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Sargento Lima Coelho - uma voz oportuna e de bom senso

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 12.03.12

Sargentos contra excepções nos cortes salariais na função pública

  • Áudio Lima Coelho critica excepções
Associação de sargentos afirma que os militares não gostam de “ser a excepção” e apenas querem “ser tratados como os demais cidadãos”.
12-03-2012 20:17

 

A Associação Nacional de Sargentos (ANS), que convocou novo encontro nacional para 26 de Maio, critica os sucessivos anúncios de excepção no corte dos salários na função pública.

“Não se aceita este regime de excepcionalidades, que mais não é do que, no mesmo espaço, criar filhos e enteados”, refere Lima Coelho, dirigente da ANS, em declarações àRenascença.

Os sargentos criticam decisões recentes do Governo, que autorizou a TAP e a Caixa Geral de Depósitos a não cortarem os salários dos seus trabalhadores, ao invés do que se verifica para a generalidade da função pública.

Lima Coelho afirma que os militares não gostam de “ser a excepção” e apenas querem “ser tratados como os demais cidadãos”.

“Aquilo que está aqui em causa é que se o esforço é para ser feito por todos os portugueses, este 'todos' tem que ser efectivamente com letra muito grande”, sublinha Lima Coelho.

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às 22:38

Continuo a pensar que este seria um bom caminho

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 12.03.12
Arquivo Notícias do Douro: Edição de 15-01-2010
SECÇÃO: Opinião

O QUINTO PODER (I)

Com tantos exemplos de mau exercício dos vários poderes a sucederem-se no dia a dia noticioso, fácil é demonstrar que faz falta um “quinto poder”, no sistema político, para que este país possa ser melhor governado.

