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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Naturalmente... lá se foi a sorte

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

V. Setúbal vence Sporting (1-0)

O V. Setúbal venceu esta noite o Sporting (1-0) em jogo da 21.ª jornada da Liga. Os leões falharam uma grande penalidade nos instantes finais da partida.

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às 22:52

Alto, o Sr Presidente foi a Parada, Soutelo, Fontes e Montenegrelo. Será bom sinal, ou foi só para aldeão ver?

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12
13-02-2012
Visita às Freguesias


As Visitas às Freguesias são feitas em resposta aos pedidos do executivo das Juntas e, desta feita, o executivo municipal, representado pelo presidente Domingos Dias, deslocou-se a 30 de janeiro à freguesia de Soutelo de Aguiar, representada pelo autarca Nélson Dias.

A comitiva, composta por autarcas e técnicos especializados, andou por vários locais e foram abordados assuntos ligados às acessibilidades, água, alargamento de vias, albergues, muros de suporte e outros temas que ainda contaram com o contributo do vereador António Vasconcelos.

O encontro do presidente Domingos Dias com populares que ia encontrando serviu para aprofundar relações de convívio e abordarem as temáticas referidas. O executivo da Junta e o executivo da Câmara aprofundaram o dossier respeitante  às localidades que envolvem o território geográfico desta freguesia situada no vale de Aguiar. 

De sublinhar que o Sr Presidente da Câmara foi à freguesia de Soutelo de Aguiar porque o sr. Presidente da Junta lhe pediu..., tal como nos é informado pelo acessor de imprensa...Sr x.
CR.

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às 22:07

Jornal da Associação, Fevereiro, página 4

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

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às 21:24

Jornal da Associação, Fevereiro, página 3

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

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às 21:12

Experiência inolvidável

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12


O autocarro parou no centro de Vila Pouca, em frente ao Cine-Teatro. As despedidas fizeram-se em casa.

- Deus e a divina providência te guiem! - Implorava a minha mãe, com os olhos marejados de lágrimas.

- A cama que arranjares é onde te deitas! - Advertia o meu pai, do alto da sua serena experiência feita de muitas viagens.

 Eu ruminava ainda o eco da despedida, quando o motorista me pediu a mala, que, de um sopetão, encurralou no meio de outras. Só, no meio das despedidas dos outros, com um pé a deixar o passado, e outro a entrar no futuro, sentia-me algo lunático. O passado rural de uma pequena aldeia de Trás-Os-Montes ficava para trás, agora apenas na minha memória. Para o futuro, abria, agora, uma porta de esperança,  de sonho. Contudo, naquele instante, apenas um vago corredor de possibilidades se estendia diante de mim.

O ruído de um motor  acordou-me deste torpor reflexivo. O autocarro ia partir. Subi. Sentei-me. Olhei à minha volta: dezenas de emigrantes, mais homens do que mulheres, de regresso ao trabalho. Todos na casa dos cinquenta e sessenta.

Partimos.  As dezenas de curvas da rota do emigrante, em Trás-Os-Montes, pareciam um cenário de filme de viagens por insondáveis caminhos em plena montanha. Dir-se-ia uma montanha russa instalada em altos, onde crescia a giesta e a urze, e baixos, por onde vertiam furtivos riachos, saltitando  em cachoeira, espargindo gotículas pelos salgueiros das margens.

O caminho era longo, mas dum bucolismo fantástico. À beira-noite, Quintanilha surgiu de repente,  guardada a rigor pela polícia de fronteira, que nos mandou parar. Zelosa entrou, com autoridade, no autocarro.

Quintanilha era, na altura,  a única fronteira aberta em Trás-os-Montes. Um lugar ermo, e inóspito, onde o frio era gelo, em noites de nevoeiro ou geada.

- Os passaportes, se fazem favor!

Dezenas de livretes, de capa verde, saltaram dos bolsos dos passageiros.

- Garrafas de água-ardente à vista, façam fineza!

Uma garrafa que fosse  além do limite, era certo e sabido que não atravessava a fronteira. Por isso, nenhuma surpresa, e...

- Boa viagem!

- Obrigado! (balbuciaram alguns passageiros).

Entrámos em Espanha como se tivéssemos voltado pra trás: as mesmas curvas, os mesmos montes e vales, a mesma vegetação a vestir a paisagem. Deixei-me  cair num sono profundo, apenas interrompido, longos quilómetros depois, num restaurante da peneplanície espanhola, com Zamora já para trás.

A Espanha, para o emigrante luso de além-Pirinéus, foi, e sempre será, um longo e penoso caminho. Todos os anos o percorre como se atravessasse  uma ponte entre o coração e a razão. Quando vem é o coração que o acolhe; quando vai, é a razão que o espera.

