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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Síntese dos resultados das três votações

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

 

Na votação sobre a casa mortuária, houve um universo de 52 votantes.  34 votaram contra e 18 votaram a favor. O que significa que todos ou quase todos os paradenses que lêem o Blog votaram.

 

 A partir desta votação poderemos concluir sobre as duas que se seguiram da seguinte forma:

 

 1.  Na votação sobre as obras, votaram 12, no total. O que significa que houve 40 que não votaram. Como se recordam:

 

              - 9  consideraram que foi melhor para a aldeia ter sido feito o alcatroamento da  estrada até ao talho, o saneamento, e as obras na capela;

              - 3 acharam que a estrada para Montenegrelo, e o alcatroamento da rua que vai de S. Pedro ao Outeiro fotam obras mais positivas para os paradenses;

              - 40 será pois o número de abstencionistas nesta votação.

 

2.  Na votação sobre o desempenho dos dois últimos conselhos directivos, tivemos o seguinte resultado: Votaram 14:

 

               - 9 votos a favor do actual C. Directivo;

               - 5 votos a favor do anterior.

               - 38 abstenções.

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às 23:35

A MATANÇA DO PORCO

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 20.02.12

Chegou então o dia da matança do porco. O ti Augusto Ferreiro, o matador de porcos mais conceituado de Parada, chegou com as suas facas, uma delas era enorme, atadas numa corda e o meu pai mandou-me ir à corte deitar o porco cá para fora. Eu lá fui e no cimo do quelho  estavam ali mais 3 ou 4 pessoas para obrigar o porco a encaminhar-se para aquele largo que dava acesso às escadas que subiam para a sala da minha casa.  Quando o porco aí chegou o ti Augusto agarrou-o por uma orelha e logo de seguida um outro homem agarrou-se à pata traseira do porco e outro à pata dianteira e ainda outro ao rabo do porco. O porco, preso das patas, tombou no chão. O passo seguinte foi agarrar nele e pô-lo em cima dum banco que já tinha sido posto ali a jeito. O Ti Augusto agarrou na corda que vinha a atar as facas e meteu o laço que tinha feito com ela na boca do porco e deu duas voltas ao acento do banco de modo que o porco já não conseguisse mexer a cabeça e os outros homens seguravam com toda a força as patas do animal para que ele não se pudesse mexer. Durante esta batalha entre o porco e os seus carrascos o dito animal não parou de grunhir e guinchar o que levou a minha irmão Maria a tapar os ouvidos para não ouvir os gritos do porco, tal era a pena que ela tinha do animal.

Depois de deitado, o animal acalmou um pouco e o Ti Augusto deu-lhe umas palmadinhas no peito, para ele ainda ficar mais calmo. Após este conforto enganador, puxa da tal enorme faca, a minha mãe põe um alguidar por baixo do peito do porco e zás, espeta a faca no peito do porco  em direcção ao coração. O sangue jorra abundante para dentro do alguidar e o pobre do bicho guincha mais do que nunca, mas poucos instantes depois cala-se e os homens sentem os membros do porco a afrouxar. E o porco dá um último suspiro e o alguidar com o sangue é levado para dentro e o sangue é posto num pote enorme que está ao lume onde será cozido para fazer o serrabulho.

O corpo  inerte do animal é passado para cima de uma grade de agradar as terras e, com a ajuda de pequenos molhos de palha é queimada a pele e de seguida é  raspada. Depois da pele toda queimada e raspada lava-se com água morna e com a ajuda de uma pedra para esfregar, fica tudo bem lavado, incluindo o interior das orelhas que o Ti Augusto aproveita esta parte para salpicar com água a pequenada que anda ali de volta do porco.