Como se tem constatado, é o chamado “quarto poder” (jornais, rádio e televisão) que melhor investiga, escrutina, desata, e publica alguns dos "nós cegos" que os poderosos nos dão. Sem o quarto poder o povo nunca viria a saber metade da missa.
Os actos censuráveis desses “senhores” ficariam para sempre arquivados na gaveta comum do esquecimento.
O mesmo é dizer que nenhum crime cometido por essa “espécie protegida” de gente viria a ser descoberto, porque quem os poderia revelar pertence à mesma seita criminosa (E as “comadres” raramente se zangam … quando as mãos se sujaram na mesma lama…).
Mas, os crimes, esses desconhecidos, lá se vão descobrindo, graças ao labor de um fragmento mais irrequieto do quarto poder.
E, quando os criminosos são obrigados a sair da “toca”, perseguidos pela “imprensa doninha” (o sector mais acutilante da imprensa), é curioso ver os criminosos suspeitos com aquele rosto (que é, afinal, uma máscara) de angélicas criaturas, moralmente exemplares, de virgens honradas.(Alguns chegam mesmo a jurar, chorando, que nada fizeram de mal…).
E se os seus parceiros os vêem chorar, vêm logo dizer que é perseguição política; que a justiça exagera; que os códigos estão errados; que urge mudá-los de fio a pavio.
E o povo, que leva com os códigos, todos os dias,  na "nuca", fica a ouvir a “sarjeta moral do país” a palrar.
E só não interrompem porque ainda acreditam que a honra é irmã do poder e da glória…
Porém, não sendo punidos, os criminosos sentem-se livres e chafurdam cada vez mais na lama do crime.
E, embora isto pareça um problema exclusivo de tribunais, ou de justiça, em boa verdade, não o tem sido. Como todos vamos sabendo, os tribunais, nuns casos não podem, e noutros, não querem, resolver os grandes problemas criados pelas grandes personalidades do grande poder.
O que isto revela é que os poderes (inscritos na Constituição da República) não estão, há muito, a funcionar de harmonia com os objectivos com que foram criados. A engrenagem está gasta ou mal oleada.
E a verdade é que é no seio desses poderes que os maiores criminosos têm crescido, por aí encontrarem o alimento alarve da sua cobiça; é, justamente, aí que eles semeiam e colhem os frutos do crime económico, da corrupção e do tráfico de influências.
Muito embora me esforce, por norma, a resistir aos cantos de sereia das utopias, julgo que o “quinto poder” não é nenhuma quimera, porque é um sonho cuja realização é plausível, e praticável.
Devo esclarecer que não concebo o “quinto poder”, como alguns o concebem, descrevendo-o como a expressão tentacular do “poder económico”.
E portanto como um poder que ensombra os outros poderes. Um poder negativo.
É que, a meu ver, o poder económico não é um contra-poder, como o era, na sua pureza original, o poder da comunicação social.
Um poder que possa ser contrapeso dos excessos dos poderes previstos na constituição - eis o que deve ser o quinto poder.
O poder económico, o que é se não um poder cada vez mais asfixiante nas sociedades modernas?
Um poder maligno e prejudicial? Um poder que se intromete e tece uma teia à volta  dos outros poderes para os asfixiar, adulterando a sua missão? E o pior é que o poder económico aperfeiçoou o uso da máscara para atingir os seus objectivos.
Se lhe abrem a porta, ele entra, pedindo licença, de forma muito polida… mas nunca mais dali sai.
É que o poder económico parece tão cavalheiro que engana o mais prevenido anfitrião.
O poder económico não é bruto. É até muito ( por vezes exageradamente) “bem-educado”, e insinuante. Por isso não arromba portas para penetrar nos gabinetes dos poderosos. Prefere substituí-las, a expensas próprias, tirar um cópia da chave, antes de entregar o original, para, quando for oportuno, entrar livremente, sem ter de sacudir os pés no tapete.
O poder económico é tão hábil e diplomático que atravessa com enorme à vontade os átrios dos tribunais, “invadindo” processos para alterar decisões; é tão astuto e manhoso que “se instala”, com permanente desfaçatez, nas poltronas dos gabinetes da Assembleia Legislativa; é tão ardiloso e matreiro que, prestavelmente, “colabora”com os deputados no fabrico interesseiro de certas leis ou decretos.
Já poucos duvidam que ele penetra, como em sua própria casa, nos gabinetes dos ministérios, pedindo a chancela dos Srs Ministros (e/ou secretários de Estado), para que o “diploma”seja assinado depressa.
E em Belém? Que faz o poder económico quando precisa de persuadir o Sr Presidente?
Serão os seus “aposentos” inacessíveis ao poder económico? Um pouco mais difícil, talvez. Agora impossível, é que não. Mais difícil, porque o Presidente da República é bem mais escrutinável. Basta que se traduzam bem as suas atitudes para se perceber se ele está a favorecer alguém.
A verdade é que não é necessário recuar muito tempo para surpreendermos o poder económico em flagrante delito, junto da instância maior da Nação.
Jorge Sampaio, que deixou Belém com imagem de “santo”, devia, antes, ter saído com imagem de “anjinho”. Muito provavelmente terá sido o poder económico-financeiro, através do seu máximo representante, João Salgueiro, que lhe terá dito ao ouvido:
“ Sr Presidente, é a única saída… Com “ Santana” no poder, é a nossa desgraça…”.
E, já com Sampaio semi-convencido, o último, e decisivo, argumento:
“…É a bancarrota!”.
Poucos anos mais tarde vimos o que aconteceu com os bancos… Sem Santana no poder…
E foi assim, liminarmente assim, que Jorge Sampaio (depois de uma pequena lavagem ao cérebro feita pelo patrão da finança) mandou Santana às urtigas, sem o deixar aquecer o lugar.
Ora, se Sampaio, em vez de ouvir os patrões da alta finança, ouvisse os donos do saber e do bom senso, talvez não precipitasse a queda do governo PSD/CDS que, por mais que se especule, nunca se provou estar a afundar o país. (Crise grave se a houve, foi já com Sócrates, e com a sucessão).
Ora, é justamente para resolver problemas de má governação (levada a cabo por governos corruptos e irresponsáveis) que o Quinto poder faz sentido ao sistema político. Um órgão plural que tenha, ele sim, ao seu alcance, essa bomba atómica chamada “dissolução da Assembleia”. E não um homem só (o Presidente da República) facilmente influenciável por uma corporação ou duas… Como se viu.
Num país com cerca de dez milhões de pessoas, parece provável que exista, pelo menos, meia dúzia de cidadãos, não apenas competentes, nas várias áreas do saber, mas também rigorosos no cumprimento dos valores sociais indiscutíveis, como o da justiça, da liberdade, e igualdade.
E que órgão seria esse? Mais um conjunto de vaidades a exercer um poder oligárquico? Um grupo de anciãos reformados, ou amigos dos donos dos outros poderes, género “conselheiros de estado”?
Não. Seria um órgão composto de figuras que pela vida fora se revelaram indiscutível e consensualmente competentes nas várias áreas que formam a estrutura dos vários poderes. Os mais capazes cientificamente, e os melhores na aplicação prática desses saberes. Mas seria sobretudo um órgão moralmente sem mácula. Não se pretende com isto dizer que tivéssemos de os ter visto ir à missa e à comunhão ao domingo. Mas sim que essas pessoas seriam donas de um historial de defesa intransigente das medidas sociais mais justas e coerentes; de um bom senso à prova de bala; e de uma incontestabilidade nacional quase unânime.
Lembrava aqui pessoas como João Cravinho, Ramalho eanes,  Guilherme de Oliveira Martins. Mas há mais gente desta envergadura.
CR