Para mim, aldeão de existência, mas cosmopolita de alma, aquela viagem  era o desflorar de um mundo novo. Por isso, raiada a aurora,  meus olhos, virgens de curiosidade, sorveram as mais agrestes paisagens, como se fossem já os Campos Elísios.

O longo percurso, entre Castela e o País Basco, foi um passeio fugaz, mas divertido.  A estrada  até Hendaye era a espinha dorsal de Castela. Nos cumes da fria Sanábria, senti-me trepar por cima das  rijas costelas de Espanha até penetrar nas gargantas estreitas dos Pirinéus . Estes erguiam-se altivos  à minha volta, roçando as nuvens com as esquinas dos ombros.

Eis a fronteira de Hendaye. Carros e camionetas, cheios de gente, parados. Homens fardados entravam e saiam dos autocarros. Eu tremia de medo.

Estávamos na década de setenta, do século passado. As fronteiras eram vigiadas à lupa. Sem "carta de trabalho e residência" a França era um destino  apertado. As ordens eram repatriar o "turista" que não levasse dinheiro, ou não apresentasse justificação aceitável. Eu, prevenido, levava uns francos  para disfarçar de turista.

- 300 francs?! Mais c`est très peu, jeune homme! - Implicou o polícia.

-  Mais...je... vais chez ma... soeur...Ma…soeur travaille à Paris - Justifiquei, tremendo.

-  Bon, suis-moi.

Fiquei pálido. Só percebi a ordem do polícia, pelo gesto imperativo que lhe vi fazer com a mão. O meu coração pulava, pulava… O passaporte tremia-me na mão descontrolada.  Atarantado, a pensar no pior, segui o polícia. Entrámos num gabinete. A mão do agente deambulou pela secretária. Depois abriu uma gaveta e voltou a fechá-la. Abriu outra... Lá estava o que procurava.

Segurou com a mão direita  num pequeno carimbo. Abriu o passaporte  e , de um golpe, fixou a sentença:

" Visiteur temporaire".

O carimbo assustava… era  vermelho, e advertia que não podia estar em solo francês mais que três meses.

 

FCR

 

 

 

 

 

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às 21:02

Cortinas de fumo

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

A NEGOCIATA DAS EÓLICAS 

(Um dia destes, as nossas serras levantam voo de tanta ventoinha que lá andam a pôr!
São as eólicas, um tipo de energia renovável que tem por detrás poderosos interesses do grande “lobi verde”, um bando de oportunistas que se encostou ao movimento ambientalista, e quer transformar uma solução saudável em mais um modo de assaltar o erário público.
Lobi que de verde não tem nada, a não ser a cor do dinheiro com que enchem os bolsos à nossa custa!)
A energia é o futuro. Quem a controlar, controla o mundo. País que disponha dela, é independente. País que não a tenha, é escravo de quem a possuir.

foto

No meio da sarilhada em que nos meteram as políticas energéticas das últimas décadas, com recente relevo para a absurda privatização da EDP e para a inenarrável entrega da REN em mãos privadas (uma tontearia do tamanho da nossa ignorância) há sempre alguém que se aproveita da complexidade da matéria, para, de uma forma matreira, se colar a movimentos sérios no intuito de sempre: ganhar dinheiro. O movimento sério a que me refiro, é o movimento ambientalista, também conhecido por “verde”, que segue valores de proteção patrimonial e de não degradação do meio ambiente, que todos devemos respeitar se queremos um planeta onde se possa viver amanhã. Os tais “sempre alguém”, são os oportunistas do costume, que em tudo encontram maneira de fabricar capital, de preferência à custa do erário público, onde ele “pinga” com mais certeza e segurança. E é esta gente das eólicas que, colando-se ao movimento ambientalista como a lapa ao rochedo, nos quer continuar a atirar areia para os olhos e a viver à custa dos 30 e tal% que arrecadam na fatura que a EDP nos cobra. 

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às 19:09

Ainda a propósito do Jornal

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

 

 Gostaria de saber:

 

 1.  Quem deseja receber o jornal pelo correio todos os meses?

 2.  Quem concorda que o jornal seja um meio de angariação de fundos para a Associação, pagando por ele um pouco acima do custo. Isto é, estando nós a pagar por 30 jornais, 34,80 euros, cada um custa-nos uns cêntimos mais que 1,oo euro. Logo, só adquirindo cada um de nós o seu jornal por pelo menos 1,50 euros é que seria um meio de  angariação de fundos, embora quase insignificante. 

 3. Se houver outras ideias, venham elas.

 4. Concordam com os conteúdos que têm saído no jornal, ou não? Aceitam-se sugestões e colaborações de toda a gente, seja por que meio de comunicação for.

