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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


E o arrogante é Mourinho?

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 10.01.13

 

 Guardiola, com um título de melhor treinador do mundo graças a uma equipa de luxo que lhe foi entregue para treinar durante alguns anos- o Barcelona - não respondeu ao cumprimento de Ronaldo, na Gala da FIFA.

 Guardiola é pequenino como a maioria dos jogadores do Barcelona. Mas teve uma oportunidade soberana  para "crescer" caso não  desprezasse Ronaldo, e não a aproveitou.

 Assim, Guardiola continuará a ser pequenino.

 

CR

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às 22:31

Os bons Restaurantes Minhotos, Segundo o Embaixador, Francisco Seixas da Costa

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 10.01.13

 

Vou ter de confirmar, Um a Um.

CR


 

 

Restaurantes do Minho

(atualização Outubro 2011)

Aqui deixo o meu guia pessoal de restaurantes do Minho.
Comecemos por onde se deve. Perto de Guimarães, em Moreira de Cónegos, está um dos melhores restaurantes do país, o São Gião. Não o conhecer é uma lacuna imperdoável. E, perto de Famalicão, está uma das melhores propostas gastronómicas do Minho, o Ferrugem.
Desçamos então o Minho, de Melgaço até à Póvoa de Varzim.
Logo em Melgaço, ir ao Panorama, sobre o mercado, é uma excelente opção, como o é a magnífica Adega do Sossego, no lugar do Peso. Não me sinto tentado a parar em Monção (o Mané já teve tempos bem melhores, embora me digam que devo experimentar o Galiza Mail'o Minho e o Sete à Sete), nem em Valença (onde o outrora interessante Monte do Faro, com caça, desapareceu. Perto, contudo, falam-me muito bem da Quinta do Prazo, que ainda não conheço).
Já em Caminha, vale a pena correr o risco da heterodoxia pessoal do Amândio ou optar pela segurança do Duque de Caminha, ambos na velha rua Direita. Mas longe vão os tempos do bacalhau do Chico, na estrada velha para o Moledo, ou do requinte do Napoléon, ainda antes da ponte. Já para não falar da saudade imensa da classissíma Pensão Rio Coura, para os lados da estação.
Uns poucos quilómetros depois, pode ir, com toda a segurança, ao Ancoradouro, no Modelo, com grandes grelhados, de peixe e carne. O Alfredo dir-lhe-á o que há de melhor, na ementa escassa mas excelente.
Logo se seguida, em Vila Praia de Âncora, a Tasca do Ibrahim dá-lhe bom peixe e, perto, o despretensioso Coral, do sorridente José, tem algum marisco e boas outras coisas do mar. Ainda não fui ao Dona Belinha, no Hotel Meira, esperando que possa estar à altura da restauração de qualidade a que este hotel nos habituou (na sua encarnação de há muitos anos).
A caminho de Viana, e ainda para bom peixe, tem um pouso forte e seguro na Mariana, em Afife, com peixe sempre de qualidade.
Viana do Castelo nunca foi uma "meca" gastronómica, mesmo no tempo (há muito ido) do bacalhau da Margarida da Praça, dos mariscos da Zefa Carqueija, da graça estival do Raio Verde ou da novidade que foi o Luziamar. Em tempos, comeu-se bem no Viana-Mar, como também aconteceu no início do Alambique, que tem a mesma origem. Mais tarde, o restaurante da estalagem Melo e Alvim ganhou um merecido nome, que conserva. E tenho grandes saudades da Pensão Freitas, do Sport e dos anos logo pós-abertura do Costa Verde. O Três Potes, sem nunca deslumbrar, já teve muito melhores dias, o Cozinha das Malheiras ainda vai tendo alguns, o Maria de Perre parece-me ter perdido um pouco a garra.

