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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


"O suicídio não é querer morrer, é querer desaparecer."

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

 

 

  A melhor definição de suicídio que encontrei até hoje foi esta, de Perros.

  Para mim, que, felizmente, nunca me quis matar, é-me difícil especular sobre este tema. Mas não vou deixar de o fazer. Até por ser um assunto dramaticamente importante.

 O suicídio não será uma força cega que leva o suicida ao encontro da morte. É que o suicida, a meu ver,  não gosta da morte, de nenhuma morte, embora pareça que sim.

  Aparentemente, o suicida também  não gosta da vida, caso contrário  não se suicidaria. Mas, bem vistas as coisas, é óbvio que o suicida gosta da vida. Embora a vida de que ele gosta não seja aquela que tem. O suicida sente-se impotente para sair de uma situação sofredora, por ser a única que pode, sabe, e deseja viver. Não quer outra; quer aquela de outra maneira. 

  O Suicida é geralmente um ser hipersensível. Quando gosta, gosta demais; quando ama, ama demais; quando sofre, sofre demais. É um ser extremamente fiel àquilo que decidiu escolher para si. E nada, nem ninguém o demove de querer só aquilo. E,  ou  tem em plenitude o que quer e é feliz; ou não tem e é infeliz.  E vai sendo infeliz enquanto aguenta viver na sombra da infelicidade. O convívio sofrido com essa carência elementar gera um sofrimento interior insuportável no suicida. Esse sofrimento vai crescendo e paralisando a vontade, numa inércia existencial sem precedentes, e insuportável.

 E lá vem o dia, ou a hora, em que uma vida se veste de negro, no minuto que leva  a cair abaixo de uma ponte, ou a esvair-se em sangue com um revólver por perto.

 

FCR

 

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às 23:05

DESTAQUE a quem o merece

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

 

Investigadores portugueses abrem caminho a novas terapias para “travar” o cancro

 

Uma equipa de investigadores do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) da Universidade do Porto publicou, na edição online desta semana da revistaNature Cell Biology, um estudo que está a atrair o interesse da comunidade científica, ao abrir caminho a novas terapias em situações de descontrolo da divisão celular como é o caso do cancro.

O estudo prova que determinadas proteínas, as CLASPs, podem ser utilizadas como alvos para inviabilizar células em divisão. O projeto onde se insere este estudo já valeu, recentemente, o prémio Pfizer de Investigação Básica à equipa liderada por Hélder Maiato.

Normalmente, durante a divisão celular, o material genético sob a forma de cromossomas separa-se de um modo equivalente para dois polos definidos ao longo do eixo de divisão, constituindo o fuso mitótico.

Em cada um destes polos será reorganizada uma célula filha e ambas deverão possuir a mesma informação genética da célula que lhes deu origem. Segundo Elsa Logarinho, uma das autoras do trabalho, “é muito importante que este fuso esteja corretamente formado e mantenha o seu carácter bipolar”, uma vez que é ele quem garante a igual “divisão dos cromossomas entre as células filhas”, adianta.

Mas por vezes, e por razões diversas, o fuso mitótico adquire uma conformação multipolar, originando uma distribuição desigual do material genético.

Frequentemente, em divisões multipolares associadas a vários tipos de cancro as células conseguem “iludir” os mecanismos de controlo de qualidade, agrupando os vários polos num fuso bipolar, permitindo a sobrevivência e transmissão do genoma cancerígeno.

O estudo agora publicado mostra que as CLASPs estão envolvidas na estruturação do fuso mitótico bipolar durante a divisão.

Neste estudo, os autores mostram que, quando a função das CLASPs é afetada, impede-se a capacidade de células cancerígenas agruparem os múltiplos polos num fuso bipolar, tornando o processo irreversível. Neste caso, as células cancerígenas filhas não conseguem sobreviver.

Por isso, “Se, em teoria, conseguirmos remover as CLASPs apenas nas linhagens de células cancerígenas, por exemplo, poderemos impedir que tumores continuem a proliferar”, pondera Helder Maiato.

Um outro aspeto importante que sai desta investigação foi a descoberta que os próprios cromossomas podem influenciar o tipo de fuso mitótico que se forma.

Antes de se dividirem pelas células filhas, os cromossomas tem que ser alinhados no centro da célula, um processo que envolve a ação de “motores” moleculares.

O que a equipa do IBMC demonstrou foi que “motores” localizados nos próprios cromossomas, ao atuarem sobre o fuso mitótico, podem levar à fragmentação irreversível dos seus polos. Esta mudança de paradigma estabelece os cromossomas não como corpos passivos, mas sim ativos na determinação da arquitetura do fuso mitótico.