O corpo do animal volta a ser posto em cima do banco a posição de barriga para cima para se proceder à abertura do mesmo. E este é um momento de grande ansiedade para os meus pais, pois estão prestes a saber se o porco tem a carne sã, boa para comer, ou se ele sofria de uma doença que se chamava de “porco chaveiro” em que toda a carne tinha de ser cozida antes de se comer, e sendo assim, já não se podiam fazer os presuntos, os salpicões e as linguiças que são feitos à base da carne crua. Mas este era bom.

Depois do porco aberto é lhe retirado tudo o que está dentro da cavidade abdominal e as tripas são levadas para serem limpas de toda a gordura que as envolve que depois será aproveitada para fazer os rojões e a banha, e depois serão levadas para as represa do rio em São Pedro para serem esvaziadas do seu conteúdo e serem bem lavadas para ficarem em condições de mais tarde serem usadas para fazer o fumeiro. As outras partes do porco que também são retiradas nesta altura, o bofe (os pulmões), o coração e o fígado que irão já servir para fazer o almoço.

O porco é depois preso com uma corda atada ao osso que liga os dois presuntos e à trave do telhado de modo a ficar de cabeça para baixo. E fica nesta posição de um dia para o outro para que a carne fique limpa de todo o sangue.

No dia seguinte, à tardinha, é altura de desmanchar o porco. Este ano o meu pai chamou o meu tio Zé carpinteiro para esse trabalho. Desprende-se o porco da trave e é deitado em cima da mesa grande da cozinha. E com o auxílio da faca e de uma machadinha começa o corte e a selecção criteriosa das diversas partes do porco consoante o destino que hão-de ter, pois deste animal, tudo é aproveitado e tudo já tem um destino. Ou há-de ser para fazer o fumeiro, ou para salgar e ser consumido ao longo do ano. Mas chegou a uma altura em que o meu tio se pôs a cheirar a cavidade aberta na parte da frente do porco e disse para a minha mãe: Mariana o porco cheira a petróleo, andaram aqui com a candeia? E a minha mãe respondeu que não. E o meu tio insistiu, mas cheira-me a petróleo. Oh Chico, cheira aqui tu a ver se não cheira a petróleo. E eu, todo afoito, aproximei o nariz da carne e cheirei. Nesta altura o meu tio deu-me um calduço na cabeça e eu aterrei com a cara em cheio na carne do porco. Foi risada geral, menos eu que não gostei nada da brincadeira. Mas, para me consolar, ele cortou uma tirinha de carne e deu-ma para eu fazer aquilo que nós mais gostávamos da desmancha dos porcos, e que era agarrar nessas tirinhas de carne, espetá-la num pauzito e íamos assá-la na lareira. Depois de assada, era passada pelo sal e comida assim, sem pão nem nada, e sabia-nos pela vida. E nós chamávamos a este petisco “charriscos”.

A desmancha continuou, entrecortada com mais um ou outro charrisco, até estar a carne toda separada e preparada. Havia alguidares cheios de carne partida para ser utilizada para o fumeiro, ossos partidos para serem cozidos junto com a carne das alheiras e a salgadeira na loja já estava cheia com os presuntos, as pás, o toucinho tudo bem coberto com sal para que a carne não se estrague. As patas e a cabeça ficaram no cima porque eram as primeiras a ser comidas, mais precisamente no dia de carnaval.

O porco criado pelas famílias era o principal fornecedor de carne ao longo do ano, pois a carne de vaca era muito cara e os cabritos ou borregos eram só para o dia de S. Pedro.

 

 Francisco Gomes

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às 23:09
editado por cunha ribeiro às 23:25

Quantos anos mais o Vale do Corgo vai continuar sem floresta nas suas vertentes serranas?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12
 
16-02-2012
Prevenção florestal
Prevenção florestal no vale do Tâmega



A área geográfica do vale do Tâmega integrada no concelho de Vila Pouca de Aguiar vai receber, a curto prazo, ações de prevenção florestal. Estas foram planeadas, a 13 de fevereiro, em reunião com o vice-presidente da autarquia, Alberto Machado, e os representantes de várias entidades do setor que operam no terreno.

