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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A NOSSA FADISTA PREFERIDA

por cunha ribeiro, Domingo, 13.10.13

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às 23:00

PROMETE TORNAR-SE NUM BEST SELLER ENTRE A " ANTÓNIO JOSÉ D`ÁVILA" E A "1º DE MAIO"

por cunha ribeiro, Domingo, 13.10.13
   
O Rumo para o Desenvolvimento
   

   

    O Rumo para o Desenvolvimento    

O presidente da Câmara Municipal, Domingos Dias, dá a conhecer o livro O Rumo para o Desenvolvimento que retrata a gestão autárquica entre janeiro de 2002 e setembro de 2013. O livro é apresentado a 12 de outubro, a partir das 15h30, na praça João Paulo II (junto ao Palacete Silva).

 

O Rumo para o Desenvolvimento mostra em síntese o trabalho desenvolvido pelos executivos liderados por Domingos Dias. Em cerca de duzentas páginas, o leitor pode constatar a estratégia do executivo, que foi colocada em prática em áreas como educação, infraestruturas básicas, urbanismo, ação social, desporto ou cultura.

 

O capítulo “doze anos de gestão e os momentos de ação executiva” também ocupa uma parte importante do livro, procurando encontrar um relato histórico do caminho percorrido. É ainda possível relembrar algumas intervenções públicas de Domingos Dias, e conhecer melhor este autarca aguiarense. 

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às 22:46

ERMELINDA PICA

por cunha ribeiro, Domingo, 13.10.13

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às 21:21

PARA GRANDES GASTOS COM OS PRIVADOS, GRANDES CORTES AOS FUNCIONÁRIOS PÙBLICOS

por cunha ribeiro, Domingo, 13.10.13

 

Saúde de Lisboa gasta 62 mil€ em advogados

Administração de Saúde justifica com a elaboração de contratos mais vantajosos.

 

 

COMENTÁRIO: " AHAHAHAH"

CR


 

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às 12:01

"Asteróide em rota de colisão com a Terra"

por cunha ribeiro, Domingo, 13.10.13

 1950 DA é o nome do asteróide que pode colidir com o planeta Terra a 16 de março de 2880

Segundo notícia  do Jornal C.M, "as probabilidades de colisão existem, mas a rocha espacial ainda poderá alterar a sua rota".

 

 COMENTÁRIO: ACONSELHARIA QUE SE AGUARDASSE O FIM DA REUNIÃO DO CONSELHO DE MINISTROS, PARA PODERMOS CONFIRMAR O MAIS QUE PROVÁVEL DESASTRE ...

 CR

 



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às 11:46

RUI MOREIRA: O SR INDEPENDENTE - OU O PRINCÍPIO DO FIM DA AUTOCRACIA PARTIDÁRIA

por cunha ribeiro, Domingo, 13.10.13

 

 

 

Se há seis meses inquirissem Rui Moreira sobre o momento mais importante da sua vida, ele poderia ter citado o dia em que, aos 35 anos, vendeu as suas empresas, ficou ainda mais rico e passou a ter uma vida mais relaxada. Poderia ter lembrado a prisão do pai nos dias de brasa de 1975, ou talvez o nascimento do primeiro filho, ou o dia em que se licenciou com distinção na Universidade de Greenwich, em Londres. Talvez tivesse até escolhido uma daquelas memórias anódinas na aparência mas determinantes na vida das pessoas, como a lembrança de um trenó igual à que faz a magia do filme da sua vida, Citizen Kane, de Orson Welles. Depois de domingo, 29 de Setembro, porém, Rui Moreira reconhece "não saber ao certo" o que escolher como momento da sua vida. Nesse dia entrou directamente na história do Porto e do país. Nesse dia, o que parecia improvável há apenas meia dúzia de meses tinha acontecido: Moreira, um independente apoiado pelo CDS e por uma facção do PSD, conquistara a câmara da segunda cidade do país. Tornara-se a figura mais surpreendente e exaltada das eleições autárquicas.

Quem é Rui Moreira? Como pôde um independente ser capaz de bater candidaturas organizadas e opulentas, oleadas por aparelhos partidários experimentados e movidas por recursos financeiros e humanos incomparáveis? Empresário, líder da circunspecta Associação Comercial do Porto (ACP), comentador de futebol, dandy, membro de uma elite, estudioso e bem-falante, ora afável com os mais próximos ora implacável com os seus detractores ou adversários, Rui Moreira recebeu nas eleições autárquicas o prémio que foi lenta e laboriosamente construindo nos últimos 13 anos. Uma a uma, foi encaixando as peças, à espera de uma oportunidade. Um artigo aqui, uma prelecção além, um estudo acolá. Quando a oportunidade chegou, serviu-se da notoriedade adquirida, espatifou a ordem política dos partidos, confirmou que o Porto é um lugar estranho para a política convencional e tornou-se uma figura comentada em todos os cantos do país.

