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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


LIVRO - UM MUSEU ONDE TUDO PODE CABER

por cunha ribeiro, Domingo, 30.09.12

 

NA MINHA MEMÓRIA

SÓ HÁ UMA ALDEIA

QUE ME FAZ FELIZ,

 MAS A SUA HISTÓRIA

É ÁRVORE QUE ESCONDE

A SUA RAIZ

 

QUEM DE LONGE A FITA

VÊ-A COM PRAZER

PORQUE  É BONITA,

MAS AO VÊ-LA ASSIM

NÃO TEM A CERTEZA

DA SUA BELEZA

 

TEM PRESSA EM SABER

DO QUE NELA EXISTE,

DE QUEM LÁ VIVEU?

SÓ HÁ UM  CAMINHO:

FAZER POR MORRER

E SUBIR AO CÉU.

 

LÁ ENCONTRARÁ

QUEM  CÁ JÁ NÃO ESTÁ,

E LHE EXPLICARÁ

TUDO O QUE CÁ HÁ.

 

CR

 

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às 18:34

ESTA É A GRANDE VERDADE

por cunha ribeiro, Domingo, 30.09.12

 

DITA POR UM PATRÃO DEVERIA TER AINDA MAIS FORÇA

 

CR


 

 

I Fórum Empresarial do Algarve

Soares dos Santos: "Quem ganha menos de 500 euros não tem vontade de trabalhar"

30.09.2012 - 15:34 Por Lusa

Alexandre Soares dos Santos recebeu o prémio “Life Time Achievement" no AlgarveAlexandre Soares dos Santos recebeu o prémio “Life Time Achievement" no Algarve (Nuno Ferreira Santos)
 O presidente do Grupo Jerónimo Martins, Alexandre Soares dos Santos, declarou-se este domingo “violentamente contra” a política dos baixos salários dentro das empresas, porque “uma pessoa que ganha menos de 500 euros não tem vontade nenhuma de ir trabalhar”.

“Os baixos salários não resolvem situação nenhuma e as pessoas não têm vontade nenhuma para ir trabalhar para receber menos de 500 euros depois dos impostos”, disse aos jornalistas, à margem do I Fórum Empresarial do Algarve, que terminou este domingo em Vilamoura. 

Sobre a política salarial da função pública, lamentou que, neste momento, “seja preciso reduzir a despesa de um dia para o outro”, e defendeu que a única folga são os salários, num contexto, disse, “em que 80 por cento das despesas do Estado são salários”. 

“Eu não gosto, mas vamos pôr toda a gente na rua em nome do Estado?”, questionou. 

Alexandre Soares dos Santos – que recebeu o prémio “Life Time Achievement” durante a sessão de encerramento do Fórum Empresarial do Algarve –, criticou os políticos “porque estão longe da realidade”. O horizonte dos empresários, disse, “são vários anos”, mas e o dos políticos “são as próximas eleições”.

Soares dos Santos sustentou ainda que “esta história de só termos empresas públicas, só dá prejuízo”, porque os privados “têm que dar satisfações aos accionistas”. 

No rescaldo das declarações de António Borges, que chamou de "ignorantes" os empresários que contestaram as alterações que o Governo queria fazer à taxa social única (TSU), Soares dos Santos criticou não só o consultor do executivo para as privatizações, como também a reacção do presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), António Saraiva, que disse em resposta que a maioria das empresas portuguesas também não contrataria António Borges.

“Vamos ter respeito por um homem que foi director do FMI, não é um tipo qualquer”, disse Alexandre Soares dos Santos, em declarações aos jornalistas à margem da sessão de encerramento do Fórum Empresarial do Algarve, em Vilamoura. 

Sobre as declarações de António Borges, observou que “foi infeliz” mas “a gente às vezes somos infelizes porque aquece ou houve alguma coisa que nos irritou no momento”. 

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às 17:03

PAIRA NA ATMOSFERA AGUIARENSE O CHEIRO A ELEIÇÕES MUNICIPAIS

por cunha ribeiro, Domingo, 30.09.12
 E ÀS DECISÕES DEMAGÓGICAS ( TAXA DE IMI), SEGUIR-SE-ÃO OBRAS DEMAGÓGICAS, EM CERTAS ALDEIAS.
 ESPEREMOS P`RA VER.
 
 
Deputados aprovam nova taxa IMI
Deputados aprovam nova taxa IMI

Em reunião de Assembleia Municipal de Vila Pouca de Aguiar, que decorreu a 28 de setembro, os deputados aprovaram por unanimidade as taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis com a sua fixação para 2013.

Neste sentido, a proposta aprovada em plenário é de aplicar a taxa mínima agora fixada em 0,3 para os prédios avaliados e de 0,7 para os prédios não avaliados. Esta decisão vem de encontro às pretensões do executivo que, segundo o presidente da Câmara Municipal, Domingos Dias, decidiu «manter as taxas para não agravar» os encargos das pessoas. De referir ainda que o concelho de Vila Pouca de Aguiar pode aplicar estas taxas mínimas porque não está integrado no programa de apoio local estabelecido no âmbito do memorando da troika.

Além deste ponto (o terceiro), nesta reunião foram ainda aprovados por unanimidade o pedido de renúncia de mandato de Liliana Almeida, os compromissos plurianuais no âmbito do quartel dos bombeiros e o regulamento para a instalação da atividade apícola no concelho.

A abertura de concurso para um técnico de serviço social e o lançamento da derrama foram pontos aprovados pela maioria dos deputados municipais. Ainda nesta reunião, o presidente da Câmara esclareceu os deputados sobre reuniões com o ministério da justiça (relativa ao mapa judiciário), com a empresa de prospeção de ouro em Jales (sobre o plano de trabalhos e contrapartidas para o concelho), com a REFER (devido à diminuição substancial das rendas da ciclovia) e com a Direção Geral de Geologia e Energia (assinatura de protocolo que atribui à autarquia direitos de exploração das águas no Cardal, para efeitos termais e de comercialização). Domingos Dias esclareceu ainda o público sobre vários assuntos (pavilhão, arborização ou sinalética em Pedras Salgadas). Todos os deputados participaram num momento simbólico pelo falecimento da esposa de Mário Pinto, que preside à Freguesia de Parada de Monteiros.

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às 11:54

INTERROGAÇÕES SOBRE OS SUBSÍDIOS DA CÂMARA DE VILA POUCA ÀS ASSOCIAÇÕES CULTURAIS E RECREATIVAS

por cunha ribeiro, Domingo, 30.09.12

 

Em minha opinião os critérios escolhidos para a distribuição de subsídios às associações do Concelho não permitem que estas sejam criativas ao não reconhecerem qualquer  mérito a actividades inovadoras, ou inabituais neste tipo de associações. 

Eu pergunto:  Terá mais valor realizar uma desfolhada tradicional,  ou criar um jornal que fale dos costumes e tradições de uma aldeia?

 Será mais valioso trazer à  terra onde nasceram as pessoas que labutam há anos fora da sua aldeia, ou realizar um passeio a pé por um sítio onde somos obrigados a passar ( um trilho desenhado por duas ou três pessoas) para termos direito a um subsídio?

 E a investigação das raízes culturais de uma aldeia, onde está valorizada?  Mostrem-me onde e como algum responsável autárquico se preocupou  em incentivar uma associação do seu concelho a escrever um livro sobre as raízes culturais da sua aldeia?

 

CR

 

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às 00:05

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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