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às 22:10

OS LAÇOS E OS NÓS‏

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 10.02.12

 

 

No matrimónio existem muitos laços e muitos nós. Os laços, às vezes, são os elos de ligação, que o Casal precisa.   Em geral, são objetos de enfeite e de adorno, tornando mais bonita  a vida a dois. Os nós são muitas vezes  os entraves á felicidade. A maioria dos nós acontece por causa do " NÓS  e do EU", criados para separar ao invés de unir. 

            Os laços na vida do Casal são em geral flexíveis e torna-se gostoso atá-los e desatá-los. Deve ser por causa  disso, que o  Casamento é chamado de " Enlace Matrimonial." Na vida a dois, os laços atam, desatam e reatam, enlaçam e entrelaçam. Os  laços são nutridos pelas relações saudáveis no matrimónio. Relações de afeto e de ternura, relações de esperança e relações sexuais, relações físicas e relações de carinho, relações de fé e relações familiares. Estas relações é que são os laços que mantém viva e plena a vida matrimonial e o gosto de vivê-la. 

            Mas no matrimónio é preciso também conviver com os nós, pois existem situações em que não podemos desata-los. Se os laços respondem pela felicidade de um lar, os  nós respondem pela solidez da família. Por isso é que na vida matrimonial, muitos nós nunca podem ser desatados. 

            Se um casal não se sente livre e nem feliz no matrimónio, precisa rever, urgente, os laços e os nós da sua relação. Pois podem estar apertados demais e tolher os movimentos, ou  podem estar muito frouxos e flexiveis  demais, que permitem a interferência de estranhos na vida do casal. 

            Uma coisa é certa, se o nosso casamento tem  mais nós do que laços, pode estar em crise. Se aceitamos somente laços frouxos e não aceitamos nenhum nó, também está em crise. Sem os laços, o "EU, jamais conseguirá se transformar em NÓS". 

           Se o casal não sente mais falta um do outro, não sente mais saudades dos momentos felizes, se as palavras e os olhares não apresentam mais sentido, é porque aconteceu um " NÓ CEGO", os laços que porventura ainda existem, vão transformar-se em desenlace. 

            Resolvi escrever sobre este assunto, porque, hoje dia 9 de Fevereiro de 2012  faço 49 anos de casado.   Não foi fácil esta travessia de quase meio século. Precisamos muito amor e muita compreensão, mas sobretudo muito respeito. No momento, a minha esposa continua internada, agora para tratar uma pneumonia. Mas se  Deus quiser, chegaremos com vida aos 50 anos, então faremos a nossa festa.

 

          " Bem sei, meus cabelos pratearam, pudera, 80 anos se passaram, não vou culpar ninguém, pois  estejam certos  que todos envelheceram também!" 

       

 

Abraços

 

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

 


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às 22:07
editado por cunha ribeiro às 22:21

Comecem a recrutar nas escolas, há lá muito rapaz e rapariga que... só de enxada na mão

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

 Governo vai ceder 3 mil hectares de terras para cultivar   

 

O Ministério da Agricultura vai disponibilizar «dentro de dois meses» perto de três mil hectares de terras a quem quiser produzir em regime de arrendamento, anunciou hoje a ministra Assunção Cristas.

A responsável pela pasta da agricultura espera «dentro de dois meses ter tudo pronto para colocar a leilão» estas terras propriedade do ministério que dirige e que se encontram abandonadas.

Segundo explicou, durante uma visita ao Vale da Vilariça, em Trás-os-Montes, trata-se de terras que «estão na alçada das direcções regionais de agricultura por todo o país» e que correspondem a cerca de «três mil hectares».

«Não é muito, mas é bastante para pudermos disponibilizar, nomeadamente para jovens agricultores», disse, explicando que é um primeiro passo no processo de revitalizar a agricultura e que está a «pedir que identifiquem nos outros vários ministérios» outras terras que se encontrem abandonados para o mesmo fim.

O Estado «vai fazer arrendamentos a preços ajustados para que as pessoas também possam aceder», segundo a ministra que entendeu que, na conjuntura actual, o arrendamento é mais fácil que a venda.

Por outro lado, o Ministério da Agricultura está a finalizar o projecto lei para a criação de uma bolsa de terras que espera entregar dentro de «um mês, um mês e meio» no parlamento para ser discutido com os restantes projectos apresentados na Assembleia da República com o mesmo propósito.

«Queremos criar assim uma plataforma que permita a qualquer pessoa que queira dedicar-se à agricultura consultar um site na Internet e ver pelas regiões do país, nas diferentes localizações, que terras é que há, que características é que têm, no fundo terem informação que seja fácil para quem quiser investir e dedicar-se à agricultura», afirmou.