Para o efeito, os caminhos e os aceiros principais vão ver as suas condições melhoradas, essencialmente com ações limpeza que vão contar ainda com o apoio logístico da AFN – Autoridade Florestal Nacional. Nas ações que visam a melhoria de condições nos baldios, a limpeza florestal visa áreas estratégicas para evitar a progressão dos incêndios junto aos núcleos rurais e habitações envolventes destas aldeias aguiarenses situadas no vale do Tâmega.

As entidades envolvidas acordaram proceder, a médio e longo prazo, a ações de prevenção florestal destinadas a povoamentos florestais consolidados de forma a acautelar os investimentos já efetuados. As entidades concelhias que participam no projeto de prevenção florestal são as seguintes: Câmara Municipal (através do Gabinete Técnico Florestal e Proteção Civil Municipal); Juntas de Freguesia do Bragado e de Capeludos de Aguiar; Conselhos Diretivos de Capeludos de Aguiar, Freixeda, Monteiros, Pensalvos, Carrazedo e Vilela da Cabugueira.

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às 22:56

DUAS PALAVRAS

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 20.02.12

 

A Ciência, a Técnica e o Progresso, desumanizaram e escravizaram o ser humano. Hoje vivemos num universo de imensas ilhas, os homens cada dia, se isolam mais, o diálogo entre as pessoas, cada dia fica mais difícil, a vivência em comunidades e nas famílias, praticamente já não existe. Todos querem mandar, ninguém mais quer obedecer. Ninguém quer ser submisso a ninguém. A rapidez com que os fatos e as imagens cruzam o espaço, apavora e amedronta a humanidade. O ser humano, torna-se cada vez mais ousado, por isso, muitos povos subtrai as liberdades, ameaçam com armas  poderosas e procuram implantar um clima de terror. Impedem o povo humilde e ordeiro de viver uma vida digna, voltada para  o Amor e a Paz.

           As pessoas bem intencionadas, se sentem incapacitadas de lutar por estados dignos e de direito. Hoje, predomina o egoísmo e a falta de amor ao próximo. Todos procuram acumular fortunas, mesmo que, para isso, tenham que pisar em cima daqueles que lutam por uma vida  digna e honesta. O mundo vive assustado, com a ousadia de certos mandatários e sobretudo pela falta de fé.

         Nesta encruzilhada da vida, sentimos que a luta por mais prestigio e mais dinheiro, muitas vezes, só é conseguida na base da iliminação dos concorrentes, por isso,  tudo o que não dá lucro aos governos corruptos, precisa ser destruído. É a razão porque a maioria dos povos, já legalizaram o Aborto e a Eutanásia. Crianças e velhos não dão lucro são considerados pesos mortos, por isso precisam ser combatidos e iliminados da sociedade.

          A humanidade está carente de amor, porque ela não conhece Deus, segundo nos diz São João, 'DEUS É AMOR". O que mais sentimos são os homens iliminar Deus de suas vidas. Todos temos Deus dentro de nós. Não aquele Deus da Teologia, mas o Deus do sentimento, já que ninguém consegue viver sem ele.

          O mal do homem de hoje, é considerar-se mais importante do que Deus, por isso, tentar fazer tudo sem a sua presença . Esqueceu as frases antológicas do  próprio Deus: 'Eu sou o Deus da vida, sem mim nada conseguireis"

          Há poucos dias, li no Blog, que o Padre se negou a celebrar Missa de Sétimo Dia, por um infeliz que se suicidara.

Na Bíblia está bem visivel:" A misericordia de Deus, é infinitamente maior, do que qualquer pecado que o homem tenha cometido."

