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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


AUTORES AGUIARENSES

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 14.10.13

 

 

Há gente cujo ADN  é  a fórmula pessoal da moleza e da quietude. Esta gente vive o dia a dia quase sem necessidade de agir. Outros há que  nasceram com um ADN activo. Em geral, as pessoas de ADN activo dividem-se em dois subtipos: o tipo activo intelectual e o tipo activo físico ou corporal. Pertencem ao primeiro tipo, por exemplo, os grandes escritores de todos os tempos, que, passe o exagero, acordavam a ler ou a escrever e adormeciam a escrever ou a ler; pertencem ao segundo, os grandes homens de ação, como Afonso Henriques, Napoleão Bonaparte, e outros. 

Porém, há pessoas que conseguem reunir os dois subtipos num só. É por isso que há pessoas capazes de pensar e agir, seja em simultâneo (mais difícil), seja pensando primeiro e agindo depois. ( Também há os que agem primeiro e pensam depois, uma espécie de gente muito perigosa...)  Assim acontece com uma pessoa que comecei a conhecer melhor de há um ano a esta parte. Chama-se  MANUEL AGOSTINHO BORGES MACHADO, é de Tourencinho, e, para além da sua actividade como comandante dos Bombeiros de VPA, ainda tem tempo para desenvolver o associativismo com grande capacidade e criatividade na sua terra, e, pasme-se é licenciado em História, tendo escrito e colaborado em obras de grande interesse cultural para o nosso Concelho. Só não entendo uma coisa: Por que razão este homem ainda não apareceu na política activa local no lugar relevante que merece.

 

Eis um dos livros que o mesmo escreveu em colaboração com a Profª Drª Maria Olinda Santana:

 

 
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Tombo da vila e termo de Vila Pouca de Aguiar : textos escolhidos / direcção, introdução, breve estudo, notas e glossário Maria Olinda Rodrigues Santana ; transcrição e selecção de textos e figuras Manuel Agostinho Borges Machado
 
AUTOR(ES): 
Machado, Manuel Agostinho Borges, colab.; Santana, Olinda, 1961-, ed. lit.
PUfazendo parte do seu serBLICAÇÃO: 
Vila Pouca de Aguiar : Câmara Municipal, 2001
DESCR. FÍSICA: 
291 p. : il. ; 30 cm
DEP. LEGAL: 
PT -- 165651/01
ASSUNTOS: 
Tombo de Vila e termo de Vila Pouca de Aguiar -- Transcrição
CDU: 
091.3(469.202)

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às 17:25

AGOSTINHO RODRIGUES NARRA-NOS MAIS UMA CURIOSA HISTÓRIA DA ALDEIA

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 14.10.13

                    “ ESTIMADOS PARADENSES E AMIGOS DO BLOGUE DE PARADA DE AGUIAR “

 

Em primeiro de tudo, começo por pedir desculpas por esta minha ausência de contos da história da carochinha. Mas, algumas das vezes por falta de tempo e outras por falta de inspiração, eis que o tempo vai-se passando sem darmos por isso. Mas hoje, domingo dia 13, aproveitando a tarde, mais uma história aqui vou contar que se passou comigo e com o José Bernardino Ferreira.

Decorria talvez o ano de 1961/62, sendo nós rapazolas na casa dos 16/17 anos de idade e, como toda a rapaziada gosta de ter uns trocados no bolso para ir até aos bailes ou cinema - acontece que num determinado dia, ia-se realizar um grande baile no salão dos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar. Como o José Bernardino, andava a querer namoriscar com uma filha do Manuel Maria, guarda-republicano em Vila Pouca, desafiou-me para irmos ao dito baile. Mas; tanto ele como eu, andávamos mais tesos que carapaus em congelador de frigorífico. Então que é que havíamos de pensar: Irmos ao monte das batatas e tirar uma saqueta para realizarmos dinheiro para o bilhete da entrada que era preciso pagar. Se bem o pensamos – melhor o fizemos. Eu fui ao monte das batatas da minha avó Maria e enchi a saca. O Zé Bernardino fez o mesmo. O problema maior do Zé, era como havia de tirar o saco das batatas lá de casa. Então pensamos e lá chegamos à conclusão de ele me chegar o saco pela janela que ficava virada para o lameiro, onde passa o rego da água. Lá combinamos, ele foi encher o saco e, quando este estava cheio, deu-me sinal para eu ir pegar no tal saco que ele me ia chegar pela dita janela. Acontece que ele encheu um saco daqueles grandes que levava para aí uns 100K. Quando ele manda o saco lá da janela para eu pegar nele, embora a janela não ficasse muito alta mas, ao deixar descer o saco lá da janela, ele também não se aguentou com o peso e, deixa cair o saco. Eu tentei segurá-lo mas não fui capaz. O saco cai em cima de mim e vai tudo para o meio do chão. O saco para um lado, eu para outro e, batatas espalhadas por meio daquele caminho fora.

O Zé Bernardino muito atrapalhado, dá a volta, salta a parede junto ao canastro que ainda hoje lá existe e vem ter comigo para apanharmos as batatas para levarmos o saco para o esconderijo antes que alguém nos visse.