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às 22:01

Mais uma no cravo: Alguém se queixará de ser Primeiro Ministro?!

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

 Passos ao SOL: 'Não sou bem pago, mas não me queixo' 

 

Na segunda parte da entrevista exclusiva concedida pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho ao semanário SOL, sexta-feira nas bancas, o chefe do Executivo fala da vida privada e admite não ser bem pago, sem querer abrir um debate público sobre o tema. 

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às 21:50

Deve ter pelo menos UM GENE do cineasta Manuel de Oliveira...

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

 Cientistas da Universidade do Algarve descobrem ser vivo mais velho da Terra

10.02.2012 - 21:30 Por PÚBLICO

A "Posidonia oceanica"A "Posidonia oceanica" (M. San Félix)
 O ser vivo mais velho da Terra que se conhece vive mesmo ao lado da Península Ibérica, é uma erva marinha que cresce no Mediterrâneo e pode ter mais de 100.000 anos, de acordo com uma equipa de cientistas que integra investigadores da Universidade do Algarve. A descoberta foi publicada nesta semana na revista Public Library of Science One.

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às 21:44

Para mim, a melhor canção da década - Genial

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

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às 21:29

Recomendo a leitura deste texto

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

Elsa Dourado

 

O PAÍS DO QUEIXA-ANDAR, Mia Couto

 

"A Porta"

 

Era uma vez uma porta que, em Moçambique, abria para Moçambique. Junto da porta havia um porteiro. Chegou um indiano moçambicano e pediu para passar. O porteiro escutou vozes dizendo: - Não abras! Essa gente tem mania que passa à frente! E a porta não foi aberta. Chegou um mulato moçambicano, querendo entrar. De novo, se escutaram protestos: - Nao deixa entrar, esses não são a maioria. Apareceu um moçambicano branco e o porteiro foi assaltado por protestos: -Não abre! Esses não são originais! E a porta não se abriu. Apareceu um negro moçambicano solicitando passagem. E logo surgiram protestos: - Esse aí é do Sul! Estamos cansados dessas preferências... E o porteiro negou passagem. Apareceu outro moçambicano de raça negra, reclamando passagem: - Se você deixar passar esse aí, nós vamos-te acusar de tribalismo! O porteiro voltou a guardar a chave, negando aceder o pedido. Foi então que surgiu um estrangeiro, mandando em inglês, com a carteira cheia de dinheiro. Comprou a porta, comprou o porteiro e meteu a chave no bolso. Depois, nunca mais nenhum moçambicano passou por aquela porta que, em tempos, se abria de Moçambique para Moçambique."

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às 21:19

Os Funcionários do Apartheide

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

 

 Ser funcionário público nos tempos que correm é pior que ter sido negro no tempo do apartheide. A ideia que dá é que o funcionário do Estado tem que ser escravo de uma nova "classe branca apartheidista".

 Esta, como está no governo  e lhe paga, faz do funcionário servo da gleba, obrigando-o a trabalhar para os impostos, deixando-lhe uns trocos  para o caldinho e a tanga.

 Trabalhar, pagar impostos, e comer para sobreviver é, assim, o resumo da sua pobre existência. E tudo correrá sobre rodas se a resignação ocupar a zona nevrálgica das consciências.

 Assim é e se comporta o governo "de brancos" que  hoje governa o país. Preocupado em ser coerente com a sua incoerência política, desferiu mais um ataque à classe média, fazendo do Carnaval um dia a menos na felicidade de quem efectivamente trabalha, obrigando-a a assinar o livro de ponto.

 Já não chegava aos Funcionários Públicos terem sido espoliados no seu vencimento, no subsídio de férias, e no décimo terceiro mês. Já não bastava terem sido despojados da sua dignidade, das suas aspirações e ambições. Já não era suficiente terem-lhes amesquinhado o amor-próprio, o orgulho, e o carácter. Era preciso agora, por pura perrice política, subtrair-lhe o prazer da diversão carnavalesca. Só falta ceifar-lhes a pouca liberdade que ainda lhes resta.

 

CR

 

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às 18:23

João Braga - uma vida que acaba cedo

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

 

 Soube da morte do João Braga, de Cidadelha de Aguiar,  marido da Teresa Maria Pires Pereira, há minutos atrás.

 Sem privar com o João, e salvaguardando esse facto,  via nele um homem são , honesto, e trabalhador.

 Não merecia acabar desta maneira.

 Deus lhe dê o eterno descanso.

 

  Francisco Cunha Ribeiro

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às 00:06

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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