Created by Watereffect.net Created by Watereffect.net

Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



BLOGUE PARADA DE AGUIAR - Mais sobre mim


Colaboradores - Clique nas fotos para aceder aos textos de cada Colaborador

ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

calendário

Janeiro 2013

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031


página de fãs


Pesquisar

 

Google Maps


Ver mapa maior

PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


ACTA DA REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012 ( 2ª parte)

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 11.01.13

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
PONTO SEIS – Orçamento Municipal para 2013 – Apreciação e deliberação. --------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Presente para apreciação e deliberação o Orçamento Municipal para 2013, que se anexa e
cuja receita e igual despesa totaliza a quantia de € 32 836 417,00 (trinta e dois milhões, oitocentos
e trinta e seis mil, quatrocentos e dezassete euros), nos termos do Decreto-Lei nº 54-
A/99, de 22 de Fevereiro que aprovou o Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias
Locais, de acordo com a Lei nº 12-A/2008, de 28 de Fevereiro. ---------------------------------
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
DELIBERADO: Aprovada por maioria, com os votos contra dos Senhores Vereadores,
José Eduardo Machado Alves de Quinteiro, Maria Guiomar Ferreira Cardoso e
Carlos Silvino Rodrigues Machado, que apresentaram a declaração de voto transcrita
no pronto anterior. ------------------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ADMINISTRAÇÃO GERAL: --------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
PONTO SETE - Criação da CIM Alto Tâmega - Apreciação e deliberação. -----------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
No âmbito do necessário ajustamento das unidades territoriais definidas no Decreto-Lei n.º
68/2008, de 14 de Abril, ao conteúdo da proposta de lei das entidades intermunicipais, é
presente uma proposta do Senhor Presidente da Câmara Municipal, que se anexa, no sentido
de ser dado parecer favorável à criação da unidade territorial do Alto Tâmega e consequentemente
a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIM-AT), bem como à criação
da NUT III do Alto Tâmega. -----------------------------------------------------------------------
Sendo aprovada é ainda proposta a sua remessa à Assembleia Municipal, para se pronunciar
e deliberar sobre a mesma, para os fins previstos na alínea m) do n°
2 do artigo 53º da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, na redação que lhe foi conferida pela
Lei n.º 5-A/2002 de 11 de Janeiro. ----------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
DELIBERADO: Aprovada, com as abstenções dos Senhores Vereadores, José
Eduardo Machado Alves de Quinteiro, Maria Guiomar Ferreira Cardoso e Carlos
Silvino Rodrigues Machado. ---------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
PONTO OITO - EHATB - Empreendimentos Hidroelétricos do Alto Tâmegae
Barroso, S.A. - Alteração de estatutos - Pedido de autorização - Apreciação e deliberação.
--------------------------------------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 14:16

COMENTE QUEM ENTENDER

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 11.01.13

Câmara apoia IPSS

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar está a apoiar as Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho com a transferência de verbas no sentido de apoiar os utentes nas diversas valências sociais, com uma prestação fixa mensal e uma prestação utente mensal.

No ano de 2012, as verbas transferidas da Câmara Municipal para as IPSS’s ascenderam os 30.500€ no âmbito de um protocolo que envolve a autarquia e o Centro Social Comunitário do Planalto de Jales (Alfarela), o Centro Social Nossa Senhora do Extremo (Tourencinho), o Centro Social Nossa Senhora de Lurdes (Pedras Salgadas), o Centro Social Paroquial Padre Sebastião Esteves (Vila Pouca de Aguiar) o Centro Social Santa Senhorinha (Vilarelho) e a Santa Casa da Misericórdia (Vila Pouca de Aguiar).