Deus perdoou o infeliz, mas o Padre não. (E assim vive a humanidade)

 

 Abraços  

 

 Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 22:47
editado por cunha ribeiro às 23:11

Assino por baixo

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

«No mais fácil, temos cumprido e com grande zelo»

Constança Cunha e Sá comenta declarações do Governo sobre programa da troika «Cumprimos no que é mais fácil, com os fracos. Não cumprimos com o que é mais difícil, que é com os fortes».

«Tenho sempre ouvido dizer que estamos a cumprir, mas não percebo o quê», afirma Constança Cunha e Sá no comentário diário na TVI24. «No que toca ao mais fácil, aí sim, o Governo tem cumprido e com entusiasmo: aumentou os impostos, diminuiu as pensões, reduziu os salários, cortou nos subsídios e apoios sociais. Aqui temos cumprido e com grande zelo».

«No que toca ao essencial, ao papel do Estado e às reformas estruturais, essa sombra desde o tempo do Bloco Central, vejo aqui um grande vazio», diz a comentadora. 

«Cumprimos no que é mais fácil, com os fracos. Não cumprimos com o que é mais difícil, que é com os fortes».

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às 22:36

Mais pintelho pra trás mais pintelho prá frente serão muitos milhares de pintelhos por mês

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

Catroga diz que não sabe quanto vai ganhar na EDP

Polémica em torno da sua remuneração é «surrealista». Novo presidente do conselho geral e de supervisão admite que há dois grupos de acionistas manifestaram «desconforto» em relação à entrada de chineses neste órgão de fiscalização

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às 22:15

Objectivo: "preservar" a tradição

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

Mais de cem milhões de preservativos para foliões no Brasil

Se depender dos governantes do Brasil, os foliões que, desde sexta-feira, lotam as ruas das cidades brasileiras em busca de diversão, podem assegurar-se de que haverá segurança em caso de relacções sexuais: muitos milhões de preservativos, as populares 'camisinhas', vão ser distribuídas em todos os lugares onde haja desfiles, bailes e outros eventos carnavalescos.

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às 22:14

O comentário abaixo é de um leitor do Correio da Manhã.Quem será o leitor?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

    

a) Um empresário falido?

b) Um político desempregado?

c) Um engenheiro-estudante de filosofia?

 

CR



 

Eis o comentário:


"Ó Mário Nogueira se o exame for já 89% dos professores chumbam. A maioria nem sabe o k anda lá fazer e só são prof. porque não têm trabalho. "

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às 18:14

Se o tivessem deixado falir não andava a brincar com o povo

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

Habitação: banca duplica spreads por causa da crise

Revisão unilateral de spreads causa polémica

O BPN está a agravar os spreads dos contratos de crédito à habitação já existentes, de forma unilateral, alegando alteração das condições de mercado. Ou seja, a crise. E outros bancos podem vir a seguir o exemplo.

O «Correio da Manhã» escreve esta segunda-feira que o BPN enviou cartas aos clientes anunciando a revisão dos spreads. Nalguns casos duplicam, dos 3,5 para os 7%, o que eleva os juros dos empréstimos para os 8,539%.

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às 12:32

O governo aconselha: Lavrai a terra, ou emigrai

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

             

 Leio algures que o Governo vai ceder 3 mil hectares de terras para cultivo.

 Talvez o governo não saiba, por ser pouco ou nada rural, e muito jovem ainda, que, noutros tempos, em plena serra, por entre pinheiros e giestas, se cultivava o milho, o centeio e a batata. E nem por isso o povo vivia melhor do que hoje.

 Além disso, o jovem e inexperiente governo parece ignorar que não há onde recrutar trabalhadores para cavar uma horta, quanto mais para lavrar hectares de terreno!

 No tempo em que Portugal era uma quinta onde crescia centeio, trigo, e batata, os jovens com genes anti-escolaridade ajudavam os pais na labuta diária. Agora o Estado obriga-os ao sacrifício de horas seguidas, a preguiçar, ou zaragatear, atrás das grades das nossas escolas, promovendo e sustentando, com resultados torpes, uma política de “ aprisionamento escolar” com o pretensioso nome de “escolaridade obrigatória”.