Onde se come, então, em Viana? Na cidade, o Casa d'Armas continua a ser de confiança, o Laranjeira, num registo mais simples e despretencioso, é recomendável e a Tasca do Valentim, agora com uma extensão para grelhados, no campo da Senhora da Agonia, tem sempre um bom peixe. Fora da urbe, a caminho de Ponte de Lima, aconselho o Camelo, em Santa Marta de Portuzelo.
Mais para sul, abaixo de Esposende, encontrará uma expressão marítima deste último restaurante, no fiável Camelo da Apúlia. Num ambiente curioso de velha pensão, a Rita Fangueira, em Fão, continua, há muitos anos, a ser uma opção curiosa.
À entrada da Póvoa de Varzim, uma espécie (agora) renovada de barco acolhe o sempre excelente Marinheiro, onde nunca tive uma má experiência. Dentro do casino na cidade, com sofisticação, come-se muito bem no Egoísta. Mas já é memória o antigo Costa. Se quiser ia a Vila do Conde, encontrará um bom poiso no nunca desmerecido Ramón (mas será que ainda estamos no Minho?).
Vamos agora avançar para o interior.
A caminho de Barcelos, na Pedra Furada, a Maria é um clássico sempre seguro, com uma garrafeira notável. O mesmo se diga para a Bagoeira, no centro de Barcelos, onde só não aconselho visitas nos movimentados fins-de-semana de verão. Amigos de grande credibilidade referem-me a Taberninha O Chico, em Perelhal. Um pouco mais a sul, perto de Santo Tirso, vale a pena passar por Rebordões e visitar o Cá-te-espero, com comida simples, mas de grande qualidade. Seguindo para Vila Nova de Famalicão, uma terra ainda não refeita da saudade do Íris, não se sai totalmente desencantado do histórico Tanoeiro ou, num registo bem mais popular, à vizinha Sara Barracoa. Mas se quiser sair um pouco da urbe, terá uma magnífica experiência no Ferrugem
Guimarães, que vai entrar em ano grande de "Capital Europeia da Cultura" tem, de há muito, como excelente expoente, o muito simples mas seguríssimo Florêncio, em S. Torquato, desaparecidos que foram o histórico Jordão e o estimável Virabar. Tive já uma experiência bastante aceitável no moderno PapaBoa, perto da universidade, sendo que o seu prolongamento no Histórico, tendo muita graça como espaço, fica muito aquém na culinária. Opções atuais são ainda o Café Concerto Vila Flor (uma agradável surpresa, no centro cultural com o mesmo nome) e, no Toural, o renovado Oriental, havendo quem me fale também do Solar do Arco (agora que o NYT o destacou) e no Templo da Gula.  Desconheço como anda o velho Batista, à entrada da cidade. No Nora do Zé da Curva já tive boas e más experiências, mas ainda não o visitei a sua nova morada.

Mas, voltando ao início deste post, se está por aqui, lembre-se do início deste texto e aproveite para ir ao S. Gião.
E chegamos a Braga, onde as coisas mudaram muito, desde o tempo dos desaparecidos e saudosos Narcisa e Abade de Priscos. Hoje, o Arcoense é um local magnífico, tal como o Expositor, este num estilo bem diverso. O Inácio e o Cruz Sobral continuam a ser dois clássicos de confiança. Falaram-me bem da Casa da Artes, mas ainda por lá não passei.
Em Ponte de Lima, uma bela vila que teima em não querer ser cidade, a escolha é grande. Com tempo, descubra nos arredores (porque dá algum trabalho, no caminho para a Madalena) o extraordinário Bocados, pode ir à confiança à Carvalheira, em Arcozelo (do outro lado da ponte), o belo Açude, sobre o rio, não desilude e, para o sarrabulho, tem sempre os dois vizinhos concorrentes, o Manuel Padeiro e a Encanada. O clássico Gaio também permanece em forma, tendo mudado de geografia. Mas eu ainda tenho saudades das portas de vai-e-vem da Clara Penha (quem se lembra?).
Que resta ainda do Minho?
Quem vai na estrada de Braga em direção a Chaves, no lado contrário a Póvoa do Lanhoso, encontrará o Victor, em S. João do Rei, com o seu famoso bacalhau. Mais a ocidente, na estrada que sai de Amares (onde o Milho Rei decaiu) para o Gerês (onde não se come!), é famoso o restaurante da Pousada, em Santa Maria do Bouro, com a sua mesa de doçarias (perto, havia o velho e imenso Abadia, mas perdi-lhe o rasto, há uns bons anos). Em Terras de Bouro, o Abocanhado é uma excelente opção, como o é o Torres, numa periferia de Vila Verde.
Lembremos ainda o Conselheiro, em Paredes de Coura, onde a clássica Miquelina já está longe de ser o que era. E também o já antigo Bar do Rio, em Ponte da Barca, onde me falam (embora sem grande entusiasmo) da Casa Real Fonte Velha, que ainda não conheço. Mais acima, nos Arcos de Valdevez, costumo visitar, com agrado, o Grill Costa do Vez, mas dizem-me que também se come bem no Matadouro. Em direção ao norte, no Soajo, o Espigueiro costuma ser de confiança.
É tudo quanto a minha experiência de restauração no Minho me leva a notar, complementado por apontamentos de "informadores". Não excluo que possa estar a ser injusto para algumas casas, por omissão, exigência ou mero arbítrio. Mas este é o risco de quem tem opiniões.