Neste sentido, tendo por base o protocolo social, o Município transfere «as comparticipações financeiras mensalmente, mediante a apresentação do mapa semestral» das instituições sociais com a informação relativa aos utentes apoiados nas valências existentes, como sejam Lar, Serviço de Apoio Domiciliário, Centro de Dia, Centro de Convívio, Creche, Jardim-de-infância e Centro de Atividades de Tempo Livre. No concelho de Vila Pouca de Aguiar, são cerca de quatrocentos os utentes que frequentam as Instituições Particulares de Solidariedade Social.

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 14:13

Manuela Guedes ( e marido ?), filha de Francisco Benedito

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 11.01.13

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 13:22

Como eu entendo este Belo Texto

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 11.01.13

 

 OS MAPAS DO MEU PAI

 

Quando eu era catraia, e com catraia quero dizer ter nove, dez anos, o meu pai levava-me a caminhar pela cidade. Arranjava um pretexto, um sítio qualquer a que tínhamos de ir, mas o verdadeiro propósito parecia ser o de que caminhássemos dezenas de quilómetros. Metíamo-nos por atalhos que ele dizia conhecer, porque o meu pai sempre acreditou que conhecia atalhos, mesmo nas cidades onde nunca tinha estado, e sempre se recusou a admitir que não fazia ideia de onde estava. Às vezes, os atalhos corriam bem, isto é, cortávamos caminho e descobríamos uma ruela nova, uma ligação insuspeita entre lugares. Outras vezes, corriam mal e acabávamos a andar muito mais do que o previsto. E outras vezes ainda, corriam muito pior e éramos perseguidos por uma matilha de cães. Na verdade, só aconteceu uma vez, e nesse dia, quando nos deparámos com uma matilha que se lançou na nossa direcção com dentes arreganhados e latidos raivosos, eu olhei para o meu pai com essa fé, tão ingénua quanto fervorosa, que as crianças sempre depositam na capacidade dos pais de resolverem todos os problemas. Num perfeito tempo de comédia, o meu pai devolveu-me o olhar, gritou:

- Corre!

E lançámo-nos a correr pela rua fora, com os cães atrás de nós, e eu não sabia se havia de ter medo (e tinha muito) ou de rir à gargalhada. Não me lembro de como nos safámos, mas nenhum dos cães nos apanhou.

Noutro dia, metemo-nos por uma dessas zonas rurais que a cidade ainda conservava, e que estava nesse momento em obras para a construção do que viria a ser um dos grandes hotéis do Porto. Era fim-de-semana, as obras estavam no início, não havia vedações, e o meu pai conhecia um atalho. Depois de andar aos saltos por entre paralelos e tijolos, e de contornar escavadoras e outras maquinarias que em nada se pareciam com as geringonças do parque infantil, acabámos a escalar um monte de terra que alguém tinha depositado justamente no meio do atalho. Fomos ter a uma sucessão de campos de lama e andámos perdidos mais de uma hora. Quando chegámos a casa da tia que íamos visitar, ela abriu a porta a uma sobrinha enlameada, com as unhas negras de terra, e esfomeada, e a um cunhado pouco disposto a dar explicações.

As caminhadas com o meu pai melhoravam a minha capacidade física, aprimoravam o meu conhecimento das ruas do Porto (por volta dos 12 anos já eu era capaz de fazer-vos uma visita guiada pelas ruelas mais ignoradas da cidade), e estimulavam a minha atenção e espírito de sobrevivência porque não era raro o meu pai esquecer-se de que me tinha ao lado. Detinha-se a ver qualquer coisa – os cabeçalhos de um jornal, alguma coisa na montra de uma loja – ou encontrava algum conhecido (e se há gente que conhece gente é o meu pai!) e esquecia-se de mim. Acabava por lembrar-se, claro, mas às vezes dois ou três quarteirões adiante. Também acontecia muitas vezes ser eu a detê-lo numa passadeira porque ele não tinha visto o sinal vermelho para os peões, ou a assinalar-lhe um buraco no passeio, uma trave mal colocada onde um transeunte distraído podia partir a cabeça, e outros perigos que ele não via.

