou sentimental.

A escrita racional serve para pensar, organizar ideias, desenvolvê-las. Fazer com elas o alicerce de uma filosofia, as paredes de uma ideologia; o telhado de uma ciência. Elaborar um plano de actividades é escrita racional; escrever um programa eleitoral é escrita racional; um artigo jornalístico é escrita racional.

A escrita sentimental, por outro lado, serve para sonhar, transformar as ideias, e colori-las. Fazer, com elas, janelas, ou portas, abrindo-as para ideais insuspeitos. Escrever um poema é escrita emocional; descrever uma paisagem, ou um lugar,  é escrita emocional.

Confesso que a escrita emocional é a que mais me cativa.

Porquê?

Por ser a mais criativa e imaginativa. Mais lúdica, mais espontânea, mais vizinha da alma.

Há frases que são tão belas, e tão profundas, que valem bem uma vida.

 

II. O retrato


Depois da gaffe monumental, onde ficou muito mal na fotografia, Cavaco Silva tentou recriar um novo retrato que apagasse a má imagem que deu no primeiro.

Neste novo retrato, surgiu com ar sério, solene, e preocupado. Apareceu solidário com a verdadeira pobreza. Que não é aquela falsa pobreza que quis fazer sua, mas a verdadeira, aquela que sentem muitos, e cada vez mais, portugueses.

Sr Presidente, não havia necessidade de se vestir de “maltrapilho” para revelar a verdadeira pobreza que há em si: a pobreza ideológica e política.

 

 

III. Fazer o que é necessário, e a seguir o que é também necessário


 Os aguiarenses, tal como eu, esperarão que as propostas políticas do novo PS de Vila Pouca (que hão-de vir no próximo programa eleitoral), sejam inovadoras e exequíveis.

 Esperarão também, que essas promessas não sejam leves demais,  e possam resistir, sem qualquer estremecimento, ao vento que passa.

Esperarão ainda que não se caia no erro de sempre, de fazer escolhas políticas com base em cartões partidários.

Esperarão, finalmente, que surja bem clara uma hierarquia de prioridades para todo o concelho, compensando as freguesias e aldeias que até ao momento foram sendo esquecidas, ou menos beneficiadas que outras, e que se planeie fazer, primeiro, o mais necessário ( pavimentar ruas, por exemplo); depois o que, embora não tão necessário, ainda possa se útil ( apoiar a cultura, por exemplo ) ; e se ainda houver orçamento, então que se idealize fazer o voluptuário. (jardins, ciclovias, campos de futebol, etc.).

 

 

CR

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 16:58

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


Created by Watereffect.net
Created by Watereffect.net


Comentários recentes




IMAGENS DA NOSSA TERRA

CLIQUE NA FOTO PARA ACEDER À GALERIA DE IMAGENS DE PARADA DE AGUIAR parada em ponto grande para imagem de fundo.

GENTE DA NOSSA TERRA

minha imagem para.jpg


subscrever feeds