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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


MÁSCARAS NA VIDA

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 28.01.13

 

 

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), ao término do ano 2013, teremos no mundo, 200.000.000 (Duzentos milhões) de desempregados. Serão outras tantas famílias a passarem necessidade. Hoje a situação já está a ficar difícil, imagina quando chegar ao final do ano. Esta é a história de um desempregado que todos os dias procurava, de porta em porta, um lugar onde arranjasse um meio de matar a fome de sua família. Mas nada aparecia. Um dia lembrou de ir ao Zoológico, quem sabe lá não acharia alguma coisa. Também não havia nada. Quando o homem já se afastava de cabeça baixa, o responsável, o chamou, e lhe fez uma proposta. O Gorila que era a atração dos visitantes morrera há alguns dias, estava muito difícil arranjar um substituto. Se o rapaz quisesse substituir o simio, ele lhe pagava bem. Claro, que a oferta foi aceita na hora. Ali estava um meio de matar a fome de sua família. Foi providenciada uma máscara e uma fantasia, e o rapaz se transformou num autêntico gorila. E se deu muito bem. Ninguém desconfiou da improvisação. O rapaz fazia malabarismo como um autêntico macaco. Pendurava-se nas grades da cerca, subia e descia de um tronco, e comia as bananas com grande agilidade. Um dia porém, numa distração, escorregou e caiu na jaula do Leão que ficava do lado. Correu para a cerca, como não conseguiu subir, e o Leão se aproximava dele, apavorado, começou a gritar por socorro. O Leão falou então: Cala a boca, senão, os dois estamos desempregados. Máscaras na vida de tanta gente. Hoje, os seres humanos, têm necessidade de se parecer com os irracionais, para não morrerem de fome. Aqueles homens, na aparência eram animais, procuravam assim, enganar as pessoas para poderem viver. Quantas pessoas recorrem às máscaras para poderem viver, muitas vezes, a sua vida nefasta. Estamos perto do Carnaval. Muitas pessoas usam esta época, para se fantasiarem e poderem fazer aquilo que na vida real não tem coragem. É um recurso aceitável, o pior é quando cai a máscara e a pessoa não sabe o que vai dizer em casa. Debaixo de um disfarce, podemos fazer muitas coisas que a sociedade nem acredita. O pior acontece na Quarta Feira de Cinzas, quando somos obrigados a voltar à realidade. Abraços para todos os paradenses Agostinho Gomes Ribeiro

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às 22:11
editado por cunha ribeiro a 30/1/13 às 09:01

AMIZADES

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 28.01.13

 

 Eu arrisco  dizer que a amizade é tão natural como a sede, ou a fome. O problema é que  para saciar a fome ou a sede o ser humano só vai até onde a natureza lhe diz que vá , para saciar "amizades" não é bem assim.

 Há gente neste mundo que vê as amizades como se fossem bengalas para os ajudar enquanto estão mancos. E logo que se sentem recuperados atiram-nas fora.

 Esse tipo de gente - de estirpe parasitária - que se agarra aos outros apenas para lhes extorquir o que precisam, deixando-os depois, quando já saciados, à sua sorte, é uma espécie humana execrável.

Felizmente sei-me livrar muito bem dessa gente. Outros porém, mais crédulos, deixam-se ir na arte encantatória dos bragalazes, e quando descobrem a massa de que são feitos já é muito tarde.

Há uns bons anos atrás, meu pai caíu na esparrela de um fariseu dessa espécie, que se fez amigo, bastante amigo, muito amigo, amicíssimo. Conquistada a amizade,  o grande pardal  quis alargar os negócios e precisou de um fiador. Ora,  quem estava à mão de semear? O grande amigo, claro.

Uma porrada de contos que, pouco tempo depois, quando o credor percebeu a marosca,  meu pai teve de desembolsar para cobrir a fraude do "grande artista". E não fora a mulher (minha mãe) - mais matreira - simular umas compras ao mandrião, certamente veríamos em casa o caldo  ainda mais entornado.

 

FCR

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às 19:57

CONTINUAMOS INCÓGNITOS NO PORTAL DO MUNICÍPIO AGUIARENSE. POR QUE SERÁ?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 28.01.13

 


ASSOCIAÇÕES DO CONCELHO

 

Grupo Desportivo e Cultural de Vilarelho

Vilarelho

5450-298 Tresminas

Associação Desportiva, Cultural, Recreativa e Social da Freguesia de Tresminas

Tresminas

5450-296 Tresminas

 

Associação Cultural e Desportiva de Vila Meã

Rua da Escola

Vila Meã

5450-169 Bornes de Aguiar

 

Grupo Desportivo, Recreativo e Cultural de Raíz do Monte

Raíz do Monte

5450-344 Vreia de Jales

 

ACREPES- Associação Cultural Recreativa Estudantil de Pedras Salgadas

Rua de S. Martinho, nº4

Pedras Salgadas

5450-146 Bornes de Aguiar

 

Associação Cultural e Recreativa de Souto e Outeiro

Souto

5450-284 Telões

 

Banda Musical do Pontido

Pontido

5450-282 Telões

 

Associação Cultural e Recreativa “Tourencius dos Xudreiros”

Rua do Redondo, nº 6

Tourencinho

5450-287 Telões

 

ACAR - Associação Cultural Assistencial e Recreativa dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar

Rua Comendador Silva

5450-020 Vila Pouca de Aguiar

 

ACDAR – Associação Cultural Desportiva Assistencial e Recreativa de Vila Chã

Vila Chã

5450-286 Telões

 

