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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Afinal o G.P.S. não é aquilo que se usa nos carros?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12

 

 Eu a julgar que o GPS era um instrumento de orientação topográfica de massas ... e afinal é um instrumento  de  orientação escolar das " massas".

 

 

 CR

 

Dinheiros Públicos, Vícios Privados

“São colégios privados, totalmente financiados pelo estado, ou seja, pagos por todos nós. Só este ano receberam de financiamento, qualquer coisa como 25 milhões de euros. Foram construídos de Norte a Sul do país, onde supostamente, as escolas públicas já não podiam receber mais alunos. Mas, na realidade o que uma equipa da
TVI encontrou no terreno é completamente diferente. Fomos encontrar escolas públicas subaproveitadas, com salas vazias, à espera de alunos que foram transferidos para os colégios privados. O «Repórter TVI» mostra-lhe também um retrato do que se passa nesses colégios, com professores a serem ameaçados de despedimento, denúncias de manipulação de notas, professores que se sujeitam a humilhações. Ao todo são 26 colégios, todos do Grupo GPS, que tem como consultores, deputados e Ex-Secretários de Estado que depois de deixarem o cargo, passaram a trabalhar para o grupo. «Dinheiros Públicos, Vícios Privados» é uma reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Gonçalo Prego e montagem de Miguel Freitas”.

 

Do Blog, Arlindo

 

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às 21:54

A Formatura do Caio no Blog Parada de Aguiar

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12

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às 17:22

Para Pinto da Costa há COPOS e há TAÇAS

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12

 

 Quem ainda nao percebeu que o F.C. do Porto se está maribando para as  "tacinhas" cá do "burgo" deve andar a dormir.

 O ano passado o Benfica perdeu quase tudo porquê?  Será porque quis ganhar tudo?

 

CR

 

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às 16:37

O Joãozinho volta a Escrever - Desta vez ao Pai Natal

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12

 

 Querido Pai Natal,

 

Eu sei que, infelizmente, estamos em crise, por isso não te vou chatear com pedidos que não me podes satisfazer.  A minha dúvida é se onde tu moras também há crise. É que ouvi dizer que no país onde tu moras não há crise quase nenhuma. Se for esse o caso traz-me bastantes prendas que eu queria distribuí-las por uma família muito pobre - a minha.

 Se também estiveres em crise como os meus pais - que estão a ficar sem dinheiro, e por isso já me avisaram que este ano dependo exclusivamente de Ti - vê lá se castigas aqueles que nos puseram assim na miséria, e trazes as prendas todas para nós, os mais pobres. Não passes em casa deles. Eles que vão pedir para a Rua.

 Desculpa a minha crueldade, mas no Natal vou-me confessar, e peço perdão, e fica tudo resolvido entre nós.

 

 Um abraço,

 

   E não te esqueças, então, de mim.

 

Joãozinho

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às 15:20

Participe, será no Restaurante A RECTA, no Ferreirinho

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12








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às 11:53

Porta de Armas, na Casa dos Pipas, em Vidoedo

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12
 

 

 


Será que a Família Pipa -  Joaquim Pipa, esposa, filhos e netos - de Parada de Aguiar, têm alguma conexão com estas raízes genealógicas?

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às 09:40

O Presidente da Junta de Soutêlo de Aguiar, Nelson Dias, ao lado do "futuro candidato" PSD à Câmara de Vila Pouca de Aguiar

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12

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às 09:33

A FONTE DO MOURO TEM NOVO ROSTO ( O joãozinho agradece)

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12

 

Recuso-me a chamá-la de "Fonte Velha", como a designam na Revista da C.M.

Terça-feira, 30 de Novembro de 2010
A FONTE DO MOURO, pelo "Joãozinho"

O Joãozinho fez uma redacção. O tema era livre. E ele quis escrever sobre a "famosa" Fonte do Mouro, sita em Parada de Aguiar.

 

Eis a redacção:

 

 

 

A Fonte do Mouro

 

Eu gosto muito da minha aldeia. Na minha aldeia há algumas fontes. Uma  delas fica no cimo do povo, perto do tojal.

Parece uma fonte importante porque até tem umas pedras  redondas, em abóbada,  como aquelas das igrejas e outros monumentos.

Tem  dois bancos de pedra. Mas nem os bancos nem a fonte estão como eu gostava que estivessem. Eu acho que a fonte é muito bonita, só que está muita feia! Faz-me lembrar aquelas pessoas bonitas, mas que não se lavam, nem se penteiam e ficam feias por causa disso.

Dizem que é muito antiga. Mas não deve ser tão antiga como parece. Outro dia passei lá e  parecia já bastante velha!

Chamam-lhe a fonte do mouro. Mas ninguém sabe porquê. Parece que nunca ninguém escreveu nada sobre a história da minha aldeia. Por acaso eu gostava que houvesse uma biblioteca na aldeia pra eu e os meus amigos podermos ir pra lá ler e escrever e fazer outras coisas.

Eu acho que se os adultos que mandam na minha aldeia quisessem aquela fonte podia ficar muito bonita, e dar vontade às pessoas de ir visitá-la, e tirar fotografias junto dela, e assim.

