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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Família Chaves - Felizmente, dos ecos à realidade

por cunha ribeiro, Terça-feira, 01.05.12
 
 Voltei a este texto - de 30 de Junho de 2010 - escrito  por um dos NETOS do Sr MANUEL CHAVES. Sem ainda ter a certeza de qual dos netos se trata, julgo que não me enganarei muito se disser que o seu nome é JOSÉ ANTÓNIO (...) CHAVES.
 Julgo que é filho de FRANCISCO JOSÉ SANTOS CHAVES que, com os seus irmãos, todos ( menos um) estará connosco, em Parada, no dia 19 de Agosto. 
 Reli-o e senti um sopro de alma desta família ilustre da nossa aldeia.
 Gostei ainda mais do que antes. Acho que lhe apanhei mais ressonâncias. Senti que o passado afinal é presente quando quer ser futuro.
Francisco Cunha Ribeiro
Permitam então que o relembre:
 
"ECOS DA FAMÍLIA CHAVES



Anónimo, deixou um comentário ao post PESSOAS DA NOSSA MEMÓRIA - O SR MANUELZINHO às 18:13, 2010-06-30.

Comentário:
Caro Senhor Cunha Ribeiro

 

Antes de mais peço-lhe desculpa por invadir este seu espaço, que em alguns textos se torna um pouco de todos nós, aqueles a quem Parada de Aguiar marcou e faz parte da sua memória pessoal e familiar. E assim lendo-os avivamos memórias, matamos saudades e relembra-mos sítios, momentos e locais onde fomos felizes. Acredite que os descendentes de Manuel Chaves, não abandonaram a nossa (permita-me o uso deste termo) Parada, eu que nunca lá vivi apenas passando períodos de férias, visito-a várias vezes, e se passar na zona do vale de Aguiar é certo que subo até ao largo da nossa aldeia. Manuel Chaves ainda bem jovem emigrou para o Brasil, seguindo já uma tradição familiar, voltou com alguns proveitos e investiu, e no momento certo investiu em minério, produto que á data era altamente rentável. Mas aquele homem enorme, forte, sério mas com um sorriso sonoro e franco, tinha um sonho … E o sonho de sua vida era voltar à sua terra natal, onde tudo investiu o que amealhou e o que herdou, o que tinha e não tinha, e como todos bem sabemos eram tempos em que os Portugueses viviam do seu esforço e da sua arte, não como agora em que basta ter os contactos necessários e os subsídios “choverão” em catadupa, não havendo qualquer risco pessoal. Arrastou com seu sonho, pessoas que ele amava, que tinham outros horizontes e vontades na vida, uma mulher doce que não fazia a mínima ideia onde ficava Trás-os-Montes e o acompanhou toda a sua vida, mas o chamamento de Parada foi mesmo mais forte As arvores que abanando davam frutos, não eram nem são as arvores Transmontanas, porque falamos de uma Terra cultivada e preservada por gente que luta contra as adversidades físicas dos terrenos onde cultiva, o tempo que castiga, e o constante abandono por parte de quem governando devia cuidar de todo o rectângulo que é Portugal. Mas também é assim que se talha em cada Transmontano, um Homem, simples, forte, lutador e honesto e em que o seu amor à Terra que é sua, é enorme. E o grande legado que Manuel Chaves entregou a seus descendentes, é esse … O Amor a Parada de Aguiar, o carinho, a ternura que todos expressamos sempre se fala de Parada, e sabe bem meu caro quão é difícil obter noticias da “nossa Aldeia”, … felizmente agora vamos socorrendo-nos de seus textos para matar saudades e saber alguma novidades …. E acredite que mais que as casas, as terras, os animais, são as memórias presentes de Parada que mais nos alegram, cada um de nós seguiu seu caminho, vivemos espalhados entre vários países, mas aquilo que mais une, mesmo para além do nome Chaves de que nos orgulhamos, são as memórias, as recordações, e o sentimento de “Casa Comum” que é para nós Parada de Aguiar. Se Parada não fez de meu Avô um homem rico, fez dele um homem feliz por viver os seus sonhos, em sua Terra e com suas gentes Este texto, não é a qualquer titulo reivindicativo, (até porque o texto sobre meu avô foi publicado em Abril/2010 e por mim lido e relido nessa altura) apenas é de agradecimento pelo seu trabalho por Parada, que V.Exa desenvolve através de seu Blog … e por nos ajudar a matar saudades desta Terra que mesmo à distância sentimos um pouco como “nossa” . Um sentido Obrigado

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às 23:01

Ninguém faz nada pela Casa da Escola?

por cunha ribeiro, Terça-feira, 01.05.12

   A Escola Primária de Parada de Aguiar ( ainda lhe dou este nome porque acho que é o que lhe assenta melhor) não tem o mesmo estatuto jurídico da quase totalidade das escolas do mesmo tipo que foram construídas no nosso país.

   Estas, que foram edificadas pelo Estado, e têm um perfil arquitectónico entre elas muito semelhante, são património nacional; Aquela - a Escola Primária de Parada do Corgo - foi obra de um benemérito que a ofereceu ( doou) ao povo desta aldeia. E porque foi doada por uma pessoa particular à aldeia, trata-se, salvo melhor opinião, de um bem particular. Mesmo pertencendo, como efectivamente pertence, a  uma colectividade de pessoas que é o povo de Parada do Corgo. Portanto, o Edifício e o terreno adjacente ( logradouro, ou recreio) onde agora irá funcionar o denominado "Albergue de Santiago" é um bem comum de toda a população desta aldeia.

   Como bem comum que é não pode ter sido, nem vir a ser, alienado ( vendido ) sem a autorização expressa e formal de todos os paradenses.        Assim acontece com todos os bens que pertencem em comum a várias pessoas. Uma casa de herança, por exemplo,  pertencente uma dezena de herdeiros, só pode ser vendida com a autorização de todos, ou seja, dos DEZ herdeiros.

  Que me conste ninguém do povo de Parada passou procuração a quem quer que seja para a Casa da Escola ser vendida ou doada à Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar. Logo, qualquer indivíduo maior e capaz, natural  de Parada de Aguiar, poderá pedir a declaração de nulidade da eventual aquisição da Escola pela Câmara Municipal de Vila Pouca.  Aquisição essa que - a ter existido - é inválida e ineficaz.

 

NOTA:

 

Ouvi dizer ao meu pai, Arlindo Ribeiro, que ele (e os outros intervenientes - entre eles, o Asdrúbal - que se empenharam no alargamento do caminho, que agora tem o nome de Rua Dr Abílio Ribeiro), tiveram grande dificuldade em dar continuidade a esse alargamento, naquele pequeno troço entre a casa do João Freitas e a antiga Eira da Sra Georgina Moutinha, onde agora construiu o Dr José Carlos. E só foi devidamente alargado  tempos depois quando já sem a sua intervenção, essas dificuldades se ultrapassarem.

  O Manuel Almeida decidiu, há uns anos atrás - quando estava na Junta (ou no Conselho directivo) - que a ponte de pedra sita na Estrada Municipal de Parada do Corgo, no atravessamento do Rio Corgo,  poderia ficar sem as pedras laterais, sem qualquer prejuízo para ninguém, utilizando-as noutro local público, (Creio que em S. Pedro) em benefício do Povo. Porém, quando lançou  mãos à obra foi impedido de avançar com o projecto, voltando tudo à estaca zero.

  Pois bem, será que agora, perante a invasão camarária da escola de Parada, não há ninguém preocupado em travar esta investida? Para mim, bem mais grave que os exemplos dados atrás?


FCR

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às 01:02

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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