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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Não se zanguem que o Dinheiro chega pra Todos

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.12.13


Primeiro as coisas importantes, como a bola, e depois a educação e o resto... Certo?


Seleção recebe 6,9 milhões pela presença no Mundial2014

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai receber, pelo menos 6,9 milhões de euros pela participação da selecção do Mundial 2014.

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às 23:03

EXPERIMENTE JESUS!

por Francisco Gomes, Quinta-feira, 05.12.13

Após o término da Segunda Guerra Mundial, todos os povos envolvidos ou não no conflito, ficaram muito desgastados e cheios de problemas. Houve um movimento geral, todos lutavam para minimizar os efeitos daquela catástrofe. Todos os países haviam mergulhado em dívidas. Aconteciam muitas lutas internas, no sentido de melhorar a situação. A Guerra Fria continuava, a tão sonhada paz, estava cada vez mais longe. O mundo vivia apreensivo com as nuvens negras de uma Terceira Guerra, quando ainda se viam por muitos lugares, montões de cadáveres insepultos, exalando para o mundo os odores fétidos, o chão tingido de sangue, tudo apontava para os horrores de uma nova guerra sem sentido. Todos pediam e lutavam por uma paz que permitisse o mundo respirar aliviado.

De Norte a Sul, do Oriente ao Ocidente, surgiram estadistas, políticos, escritores, governantes, líderes religiosos e comunitários, iniciando uma "Cruzada" em prol da tão sonhada Paz.

A Revista Americana Times teve uma ideia genial. Lançou um concurso, a nível mundial inédito. Todos podiam participar, não havia limite de idade e nem condição social. O importante era responder à pergunta:" Qual a solução para os atuais problemas do mundo."  O prémio era cem mil dólares. Podia concorrer qualquer idioma ou nacionalidade. Bastava uma única resposta. A Redação da Revista recebeu mais de trinta milhões de respostas, que foram analisadas e julgadas por uma comissão composta de filósofos, redatores, tradutores, assistentes sociais ou sociólogos e filólogos, todos indicados pela Revista.

Dentre as milhões de respostas recebidas, uma chamou a atenção da comissão julgadora. Era de uma menina francesa de apenas dez anos de idade. Dizia apenas o seguinte: EXPERIMENTE

JESUS!  Naturalmente foi essa a vencedora.

Se nos dias atuais, com a evolução da Ciência e da Informática, fosse feito um concurso semelhante, certamente, ganharia a mesma resposta se alguém tivesse a coragem de enviá-la. Sim, Experimente Jesus! Pois  só Ele é o detentor dos remédios para o mundo, daquele tempo, para seus males e seus problemas, assim como para o mundo de hoje, com toda a sua técnica e suas fantasias, mas carente das condições de se conseguir a tão sonhada Paz. Isto porque hoje existe o fator dinheiro, que forja deputados, elege presidentes, compra as consciências. É o vil metal que traça o roteiro de muitos homens que tem a "Cara de Pau" de se proclamar patriotas e honestos.

A você meu amigo, diante dos fracassos e das dificuldades, não sofra: " Experimente Jesus."

                                                                       

Deus abençoe a todos

                                                                   

Agostinho  Gomes   Ribeiro 

 

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às 22:07

Para a grande América, Portugal é um "Zoo"

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.12.13

Primeiro falaram do burro mirandês como metáfora dos portugueses, agora a notícia foi o cão do Obama!


Cão português de Obama deita criança ao chãoInternacionais:

 

Várias crianças foram até à Casa Branca, em Washington (EUA), ver as decorações de Natal, a convite da primeira-dama norte-americana Michelle Obama. Uma delas, Asthyn Gardner, de dois anos, acabou por protagonizar um episódio caricato. ‘Sunny', o mais recente cão de água português da família Obama, fez uma criança tropeçar e cair ao chão.

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às 19:58

Parece que não iam fardados

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.12.13


Professores impedidos de entrar nas galerias da AR

Vedado acesso a cerca de uma centena de docentes

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às 17:02

Notícia Estranha, esta.

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.12.13

Cortam salários aos Funcionários Públicos, e depois fazem isto!?

 

Fundos europeus pagam pais

Famílias vão decidir se querem trabalhar a tempo parcial para cuidar dos filhos. Governo vai recorrer a verbas comunitárias para pagar salários.

 

Os pais poderão optar, já em 2014, por trabalhar a tempo parcial para se dedicarem aos filhos. Fonte do gabinete do ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social disse ao CM que o Governo está em negociações com a União Europeia, dado que serão os fundos comunitários a financiar esta opção. Por saber está ainda o valor da verba, a que famílias se destina e por quanto tempo podem os pais acompanhar os filhos.

"É uma medida de incentivo à natalidade e de aumento de emprego. É positivo se a ideia for dar mais tempo às famílias, sem prejuízo do rendimento, para estarem com os filhos", referiu ao CM Jorge Ascenção, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, adiantando: "Temos de esperar para conhecer a norma e saber quais são as condições e o período a que se refere. Era importante que os pais pudessem acompanhar os filhos, pelo menos, até aos 12 anos. A partir dessa idade, a criança começa a adquirir alguma autonomia."

