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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Tudo Muito Bem, Só que Avisam que há reunião três Dias Antes!

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.12.13
Executivo reuniu com Associações Culturais e Recreativas

Executivo reuniu com Associações Culturais e Recreativas

 E Pedem logo o plano de actividades e tudo. Assim não, Sr Presidente.

 

 

Alberto Machado, presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, reuniu com as associações culturais e recreativas do concelho, no passado dia 21 de novembro, pelas 21h, no auditório do Palacete Silva. Além da vereadora responsável pelos pelouros em causa, Ana Rita Dias, na reunião estiveram presentes cerca de três dezenas de dirigentes associativos.

 

Na reunião procurou-se percecionar as preocupações das associações, tendo sido comunicada a pretensão do executivo em levar a cabo algumas mudanças no modelo de apoio às associações. O objetivo passa pela elaboração e implementação de um plano anual de apoio ao movimento associativo.

 

Os dirigentes associativos demonstraram agrado pela disponibilidade e pela dedicação demonstrada pelo executivo em tentar perceber os seus dinamismos próprios e os seus meios de trabalho, o que possibilitará à Câmara Municipal atribuir um apoio mais eficiente ao movimento associativo.

 

Por fim, solicitou-se que as associações culturais e recreativas entreguem o Plano de Atividades para 2014, com a calendarização das atividades, preferencialmente até final do mês de novembro.

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às 22:33

Parece Verdade!

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.12.13

O Governo da  Educação, SA, obrigou os professores contratados a jogar no totobola. E a todos obrigou a gastar vinte euros.  Estes contestaram a absurda obrigação.  

 

A seguir, o Governo da Educação, SA, sentindo-se acossado, golpeou de cintura, desobrigando a maioria deles.

 

Ora, o Governo, espertalhão, tentando fazer seus milhares de euros, decidiu não devolver o dinheiro gasto no jogo, sem que cada professor desobrigado lho peça. E têm um prazo curto para o fazer.

 

Será isto um governo ou um bando de abutres?

 

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às 17:26

Manuel Lourenço Chaves volta à Liderança

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.12.13

 

1º - Manuel Chaves - 28

2º - Dr António Gil - 24

3º - Dr Francisco Gomes da Costa - 4

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às 16:51

Portugal de Junqueiro continhua a Sofrer

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.12.13
Pátria minha: mas será que Portugal não muda mesmo?!

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.

Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."

Guerra Junqueiro, Pátria,1896

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às 15:32

Uma Lição sobre Crítica

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.12.13

Para os/as que acham que a crítica é um mal em si mesma, sugeria que lessem os textos que se seguem escritos por dois grandes jornalistas, amigos, com opiniões diferentes, mas que se respeitam mutuamente.

Eles criticam-se um ao outro no semanário mais importante de Portugal. Fazem-no com elevação é claro. Mas dizem corajosamente o que pensam, sem se "zangarem" um com o outro.

Ora leiam, caso tenham essa curiosidade, porque sem ela ( a curiosidade) nada feito.

FCR


 

 

Mas primeiro vejamos o que pensa sobre o mesmo tema, um bloger de grande "audiência":


Guerras saudáveis

Tenho acompanhado com curiosidade, e uma certa satisfação, a guerra de textos entre Ricardo Costa, director do "Expresso", e Henrique Monteiro, jornalista do mesmo semanário e antigo director, sobre o fim do feriado do 1.º de Dezembro. Muito mais do que os argumentos que um e outro vão usando para defender a sua posição, acho extraordinário que dentro de uma mesma publicação haja este tipo de disputas de ideias, e que elas sejam públicas (o que é estranho é eu ter de considerar isto "extraordinário", quando deveria ser a coisa mais normal do mundo, mas não é, garanto-vos). Esta troca de textos é um sinal de maturidade profissional e editorial (o que é normal num jornal com a história do "Expresso") e, sobretudo, de grande liberdade de pensamento e movimentos. É fundamental que na comunicação social os jornalistas possam continuar a discordar do governo e da oposição, dos sindicatos e dos patrões, mas também do colega do lado, das empresas que anunciam nos grupos em que estão inseridos, e do próprio director. E que o possam fazer de forma aberta, pública e sem o fantasma das represálias.  Tenho a certeza que o novo projecto do jornal, um diário online, seguirá esta linha, tendo em conta o nome do director escolhido: Pedro Santos Guerreiro, para mim, um dos jornalistas mais competentes, íntegros e inteligentes do mercado.

 

 

Para quem quiser seguir esta polémica, que é capaz de ainda não ter ficado por aqui, pode ler...

 

1. O artigo que deu origem à discussão, do Henrique Monteiro.

2. A primeira resposta de Ricardo Costa;

3. A insistência de Henrique Monteiro;

4. A segunda resposta de Ricardo Costa.

 

Podem continuar, que eu estou a gostar.

