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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Por um socialismo ético e moderno em Portugal

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 18.05.12

 O ideal socialista deve, a meu ver, potenciar uma ambição colectiva, promovendo o tripé de valores que fundaram a democracia - a liberdade, a igualdade, e a solidariedade.

 Todos os governos socialistas devem promover a ética  individual e organizacional,  a transparência nas decisões e no funcionamento de todos os organismos do Estado,  e a eficácia na acção.

 É necessário acarinhar quem se sinta impelido para servir as comunidades locais, regionais, e nacionais, e desencorajar quem  apenas se quer servir delas.

 É urgente lutar pela modernização e pelo progresso comuns, para sentirmos que todos são beneficiários do que é produzido por todos.

 É preciso apoiar e reconhecer o esforço  daqueles que têm como prioridade o bem comum, e não o dinheiro, a riqueza, e o poder individuais. Os que lutam por uma missão e não por uma carreira.

A Direita é especialista em criar tensão, e medo. A esquerda democrática não deve temer esta “estratégia da tensão “ propondo uma nova ordem política  através de uma estratégia de esperança.  Só o socialismo democrático  pode garantir a tranquilidade e a paz social. Só ele é capaz de transmitir confiança quando a direita inquieta e perturba.

Os socialistas sabem que por trás desta estratégia de inquietação e pressão da direita há injustiças que minam a liberdade e a solidariedade.

A direita é o triunfo do capitalismo e a derrota da democracia.  O capitalismo  é o egoísmo vestido de gala por alfaiates vestidos de ganga.  É o paraíso migrante  do dinheiro sem rasto.

Façamos do socialismo não um partido mas uma moral social, com um catecismo de vida, que ensina a trabalhar com dignidade, a conviver com lealdade, a viver em fraternidade. 

O Socialismo democrático não se pode deixar guiar pela intuição de uma única personalidade, ou de um grupo de personalidades,  por mais talento político que tenham.  É o contrato, ou programa, que deve estar no centro das atenções. Feito com inteligência, sensibilidade, e realismo. Sem desvios nem intenções que exorbitem da matriz socialista travejada nos valores da liberdade, da igualdade, e fraternidade.

 

 FCR

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às 23:35

O Ti Ilídio Serrista

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 18.05.12

 Picture

foto retirada do Blog " SERRADOR"

 

  Em Parada do Corgo, houve um homem que se destacou pela  profissão que exerceu. Chamava-se Ilídio Serrista. Um nome obviamente ligado à profissão - Serrador, como acontecia com outros nomes e outras profissões, na aldeia.

  O Ti Ilídio Serrista era um homem de estatura média-baixa, magro, e, se bem me lembro, algo curvado nos ombros. Talvez por efeito do seu trabalho diário.

  Este homem trabalhou várias vezes em casa dos meus pais. Levava com ele uma espécie de cavalete, onde era colocado um toro para serrar. Marcava a linha, por onde serrava, com um fio molhado numa tinta natural, fabricada ali no momento, com cinza de palha molhada. O fio prenhe daquele líquido escuro, era depois esticado ao longo do tronco a serrar.

 Auxiliado por um ajudante, ( no caso,  meu pai), o fio era preso pelos dois nas extremidades. Seguia-se um ligeiro esticar do mesmo para cima, e, de repente, era libertado. Com a pressão  tocava no tronco com força, deixando uma linha preta que orientava o percurso da serra. Esta era puxada em cima do cavalete pelo ti Ilídio, e por baixo, pelo meu pai - ajudante da ocasião.

 Julgo que foi o ti Ilídio Serrista o serrador da maioria dos caibros da casa onde cresci.

  Uma boa razão para o recordar.

 

Francisco Cunha Ribeiro

  

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às 20:03

António Cândido - Olhar de Fora

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 18.05.12

 

É frequente ouvir dizer que o governo na pessoa do Primeiro Ministro, se tem alinhado politicamente com as posições de Berlim.

Pelo menos é esse o sentimento que reina em alguma classe política, e muito mais nos partidos de esquerda em Portugal. Penso eu, que o bom relacionamento com a Alemanha, só trás vantagens para o nosso pais, visto estarmos encostados ou alinhados a uma nação poderosa e rica, que tem sido um pilar da construção europeia.

Lá diz o ditado, se não podes com eles, junta-te a eles. Logo a seguir á revolução do 25 de Abril muitos foram os políticos portugueses, que viam na grande Alemanha um país amigo de Portugal, pela política expansionista e liberal democrática do então chanceller Will Brandt.

Mário Soares, o então político em ascensão de maior prestígio da época em Portugal, só falava bem da Alemanha e de Will Brandt, porque era o grande impulsionador da internacional socialista da época á escala mundial.

Mário Soares, que nessa altura foi mais que uma vez primeiro ministro de Portugal, dizia bem da Alemanha e da social-democracia sob a bandeira do SPD. E Portugal começava então a trilhar os caminhos novos da democracia, e dava muito jeito dizer bem, pelas grandes remessas de marcos que iam chegando para se fazer propaganda por cá. Além disso também os nossos emigrantes enchiam os cofres do estado, e tudo era a bem da nova nação. Por cá estava no auge um determinado PREC processo revolucionário em curso, e dava muito jeito dizer bem, para se abafar os ímpetos revolucionários que começavam a estar sem controlo, e nada melhor que uma boa propaganda política á moda da época.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, hoje a Alemanha é vista como inimiga, porque nos quer chupar até ao tutano, e Ângela Merkel não é de confiança, comendo até o caldo na cabeça do nosso Primeiro-ministro Passos Coelho.