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às 12:00

ARLINDO PIRES RIBEIRO - Biografia

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 10.01.13



BIOGRAFIA

 

 DE

 

ARLINDO PIRES RIBEIRO


 

Por: Francisco Cunha Ribeiro ( Filho)

 

Arlindo Pires Ribeiro nasce no dia 4 de Abril do Ano de 1924, na aldeia de Parada de Aguiar, freguesia de Soutelo de Aguiar, concelho de Vila Pouca de Aguiar.

Sua mãe, Maria Deolinda Pires dos Santos, dá-o à luz quando já separada do marido (era casada com José Joaquim Fernandes Ribeiro, do qual teve três filhos: António, João, e Abílio Ribeiro).

Por circunstâncias de época, tecidas pela  necessidade de  emigrar para o Brasil,  José Pereira  - e não José Joaquim Fernandes Ribeiro - é o seu progenitor biológico.

A sua infância e juventude passa-as com a mãe, Maria Deolinda Pires, e com o seu tio, Francisco Pires. Após a dissolução do segundo casamento do ex-marido, sua mãe vai para o Brasil, levando consigo os dois filhos mais velhos.  O antigo casal, por obra do destino, volta a juntar-se.  Arlindo Pires Ribeiro fica, a partir daí, a viver com o seu tio, Francisco Pires, irmão de sua mãe. Esse seu tio deixou-lhe excelentes recordações. Nunca o deixara passar fome, apesar de os tempos serem por essa altura muito difíceis.

Vive, pois, com o tio, Francisco Pires, até ao dia em que é chamado para iniciar o cumprimento do serviço militar. A recruta é feita em Chaves.

Segue-se uma longa estadia em Macau, para onde é mobilizado juntamente com dois conterrâneos, e grandes amigos: Heitor Armando Dias, e José Rijoto. A viajem até à província portuguesa da China foi um dos acontecimentos da sua vida. Falava dela com renovado entusiasmo, relembrando, "as sopas de vinho" que comeu diariamente até ao dia do desembarque, por não gostar da ementa diária do Navio.

Cumprido o serviço militar, regressa à terra.

Pouco depois, casa com Avelina Dias Cunha. Dedica-se à agricultura durante alguns anos. Todavia, já com três filhos nascidos ( Deolinda Cunha Pires, José Manuel Cunha Pires, e Abílio da Cunha Ribeiro) decide rumar ao Brasil à procura de melhor nível de vida, corria o ano de 1954.

No Brasil, trabalha arduamente durante cerca de três anos. Regressa a Portugal, em 1956/57. Nessa breve estadia na terra natal o destino prega-lhe uma triste partida -  num dia aziago, em que cabava batatas na veiga do seu amigo, António Augusto, um pequeno seixo saltou do chão e atingiu-o em plena vista direita, deixando-o sem ela para toda a vida.

Regressa pouco depois ao Brasil,  deixando grávida a sua mulher que, em Dezembro de 1957, daria à luz o seu quarto e último filho ( Francisco Cunha Ribeiro - eu próprio).

Permanece no Brasil  mais sete anos. Porém, as saudades da família e da terra mãe trazem-no de volta, definitivamente, corria o ano de 1964.