Depois de termos as batatas escondidas, fomos falar com o Ti Alfredo da loja para as comprar. Em princípio ainda ralhou connosco mas, depois de lhe contarmos para o efeito que era, lá nos disse que levasse lá as batatas.

A taberna ficava naquela casa debaixo do arco. Combinamos em levar lá as batatas à noite o que fizemos. O Ti Alfredo pesou as batatas, pagou-as e, nós com o dinheirito na mão lá fomos para o dito baile. Enquanto houve dinheiro, houve festa. Acabou-se o dinheiro, acabou-se o baile e, lá viemos nós em calcantes até Parada depois de toda esta trapalhada.

Ainda em Agosto, eu e o José falamos na brincadeira, onde nos fartamos de rir.

Termino com um abraço para todos os Paradenses e amigos do Blogue de Parada de Aguiar e que haja boa disposição e saúde para todos.

Agostinho Rodrigues

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às 12:07

AS OPOSIÇÕES DEVEM SABER QUANDO E COMO OPÔR-SE

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 14.10.13

 

 Não deve haver oposição por tudo e por nada. Nemhum governo ou Câmara faz tudo mal. Uma boa oposição deve estar atenta às decisões mais prejudiciais ao conjunto dos cidadãos. Mas devem calcular e avaliar esse prejuízo através critérios de justiça e equidade.

 Se o Governo é obrigado a cortar - e parace que é, pois ninguém contesta essa realidade - tem de cortar nalgum lado. Ora, é na escolha do que vai cortar e a quem vai cortar que se deve focar a oposição seja ela qual for.

 Vejamos o caso das pensões: O Governo acabou por tomar uma decisão que parece razoável, cortando a quem recebe pensões acumuladas só a partir do patamar mínimo dos 2.000 euros. Ora, se quisermos fazer oposição com seriedade não podemos continuar a bater no governo depois de sabermos que este corte não vai atingir os mais pobres, e neste caso até salvaguarda uma certa classe média baixa.

 Se a oposição o quiser ser com bom senso teria matéria mais que suficiente para se opor, dersignadamente  em mais um confisco ( média de 10%) no salário dos funcionários públicos. Mas sobre isto não se ouve um um gemido, nem uma palavra.

 

CR

 

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às 11:21

OS DOIS CAMINHOS‏

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 14.10.13

Fofoca, bisbilhotice, indiscriminação, são coisas de hoje e de sempre, pois em todos os tempos, sempre houveram curiosos, querendo saber de tudo, querendo dar palpite em tudo. Sempre houve aqueles que querem ser mais importantes, que almejam os melhores lugares, em todos os cenários da vida.

Sempre encontramos em toda a nossa vida, situações que nos permitem optar por dois caminhos. O caminho da moral, da honestidade, da boa conduta, do amor e respeito ao próximo. Ou então o caminho da imoralidade, da falsidade, marcado pela injustiça, pelo orgulho, egoísmo, corrupção e todo o tipo de maldades.

Acontece que, quando se fala em dois caminhos, sempre corremos o risco de achar, que aquele que estamos a trilhar, é o melhor e que tudo vai maravilhosamente bem. Ledo engano. Pouco a pouco, aquele que se mascarava como um jardim de delícias, desemboca numa estrada vazia, cheia de precipícios, numa rua sem saída, como acontece na vida de certos dependentes de drogas, usuários compulsivos de álcool e de vida sexual perniciosa. Estas pessoas precisam cada vez de doses mais fortes, para produzir menos prazer. Ao passo que aquelas que optam pelos caminhos da moralidade, aparecem no inicio, motivos de gosação, mas que desembocam na alegria, na paz do coração e na virtude da esperança.

É muito importante haver instrução e conhecimentos suficientes para a pessoa escolher e determinar o caminho que vai seguir, porque viver à margem da sociedade, é um enorme castigo. Na escolha do nosso caminho, vários fatores devem ser vistos. O grau de instrução, o relacionamento com amigos e o meio ambiente. Existem muitas pessoas que se fazem amigos para  trair a confiança, traficar drogas, explorando sexualmente. O importante é ganhar dinheiro, não importa ao sacrifício de quem. Os "parasitos", sempre se alimentam da seiva dos seus hospedeiros. Assim também encontramos traficantes e viciados que exploradores das fraquezas e das desgraças alheias. Se ninguém é dono de sua vida, não deve se arvorar ser dono da vida de outros.

Para simbolizar os Dois Caminhos que podemos seguir na vida, Jesus Cristo nos mostra duas portas. Larga e ampla a porta da perdição, difícil e apertada a porta da salvação. É no comportamento da nossa vida, que vamos escolher a porta por onde vamos passar.

" Senhor, concede-nos a serenidade para aceitar o que não podemos mudar, coragem para mudar o que deve ser mudado, e Sabedoria para discernir as atitudes que devemos tomar, pelos caminhos da vida."       

 

Deus abençoe a todos

 

Agostinho Gomes Ribeiro 

 

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às 08:41

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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