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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Cheguei a pensar que o Alfredo Campos pertencia à Família Campos de Parada

por cunha ribeiro, Sábado, 04.02.12

 

Mas não, é de Vila Pouca, e herdeiro legítimo da grande obra artística do Sr Palito, seu pai, já falecido - " Vila Pouca dos Pequeninos"

 

 Às vezes  Alfredo Campos vem ao nosso Blog e comenta. E de que maneira!

 Desta vez, comentou o Post sobre Passos Coelho. Vejam o que pensa o nosso amigo aguiarense:

 

Alfredo Campos Não se esqueçam que esse melro deu aulas em vila pouca, quando se era" professor" com o 7ºano, volto a afirmar consultem o currículo desse senhor, pois acabou o curso com 37anos portanto só é político e empregado das empresas falidas do Ângelo Correia.

 

 Mas agora deixemos o "melro" na sua gaiola, e vamos ler este belo naco de prosa sobre  " Vila Pouca dos Pequeninos":

 


O mundo encantado de 'Palito'

por

Maria José Margarido

 

Hernâni Pereira (foto)29 Agosto 2006


 

Quando Palito ficou limitado à cadeira de rodas depois da doença, o filho construiu rampas de cimento na sua Vila Pouca dos Pequeninos, rampas que venciam os socalcos da antiga vinha onde fez nascer, durante 12 anos, dezenas de réplicas de casas, jardins, minas e termas. Mas Jorge Campos, o Palito de Vila Pouca de Aguiar, nunca mais levantou os olhos do chão. Não chegou a acabar as minas romanas da Ribeirinha, após ter colhido xisto no local original para que a reprodução fosse mais fiel. Morreu três anos depois mas deixou uma obra onírica e encantada, uma encosta onde está esculpida uma região inteira, feita apenas com duas mãos a trabalhar lado a lado.

 

Esta vila ergue-se sobranceira à propriamente dita, Vila Pouca de Aguiar em tamanho real. Fica no Bairro Campos, onde como é bom de ver só moram elementos da família Campos, a mesma a que pertencia Palito. Alfredo, o filho, lembra que "foi aqui que o meu pai fez tudo, aproveitando a vinha que descia a encosta. Construiu uma casa para mim, ele e a minha mãe moravam mais abaixo", mesmo no meio do reino encantado das miniaturas. É aí que mora, ainda hoje, Margarida Campos, cuidadosa no seu papel de gigante no meio da vila lilliputiana. Acende as luzes do reino e põe os cursos de água nos caudais correctos, para os visitantes que aparecem. Veste de negro pela partida do marido e pelo fim da expansão de Vila Pouca dos Pequeninos, que nunca mais foi acrescentada de figuras, casas e jardins de cimento.

 

Apesar de ter sido mestre carpinteiro durante muitos anos, o Palito dizia que tinha ganho nojo à madeira. Foi isso que o levou a optar pelo cimento quando, reformado aos 65 anos, começou a fazer uma réplica do jardim e praça principal de Vila Pouca, para os netos brincarem. A população foi aparecendo para ver o trabalho delicado com que fazia brotar os edifícios, o lago com a fonte que jorra mesmo água, a taça camiliana que repousava no centro da praça mas já não está lá, na praça em tamanho real. Árvores e plantas eram desenhadas numa filigrana fina de ferro e arame, apareceram luzes e placas com indicação de outras localidades. E a população disse: "Ó Palito, vá fazendo".

E Jorge Campos foi fazendo nascer uma vila primeiro, uma região inteira depois. As pessoas começaram a dar donativos, além das sacas de cimento oferecidas, descidas a pulso pelos socalcos da antiga vinha. "Aí surgiu a ideia de canalizar o dinheiro para as crianças abandonadas do concelho", conta Alfredo. Em 15 anos, foram reunidos mais de quatro mil contos, agora depositados numa conta da Caixa Geral de Depósitos onde só a viúva e o provedor da Misericórdia local (que também é o presidente da câmara) podem mexer. E apenas para um objectivo, estabelecido em papel timbrado: equipar com tudo o que as crianças necessitem duas salas do abrigo que está a ser construído pela Santa Casa na vila, salas que receberão o baptismo de Palito. "Não precisamos do dinheiro, temos que chegue", e Margarida lembra que o marido fez donativos que chegaram a Timor e ao Kosovo.

Este aguiarense de gema, que recebeu a medalha de ouro do concelho em Junho de 1999, trabalhou na sua vila "até 16 de Janeiro de 2000, quando teve a trombose". Nesses 12 anos recorreu apenas "à memória visual e a uma folha de papel, onde fazia uns rabiscos" para fazer nascer a sua utópica vila. Lá está o bairro do Castanheiro Redondo, aquele onde Alfredo brincou durante a sua infância e cuja árvore de grande porte que lhe deu o nome conseguia albergar "sete e oito miúdos" no seu tronco.

 

 

 

 

 

 

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às 23:14

Os paradenses com ruas à porta em "estado medieval" poderão compensar, dando uns passeios na ciclovia

por cunha ribeiro, Sábado, 04.02.12

 

 

 Vila Pouca de Aguiar | 02-02-2012 |

 

 Dois troços estão em obra

 

Rede de Ciclovia concluída até junho.

