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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Para além de bonita, é inteligente

por cunha ribeiro, Domingo, 12.02.12

 Pois sabe que com motivação laboral os resultados poderão ser ainda melhores.

CR



Ministra do Trabalho alemã pede subida de salários

A ministra alemã do Trabalho disse, em entrevista publicada este domingo no jornal ‘Bild am Sonntag’, que os salários no país deviam ser aumentados por uma questão de partilha do sucesso sentido pelas empresas.

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às 23:20

António Gonçalves Almeida - Revolta

por cunha ribeiro, Domingo, 12.02.12

Este texto é um comentário do nosso conterrâneo, Toninho, ao texto que escrevi sobre o dia do funeral do João Braga e as incidências religiosas do mesmo. A pedido do seu autor trouxe-o à primeira página. Está pois ao vosso dispor:

 

CR



 

Eu vi exactamente o mesmo. É lamentavel que pessoas que vão para este tipo de cerimónias se portem dessa maneira.

Em relação ao que se passou com o JOÃO, foi um momento  menos bom, será que na hora ele não se arrependeu? Ninguém pode dizer "desta água não beberei".

Em relação à missa, custa o padre não dizer o nome do defunto, para mim é lamentável, devia haver mais dignidade, é um ser humano não era nenhum animal.

O joão pecou, ou foi um momento de fraqueza? Quando alguém abusa de crianças e depois vai para trás de um altar  rezar a missa não é pecador?Quem é mais pecador o João, o Padre ou a Sociedade? Um cidadão que morre por beber, com droga, não adianta enumerar mais que há muitos casos, esses também sabem que se estavam a matar, também é o diabo?!

Nesses casos os Sinos Tocam, o nome é pronunciado e todas as cerimonias religiosas são realizadas na perfeição.  Mas porquè? Tudo isto me revolta, quem acaba com a fé que nós temos, não será a igreja? A igreja não dá bons exemplos a ninguém. Quem é a igreja para dar exemplos destes? A igreja deve  servir o povo e não servir-se do povo. Foi assim que JC a edificou.

Esta é simplesmente a minha humilde opinão. Sinto-me muito revoltado com tudo o que se passou com uma pessoa querida em Parada. Muito mais havia a dizer desta situação. Ficaremos por aqui, pode ser que não seja necessário ir mais além.

 

António Gonçalves

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às 22:37

Santana Lopes é Bem educado

por cunha ribeiro, Domingo, 12.02.12

  E aprendou a insultar com José Sócrates.

 Caso contrário não tinha mandado o historiador bloquista "à tia dele". Tinha-o mandado "abaixo de Braga", que era o sítio para onde o queria efectivamente mandar.

 Por ser tão preconceituoso nos seus insultos, nunca o ouvimos em público dizer a Jorge Sampaio: " O Sr tramou-me quando eu era primeiro ministro; bem sei que a culpa não foi só sua... mas não deixou de ser fraco. E o certo é que me deu um pontapé na bacia ( para não dizer uma palavra feia...), sem razão alguma... por isso sabe o que o sr merecia? Que eu o mandasse " à sua tia"...

 

CR

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às 15:01

Novo INQUÉRITO - que promete ser polémico - à opinião pública paradense

por cunha ribeiro, Domingo, 12.02.12

 Vote numa das duas questões que são levantadas nas margens  do Blog.

 

FCR

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às 13:22

Terminou a votação sobre as obras públicas em Parada de Aguiar

por cunha ribeiro, Domingo, 12.02.12

Em sua opinião, entre estes dois conjuntos de obras financiadas por dinheiros públicos, em Parada de Aguiar, qual foi o que mais beneficiou a população paradense?

1. A requalificação da Cruz Carreira , a Estrada para Montenegrelo e o alcatroamento da Rua entre S. Pedro e Trás-do-Outeiro 3 Votes 25%
2. O alcatroamento da Estrada entre o Talho e a Cruz, o Saneamento, as obras na capela de Sto António 9 Votes 75%
Total number of people voted: 12

