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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


DIVULGUEMOS O QUE AINDA HÁ DE BOM

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

Taxista devolve 250 mil euros a casal na Alemanha

Homem afirma que nunca pensou em ficar com o dinheiro

 

Um taxista encontrou uma mala com 250 mil euros esquecida por um casal no seu carro, na região de Würzburg, Baviera, Alemanha. Thomas Günter, o taxista, contou a um jornal alemão que foi buscar o casal de idosos a um banco, deixou-os depois em casa e foi aí que reparou que estes se teriam esquecido da mala no táxi.

Thomas Günter conta que abriu a mala e viu 250 mil euros em notas de 50 e nunca pensou em ficar com o dinheiro pois “provavelmente isso seria a ruína do casal de idosos”, disse. O dinheiro foi devolvido 30 minutos depois. O taxista afirma que a dona da mala ficou "branca como um lençol" e que disse que lhes salvou a vida.

Pergunta CM
Já perdeu alguma coisa num táxi?

Quando recebeu o dinheiro de volta, o casal quis recompensar o taxista, mas este apenas aceitou o valor da viagem do serviço que fez, uma quantia de 12,50 euros.

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às 23:49

ALGUÉM SE LEMBRA DO NOME QUE TINHA ESTE JOGO?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

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às 23:19

NINGUÉM DIZ O QUE PENSA DO "GUIÃO"?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

 

Eu penso que é a prova evidente de  quem está de facto a governar o País - o CDS.

 

CR

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às 23:00

ELAS ESTÃO A CHEGAR

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 30.10.13

Novembro, mês das castanhas: para o nosso lugar, é a última dádiva da natureza para o ano que começa a se extinguir, para outros lugares, ainda existem as azeitonas.

Tenho muitas recordações do tempo das castanhas. Às vezes, as minhas irmãs iam para Carrazedo Montenegro, o mês inteiro apanhar castanhas, era um meio de se ganhar algum dinheiro para o Natal que se aproxima.

Quando ia para a Serra guardar as ovelhas e as cabras, no tempo das castanhas, precisava ter muito cuidado, pois quando o rebanho chegava a Ribeiro Côvo  ou à Veiguinha, os animais fugiam em disparada, para a Corte do Pereira, para um souto que ali existia com muitos castanheiros, que não tinha paredes e nem muros. Hoje não lembro a quem pertencia esse souto. Mas era difícil conter os animais, pois a gente cercava por um  lado, eles fugiam pelo outro.

Uma vez por outra,  a gente deixava o rebanho e  procurava um castanheiro mais próximo para apanhar castanhas para um "magusto." Depois a gente apanhava alguma lenha, colocava as castanhas de preferência em cima de uma laje e acendia uma fogueira em cima delas, para assa-las. Depois fazíamos um buraco no chão e enterravamos as castanhas assadas, para ficarem bem moles. Às vezes o dono pegava a gente em flagrante, tínhamos que fugir, para não levar uns cascudos e ficar sem as castanhas que haviam apanhado.

Quando começava o mês, a gente tinha que ir todos os dias, debaixo dos castanheiros. Era preciso juntar castanhas para o "Magusto" da aldeia, dia  onze de novembro, dia de São Martinho. Neste dia, se fechava o Vinho. Os homens andavam pelas casas que colhiam vinho para provar. Quem não tinha vinho, tinha que entrar com as castanhas, para serem assadas e acompanhar  na visita ao vinho.

Tinha dias que não caia nada. Os castanheiros estavam carregados de ouriços cheios de castanhas, mas ficavam arreganhados, lá no alto e as castanhas a rirem de nós. Para que caíssem, era preciso chover, então os ouriços ficavam moles e as castanhas caíam todas. Era a "anta", a gente enchia sacos de castanhas.

Minha família tinha quatro castanheiros na Cantoila e cinco nas Barrias. Mas as castanhas que a gente colhiam eram para nosso consumo, não vendia nenhuma.

Nós moleques, quando íamos apanhar castanhas, sempre apanhávamos algumas "bonecas". Á noite, quando as mulheres se juntavam em volta do braseiro a fiar em suas rocas, a gente às escondidas enterrava algumas " bonecas" nas brasas. Logo explodiam e espalhavam brasas pelas pernas das mulheres. A gente fazia isto e depois tinha que fugir, senão levava porrada.

A gente fazia estas brincadeiras sem medo de ser feliz.