 

No próximo verão vai ser possível fazer cicloturismo no troço entre Sabroso de Aguiar e o limite a sul do concelho de Vila Pouca de Aguiar, numa distância de 18 km, que antes servia de via-férrea. Os troços Pedras Salgadas – Sabroso e Vila Pouca de Aguiar – Parada – Tourencinho já estão em obras.

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às 22:44

Fotos de paradenses

por cunha ribeiro, Sábado, 04.02.12
LEGENDA:
De pé,  da esquerda para a direita: minha avó, JOAQUINA, meu tio ANTÓNIO e meu avô  BERNARDINO (Avós maternos).
Sentados, da esquerda para a direita: meus tios  DOMINGOS e  LUÍSA. (Estes emigraram para o Brasil, na década de 50. Todos falecidos)

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às 18:38

As Farpas que sairão no MENSAGENS AGUIARENSES desta semana

por cunha ribeiro, Sábado, 04.02.12

 

 

O franco-atirador socrático, J. Lello, está possesso com a designação de Manuel Maria Carrilho para a “direcção do laboratório de ideias” criado pelo actual secretário geral socialista, António José Seguro.

Concordo desta vez com Lello - Carrilho pode ter boas ideias, mas é uma ovelha tresmalhada da corte socrática. E peca por não praticar ocultismo bancário.

 

Ocultismo, agora  político, é o que parece praticar a inenarrável “Dama de Ferro”, Manuela Ferreira Leite. Disse ela a quem a quis ouvir que “ não conseguiria desenhar uma política melhor do que a do Governo”. A única novidade existente nesta afirmação é o facto de ela ter finalmente “dado à luz” a sua indigência política.

 Aliás, quanto a ideias, a Dra Ferreira leite sempre revelou a mesma franciscana pobreza do seu mentor político, Cavaco Silva.

 

Pobreza de espírito é o que não vai faltando às sucessivas equipas ministeriais que têm gerido a Educação no nosso país. Não há meio de legislarem com eficiência, nomeadamente no capítulo do estatuto disciplinar do aluno. E as consequências estão bem à vista: As agressões a professores são o pão nosso de cada dia, e ninguém é capaz de inverter esta calamidade.

Talvez por isso há já quem sugira acções de formação em artes marciais para professores do básico e secundário, substituindo-as pelas que os mesmos são obrigados a realizar para progressão na carreira. Carreira que, aliás, supunham ter mas não têm, pois apenas existe virtualmente nos parágrafos de um estatuto que não passa, nesse domínio, de letra morta.

 Há ainda quem preconize que toda a classe docente devia trazer revólver na pasta, ocupando o lugar e a função inútil da caderneta.

 

 

De revólver em punho, parece viver diariamente o povo do velho Egipto, onde desporto e revolução se confundem.

Com efeito, estejam em revolução, estejam a praticar desporto, o alvo é sempre a cabeça dos homens! E não há bola, há chumbo.

Quando não “jogam” na Praça, jogam no estádio. O resultado, esse, é sempre o mesmo – cadáveres, apenas cadáveres, como sucedeu neste último confronto, em que o resultado foi confrangedor: 73 mortes em pleno relvado. 

 

 

Não é assassino, mas já foi condenado a cadeia. Falo de Isaltino Morais, o ainda Presidente da Câmara de Oeiras.

A meritíssima juíza que apreciou o “seu caso” achou que Isaltino, embora já condenado, com trânsito em julgado, deve continuar livre “por ora”. Isaltino, claro, esfregou as mãos, agradecido pela compreensão judicial, enquanto espera o dia e a “hora” de o crime que o condenou deixar de o ser, por prescrição.

A não ser assim, sobra apenas uma hipótese: Não haverá cadeia em Portugal que sirva a Isaltino, e estar-se-á a aguardar uma à sua medida vinda de fora.

 

 

  Cadeia devia ser também o destino de quem nomeia amigos ou familiares para os grandes cargos da administração pública. É que em Portugal nenhum político abdica de  usar a sua influência para que um seu familiar ou amigo venha a ser nomeado para um cargo apetecível do sector que domina.

  Imaginem -, note-se que  estamos apenas a imaginar - que alguém com poder de nomear ( por hipótese, a sra ministra Assunção Cristas ) escolhe uma arquitecta (por exemplo, a irmã de uma colega de governo ) em vez de outras com currículo semelhante.

  Não acham como eu que a hipotética ministra devia vestir durante uns tempos um pijaminha às risquinhas? 

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às 10:33

Mais uma "cuspidela" nos funcionários públicos

por cunha ribeiro, Sábado, 04.02.12

 

 Os Funcionários Públicos foram espoliados: no seu vencimento; no subsídio de férias; no décimo terceiro mês. Foram despojados: da sua dignidade, da sua ambição, da sua ilusão. Foram amesquinhados:  no seu amor-próprio; no seu orgulho, no seu carácter.

 Foi-lhes subtraído o prazer da diversão no Carnaval.

 Só falta ceifar-lhes o resto de liberdade que, valha-os Deus, ainda têm.

 

CR

 

 

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às 10:03


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