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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


DO "COITO", DA LOMBA, E DA "CAPELA"

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.01.13

 

Já uma vez "dissertei", neste espaço, sobre o assunto. Dava, por essa altura, o meu ponto de vista, sobre  as razões que levam os circunstantes que ocupam o poder a escolher, à sua maneira,  um nome determinado para designar uma rua, ou outra via qualquer, nascidas do acaso com que se constrói ou edifica durante um mandato.  Devo dizer que o tema é fascinante, profundo, e delicado, e que muita gente o discute - mas em surdina.

Hoje mesmo testei a sensibilidade para esta temática de determinada pessoa. Não a vi discernir a razão substantiva pela qual se utilizam os antropónimos (nomes de pessoas) para sinalizar certas ruas, como é de uso e costume. Para essa pessoa - por sinal instruída - mudar o nome de uma rua trocando um nome por outro, mesmo sendo o nome de uma pessoa que estéja em causa, é compreensível. E justifica dizendo o seguinte: " Se Já ninguém conhece essa pessoa, para quê continuar o seu nome na placa da rua?". Por esta ordem de ideias, então, todos os nomes de gente falecida que não são conhecidos pela actual geração deveriam ser arrancados e substituídos por outros. Terá estado subjacente no espírito do meu interlocutor que os nomes das pessoas se utilizam nas ruas como forma de as homenagear pelo destaque (seja ele qual for) que alcançaram no panorama social em que viveram. E que só aos contemporâneos interessa essa homenagem, porque conhecem o homenageado. A isto chama-se, peço desculpa, visão curta dos fenómenos humanos. E são visões como esta que justificam atribuir nomes de pessoas, ainda vivas, a certas ruas. Não ocorreu ao meu interlocutor, nem ocorre a quem assim pensa, que homenagens a pessoas que se destacaram ao longo da vida (não ao longo de um mandato ou dois), feitas colando o seu nome na esquina de uma rua , visam fundamentalmente "imortalizar" o nome de tais pessoas.

Esta atribuição de nomes de pessoas ( antroponímia) a ruas, largos e praças dá por vezes muito que falar sobretudo a quem nunca escreve o que diz com medo das consequências. Há gente - às carradas - que não concorda com a atribuição de nomes de pessoas ainda vivas às ruas, praças, ou largos, que questiona a falta de lógica, e até de bom senso,  em glorificar a memória de um morto que ainda está vivo.

 O caso concreto do nome do Sr. Presidente da Câmara, Domingos Dias, é esclarecedor: quiseram extemporâneamente fazer de um homem uma estátua. Não erguendo-lhe um busto de bronze, mas cravando-lhe o nome na chapa. 

 Critiquei, e continuo a criticar, essa atribuição porque a acho prematura e adulatória. Devo dizer que, quando escrevi o texto sobre este tema, ainda não tinha lido o Regulamento da Câmara sobre o assunto. Agora que o li, ainda mais me convenço das razões então invocadas. Explicarei noutro artigo porquê.

 Mas o que me ocupa agora é a recente alteração toponímica verificada em algumas aldeias do nosso concelho. Numa delas, não é difícil adivinhar a motivação da mudança. De facto em Parada Monteiros o Largo do Coito, bem vistas as coisas, poderia ferir os espíritos mais ultramontanos, e pôr em causa os bons costumes das suas gentes. Por isso nada admira, que em vez de uma expressão licenciosa, ou de moral duvidosa (como “coito”, que sugere “relação sexual”, e, portanto, aquele lugar poderia dar azo às más línguas de lhe chamarem "Largo das Relações Sexuais") se tivesse optado por “Largo da Capela” ( Expressão mais  respeitosa, pois sugere  “relação espiritual”,  e portanto, "Largo onde existe a Casa de Deus"). Digamos que o profano ( coito) foi, com esta alteração, dissolvido pelo sagrado ( capela).

 

 Já outras alterações como as que mudaram os nomes de família - “Costas”, de “Rua dos Costas” - para nomes abstractos - Rua D`Além ( este, mais uma vez, com clara conotação religiosa) me parecem infundamentados, ou escolhidos à força de algum preconceito mal resolvido, pois revelam pouca sensibilidade pela história humana e social dos locais a que dizem respeito. O mesmo se diga da preferência  pelo apagamento da memória colectiva e multigeracional do nome de uma Senhora ( certamente mui respeitosa) – Carina Azevedo – passando a relevar para o futuro o nome extraordinário de  “ Rua Bairro da Lomba” ( como se a simples elevação do piso de uma rua tivesse a dignidade de uma pessoa, por pouco importante que tivesse sido a dita pessoa).

 

Mas vejamos alguns exemplos, colhidos na Acta da Reunião da CMVPA de 14 de Dezembro de 2012:



 

Localidade de Afonsim:

- Rua dos Costas passa a Rua D'Alem

- Rua Carina Azevedo passa a Rua Bairro da Lomba.



Localidade de Monteiros:

- Largo do Coito passa a Largo da Capela.

- Rua do Iteiro passa a Rua do Outeiro.



Localidade de Freixeda:

- Novo arruamento com o topónimo de Rua da Tapada.


 

Localidade de Paredes do Alvão:

- Novo arruamento com o topónimo de Rua Alto da Cervelha.


FCR

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às 22:06

OH DIABO! - MOURINHO E RONALDO "ENGALISPADOS"!?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.01.13

 

Mourinho e Ronaldo discutem no balneário

Mourinho e Cristiano Ronaldo tiveram uma acesa discussão ontem no final do jogo da Taça do Rei com o Valência (vitória merengue 2-0) avança esta quarta-feira o site espanhol ‘Sportyou’.

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às 12:34

A PROPÓSITO DE UM COMENTÁRIO NO BLOG "CHAVES" DO NOSSO FERNANDO RIBEIRO

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.01.13

 Vejam se ajudam a Senhora MARIA ( que fala de Arcossó e de Parada de Aguiar):

 

De Maria a 2 de Abril de 2012 às 13:23
Gostei imenso de saber que a terra da minha avó vem na Internet e foi bem documenta.
Agora que a descobri, venho por este meio, pedir a quem souber alguma coisa de uma familia Vilela do ano de 1890 mais ou menos. Minha avó era Maria Amélia Vilela, teve um irmão Jose André Vilela, Ana, Carminda e Estrelina. Sei que a minha avó foi para a América por volta de 1900 mais ou menos e que depois casou em Parada de Aguiar por volta de 1920.
Obrigado a quem me souber dizer alguma coisa.

 

 

De Fer.Ribeiro a 2 de Abril de 2012 às 14:44

Olá Maria

Não sei se ajuda alguma coisa mas posso deixar algumas informações. Conheço pelo menos uma família em Vidago que tem o apelido Vilela. É natural que seja da família dada a proximidade de Vidago e Arcossó. Curioso o facto de a sua avó ter casado em Parada de Aguiar pois é também a terra do meu pai. Conheço pouco a história das famílias de Parada, pois nunca lá vivi, mas sou co-autor de um blog dessa aldeia, blog que tem muita vida e participação dos naturais da aldeia. Talvez se deixar por lá um comentário alguém tivesse conhecido a sua avó e saiba mais pormenores sobre a família. O endereço do blog é http://paradadocorgo.blogs.sapo.pt

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às 11:37

A FRASE

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 16.01.13


"A relação do Presidente da Câmara Municipal com os Bombeiros é uma “sacanice”

 

Vereador José Eduardo Quinteiro, na reunião da CMVPA, de 14 de Dezembro

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às 08:36

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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