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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A CUNHA

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 08.05.13

 

 Embora tenha este magnífico nome na minha assinatura, não tive ainda o prazer de me lambuzar com o uso dos seus proveitos. Na verdade, no meu percurso estudantil não consta que a minha mãe ou meu pai tivessem de subornar quem quer que seja no longo caminho andado:  a Dona Alcina levou-me a exame de quarta sem receber nenhum galo em troca, tal era a desnecessidade. O Seminário estava aberto a quem quer que tivesse dois ou três dedos de testa e trezentos mil reis de três em três meses. Como possuia um pouco de testa e meus pais o dinheiro, entrei.  NaTelescola entro , mas porque era ensino público gratuito levado aos contrafortes de Trás Os Montes por Marcelo Caetano. No colégio de Vila Pouca, até ao quinto, e último ano, desembolsei uma propina "pesada"  ( quatrocentos mil reis por mês!) ao Padre Gil. Com a agravante de os colegas dos anos anteriores deixarem de pagar sempre que eu avançava para o ano seguinte ( coisas estranhas do pós 25 de Abril). Depois do Liceu, como não havia pilim para pagar propinas e renda,  no Porto ou em Coimbra, tentaram lá em casa finalmente lançar mão da "cunha". Porém, a priopridade dada aos regressados das ex colónias na ocupação dos empregos públicos, anulou por completo tal veleidade.  Tive pois que "emigrar". Regressado às origens, começo a dar aulas. Com cunha? Não foi preciso. Em França preparei-me para não precisar dela. Havia diploma específico e vaga para preencher. Na universidade -  mais uma vez, nada de cunha: lá fui avançando sem empurrões de qualquer espécie. Profissionalmente, tudo na mesma: vários anos  a concorrer como não efectivo, sem cunha, concorro, depois, a efectivo, longe de casa, por não haver cunha. Tem sido, pois, sempre longe da cunha, que a minha existência tem decorrido.

 

Mas uma coisa é certa, posso gabar-me de  ser  ainda VIRGEM dos pés à cabeça. Virgem por nunca ter "transado" com a cunha, é claro.  Até quando poderei aguentar o palmarés?  Eis uma pergunta cuja resposta fica por dar...

 

FCR

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às 23:14

O pior é se os fugitivos " pegam de marcha atrás"

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 08.05.13


Por isso, na dúvida, por que não usar também dois bonitos bezerros ?


__________

Autoridades usam vacas para tentar atrair os dois touros que andam à solta nos montes de Viana

Esta quinta-feira os animais chegaram a estar a cerca de três metros dos militares da GNR, mas escaparam enquanto se esperava pela veterinária.

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às 22:38

ESTE É UM BOM EXEMPLO

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 08.05.13

 

Gestores de empresas públicas deixam de ter carro e motorista

 

Ministro da Economia anuncia medida que visa redução da despesa pública

 

 

NOTA:  E os srs Presidentes de Câmara? Continuam a desfrutar de motorista. Pois.

            Já escrevi isto, mas vou repetir:

 

            SRS CANDIDATOS APROVEITEM PARA DAR TAMBÉM O EXEMPLO. FAÇAM ESTA PROMESSA PÚBLICA: 

 

            " SE vencer as eleições abdico do direito a ter motorista."

 

CR

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às 19:01

A HUMANIDADE E A FORMA COMO A VEMOS

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 08.05.13

 Por Agostinho Rodrigues

 

Os humanos, como seres vivos que são, também nascem vivem e morrem.

Quando vêm ao mundo dos vivos – são amamentados, acarinhados, alimentados, educados e preparados para um dia mais tarde poderem enfrentar a vida do dia-a-dia. Devia ser assim se uma sociedade fosse bem estruturada socialmente e monetariamente. Infelizmente nas sociedades dos mais diversos Países do mundo, nada disso acontece. Pode-se contar pelos dedos aqueles que preparam bem a juventude para poderem enfrentar a vida sem atropelos sociais e outros mais.