Talvez por influência das suas viagens, e conhecimento de outras terras, sempre o povoou a ideia de mudança e progresso que o levou a ser um homem de iniciativa e acção. Em casa, nas suas terras, num tempo em que a maioria do povo cultivava milho e centeio, ele semeava bata. E,  no cultivo desta, a enxada passou, com ele, à reforma, optando pelo arado de pau, puxado por uma junta de vacas.  Por via disso, no campo, atrás do arado, que ele próprio segurava, e da junta de vacas, abundavam as saias e rareavam as boinas. Entretanto, o abundante cultivo dos batatais, sobretudo nas Lamas, exigia um armazém para arrumar as montanhas de tubérculos vindas em sacas de serapilheira de setenta quilos, em cima dos carros de bois. A casa onde vivia com a família era muito pequena e já velha. Lançou-se então na construção de uma casa, junto da antiga, no lugar onde existia um palheiro. A base de pedra ficou a cargo doTi Augusto Ferreiro. Seguiu-se o trabalho de trolha, para a qual contratou um sr. de Telões, o Sr Agostinho ( que se deslocava entre as duas aldeias de bicicleta). Meu pai terá sido o "arquitecto" que idealizou aquela casa. O sr. Agostinho era o executor desse ideal. Os filhos, sobretudo o mais velho, eram os ajudantes que carregavam baldes de massa. Uma das especialidades da construção, foi a casa de banho. Como não havia água canalizada, meu pai idealizou um pequeno tanque - certamente à moda do Brasil -  que edificou em cima da única placa que construiu, sobre a cozinha. No Verão, era muito agradável tomar banho com base naquele invento, pois o sol aquecia o "cubo" da água e tornava o banho uma delícia. De Inverno, pura e simplesmente, não funcionava.

Entretanto, enquanto derrubava, a enxadão, pá e picareta, muros nos espasadouros, e na Levada, transformando a paisagem caseira, entusiasmava e unia o povo em torno da transformação da a aldeia. A pequena capela do cimo do povo deu lugar à que hoje existe graças ao seu impulso e à preciosa colaboração de várias pessoas da aldeia que o apoiaram desde o primeiro dia, designadamente o sr. João Guarda, a sra Adelaide Segurelha, a Sra Emilinha ( irmã do Sr Manuel Chaves), o sr. João Machado, o sr. João Rijoto, e outros de quem falta fazer a história. O Largo da Cruz Carreira existe "por sua obra e graça", já que havia uma casa no centro do mesmo que saíu de lá por sua iniciativa. Por via disso, há um episódio que nunca esqueço: o Ti Augusto Ferreiro frequentava diariamente os serões lá em casa, e a dada altura deixou de aparecer. Achei estranha a ausência do Ti Augusto e quis saber das razões. Tinha sido por ele, Augusto Ferreiro, estar contra o desaparecimento da dita casa. Ainda hoje ecoa a polémica com os herdeiros dela ( nomeadamente a Tia Laurentina )que não terão estado de acordo ( e com relativa razão) - A verdade é que é inegável o proveito que daí adveio à aldeia. O Largo do Cimo do Povo ( ainda sem nome, e que, em minha opinião, deveria ter o nome da benfeitora que cedeu o espaço central onde existia uma horta que herdara - a Sra Emilinha - Freira, filha do Sr Joãozinho, e irmã do Sr. Manuel Chaves) é outro espaço que existe graças à sua insistência, com a preciosa ajuda dos paradenses já referidos acima.  O Estradão para o Viveiro só foi possível, ouvi-lho inúmeras vezes, graças à sua insistência junto do Sr Manuel Chaves que disponibilizou pelo menos uma máquina escavadora para o efeito. Julgo que também o sr Aprígio, do Conselho Directivo da altura, teve papel digno de nota nesta obra que um dia merece ser melhorada.

Foi nomeado pelas autoridades administrativas Regedor da Freguesia de Soutêlo de Aguiar, cargo que desempenhou durante alguns anos. Recordo que isso lhe deu algum trabalho, e nenhum lucro. Entre a actividade desenvolvida destaco os "sensos" realizados no ano de 1970, que tiveram lugar em sua casa, onde foi preenchida e entregue toda a documentação.

A última obra onde a sua acção foi fundamental, embora bem coadjuvado pelo Asdrúbal, ( pelo menos), foi a actual rua Dr Abílio Ribeiro. Que ele seguramente gostaria de  alargar até ao Largo do Santo.

Quis muito que o Largo da Capela se expandisse. Ninguém o quis ouvir nessa vontade, e lá continua o Largo meio amputado por uma casa que tarda em ser negociada.

Tentou sensibilizar as pessoas da aldeia para mudar o tanque do sítio onde está, chegando a oferecer terreno para o levar para lá. O povo ( algum, diga-se) não quis, e lá continua o tanque num lugar que, na verdade, não é o melhor.




( cont.)

 

NOTA: Se algum dos leitores tiver conhecimento de quem eram os familiares próximos de FRANCISCO PIRES ( que acabou por ser o PAI EFECTIVO e AFECTIVO  do meu pai), agradecia que me fizessem chegar tais informações).

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às 11:43

Não Esqueça, Todos os dias

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 10.01.13

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às 09:56

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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