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às 13:06

João Ferreira - O meu avô (pai) Bernardino

por cunha ribeiro, Domingo, 12.02.12
           
RECORDAR UM GRANDE AMIGO  PARADENSE - BERNARDINO DA CONCEIÇÃO SOUSA COUTO
 
    Este senhor, meu avô materno, nasceu em Parada do Corgo, no ano de 1882 e faleceu em 1969.
Se algum dia ele me disse os nomes dos seu pais, não os fixei na minha memória. No entanto, disse-me ser sobrinho do senhor Padre Manuel do Couto, por isso com laços familiares, das famílias Sousa e Couto, da nossa vizinha aldeia de Zimão.
Era irmão da tia Eusébia, tia Leopoldina, (mãe do Asdrúbal), tia Glória, tia Marquinhas (Avó do Carmim), tio José Faria (pai do Domingos Faria) e tio Manuel (pai do Joaquim).
Casou com Joaquina Rosa (minha avó) e tiveram os seguintes filhos: Avelino. Delfina (minha mãe), Delmina, Luisa, Domingos e António.
O António era o mais novo, que viveu com ele e minha avó, até à data do seu falecimento.
Era um homem forte, de alta estatura, simples, trabalhador, muito educado, honesto, respeitador, respeitado e muito considerado na aldeia, para além de ser muito religioso. Foi assim, que eu o conheci e o recordo de viva memória.
Os tratos dos netos para com ele, não eram de avô, todos nos habituamos a chamar-lhe, pai Bernardino.
Chegou a desempenhar, por nomeação e  como autoridade, o cargo de Cabo de Polícia da Aldeia, para ajudar a resolver pequenos incidentes, em caso de os haver.
Era muito devoto, do senhor seu tio, Padre Manuel do Couto.  Disse-me que acreditava na sua santidade, isto porque, factos ocorridos na época, ele os considerava como autênticos milagres.
Recordo-me, que até aos setenta e oito anos nunca houve a necessidade de ele ir ao médico. A doença que ele se queixava era de uma hérnia.
Tinha a razão de ser, porque ele enquanto novo, parte da sua vida, foi passada a fazer carretos.  Como naquela época não havia o comboio até Vila Pouca, havia a necessidade de irem buscar e levar mercadorias, de Régua /Vila Pouca e vice versa, em carros de bois. Então contava e outras pessoas também contavam, que ele sozinho, carregava os carros de bois, com sacos de cem quilos cada, ex: sacos de sal. Que havia alguns sacos, em que ele pegava dois de cada vez e os deitava para cima do carro. Aqui deve estar a origem, de mais tarde,  vir a sofrer das hérnias, que  ele tinha.
Recordo-me, de ele me dizer, que andara na tropa em Penafiel e de uma vez ter feito uma guarda de honra, ao Rei Dom Carlos. Eu, ao ouvir falar no Rei, fiz-lhe várias perguntas, como era o rei, se era alto, baixo, gordo, magro, se vinha a cavalo, como é que vinha vestido etc. e ele contou-me tudo ao pormenor, e notei a satisfação dele, também ele, a recordar o seu tempo de juventude.
No seu tempo, ocorreram vários factos históricos: o derrube da monarquia, a implantação da república, a 1ª. e 2ª. Grandes Guerras Mundiais.
Uma passagem entre neto e avô: Todos os domingos depois de virmos da missa de Soutelo, ele ia a minha casa para eu lhe fazer a barba. Como ele tinha uma barba rija e crescida, de uma semana, e eu com todo o respeito que tinha por ele, ensaboava muito bem a cara, para que a navalha de barba o não incomodasse. E não o devia incomodar, porque ele adormecia sempre, enquanto eu o barbeava. Até que um domingo, (eu devia ter os meus 18 anos), sem querer, ensaboei-lhe também o bigode e vai daí, cortei-lhe o bigode juntamente com a barba e ele não deve ter dado conta. No fim, busco o espelho para ele ver e perguntei-lhe, se estava bem. Disse ele: está bem. Pelo caminho deve ter verificado a falta do bigode e quando chegou a casa que dissera  à minha avó: o João cortou-me o bigode, respondeu a minha avó, deixa lá, que o bigode lá volta a crescer.
Este grande homem Paradense, viveu numa época da nossa história, muito difícil. de muito trabalho e pouco proveito, foi aquela que o meu querido Avô Bernardino, levou durante os seus 87 anos de vida.
Foi um Bom Homem, que honrou a sua família e a sua aldeia. Parada deve orgulhar-se de homens assim. Por isso, passados tantos anos, esta pequena homenagem simbólica, é justa. Ele deve ficar sempre na memória dos seus familiares, amigos e de toda a comunidade Paradense.
 
JOÃO FERREIRA
 

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às 01:21

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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