 

Joãozinho

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às 09:23

“ AGOSTINHO RODRIGUES – UM MAGUSTO INESQUECÍVEL

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 03.12.12

 

Já lá vão mais de 63 anos mas, ainda tenho bem vincado na minha mente a história que aqui vou contar. Nessa altura, teria os meus 5/6 anos de idade. Ainda nem sequer tinha entrado na escola. Mas: Já estava a começar entrando na rotina dos afazeres da vida agrícola. O que se passou comigo, passou-se com outros jovens da minha geração e não só. Então, num determinado dia, o meu avô, António Joaquim Rodrigues, determinou que o meu tio Orlando e eu fôssemos com as vacas para o lameiro das Algobadas. O mesmo teria dito o Sr. Aníbal Cunha, pai do Aníbal, para que ele e, o irmão Manuel, fossem também com as vacas para as Algobadas. Também o Sr. Manuel Baldeiro teria dito ao seu filho Arnaldo, para que este fosse com as ovelhas para as Algobadas. Pois só se depreende que assim se tenha passado, visto terem-se juntado lá os três - eu e o Manuel, como simples acompanhantes. Estes matulões, todos da mesma idade, a rondarem os seus 12/13 anos de idade e já experimentados nas tarefas – o que é certo, depois de terem os gados cada um nos seus lugares – logo determinaram: - Vós, para mim e o Manuel, ficais aqui e tomais conta do gado. Nós, vamos apanhar castanhas para fazermos um magusto. Eu e o Manuel, lá ficamos cheios de medo à espera que os bragalazes aparecessem com as castanhas. Passado algum tempo, lá apareceram com os bolsos atestados e disseram: vamos fazer o magusto. Então resolveram fazê-lo no caminho ao cimo do lameiro do Aníbal. Despejaram as castanhas no chão, foram buscar lenha e toca de lhe chegar fogo para assar as mesmas. Quando já estavam assadas e abafadas com terra para arrefecerem mais depressa para mais depressa começar a dar ao dente. Entretanto, o Ti Patrício, chega ao souto e, dando por falta das castanhas e, ao ver fumo e os piratas dos rapazes, logo se apercebeu de quem tinham sido os autores da brincadeira. Vem por ali abaixo até ao ribeiro, sobe por um pequeno caminho até ao local, sem que ninguém tivesse dado pela sua presença. Quando chegou perto de nós, bate com a sachola no chão e grita: à seus malandros! Os três comparsas, desatam a fugir por ali acima como perdigotos aos saltos e, eu e Manuel, cheios de medo, começamos a chorar e a fugir também. Foi então quando o Ti Patrício gritou: ó meninos vinde cá que a vós não vos faço mal, ainda sois muito pequeninos. Aí, começamos a ficar mais tranquilos – paramos e ficamos a ver o que o homem ia fazer. De repente, lança a sachola e abre o monte da terra, começa a comer as castanhas e a meter outras no bolso, ao mesmo tempo que nos dizia para irmos comer também. Quando já estávamos juntos do Ti Patrício a comer castanhas, não é que os piratões, desatam a atirar pedras ao pobre do homem! O Ti Patrício, ao ver que eram muitas pedras - disse-nos: escondei-vos ali atrás para eles não vos darem com as pedras e foi-se embora. Os 3 da vigairada, ao verem que o homem se tinha ido embora foram-se aproximando do local, embora desconfiados, chamaram por nós a procurar saber se o velho ainda estava lá. Nós dissemos que não. Que já tinha ido embora. Quando chegaram junto do magusto, as castanhas já tinham voado com o Ti Patrício e outras já as tínhamos comido nós. Ficaram todos irritados e começaram a dizer palavrões contra o pobre do Ti Patrício.

O Ti Patrício, era um homem que vivia sozinho. Nunca me lembra ter ouvido falar se tinha família, se foi casado, se tinha filhos ou qualquer outro parentesco. Sei que vivia naquela casa que ainda hoje existe, e que está toda remodelada, junto à que foi do Ti José Maria, também amanhada, pertencente à esposa e filhos do falecido Carlos.

As únicas pessoas que iam prestando auxílio ao Ti Patrício, eram as Castiças, mãe e filha que, depois da morte dele, foram elas que tomaram conta da casa e, do tal souto, não sabendo se foi por doação, ou por compra. Mas lembro-me muito bem ter sido elas a tomar conta dos parcos haveres de que ele era possuidor.

 

Termino com um grande abraço para todos os Paradenses e amigos do Blogue de Parada de Aguiar.

 

Agostinho Rodrigues

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às 08:45

UM ESCLARECIMENTO E UM PEDIDO

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 03.12.12

          No último post eu escrevi o nome Alice como filha do Senhor Alfredo azeiteiro. De fato, o Senhor Alfredo teve duas filhas mulheres, foram a Alice e a Mabilde. A Alice sei que já é falecida, a Mabilde não sei.

          As duas filhas do Senhor Alfredo, não tiveram sorte na vida. A Alice, deveria ter vinte anos, morreu queimada. Enquanto  aquecia um lençol para a cama, ateou fogo às roupas, ainda correu para a rua, rolou na neve, que naquele dia era grande.  Foi levada para o hospital de Vila Real, mas não resistiu às  queimaduras.

         A Mabilde, numa festa de São Pedro, caiu perto dela uma bomba de foguete sem explodir. Ela apanhou a bomba e colocou-a  sobre uma pedra e com outra pedra tentou explodi-la. A bomba explodiu junto da sua mão e decepou-lhe dois dedos.

          Este esclarecimento, é porque algumas pessoas não lembram da Alice.

          Faço  um pedido:

           Todo o Paradense dotado de alguma sabedoria, precisa  abrir as janelas da inteligência para descobrir  o que representa para a aldeia a ASSOCIAÇAO O PRAZER DA MEMÓRIA. Mas, num local onde a competição social é tão acirrada, poucas pessoas se animam a desenvolver a sabedoria e a inteligência. Mas, lembrem-se que uma aldeia sem Memória é uma aldeia sem  identidade.

                                                                             

Abraços para todos

 

Agostinho Gomes Ribeiro 

 

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às 08:31
editado por cunha ribeiro às 08:40

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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