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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Depois de recorrer ao Supremo, irá recorrer a São Maximiliano

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 09.03.12

 

Ou à TAP, para o levar para o Brasil...

 

Falo de Carlos Cruz, que já terá uma imagem de São Maximiliano Kolbe, o padroeiro dos presos, na sua residência.

 

CR

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às 23:54

Paulo Portas existe?

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 09.03.12

 

 JORNALISTA: Dr Paulo Portas, o Sr faz parte deste governo?

 P.P.: - Claro! Está a duvidar?

 JORNALISTA: Eu, não, Sr Dr. Só estou a perguntar. Mas, já agora, é Ministro de quê?

 P.P. - Não sabe? É um jornalista mal informado... Eu sou Ministro dos Negócios Estrangeiros!

 JORNALISTA: Ah... Bom! Então deve ser por isso que ninguém o vê.

 

 

 CR

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às 23:24

Querido, vou-te nomear... Agora, que estás nomeado, vou demitir-te...

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 09.03.12

Ana Manso demitiu o marido do hospital onde trabalha

 

por Ana Maia - Hoje

 

Ana Manso, diretora da Unidade Local de Saúde da Guarda, demitiu o marido "em nome da transparência", dois dias depois de ter revelado que este tinha sido nomeado para ser auditor interno da unidade por ela dirigida. A ex-deputada do PSD tinha nomeado o marido, Ricardo Pires Manso, para auditor interno da Unidade Local de Saúde (ULS) Guarda, dirigida atualmente por Ana Manso. O despacho do conselho de administração foi publicado dia 7 deste mês e de imediato gerou polémica. Apesar de ter defendido a nomeação, referindo que Ricardo Manso é administrador de carreira, com mais de 30 anos de profissão, através de comunicado, a ex-deputada recuou na decisão e decidiu demitir o marido. "Para assegurar todos os critérios de transparência que se exigem a uma instituição e a dirigentes de cargos públicos, a designação do administrador hospitalar Francisco Pires Manso como auditor interno da ULS Guarda foi hoje revertida, embora a sua designação tenha cumprido escrupulosamente os requisitos legais", explicou a responsável numa nota, a que o DN teve acesso.

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às 23:13

É perfeitamente compreensível. Sem a Caixa geral de depósitos, o País não existiria

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 09.03.12

Regime de adaptação

Finanças confirmam que CGD não corta salários este ano

09.03.2012 - 17:59 Por Raquel Almeida Correia

 (Foto: Filipe Arruda/Arquivo)
Tal como o PÚBLICO avançou esta semana, o banco público teve direito a um regime de excepção, confirmou hoje a tutela, depois de ter dito que não tinha ainda tomado uma decisão.

A CGD vai manter os salários dos seus trabalhadores intactos este ano, tal como acontecerá com a TAP. Estas serão as duas empresas públicas com regimes de adaptação aos cortes previstos no Orçamento do Estado (OE) para 2012.

Depois de o PÚBLICO ter noticiado que o banco público tinha pago os salários de Janeiro e de Fevereiro na íntegra, as Finanças começaram por dizer que “não havia uma decisão do Governo”. Mas hoje a tutela acabou por confirmar que concedeu um regime de excepção ao grupo. E que a decisão já foi inclusivamente tomada em Janeiro.

“O Ministério das Finanças autorizou, em Janeiro, a CGD a fazer adaptações às regras do OE”, respondeu o Ministério das Finanças ao PÚBLICO, depois de ter sido questionado terça-feira e hoje sobre o tema.
De acordo com a tutela, o banco público será obrigado a eliminar os subsídios de férias e de Natal e terá de atingir “os mesmos objectivos de poupança em termos de custos com pessoal”, tal como estará previsto para a TAP.

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às 22:39

Por terras do Vouga

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 09.03.12

Eram talvez doze garfos bem afiados. As mesas dispostas em U numa sala antiga agora moderna e acolhedora. Ao lado, as cozinheiras, de touca branca, enchiam magníficas travessas de argila, com iguarias do outro mundo.

Veio o presunto, de porco preto, os torresmos, a orelheira cortada em pequenos pedaços, e os primeiros copos de um tinto espirituoso escolhido pela casa.

Chegaram as conversas dos homens, e as gargalhadas.

Veio o cabrito e a vitela assados no forno de lenha; o arroz na caçarola magnificamente aloirado;

Chegou a política, o futebol, e até as mulheres ( salvo seja).

Veio a sobremesa:  fruta às rodelas,  bolos saborosíssimos, pudim caseiro.

Saímos para um alpendre fantástico. Veio o café.

O horizonte vasto, verde, exuberante, era um autêntico fresco das terras do Vouga, que escorria ao fundo.

No ar pairavam cheiros de essências de alecrim,  alfazema,  hortelã, e  salva.

Por trás, uma simpática aldeia, de ruas estreitas e tortuosas, onde os regatos se esgueiram por entre pequenas hortas, em caxoeira.

A Escola Primária, toda em pedra, já era. Agora, recuperada, é  sede de uma associação cultural.

Não se come em lado nenhum como naquele lugar. Algures junto ao Vouga, em cima do "avental" de uma pequena mas bela aldeia do interior português.

 

FCR

 

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às 18:57


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