DIAFRAGA . Associação de Fotografia de Trás - os - Montes

Praça de Camões, nº 2 a 8

5450-016 Vila Pouca de Aguiar

 

Associação Cultural Recreativa e Social do Alvão

Bairro da Coutada

5450-266 Lixa do Alvão

 

Centro Cultural e Recreativo de Bornes de Aguiar

Rua Central

5450-130 Bornes de Aguiar

 

Rancho Folclórico da Junta de Freguesia de Vila Pouca de Aguiar

Rua Eng. Fernando Seixas

5450-031 Vila Pouca de Aguiar


Rancho Folclórico de Sabroso de Aguiar

Rua Nova nº 273 A

5450-370 Sabroso de Aguiar

 

Orfeão Terras de Aguiar

A/c: Sr. João Cândido Gonçalves

Bairro de Mariais, nº 6

5450-083 Vila Pouca de Aguiar

 

AOURO – Associação de Desenvolvimento Integrado das Terras de Jales

Sede da Junta de Freguesia de Vreia de Jales

Largo da Igreja

5450-354 Vreia de Jales

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às 17:02

SE É UMA NOVELA, QUEM SÃO OS ARTISTAS?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 28.01.13

Novo quartel dos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar custa 1,5 ME

 

Vila Pouca de Aguiar, 28 jan (Lusa) -- A construção do quartel dos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar, um investimento global de 1,5 milhões de euros, vai criar melhores condições operacionais à corporação e culmina um processo polémico, criticado pelos próprios voluntários.

A consignação e o lançamento da primeira pedra da obra, que decorreu no sábado, representam, segundo o presidente da câmara, Domingos Dias, o fim de "uma novela".

A construção do novo quartel já tinha sido aprovado pelo Governo, mas o projeto não foi para a frente. Mais tarde, surgiu uma nova oportunidade no âmbito

 

Lembremos uma notícia anterior para ver como os custos variam:

 

Lusa:      
Vila Pouca de Aguiar: Quartel dos Bombeiros vai custar 955 mil euros
A Câmara de Vila Pouca de Aguiar lançou o concurso público para o quartel dos bombeiros, que vai custar 955 mil euros e deverá começar a ser construído em 2011.
O edifício a construir de raiz, numa área de cerca de 1. 200 metros quadrados, vai ter quatro pisos para aquartelar as viaturas, acolher as camaratas e implementar os serviços.
"Estamos a avançar com este equipamento porque é essencial para dar resposta aos anseios de toda a comunidade local e também ficará apto para dar apoio a uma vasta área geográfica", afirmou o presidente da autarquia, Domingos Dias.
A obra deverá estar concluída até ao final de 2012



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às 16:22

Recordar Vila Pouca

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 28.01.13
Do Blog "Retratos de Portugal"

 

Década de setenta. Colégio de Vila Pouca de Aguiar.

Soa a campainha ... Saímos da aula, aos tombos. Recreio!

Em baixo, num pequeno campo pelado, joga-se à bola. Em cima, na berma da estrada de Jales, raparigas e rapazes mais namoradeiros esgueiram-se para o parque. Outros, preferem um rápido "flirt"  no esconderijo das copas de um renque de árvores, à beira da estrada, na curva.

Circulam rumores que o professor da aula a seguir, não virá.

O Padre Agostinho acaba de passar junto de nós, no corredor. Já vai haver moral para alguns.

Cá fora, o Padre Gil, o Padre Neves, o Padre Domingos e o Dr Arcílio entram num carro vermelho. Vão ao "Moreira", tomar café.

Um quarto de hora depois... a campaínha...

"O professor não vem!" - informou a funcionária.

Ala morena! Café Central, nós os três...

O Camilo de Fontes,  Eu e o Rio Costa de Tourencinho já havíamos tomado a decisão - Jogar bilhar no Central. Pela berma esquerda da estrada, num passo jovem e largo, lá vamos nós. Do lado oposto, as árvores frondosas do parque escondem avanços, e alguns recuos subtis de "pássaros" no cio.

Aldeãos os três, a nossa amizade parecia ter raízes no húmus da terra. Uma espécie de sangue comum unia-nos: o fluido unânime das nossas vivências iguais, irmãs - gémeas no impulso dos sonhos e dos ideais.

Eis-nos no Café Central ( o Café do Pinto, como era familiarmente invocado).

Nos bolsos tilintam algumas (poucas) moedas de dez tostões. Seriam para a sandes, ou para os torrões, no meu caso.

Mas, qual quê, no interior do café, havia uma divisão menor, para além da sala principal da entrada. Aí, verdejava o forro verde de uma mesa de bilhar, cheia de mecos redondos, aos pares, em madeira forrada a borracha.

Esquecidos das sandes, famintos apenas do jogo, arregaçámos as mangas, segurando no taco e no giz. Um de cada vez, curva as costas na direcção da tacada, e ataca a bola, com a melhor perícia que tem, e fá-la girar, num rodopio fantástico, até se aninhar num dos buracos da mesa.

Enlevados no vício do jogo, esquecemos o tempo que tinha uma aula, e ali ficámos nós, entretidos, até chegar a "carreira" do "Virgílio", vinda de Chaves.

Ei-la que chega. Numa corrida atabalhoada, pastas a balançar, chegámos a tempo.

Agora, sentados, no interior da camioneta, meios comprometidos por termos gasto os trocos no jogo,  a barriga a dar horas, eis-nos felizes, graças a meia hora de convívio e são divertimento .


FCR

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às 14:26

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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