São as mentiras que estão a matar a democracia, a ideologia de alguns políticos europeus muito mal preparados levou certos governos a construir défices astronómicos sem controlo, sendo exactamente por esse motivo e muitos outros, que se vive em profunda recessão e austeridade sem fim á vista. A Alemanha, a França, e outros países de triplo AAA europeus, foram os maiores contribuintes monetários da comunidade europeia para os países do sul da Europa. Não podem agora ser acusados de atarraxar a rosca por esses países terem aplicado mal a receita. Vejamos o que está a acontecer á Grécia, pelo que nos é dado saber, não há ponta por onde se pegue, houve eleições e tudo ficou pior que dantes.

A Grécia terra milenar do Olimpo e dos deuses. Tornou-se numa força pagã, que nem os partidos que tem alternado entre si, conseguem impor uma política que agrade á TROIKA. As eleições na Grécia vieram cavar um fosso profundo e um cenário de caos, onde ninguém consegue formar governo, reinando uma anarquia total. Não é nada disto, que queremos para Portugal, Deus no livre de tamanha desgraça.

Não sei se diga, ou se conte, mas tenho andado perplexo com algumas afirmações e posições de certos senhores da nossa política, que me têm deixado baralhado.

O jovem secretário do PS SEGURO, colou-se de tal forma a Hollande o recém eleito Presidente de França como seja ele o salvador de todos os males da Europa. Percebo pouco de política, mas sei o suficiente para perceber que Portugal e os Portugueses, pouco ou nada vão ganhar com a chegada deste socialista ao Eliseu.

Hollande tomou posse como Presidente da república Francesa, e nós, temos o dever de lhe desejar as maiores virtudes no comando desta grande nação, mas também sabemos que as dificuldades que lhe estão reservadas não auguram nada de bom.

No que toca ao tratado orçamental e a sua disciplina orçamental, nada pode fazer, porque já está tudo consagrado no pacto de estabilidade e crescimento, seja ele bom ou mau.

O tratado sobre a estabilidade, e coordenação e governação da união económica e monetária obriga os países signatários a não ultrapassar um défice de 0,5 do produto interno bruto.

O défice estrutural é, como sabemos o défice orçamental de um país caso não tivesse ciclos económicos altos e baixos, e neste caso a França não se apresenta nada bem.

Não se está a ver que Ângela Merkel dobre a cerviz, para fazer a vontade a Hollande, e às promessas que ele fez aos franceses que não vai poder cumprir. Mário Soares, aquele senhor que á cinco anos concorreu a presidente da república, e teve 14 por cento dos votos, não para de surpreender, Agora exorta SEGURO e o PS a cortar com a TROIKA e muito mais coisas, será que ele Mário Soares já não se lembra que viveu debaixo da pata do FMI e todos os Portugueses lhe deram apoio ou já se esqueceu disso.

Aqui e ali, em alguns países europeus tem havido eleições, e os socialistas vão emergindo de uma certa letargia ou invernação, para onde tinham sido empurrados, logo, se apresentam com remédio para todos os males, e poções milagrosas para resolver os problemas de toda a gente, á boa maneira socialista. Depois é o que se vê, metem o socialismo na gaveta, arrepiando caminho pela via mais fácil, triturando tudo que aparece pela frente.

No plano interno português, muita problemática tem surgido em redor da reforma autárquica, onde os partidos que apoiam o governo só partem pedra, e pregam no deserto, porque os partidos da oposição não querem ser responsabilizados, e muito menos ouvir falar em mudar. È claro que toda a gente quer continuar a mandar na sua quinta nós percebemos bem isso.

A mobilidade na administração pública está a fazer correr muita tinta, porque se diz á boca cheia que se for aprovada muita gente não alinhada com o poder central,” vai imperar a lógica” quem não é por mim, é contra mim, e nesse caso mais tarde ou mais cedo leva uns patins

Outro assunto que tem andado constantemente nos jornais, é a tão falada espionagem feita por quem, e para quem. Continuamos a ser uma verdadeira república das bananas, aquilo que tem que estar ao serviço da nação, está ao serviço de um grupo de amigos, que vão passando informações para quem paga melhor, é de facto uma vergonha.

Sempre que o nosso Primeiro-ministro fala sobre assuntos complicados do país, logo a indignação anda por aí á solta, porque as suas declarações são ofensivas e rascas, penso que não é bem assim, a língua Portuguesa continua a ser traiçoeira, e depois cada um dá a interpretação que melhor lhe convêm, não é por acaso que em português se tiram as piores notas, isso também diz muito.

Como qualquer Paradense que se preze, também eu tenho uma opinião sobre o destino da escola onde aprendi a ler e a escrever, logo quando for oportuno escreverei sobre isso.

 Um abraço a todos os amigos de Parada e deste Blog

António Cândido---LISBOA

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às 17:58

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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