O apoio às famílias pretende responder sobretudo à diminuição dos nascimentos. No primeiro semestre do ano nasceram quase menos quatro mil bebés em comparação com igual período de 2012.

A Associação de Famílias Numerosas aplaude a iniciativa. "Não conhecemos os detalhes da medida, mas o princípio é bom. Por vezes bastava o pai ou mãe saírem uma ou duas horas mais cedo do trabalho para que apanhasse menos trânsito, fossem buscar o filho mais cedo e ganhassem mais tempo para dedicar ao filho", refere Ana Cid Gonçalves, secretária-geral da Associação de Famílias Numerosas.

Em Portugal, o acompanhamento parental é dificultado. A medida poderá aumentar a produtividade dos pais e trazer ganhos importantes para as empresas. A responsável alerta, no entanto, que "é fundamental garantir uma situação de igualdade, independentemente dos rendimentos das famílias".

 

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às 16:47

A Votação termina no Domingo. Neste momento há um empate entre Manuel Chaves e António Gil.

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.12.13

Na ElEIÇÃO DA MAIOR PERSONALIDADE AGUIARENSE DE SEMPRE:

Vote até domingo à noite:

 

.MANUEL JOAQUIM LOURENÇO CHAVES - Aqui;

.DR ANTÓNIO GIL - Aqui

NOTA: Para votar terá de clicar no botão GOSTO do FACEBOOK, ao fundo de cada post sobre as personalidades concorrentes

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às 15:42

UM Pouco Mais Sobre o Padre Manuel do Couto

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.12.13

COUTO, Manuel Cardoso Gonçalves do

Sacerdote secular e pregador (Telões, Vila Pouca de Aguiar, 1.8.1819 17.9.1897). Feitos os preparatórios na terra natal, concluíu Teologia no Seminário de Braga, e realizados os exames de confessor e de pregador, preferiu a vida de missionário à vida paroquial. Desde 1845, dedicou-se à pregação itinerante, dentro do movimento conhecido por "missões populares" ou "missões no interior". Nessa qualidade, formou equipa com outros sacerdotes de nomeada (entre eles, o Padre Campo Santo e Fr. Domingos Sanches, exclausturado do Convento do Varatojo) e percorreu todo o Norte do país em pregação missionária. Trás os Montes foi a região preferida para a sua actividade apostólica, sendo conhecido por "Apóstolo de Trás-os-Montes", mas também chegou ao Porto e arredores, onde foi combatido pelos liberais, que viam nele um ultramontano. Pregador e confessor de fundo, chegava a dispender dezasseis horas no confessionário, obtendo bons frutos na resolução de problemas familiares e questiúnculas sociais. Mandamentalismo e moralista, chegou a ser suspeito de jansenismo. O fruto do seu trabalho missionário ficou num livro, porventura o mais editado em Portugal até há pouco, Missão Abreviada para despertar os descuidados, converter os pecadores e sustentar o fruto das missões, ou simplesmente Missão Abreviada (1.a edição, Porto, 1859, 16.a ed., 1900, nove ed., Vila Pouca de Aguiar, sal.). Seguiu o método de Santo Afonso Maria de Ligório, de quem traduziu um texto. Conhecida por "Biblia das aldeias", a Missão Abreviada exerceu grande influência espiritual, havendo opiniões de que a visão do Inferno por Lúcia, nas aparições de Fátima, pode ter sido influenciada pela memória desse livro que sua mãe costumava ler, e que aparece mencionado em obras de Camilo (A Brasileira de Prazins) e de Trindade Coelho (Os meus Amores). Jaz na ermida de N Sr.a Dores (Telões), em cuja festa o povo traz o seu retrato em andor à procissão de N.a Senhora.

BIB.: J. Geraldes Freire, Padre Manuel José G. Couto, autor da Missão Abreviada. Porto, 1986; Pinharanda Gomes, Pensamento Português. VI. Braga, 1992, pp. 67 70.

J. Pinharanda Gomes

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às 13:16

CONTO DE NATAL

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.12.13

 

É dia de Consoada. Junto à lareira, Maria do Amparo conta aos seus netos a história mais bela da sua vida.

 

 Eu tinha seis anos de idade. Vivia aqui, nesta pequena aldeia de Trás Os Montes. Sempre aqui vivi, empoleirada no alto desta montanha, onde, antigamente, nevava todo o Inverno. Ouvia falar em montras, em luzinhas de Natal, em bolos rei, em amêndoas de muitas cores… Havia noites em que tudo isso me parecia verdade. Chegava a poder tocar-lhes… A saborear as amêndoas … provar um pedacinho de bolo rei… Mas, ao acordar, era mais um sonho, apenas. Apesar disso, sempre a mesma alegria, a mesma boa disposição. Sempre a cantarolar sempre a correr, sempre a saltar. `Quantas vezes descalça por aqueles caminhos cheios de pedregulhos, sem me queixar, pois os sapatos que tinha eram pra ir à missa, ao domingo, e para os dias de festa. Brincava a construir casinhas com pedrinhas, paus e ervas que encontrava nos caminhos; adorava ficar tempos sem fim a apreciar o corre-corre desses bichinhos minúsculos e pretos, as formigas. Não tinha bonecas pois a única que o vosso bisavô me deu repartia-a com a minha irmã, e um dia o nosso vizinho Joãozinho, quando brincava com uma fisga, tentando acertar na Joaninha (nome que dei à boneca) estragou-a.