Raramente um homem se adequou tão perfeitamente a uma representação mental de uma cidade

Francisco Assis, dirigente socialista

O que tinha acontecido? Nas horas que se seguiram, analistas meio aturdidos ou dirigentes partidários no activo, cidadãos do Porto ou de Faro procuravam pistas para a surpresa. Avaliavam o apoio de Rui Rio, tentavam explicações no descrédito dos partidos, na campanha de "porco no espeto" de Menezes, na falta de jeito de Manuel Pizarro, o candidato pelo PS, ou na punição do eleitorado ao PSD. Cedo se percebeu que estas justificações não bastavam para explicar a excepção da eleição no Porto. Alguns apontaram para a natureza específica da cidade, para a sua identidade, para o seu bairrismo de feição rural, para a sua ousadia, para a sua história. Pacheco Pereira falou do ethos do Porto, onde, como precisa Artur Santos Silva, "é fácil encontrarmo-nos, falarmos uns com os outros, desenvolvermos relações de amizade e de cumplicidade", onde "um certo espírito liberal e burguês está ainda muito vivo", na avaliação do historiador Hélder Pacheco. Mas se havia, de forma real ou mitificada, uma identidade portuense capaz de trazer uma novidade radical à política portuguesa, faltaria sempre alguém capaz de a interpretar.

É aqui que surge Rui Moreira, "esse filho da alta burguesia da Foz, com a imagem cuidada de homem empreendedor, de espírito aberto e cosmopolita", um candidato capaz de "preencher todos os requisitos para encarnar o mito do Porto burguês, liberal, independente e aberto ao mundo", escreveria dias depois no PÚBLICO o socialista Francisco Assis. "Raramente um homem se adequou tão perfeitamente a uma representação mental de uma cidade", acrescentaria Assis, deixando subentendidas as heranças que remontam à primeira metade do século XIX, quando o Porto liderou o combate pelo fim do Antigo Regime e pela instauração do constitucionalismo liberal.

"Rui Moreira é um liberal no sentido da defesa dos direitos civis. Não o vejo como um homem de direita. Ele enquadra-se aí, num certo pensamento republicano, numa certa tradição liberal de esquerda, setembrista e patuleia", diz Hélder Pacheco. Há alguns anos, quando um grupo de jovens propôs à comissão de toponímia da cidade, que ambos integravam, a atribuição do nome de uma rua a Gisberta, a transexual assassinada por um grupo de menores em Fevereiro de 2006, apenas Rui Moreira e Hélder Pacheco concordaram. "Para mim e para o Rui Moreira, essa proposta era uma denúncia da intolerância que a cidade não podia aceitar. Ficámos sozinhos na votação", recorda Pacheco.

Uma família tradicional

Rui de Carvalho de Araújo Moreira nasceu no Porto a 8 de Agosto de 1956. Por ser o primeiro dos oito filhos de Maria José e de Rui Moreira, teria tarde ou cedo de arcar com a responsabilidade do morgadio e da linhagem de uma família profundamente ligada aos negócios pelo menos desde a segunda metade do século XIX. A irmã Bárbara recorda-se de como essa responsabilidade se exercia no quotidiano da família: "O pai sempre depositou muitas esperanças no Rui. Punha-o a discursar sobre as coisas do dia, habituando-o a falar em público." Numa entrevista com Anabela Mota Ribeiro ao Jornal de Negócios, Rui Moreira assumiria esse peso, concedendo: "Tinha um enorme receio de desapontar o meu pai." No dia em que conquistou a Câmara do Porto, Rui Moreira publicou no Facebook uma fotografia a preto e branco que o retrata sorridente, no final da sua adolescência, ao lado do seu pai. A mensagem: "Mas é este senhor quem me inspira, com quem aprendi."

Numa sociedade na qual a educação era ritualizada em torno de códigos sociais tão bem expressos nos livros de Agustina Bessa-Luís, na família falava-se das artes (o pai de Rui Moreira tinha aprendido a tocar piano com Helena Sá e Costa), dos negócios e do Porto. No seu livro Uma Questão de Carácter, Rui Moreira apresenta-se: "Nasci no Porto, numa família tradicional, onde se conversava muito e onde os temas portuenses estavam sempre presentes. Cresci num tempo em que ainda ninguém tinha esquecido o palácio de Cristal e a sua demolição." O Porto como tema, como destino, como paixão retratava-se nos jornais que no final dos anos de 1950 registavam as partidas e as chegadas dos navios mercantes, davam conta dos bailes, das visitas, das soirées da gente fina, onde se noticiavam os concertos de música erudita e se concedia ao noticiário local importância de primeira página.

Rui Moreira com o pai no início dos anos 1960; e com a bisavó materna, no Porto

Nem todas as famílias da alta burguesia portuense podiam, ainda assim, reclamar a mesma envolvência na política e nas causas cívicas, do Porto ou do país, como, por exemplo, os Santos Silva, velhos republicanos de esquerda desde o 31 de Janeiro de 1891, com um longo e por vezes custoso passado oposicionista. Rui descende dos Fonseca Araújo, armadores de navios com rotas para o Brasil e para a Terra Nova, banqueiros e abastados terratenentes - eram os donos do Palácio da Brejoeira, no Alto Minho. Um Fonseca Araújo foi presidente da Associação Comercial do Porto no final do século XIX. Pelo lado da mãe, a genealogia de Rui Moreira tempera os negócios com uma vocação para a arte. Neste ramo, destaca-se Emílio Biel (1838-1915), um alemão que veio para Portugal construir centrais eléctricas em nome da Siemens, mas que perduraria na história como um dos pioneiros da fotografia, deixando um valioso registo de imagens sobre a construção do caminho-de-ferro ou sobre a obra do Porto de Leixões.

 

 

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às 11:40

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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