Infelizmente, nada disso acontece. Os atropelos da sociedade moderna, são mais que muitos. Vive-se numa sociedade esbanjadora, altruísta que só olha para o seu umbigo, não se importando com outros seres que não tiveram a mesma oportunidade na vida por sempre ter sido madrasta para os mesmos. Isto porquê? Porque na vida quotidiana de cada um, as oportunidades nunca foram moralmente sociais de igual teor e acesso às mesmas. Um jovem que nascesse na Província, nomeadamente nas aldeias, a priori, fica logo em desvantagem de outro jovem que nasce em cidades por não ter acesso ao ensino secundário e, por aí fora. Só os filhos de pais mais remediados, por vezes iam em frente. Mesmo assim – nem todos. Isto – passou-se no tempo da minha geração.

Hoje em dia, felizmente, os tempos são outros. Há mais um pouco de acesso à formação só que: monetariamente e socialmente, continua como sempre. Falta de estrutura no País para poder dar um futuro promissor no seu País e no seu Portugal – levando-os a emigrar por falta de estruturação do nosso Portugal. Parece que voltamos de novo à geração dos anos 60. É a chamada vida do mundo cão.

Todos nós sabemos que a partir de uma determinada altura, todos temos que ganhar asas e voar. Mas o voo é tão grande quanto a preparação adquirida na juventude. Como se costuma dizer – sem ovos – não se fazem omoletes. Por isso uma juventude mal preparada e com salários de miséria como os governos que temos tido e os empresários assim o desejam – quem é que pode viver com dignidade num País livre e democrático? Só uma determinada classe usurpadora dos direitos de todos nós que ganha milhões por ano enquanto outros - mal ganham para o sustento do dia-a-dia. Assim não pode ser de forma nenhuma. Um País só se tornará democraticamente livre e justo quando todos tiverem as mesmas oportunidades, os mesmos direitos, os mesmos deveres e a mesma justiça social.

Agora com políticas de austeridade e cortes salariais aplicadas sempre aos mesmos – enquanto outros vão engordando (os dos milhões) à custa do pequeno indefeso que está nas mãos destes malabaristas mentirosos – nunca mais Portugal tem uma sociedade justa. Parece que voltamos ao tempo do fascismo. Só com uma diferença. Naquele tempo – o Salazar dava pouco é um facto. Mas nunca veio tirar aquilo que dava. Agora - estes dão-se ao luxo de tirarem aquilo que em tempos nos foi dado – passando por cima de tudo e de todos para pagarem os milhões à Troika que foram gastos só em proveito de alguns afilhados e apadrinhados aburguesados como sempre houve neste Portugal. Já nos tempos da Monarquia assim era. Até se compravam títulos de nobreza. Era preciso ter o graveto. O resto era paisagem. Agora – como no passado, até se compram licenciaturas e apagam-se ou pagam-se os crimes cometidos conforme as conveniências. O que é preciso é dinheiro.

Felizes de todos aqueles que se preparam na vida - com consciência para saberem enfrentarem os obstáculos que lhes vão surgindo ao longo da vida. Pois como sabemos, este mundo está cheio de atrofiamentos gananciosos sempre com o intuito de prejudicarem o seu semelhante, nem que para isso seja preciso recorrer aos mais diversos esquemas. O que é preciso é atingir os objectivos a que se propôs, nem que para o efeito prejudique terceiros. O que é preciso é o seu bem-estar.

É neste capítulo que o ser humano é diferente de todos os outros seres vivos – porque haje sempre com segundas intenções. Está sempre a olhar mais para os valores capitais do que morais e espirituais.

Enquanto assim se pensar – nunca mais a sociedade se liberta do mal vingativo que é o ódio e a inveja. Enquanto não mudarmos os hábitos e costumes e formas de conviver com outros seres humanos, nunca mais atingimos o bem-estar na sociedade em que vivemos.

Termino com um grande abraço para todos os Paradenses e amigos deste Blog

 

 

 

 

 

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às 17:51

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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