 

FCR

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às 17:39

João Ferreira - A história do Joaquim

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12
           A HISTORIA CONTADA NO BLOG, PELO AMIGO AGOSTINHO RODRIGUES, ULTRAPASSOU FRONTEIRAS E FOI MOTIVO DE ALEGRIA , PARA UMA FAMÍLIA PARADENSE
 
Parabéns Agostinho, viestes dar uma grande alegria, à família do Joaquim, ao recordares uma passagem de muitos anos atrás, entre ti, Joaquim e o Zé Manuel.
No dia 28 de Fevereiro, fui a Parada fazer um pequeno trabalho e encontrei o Cândido cunhado do Joaquim e contei-lhe a história que eu tinha lido no BLOG de Parada.
No dia 01 de Março, fui de novo a Parada, e encontrei de novo o Cândido e ele disse-me que a história que eu lhe contara, fora lida por uma filha do Joaquim, que está na França, que gostou tanto do que leu, que imediatamente tirou  uma fotocópia e a enviou para o pai. Que, quando o Joaquim recebeu a carta e a leu, que ele ficara tão radiante,  que até as lágrimas lhe vieram aos olhos. Passados 2 minutos encontro o Joaquim e ele confirmou tudo aquilo e ainda naquele momento se via a alegria no rosto dele.
Por vezes são pequenas coisas que fazem as pessoas felizes. Parabéns também às pessoas, que em boa hora, criaram o BLOG de Parada.
Aqui está um pequeno exemplo, da grande importância deste veio de comunicação, que muita boa gente tarda em lhe atribuir o verdadeiro valor, que ele merece.
 
Para todos os amigos
Um grande abraço
 
João Ferreira

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às 17:19

Homo-loucuras - Isto é mesmo verdade!

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

Kevin Brann sujou o carro-patrulha em que foi levado para a esquadra

Provocou acidente com cinco vezes mais álcool do que o limite legal

EUA: Condutor alcoolizado tinha vibrador no ânus

Um automobilista norte-americano que chocou contra a traseira de outro automóvel estava a ser detido por ter cinco vezes mais álcool no sangue do que o limite legal no estado da Florida quando o agente descobriu que o homem de 41 anos estava a usar um vibrador anal.

Por:L.R.

 

 

 

"O detido tinha um vibrador anal inserido no recto", escreveu o agente no boletim de ocorrência após o acidente ocorrido às 11h20 de 24 de Fevereiro.

O automobilista Kevin Brann, de 41 anos, terá removido o acessório sexual quando já se encontrava no banco traseiro do carro-patrulha que o estava a levar à esquadra, acabando por defecar no assento.

Quando os agentes da polícia chegaram ao local do acidente constataram que Kevin Brann tresandava a álcool e não conseguia falar normalmente, tendo mesmo dificuldade em manter os olhos abertos.

Está agora acusado de condução sob efeito de álcool e vai responder pelos danos no outro automóvel. Quanto à condução enquanto utilizava acessório sexual, não há notícia de que seja crime.

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às 15:37

Famílias: O ramo dos Cunhas de Gouvães

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12
António Cunha  -  meu avô materno, irmão da minha Tia Avó, Ana Cunha - terá falecido na Argentina, na década de cinquenta.  Era casado com Maria da Conceição Dias ( de Zimão) - ou Maria Geralda, como era conhecida ( minha avó materna).
 Tiveram quatro filhos: Avelina Dias Cunha ( minha mãe), Manuel Augusto Dias , conhecido como Manuel Geraldo, Diva da Conceição Fernandes, e Inês Fernandes.
Inês Fernandes casou em Gouvães e teve três filhos: Avelino Fernandes Alves, António Fernandes Alves, e Maria Teresa Fernandes Alves.
É com estas fotos onde estão o António Fernandes Alves ( Um dos meus primos de Gouvães ), nosso associado ( juntamente com a Amélia, de Cidadelha), actual presidente da Junta de Gouvães, e os dois filhos, Nuno e Roberto, que ilustro este texto de família.
Espero completá-lo com fotos dos outros familiares de Gouvães que aqui não aparecem, nomeadamente, o Avelino, a Teresa e os filhos.
FCR

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às 15:26

Agostinho Rodrigues

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

 

«O JOSÉ BONITO E A “CARRIÇA”»

 

Já se falou muito do Zé neste Blogue e da sempre sua boa disposição de rir e fazer rir. De facto o José era possuidor desse dom.

Mas, a história que eu aqui vou narrar passou-se da seguinte forma: certo domingo, eu e o José, tínhamos combinado ir ao cinema a Vila Pouca. Estava tudo acertado para, a seguir à ceia, como se dizia naqueles tempos, nos pormos a caminho.

