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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


FALTA DE AMOR

por Francisco Gomes, Terça-feira, 23.10.12

           No dia 22 de Agosto, encontrava-me em Vila Pouca de Aguiar, resolvi comprar o Diário de Notícias e me deparei com uma notícia estarrecedora, desumana e aviltante: dizia que na cidade de Lisboa, 3.500 (três mil e quinhentos) idosos foram abandonados nos corredores dos hospitais e nos jardins da capital. Triste noticia: querem ausentá-los mas eles não se ausentam. Colocam-nos nos jardins públicos para mostrarem à sociedade que são pesos mortos, inúteis e desprezíveis. Mas, não são nada disso! São verdadeiros poços de sabedoria e recordações vivas do nosso passado recente.

          Os velhos sofrem com dores no corpo, mas sofrem muito mais com as dores na alma, provocadas pelo abandono e pelo desprezo. Estes velhos conduziram  este País. Construiram estradas, monumentos, pontes e prédios, abriram ruas e avenidas, construíram barragens, furaram montanhas, impulsionaram a construção naval, abriram ferrovias, colocaram trilhos. Faziam a cultura, plantavam e colhiam, faziam as vindimas, produziram alimentos para nós. São os nossos avós, os nossos pais, estes velhos de que estamos a falar.

          Como é ingrata esta geração, procura eliminar aquilo que não serve para mais nada. Hoje eles abandonam os velhos, amanhã os abandonados serão eles próprios, porque o tempo não  perdoa em sua marcha destentora. Hoje és filho, amanhã pai serás, aquilo que tu fizeres, tu o encontrarás.

          Se este Pais não tem  lugar para velhos, triste será o seu destino. Um povo sem passado é um povo sem memória, que é um povo sem identidade.

          A regressão dos sentimentos humanos é impulsionada pelos novos modelos económicos que culpa os idosos pelas crises financeiras que acontecem em vários países. O desprezo pelos velhos vem impulsionado pela falta de amor, pelas injustiças de não dar valor aquilo que já foi construído. Remover os velhos do convívio social, praticar o aborto e a eutanásia, já são os reflexos da degradação da família e da falta de amor ao próximo, no limiar do século  XXI.

          Jogar fora os velhos, abandoná-los em "lares" que são verdadeiras caricaturas, deixá-los nos corredores dos hospitais ou nos bancos dos jardins, é uma autêntica desumanidade provocada por uma sociedade sem carácter e sem fé.

          Remover os velhos do nosso convívio e do nosso carinho, é remover-nos a nós mesmos, é falta total de dignidade humana, e princípios morais e humanos. Estão a extorquir tudo dos velhos, os direitos aquilo  que fizeram e negando os valores que nos ensinaram  e nos legaram.

          Queridos velhos, tudo vos pertence mas nada querem vos dar. Reclamai vossos direitos, pois vós sois a memória viva, tendes vosso lugar garantido neste pais, no meio desta sociedade ingrata e desumana.

         Os governantes querem eliminar os velhos, pois precisam da mixaria que eles ganham, para poderem usurpar.

 

Abraços para os seguidores do Blogue .............

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 22:41

RESPOSTA A JOSÉ EDUARDO

por cunha ribeiro, Terça-feira, 23.10.12

 

 

Caro José Eduardo,

 

O  Autor do texto  -  que com toda a evidência  se chama  Francisco Cunha Ribeiro – não concorda com o que o Autor do comentário – obviamente, José Eduardo Quinteiro – diz, em grande parte deste.

Vejamos então o que tem a dizer o Autor do texto:

1º. Não  acha que tenha deturpado qualquer “situação” .

2º. Mas já acha que a oposição também se pode fazer fora das reuniões de Câmara, nomeadamente na rádio, nos jornais, na televisão ( por que não na TV Aguiarense, que aproveito para saudar), e mesmo na blogosfera.

3º. Não entende o que significa “trabalho isento”. “Isento” de quê? Se puder responder, agradeço.

4º. Quanto às atas , tenho visto algumas, sim senhor, mas é também porque o Site da Câmara as publica, pois no “Site do P.S”, não se vê nada.  Por as ter visto  -  e opinado sobre o conteúdo de uma delas - tive, como deve saber, um certo PSD à perna.

5º. Sim, é claro que há trabalho –  e, várias vezes, bom trabalho - da vereação socialista. Mas como diria a minha avó, “ perda fôra”  se não houvesse. Quem é vereador não tem que “verear”? 

6º  Diz que os Munícipes não ficariam nada contentes com o “cabeçalho” escrito pelo o Autor do texto, para logo a seguir dizer  que – e cito: “ infelizmente, está correcto”?!  Não entendi o paradoxo..

7º. Lamento o 4-3. Pode ser que para a próxima seja ao contrário ( 3-4).

8º. Quanto à fantasiada “falta de coragem”, será que o Autor do comentário se está a ver ao espelho? Ou foi só um descuido?

9º. Sobre a diferença do que chama  "notícias" ( a do Blog e a do Mensagens) não vejo  que haja uma especial diferença no seu conteúdo para tentar ver numa,  a noite ou as estrelas, e noutra, o dia ou o sol.

 

Saudações amistosas

 

Francisco Cunha Ribeiro ( Também Autor deste texto)

 

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às 19:27

CRISE NA RELAÇÃO

por cunha ribeiro, Terça-feira, 23.10.12

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às 15:19

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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