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PARADA DO CORGO

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A DESUNIÃO EM PARADA

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 12.11.12

          

 

Não queria escrever sobre este assunto, pois só em pensar, me sinto mal. Mas, como não quero pecar pela omissão, resolvi também dar o meu parecer.

          Quando em junho de 2008 visitei Parada, depois de uma longa ausência de 58 anos, eu estava muito preocupado. Em Parada, só conhecia o João Ribeiro e o José Campos, em Lisboa, conhecia a minha prima Manuela e o Agostinho, isto porque estas pessoas estiveram no Brasil. Fui acompanhado da minha irmã Laurinda, que conhecia muita gente. Isso era para mim alguma tranquilidade. Mas a minha preocupação era saber como as pessoas iriam me receber, afinal eu era um estranho no ninho. Cheguei no dia 5 de junho, assisti à festa de São Pedro, passei dias maravilhosos, de recordação e grandes amigos que consegui cativar. Voltei no dia  4  de julho, com muita saudade e vontade de voltar.

          Em janeiro de 2009, o meu primo Chico e a esposa, acompanhados da Manuela e do Agostinho, também estiveram no Brasil. Com muita alegria, conheci também o Chico e a Olimpia . Algum tempo depois, por intermédio do Chico, do João e do André, conheci o Blog de Parada. Foi para mim uma grande novidade, a partir de então, eu tinha à minha disposição as notícias e as novidades da minha aldeia querida. Comecei a acompanhar e a dar os meus palpites. O Chico me falou, se eu tivesse alguma coisa para publicar, mandasse para ele que ele publicava. Eu que sempre gostei muito de escrever, tornei-me escritor assíduo do Blog. Até hoje, já foram publicados 88 escritos de minha autoria. Com isso, consegui uma quantidade grande de amigos virtuais, não só em Portugal como também no estrangeiro.

          Em agosto de 2012 resolvi voltar a Parada. Agora, com motivos muito especiais. Tinha os amigos de 2008 e aqueles virtuais que gostaria de conhecer pessoalmente. Neste mes, no dia 19, acontecia a reunião da Associação o Prazer da Memória, cujo trabalho já admirava e me tornara sócio. Muitas pessoas que eu já conhecia virtualmente, estariam nessa reunião. Por isso, cheguei muito eufórico e feliz, no dia 11 de agosto.

          Chegou o dia da festa, tudo bem programado. Ajudei na arrumação e com muito orgulho fiz a saudação aos Emigrantes, dos quais eu era um deles, talvez o mais idoso. Durante a festa, senti a ausência das pessoas da aldeia, e comecei a indagar porque não participavam. Alguns dias depois, fui indagando  e a resposta que me deram, é que não haviam sido convidados.

Diante de tais argumentos fiquei sem resposta, mas senti a falsidade das respostas, quando alguns dias depois, fui convidado a participar da festa da aldeia, no largo da Cuscarreira. Senti que esta festa era uma resposta á do dia 19. Com a coração partido, eu assisti às duas festas e senti que uma não tinha nada a ver com a outra.

          Não conseguia acreditar naquilo que via e sentia, constatei com muita tristeza, que havia uma desunião na aldeia de Parada. Uma aldeia tão pequena, mas tão grande em emoção, não podia estar dividida, mas estava. Fui informado que no próximo ano, as duas festas seriam no mesmo dia. Deus queira que tal não aconteça, porque assim, não terei coragem de participar de nenhuma.

           Vou voltar a este assunto, vou escrever pessoalmente a cada amigo. Para mim, todos tem razão, mas ninguém tem razão.

Nada justifica a falta de amor e de reconhecimento de muitas pessoas, que talvez estejam movidas por ideias retrógradas ou interesses mesquinhos. Não aceito semelhante desunião. Uma aldeia tão querida e tão dividida, certamente não chegará a lugar nenhum.

           Quanto maior forem as divisões, maiores serão os fracassos. Só a união faz a força. Um povo unido, jamais será vencido.

            Que Deus perdoe a todos, quanto mais desgarrado estiver o rebanho, maior será o estrago dos lobos.

 

Abraços e Compreensão para todos.  

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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às 21:40
editado por cunha ribeiro às 23:08

Em Busca da Unidade Perdida

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 12.11.12

 

Ninguém, nesta vida, tem o dom da plenitude, em nada. Se Deus é fonte de controvérsia, como não o seriam os homens.

Como tenho consciência desta verdade, não me constrangem as críticas àquilo que escrevo. Tenho até alguma pena que elas não venham directas, ainda efervescentes, ao meu encontro, para eu as poder entender e, se possível, contrariar. Nenhuma crítica séria e frontal me aborrece. O que me entristece é não poder desmascará-las, quando encobrem a raiva, ou escondem a inveja.

O que escrevo, asseguro-vos, tenta sempre sondar a verdade. Digo, expressamente, “tenta”, por saber que da verdade sei pouco, embora procure saber sempre mais.

É quase tão difícil alcançar a verdade como conseguir harmonia no interior de um grupo. E quanto mais vasto é o grupo, maior é a dificuldade.

Porém, não é impossível que tal aconteça. Nenhuma emoção é tão forte como aquela que faz vibrar multidões. Se um clube alcança uma vitória importante sabemos o resultado – milhares de pessoas juntas festejam essa vitória, em apoteose. Se um país vence uma competição muito importante – milhões de pessoas cantam o hino em êxtase.

Infelizmente, só o fenómeno desportivo parece levar os homens à vivência grupal das emoções.

O homem não é um primata cujas únicas fontes de prazer são a comida, a bebida, e o sexo. Nem é como o cão, ou o gato que para além desses prazeres, também se compraz no jogo e na preguiça.

O homem também se emociona com a música, também se alegra com as artes.

 

( cont.)

 

FCR

 

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às 20:31

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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