Mas a certa altura diz o Zé:

-Eu a pé não vou!.

-Então como é que vamos fazer? Respondi eu.

 Diz-me o Zé:

- Vais andando até aos canastros que eu vou buscar a carriça à corte do Ti Manuel Taberneiro.

A carriça era a égua do Sr. Manuel. Tentei desencorajá-lo de ele fazer isso. Como ele estava um pouco animado, não fez caso nenhum do que eu lhe dizia e lá foi ele à corte buscar a dita carriça para irmos a cavalo para Vila Pouca. Se bem o pensou – melhor o fez. Vai daí, entra na corte onde estava a carriça, tira-a cá para fora. Naquele espaço de tempo, o Sr. Manuel apercebendo-se de que algo estranho se estava a passar – grita para a mulher, “ ó Maria!… Estão a roubar a égua!”.

 Põem-se a pé, vêm cá para fora e começam a gritar que os ciganos estavam a roubar a  carriça. O Zé, já com a égua em mão, monta a cavalo nela e põe-se a galope, mas, ao chegar entre as casas do Sr. Antoninho Segurelho e Sr. Palmira Rendeira, ia passando por cima do Sr. Domingos Faria, que, no momento, ia a caminho de casa, e, assustado, gritou – “isto é o diabo ou quê?”.

 Como não podia deixar de ser, o pessoal ali do fundo do povo, ao ouvir gritos – acorreu em auxílio procurando saber do que é que se tratava. Inteirados dos factos, muniram-se de estadulhos, forquilhas e outros objectos e vieram a correr para os canastros para apanhar o ladrão. O Zé em vez de ter vindo logo para baixo, ainda foi dar umas corridas até à capela dos Santos. Quando vinha ter comigo à Cruz, já tinha o cerco montado para ser apanhado nos canastros. Apercebendo-se disso, o Zé larga a carriça, salta para a Eira dos Ferreiros, daí para as braldamilhas, batocos e, só foi parar à ponte do caminho-de-ferro, onde eu fui dar com ele a lavar as botas e as calças no rio por se ter sujado todo ao correr por aquelas lameiras abaixo. Eu, vendo-o correr, fui ao encontro dele. Aí chegado, foi então que ele me pôs ao corrente de tudo o que se tinha passado. Dali até Vila Pouca, foi um fartote de rir com o amigo Zé.

Já em plana cessão de cinema, quando nos lembrávamos da peripécia, ríamos que nem perdidos, ao ponto de levarmos também a rir as pessoas que estavam ao nosso lado, que se riam só por nos verem a rir. O José era de facto uma pessoa muito bem-humorada e bom companheiro da farra.

Lá – onde estás, és sempre recordado como bom companheiro.

Um abraço para todos os Paradenses e amigos deste Blogue.

Agostinho Rodrigues

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às 14:55

Abílio Pires Ribeiro e Arlindo Pires Ribeiro -Irmãos ainda e sempre nas nossas memórias

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

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às 14:20

JORNAL DA ASSOCIAÇÃO, Fevereiro 2012, página 2

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

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às 12:54

É como na política em Portugal - À primeira quem quer cai, à segunda cai quem quer ( Infelizmente, houve segunda )

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

 

Schettino entrou com velocidade elevada num porto alemão

Comandante do Costa Concordia já tinha provocado um acidente em 2010

02.03.2012 - 22:51 Por PÚBLICO

Schettino garantiu não ter sido notificado de qualquer infracçãoSchettino garantiu não ter sido notificado de qualquer infracção (Reuters)
 Francesco Schettino, o comandante do navio Costa Corcordia que naufragou a 13 de Janeiro ao largo da ilha italiana de Giglio, teve um acidente em 2010 ao entrar num porto alemão a grande velocidade.

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às 12:44

Dizem que o "Anjo de Braunschweig" pode ser um milionário do BPN a expiar o pecado do roubo

por cunha ribeiro, Sábado, 03.03.12

 

“Anjo de Braunschweig” já ajudou várias organizações

Benfeitor misterioso distribuiu 200 mil euros numa cidade alemã

02.03.2012 - 22:01 Por Isabel Gorjão

Várias organizações, ou mesmo famílias, receberam envelopes com pelo menos 10 mil eurosVárias organizações, ou mesmo famílias, receberam envelopes com pelo menos 10 mil euros (Daniel Roland/AFP)
 Deixou um envelope com 10 mil euros à porta de uma organização que dá comida aos sem-abrigo, outro tanto debaixo do tapete de um hospício. Já distribuiu cerca de 200 mil euros, chamam-lhe o “Anjo de Braunschweig” mas ninguém sabe quem é.

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às 12:31

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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