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às 14:26

Discordo de Laranjeiro

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.12.13

 

Estabilidade partidária nunca poderá significar unanimismo, nem ostracismo.

 

PS elege hoje novos líderes concelhios

Presidentes de concelhias irão cumprir pela primeira vez mandatos de quatro anos

 

O PS começa esta sexta-feira a eleger novos presidentes de concelhias, que terão pela primeira vez um mandato de quatro anos, até 2017, e em que na maioria dos municípios se apresenta apenas um candidato.

Em declarações à agência Lusa, o secretário nacional do PS para a Organização, Miguel Laranjeiro, referiu que no processo de eleição das novas direções de concelhias haverá em todo o país 885 atos eleitorais, realizando-se a maioria hoje e no sábado.

No distrito de Coimbra, os atos eleitorais apenas terão lugar nos dias 13 e 14, e em Vila Real nos dias 21 e 22 deste mês.

Na sequência da aprovação dos novos estatutos do PS em abril de 2012, impõe-se que as eleições nas concelhias se realizem até 90 dias após as eleições autárquicas.

Ao contrário do passado, em que as concelhias possuíam mandatos de dois anos, estas estruturas de base terão a partir de agora quatro anos pela frente - uma mudança que Miguel Laranjeiro disse visar "introduzir estabilidade no processo de ação política".

"Por exemplo, nos municípios em que o PS se encontra em minoria, os quatro anos de mandato dão um horizonte temporal alargado para se preparar uma alternativa bem estruturada nas próximas eleições autárquicas", sustentou o dirigente socialista.

Em relação a casos em que há disputas cerradas pela liderança das concelhias, o secretário nacional do PS para a Organização referiu que a direção do partido acompanha esses processos, que têm na sua origem "questão meramente locais", e salientou que a condução desses mesmos processos cabe às comissões políticas de federação.

"Mas, na esmagadora maioria dos casos, há candidatos únicos à liderança das concelhias, o que traduz um sinal de estabilidade interna no PS em todo o país", defendeu Miguel Laranjeiro.

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às 13:50

Testas de Ferro

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.12.13

A expressão "Testa de ferro" não se refere a nenhuma peça de armadura do tempo da Reconquista ou das Cruzadas. “Testa de ferro” é o nome que se dá a alguém que surge na qualidade de responsável por um determinado negócio ou firma, ou por um ato em geral, enquanto o verdadeiro “ator” se mantém no anonimato, controlando a empresa, ou os objetivos planeados do ato. No fundo, o testa de ferro é uma espécie de fachada, assume a liderança, mas não tem o poder.

Uma das primeiras vezes que surgiu o nome “testa de ferro” foi para designar os homens colocados nas proas, com o objetivo de arrombar e derrubar os navios adversários. O nome justificava-se por ser ele (o testa de ferro) que, literalmente, “abalroava” o navio, e ao mesmo tempo, por ser o primeiro a aparecer, mas não ser o líder.

 O Testa de ferro quase se confunde com o designado “homem de palha”. Em muitas ocasiões, testa de ferro e homem de palha são popularmente usados como sinónimos. Mas, apesar de terem várias semelhanças, o termo “homem de palha” é distinto porque conota uma pessoa ingénua que se oferece para representar outra numa atividade ilegal. Normalmente, um "homem de palha" é compensado pela tarefa, mas se o esquema não corre conforme planeado, ele é posto à margem e assume as consequências dos atos ilícitos.

 Tudo isto para dizer o quê?

 Para dizer que tanto os cérebros que manipulam por trás, como os que dão o corpo ao manifesto, são gente que  eticamente não vale um tostão furado. Normalmente são pessoas criminosas. Mas existe outro tipo de gente que ingenuamente se prestam a atos idênticos, embora menos ilícitos, à qual chamaria “ testas de barro” ou  “homens (ou mulheres...)de estopa”. Essas pessoas são literalmente usadas para intermediarem objetivos políticos de outros. Esta variedade de testas de ferro, mais suave, ou mais branda, acontece sobretudo quando os interessados em denunciar ou revelar não o desejam fazer de moto próprio, e se servem de intermediários para “abalroarem” os adversários políticos, na sua vez. Se fossem sérios e dignos enfrentavam a “fera” e, ou a domavam, ou eram domados por ela.

A política de “gato escondido com rabo de fora” já esgotou o seu ciclo, visto os resultados péssimos com que nos tem brindado.

 

 

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às 13:42

A Ética Política vive de Exemplos, não de palavras. Por isso são raros os seus apóstolos.

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.12.13

 

Mandela foi um dos que melhor definiu pelo exemplo a política justa, equânime, moral. Oxalá o Mundo venha a conhecer outros Mandelas. Em minha opinião, Obama tem a semente, o Mundo apenas deve deixá-la germinar.

 

CR

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às 08:34

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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