                                                                   

Deus abençoe  a todos

                                                                

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 22:44

QUEM DEVIA LEVAR COM "ELA" ERA O BLATTER

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

 

Esta estátua grotesca revela a natureza de quem a comprou. Vá lá, o alcorão desta vez foi bem interpretado, e mandaram-na retirar.

 

CR

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às 18:48

BONS PRINCÍPIOS - BOAS INTENÇÕES

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13
        É QUE "REVITALIZAR" TANTO PODE SER UM VERBO DE ACÇÃO, COMO UM "VERBO  DE ENCHER". AGUARDEMOS.
 
Reunião entre Câmara e Juntas    

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado reuniu pela primeira vez com os presidentes das Juntas de Freguesia, tendo anunciado aos autarcas medidas estratégicas para a revitalização rural nas 14 freguesias do concelho.

 

Na reunião de apresentação e cumprimentos entre autarcas, que decorreu a 29 de outubro no salão nobre dos Paços do Concelho, Alberto Machado avançou que irá concretizar várias medidas estratégicas para a revitalização rural que decorrem de «compromissos eleitorais assumidos».

 

Com este primeiro encontro, o novo presidente da Câmara quis declarar o objetivo de ter uma «relação de proximidade» com os presidentes de Junta, criando parcerias para a resolução de diversas situações, tendo sido citados vários exemplos: acessibilidades, limpezas, áreas de lazer, transportes escolares e planos de pormenor. Uma das primeiras medidas é, a partir de 2 de novembro, visitar as freguesias de comum acordo entre Câmara e respetiva Junta.

 

Alberto Machado vai ainda estabelecer parcerias com outras entidades locais, como sejam conselhos diretivos e associações recreativas e culturais.

       

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às 13:35

SURREALMENTE

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 30.10.13

 

 Bate-me à porta uma espécie de vagueação nocturna a que vulgarmente se dá o nome de sonho. O cenário é Lisboa. Vejo-me, ao acaso, palmilhando uma rua sombria nos arredores de S. Bento, e, eis senão quando, a curta distância, esbarro com uma voz quase agressiva. Olho. O ar encrespado e a postura franca de quem tem carradas de razão, sugeriram-me um funcionário público a ralhar com quem lhe ande a moer o juízo. Aproximei-me. O visado era um homem magro, bem vestido, aprumado, gesto medido, que tentava a todo o transe defender-se da argumentação poderosa do seu interlocutor. O funcionário público, esse, de dedo em riste, despejava uma série de argumentos que deixavam o homem magro de boca entreaberta, à cata de um pequeno silêncio para poder retorquir. Pus-me à escuta:

 " … Sr Primeiro Ministro, pare de esmagar os vencimentos dos funcionários públicos! Olhe que os desgraçados estão  à beirinha do osso. E a culpa é vossa, dos vossos sucessivos golpes, a que V. Exª chama cortes, “na disfarça”. Aliás, já antes, o seu cúmplice, Cavaco, tinha usado o cutelo e golpeado o que pôde, sem ninguém dar por ela. Chamou-lhe reforma fiscal. Mas foi outra coisa: uma espécie de arrolamento dos vencimentos, que, a partir daí ficaram no cadastro individual sujeitos a IRS, ou seja aos inevitáveis descontos, ou cortes. Um desses cortes (descontos), como o Sr Primeiro Ministro bem sabe, sai, desde essa altura, direitinho, do vencimento para o “porco” do estado. O Sr Primeiro Ministro não fuja… agora vai-me ouvir até ao fim. Depois, os Srs vieram com esta série infindável de golpes, cada vez mais fundos e triturantes, da troika: um para saldar as dívidas do BPN; outro para cobrir as do  BPP; outro para solver as das câmaras municipais; outro para pagar os lucros das parcerias público privadas; outro para encher os cofres vazios da banca;  outro para subsidiar as fundações; outro para solver a dívida da Madeira; outro para pagar as subvenções dos políticos; outro para ... Bem, acho que basta de cortes, Sr Primeiro Ministro... A não ser que queira também cortar nas unhas dos nossos pés – essa réstia de sobrevivência do corpo exangue dos funcionários públicos deste país”…

Entretanto, acordo. Olho, não vejo ninguém. O Primeiro Ministro evaporara. A Troika esperava-o de cutelo na mão.

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às 09:19

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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