Quando a caminhada acabava, o meu pai, com a sua particular concepção do que é uma refeição nutritiva, deixava-me pedir o que eu queria lanchar e que era sempre a mesma coisa: um cachorro com muita mostarda e uma coca-cola. Quando eu terminava, e dando cumprimento ao que ele achava ser a sua obrigação de pai atento, perguntava-me:

- Queres outro?

Eu nunca queria, mas ele perguntava sempre.

A minha mãe não sabia detalhes sobre os incidentes nas nossas caminhadas, mas suspeitava de que as condições seriam demasiado extremas para alguém da minha idade. Eu não contava detalhes porque, talvez nem seja preciso dizer, não queria que as nossas aventuras acabassem.

Depois vieram anos em que eu não queria passear com o meu pai e não passeei. E depois veio o tempo, que é ainda o de hoje, em que uma caminhada de 100 metros lhe parece interminável, e eu não tenho atalhos para oferecer-lhe.

Entretanto, percebi que a obsessão com os atalhos nada tinha a ver com o desejo de cortar caminho, porque o que ele mais gostava era de alongar esse caminho. Os atalhos correspondiam ao desejo de completar o seu mapa da cidade, um mapa pessoalíssimo como o são todos os verdadeiros mapas, porque o seu desejo era conhecer, como ninguém, a sua cidade. E como todos os homens da sua geração a quem nunca se facilitou que falassem sobre o que sentiam, que expressassem livremente os seus afectos, o meu pai sempre viu na deambulação, na construção desse mapa conjunto da nossa cidade, uma forma de falar de amor sem falar dessas coisas, de deixar-me um conjunto de memórias que haveriam de ser a base do mapa que eu mesma traçaria.

Nesta rua aconteceu isto, naquela encontrámos um velho amigo, aqui assistimos a uma situação muito caricata, naquele beco fugimos dos cães, ali discutimos sobre os meus estudos, quem era o rapaz com quem ele me apanhou no café, o que é que eu vou fazer da vida.

Agora que ele voltou a estar doente, levo-lhe livros do Germano Silva, sobre a cidade da infância dele, ou a que ele nem chegou a conhecer, e discutimos a exacta localização de um beco, a placa que ainda se vê em tal esquina, como se chamavam as escadinhas que davam para não sei onde. Temos motivos de discussão para várias horas e agarramo-nos a uma das poucas paixões que partilhamos.

Eu lanço:

- Como é que se chama aquela rua muito pequena que vai de Santo Ildefonso a Coelho Neto? É a das Oliveirinhas?

E ele responde logo com o “Nãaaaao”, muito prolongado que é tão seu.

- Nãaaaao, essa é a Travessa do Poço das Patas.

Eu sei que é, mas gosto de prolongar a discussão.

- Tens a certeza?

- Então não tenho?

E temos conversa, que é como quem diz passeio, para o resto da tarde. Não nos incomodam o ruído das máquinas, nem os enfermeiros que têm de interromper a conversa, nem distracção alguma.

 

Carla Romualdo, AVENTAR

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 09:43

NOVE Votos é muito pouco!

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 11.01.13
Na VOTAÇÃO para o Bloger do ano, estou muito mal classificado. Isso deve-se à falta de apoio de muitos dos visitantes do nosso Blog. É que as contas são fáceis de fazer: o Blog tem uma média de 80 visitantes fiéis. Logo, faltam os votos de 71 visitantes. Votem, pois o sucesso do Blog também está no vosso voto.
FCR



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:33

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


Created by Watereffect.net
Created by Watereffect.net


Comentários recentes




IMAGENS DA NOSSA TERRA

CLIQUE NA FOTO PARA ACEDER À GALERIA DE IMAGENS DE PARADA DE AGUIAR parada em ponto grande para imagem de fundo.

GENTE DA NOSSA TERRA

minha imagem para.jpg


subscrever feeds