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às 22:02

Este senhor não percebe nada de emigração! Eldorado?! Não vê que os emigrantes só ganharam dinheiro porque trabalharam muito.

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 12.03.12

Europa já não é "El Dourado" para emigrantes portugueses

O deputado social-democrata Carlos Gonçalves disse esta segunda-feira que os países europeus deixaram de ser "o El Dorado", considerando que o facto de o país estar mais atento à emigração pode favorecer o esclarecimento a quem quer sair de Portugal.

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às 20:55

Esta decisão só peca por ser tardia

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 12.03.12

Estado

Juízes processam Governo Sócrates

Juízes fazem queixa contra má utilização de dinheiros públicos de ex-governantes.

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às 20:37

Este Blog reprova toda e qualquer crítica encoberta no anonimato. Seja ela dirigida a quem for

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 12.03.12

 

 O Sr Presidente da Junta da Parada de Aguiar, Nelson Dias, como pessoa, merece-me todo o respeito. É um ser humano como qualquer outro, por isso deve ser salvaguardada a sua honra, e a sua dignidade.

 Quando critico,  nunca é a pessoa que eu critico. É o político. Ou seja, uma certa circunstância pessoal na vida de alguém, neste caso a circunstância ocasional de Nelson Dias exercer as funções de Presidente da Junta da Freguesia da terra onde nasci.

 Nelson Dias é Presidente da Junta da Freguesia de Soutelo. Como o próprio gosta de sublinhar, é-o por vontade da maioria do povo que foi votar.

 Contudo, quem está na política corre o risco da crítica. Quem não quer ser criticado pelo que faz na política não seja político. É seu dever aceitar as críticas que lhe fazem com urbanidade e respeito. Se as acha injustas deve expressá-lo como os outros expressam. Publicamente. Para que também sejam apreciadas as suas razões, se as tiver.

 Há trabalho positivo feito pelo Presidente da Junta, sem qualquer dúvida. E eu já o disse por escrito uma vez, pelo menos. Mas, também há, a meu ver,  trabalho negativo. E este, em minha opinião, é mais expressivo do que aquele.

 Já o fui apontando. Mas o que mais me impressionou até agora pela negativa foi o absoluto desinteresse que tem dedicado à actividade  cultural da aldeia onde nasceu. ( salva-se a sua actividade todos os anos pelo carnaval, no leilão).

 

FCR

 

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às 19:39

Foto tirada aquando da Inauguração da Capela

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 12.03.12

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às 16:47

Aí está o homem de novo sem opinião em questões fundamentais

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 12.03.12

 

 

Presidência

Cavaco recusa comentar regimes de excepção da TAP e CGD

12.03.2012 - 13:49

“O Presidente da República não deve comentar em público decisões concretas do Governo”,“O Presidente da República não deve comentar em público decisões concretas do Governo”, (Daniel Rocha)
 O Presidente da República escusou-se esta segunda-feira a comentar os regimes de excepção da TAP e da CGD aos cortes salariais, argumentando que é ao Governo que compete executar a política geral do país.

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às 14:24

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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