A minha mãe, Eduarda, era ainda menina e moça com quinze anos de idade quando casou com um rapaz de dezoito. Poucos dias depois de eu ter nascido, o meu pai, António, rapaz muito aprumado, alto e forte, foi chamado a cumprir o serviço militar, para “defender aquelas terras portuguesas de Além-mar”. Tocou-lhe Macau, para onde foi por mar e onde chegou cinquenta e dois dias depois.


Tempos difíceis, de muita pobreza, em que não havia liberdade e estudar era coisa daqueles que tinham “posses”, o que não era o caso da nossa família. Com o meu pai na tropa e com duas filhas para criar, a minha mãe, Eduarda, era obrigada a trabalhar muito para o nosso sustento e para termos algum conforto. Ia sempre para a apanha da amêndoa, para as vindimas, e, no rigoroso Inverno, ia para a monda e para a apanha da azeitona, e tudo mais que ela pudesse fazer. Levava-nos sempre com ela, colocava-nos junto de uma fogueira que nos aquecesse um pouco o narizito e os deditos roxos, da geada, e toca a trabalhar. Como nós éramos a luz dos seus olhos, ainda lhe sobrava tempo para, com qualquer trapinho confeccionar a roupa que nos vestia, sempre de igual, como se de duas gémeas se tratasse.


Entretanto, chegou mais um Natal. Estávamos as três sentadas em frente à lareira, com o prato no regaço, a comer batatas com couve e bacalhau e um pouquinho de arroz doce feito de propósito para a ocasião. Havia também uma travessa de aletria, o meu melhor petisco de sempre! Era oferta da tia Graça que, sabendo que o meu pai andava lá fora a lutar pela Pátria, e os cobres não abundavam, de vez em quando nos fazia uma visita levando um ou outro miminho. Pela Páscoa levava-nos sempre um folarzinho, bem tostadinho.


  Quando deu a meia noite, na torre da Igreja, estávamos as três na missa do galo. No fim, saímos, e viemos a pé escondidas pelo manto escuro da noite, desde a Igreja até à  aldeia. Mas antes de regressarmos a casa, passámos pelo tição - uma fogueira de grandes troncos que era hábito fazer-se na noite de Consoada, no largo em frente à capela, e que ardia durante muitos dias, por vezes até ao Ano Novo.


Já em casa, antes de nos deitarmos, levámos, como sempre fazíamos, na noite de consoada, os chinelitos de agasalho para junto da chaminé. Dormimos, sonhámos com prendas, com o Pai Natal de saco cheio às costas, e com o Menino Jesus.


De manhã, lá fomos nós, a correr, espreitar…no nosso chinelo estavam alguns bombons, daqueles que custavam meio tostão e também um par de meias, e um lenço. Sorte, apesar de tudo. Havia outras crianças que não encontravam nada no sapatinho.


 

Contentes com o que tínhamos encontrado, fomos ter com a nossa mãe e enchemo-la de beijos, pois vimo-la muito triste, com o pensamento muito longe…Os nossos beijos, o nosso carinho tentavam compensar a saudade que lhe ia na alma…

 

Estávamos as três naqueles enleios quando ouvimos bater à porta. Eu, que era a mais traquina, saltei da cama e fui abrir. Embora a minha mãe sempre me recomendasse que não se devia abrir, sem primeiro perguntar quem era. Com o coração a saltar-me do peito, num ímpeto, escancarei a porta. Olhei, e fiquei estarrecida com o que vi. À minha frente, um gigante, uma figura imponente dum homem. Tão parecido com o meu pai! Só o conhecia pelas  fotografias que minha mãe me mostrara, mas era tão igual a ele! Será mesmo o meu pai?! Perguntei, atarantada, sem mexer os lábios, sem pronunciar um som. Mas o meu pai não tinha bigode, pensei.

Minha mãe demorou um pouco porque ficou a vestir-se. Cerca de um minuto depois, irrompeu do quarto, já vestida, em passos rápidos, pelo corredor, na direção da entrada.

- António! Exclamou.

Nesse instante senti uma mola debaixo dos pés. Saltei para o colo robusto e alto de meu pai que me agarrou e beijou com sofreguidão.


 

Seguiram-se abraços e beijos efusivos da mana e da mãe. Como uma grafonola não mais se calou, enquanto sentadas à lareira, desembrulhavam algumas pequenas lembranças que meu pai tinha trazido. Entre elas brilhou um pequeno radio vermelho que nós jamais esquecemos.

 

 

E foi assim, já com os olhos marejados de lágrimas, que Maria do Carmo contou aos netos e bisnetos, que muito atentos e interessados a escutavam, a história em que o pai, que não conhecia, mas que ela sentia ser seu, regressou da tropa para tornar aquele natal, o dia mais feliz da vida dela.


FCR

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às 10:44

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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