 Ora essa política, que nada de positivo tem trazido ao país, está, e continuará, em vigor, por tempo indeterminado, perpetuando o analfebetismo de outrora, sob a capa do diploma “falacioso” ou artificial.

Por isso a sra Ministra da Agricultura ou tem na manga meios eficazes de atrair trabalhadores activos para a agricultura – voltando à escravatura antiga -  ou será melhor meter a viola no saco, e deixar de tocar esta música.

 Tanto mais que todos sabemos como os agricultores são explorados pelos intermediários que compram os seus produtos ao preço da chuva e os vendem ao preço do ouro.

 

CR

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às 11:21

Domingos terá tido um AVC?!

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

 Entrou um treinador-pugilista no sporting. A sorte quis que a equipa se saísse bem nos dois jogos que esteve à frente do Clube. Já é o maior!

 Um treinador sem currículo, que não dispensa o ring para fazer a sua justiça ( vide a agressão a Artur Jorge) é um treinador sem futuro. 

 Mesmo que o Sporting ganhe todos os jogos com este treinador, não mudo de opinião. Porque das duas uma: ou Domingos teve um AVC, e esqueceu tudo o que já demonstrou saber; ou os jogadores do Sporting só jogam quando lhes apetece. E se assim for, à primeira zanga com este treinador voltarão a arrastar-se no campo, a errar passes, e a xutar para as nuvens, para despacharem o treinador, entretanto caído em desgraça.

 

CR

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às 09:22

O Manuel Pires, símbolo da descrença de alguns paradenses

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

 

Ferreirinho, domingo de manhã.

Estão o Manuel Pires, nosso associado de início de aventura, eu, o João Ribeiro, o José Campos, entre outros.

O Manuel , não sei por alma de quem, nunca aparecera nas actividades associativas. O João Ribeiro há tempos tinha-me dito que ele se esquivara a renovar... alegando que não sabia para que servia a Associação... patati... patatá...

Hoje, chamei-o. E perguntei-lhe por que razão ainda não sabia quais os objectivos da criação da associação da qual era sócio desde o começo.

 "Que não sabia muito bem o que era, que nunca ninguém lhe tinha dito...bla, bla, bla".

Perguntei-lhe se visitava o Blog. Respondeu que não. Por aí percebi já bastante do alheamento do M. Pires. No Blog, já por diversas vezes se escreveu sobre  os temas e objectivos da criação da Associação PRAZER DA MEMÓRIA.

 Aproveitei o momento para dizer ao Manuel Pires que tinha escrito um texto sobre o Pai dele ( o saudoso Ti Firmino) no Blog.  Há cerca de dois anos que o havia escrito. 

 Não o lera. Assegurei-lhe que se alguém de Parada escrevesse sobre o meu pai, elogiando-o, ficava-lhe muito grato, e faria questão de agradecer a essa pessoa ter-se lembrado dele. 

  A seguir perguntei-lhe se recordar o Pai dele não teria lógica de encaixe numa iniciativa Associativa com o nome PRAZER DA MEMÓRIA. Achou que sim. 

  Entreguei-lhe depois o número 2 do jornal da nossa Associação, onde o primeiro texto evoca o ciclo do pão. Texto escrito pelo Francisco Gomes. Riu-se. Mas logo a seguir, depois de uma pergunta elementar sobre a vida das gentes da nossa aldeia há décadas atrás, o Manuel Pires achou que sim, que um texto a recordar as cegadas, as malhadas, a moagem, e o cozer do pão era pertinente surgir num jornal associativo.

  O Manuel Pires lá foi mais convencido. A ver vamos até quando.

 

FCR

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às 00:18

Eis Parada a andar em frente - a filha(Carina) e os netos da Deolinda Reis

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 20.02.12

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às 00:11

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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