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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Agradecimento

por cunha ribeiro, Sábado, 28.12.13

 

 Queria aqui agradecer a presença daqueles e aquelas que estiveram de corpo e alma na celebração da missa do 1º aniversário do falecimento de meu pai, na capela de Parada de Aguiar, no dia 23 de Dezembro de 2013.

 A todos o meu sentido obrigado em nome da família.

 

Francisco Cunha Ribeiro

 

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às 23:31

Urge Acabar com o Feudo Político-Partidário

por cunha ribeiro, Sábado, 28.12.13

 

O crescente descrédito do papel dos partidos enquanto agentes privilegiados de representação política levou ao aparecimento de candidaturas independentes nas recentes eleições locais. Surpreendentemente, algumas delas destronaram bastiões partidários considerados imbatíveis, como aconteceu em Matosinhos, e outras conquistaram câmaras importantes, como sucedeu no Porto, com o independente Rui Moreira.

Treze municípios, mais seis do que em 2009, são agora geridos por independentes que reclamam alterações à Lei Eleitoral Autárquica (LEA) porque, alegam, “favorece escandalosamente os partidos políticos”, e tentam fazer frente a uma das maiores chagas sociais que varrem o país: o desemprego.

Eleitos há apenas três meses, alguns dos autarcas independentes estão ainda a dar os primeiros passos na gestão municipal. Mas não ignoram as dificuldades que têm pela frente e afirmam que “vai levar ainda muito tempo” a terem uma representação equiparada à dos partidos políticos tradicionais em órgãos de particular importância como é o caso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

Rui Moreira admite que algumas das promessas feitas na campanha “não vão poder ser concretizadas num prazo tão imediato” como gostaria, devido a várias restrições que se prendem, segundo afirma, não apenas com a transferência de verbas da administração central, mas também com a indefinição do próximo Quadro Comunitário de Apoio.

O presidente da Câmara do Porto disse ao PÚBLICO que o mandato “está a decorrer sem surpresas” e mostra-se “muito satisfeito” com o acordo de governação feito com o PS. “Hoje já nem nos lembramos por que partido é que Manuel Pizarro e Manuel Correia Fernandes foram eleitos”, afirma o autarca, que lamenta que o “modelo de decisão nas câmaras seja lento”. “É a natureza da nossa lei autárquica”, remata.

Também Luís Filipe Mourinha, reeleito pela segunda vez para a Câmara de Estremoz, critica a LEA, porque esta “favorece escandalosamente os partidos políticos”. E não entende por que é que um independente que seja eleito presidente de câmara necessita de recolher novamente assinaturas, se quiser recandidatar-se em próximas eleições. “Um independente sufragado a primeira vez deve ficar com condições de igualdade relativamente aos partidos”, argumenta o autarca eleito pelo Movimento Independente por Estremoz. Mourinha presidiu ao município durante três mandatos, tendo sido agora eleito como independente nas listas da CDU.

O presidente faz reparos aos procedimentos administrativos a que as câmaras estão obrigadas e deixa um desafio ao Tribunal Constitucional para que fiscalize os programas dos partidos políticos com assento parlamentar. “Os políticos concorrem com base em programas eleitorais, afirmam-se sociais-democratas, mas depois tomam decisões liberais que não constam dos programas pelos quais foram eleitos”, argumenta.

Autarcas filiados obrigados à obediência partidária
O novo presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira, o independente João Fernando Nogueira, considera que as “pessoas estão saturadas dos partidos tradicionais” e assume que é “mais fácil governar como independente do que governar debaixo da sigla partidária”. No entanto, reconhece que a liberdade de um independente “tem custos” face ao “peso dos lobbies partidários que se organizam para tomar conta dos lugares em organismos como a ANMP”.

O autarca independente, que sucedeu ao socialista José Manuel Carpinteiro, não tem dúvidas de que “vai levar muito tempo para que os independentes possam ter assento em alguns organismos importantes que se encontram nas mãos das máquinas partidárias”.

Guilherme Pinto, que tirou a Câmara de Matosinhos ao PS – durante muitos anos o seu partido –, respira agora de alívio porque acabou a intriga. “Durante sete anos, a gestão não teve um minuto de descanso para poder responder aos ataques. Agora é muito mais fácil chegar aos cidadãos, já não há ninguém a tentar desmerecer as iniciativas só para fazer política como acontecia até aqui”, constata Guilherme Pinto, sublinhando que venceu as eleições “por mérito próprio”.

Com a saída de Rui Rio e a entrada de Rui Moreira, o independente enfatiza a relação que em tão pouco tempo se estabeleceu entre Matosinhos e o Porto e mostra-se “espantado” com o facto de os “partidos ignorarem o peso dos autarcas independentes, não os consultando para nada”.

Salvaguardando que cada caso é um caso, Guilherme Pinto, que sucedeu a si próprio, dá conta das dificuldades que os independentes enfrentam e afirma: “Ou os candidatos já têm uma presença forte junto da comunidade pela qual vão ser eleitos, como aconteceu com Rui Moreira, ou têm um percurso – como é o meu caso – que os credibiliza.”

Nos elogios que deixa a Rui Moreira, o autarca de Matosinhos acredita que o presidente da Câmara do Porto irá fazer “uma boa gestão” e que a sua performance “poderá desencadear o aparecimento de candidaturas independentes noutros concelhos”.

O ex-autarca do PS não poupa o partido liderado por António José Seguro, deixando críticas à direcção nacional e à distrital do Porto pela “escolha profundamente errada para Matosinhos e por não terem feito até hoje um acto de contrição pela derrota”.

De maneira diferente pensa Adelaide Teixeira. A independente que agora lidera a Câmara de Portalegre concede que os autarcas independentes “não estão sujeitos às indicações partidárias a nível da gestão municipal”, mas empenha-se em não dar grande importância ao pendor partidário. “O que se pretende é fazer uma gestão equilibrada, rigorosa e transparente”, afirma a nova presidente do município alentejano. “É evidente que os autarcas que são filiados têm uma obediência partidária, mas a nível da gestão do dia-a-dia não há grandes diferenças”, sustenta.

Eleita em Setembro numa lista independente, a autarca, que já liderava a câmara da capital do distrito desde a saída do social-democrata Mata Cáceres, em Junho de 2011, diz que a sua candidatura a Portalegre aconteceu por “um imperativo de consciência”. Adelaide Teixeira argumenta que o facto de nunca ter pertencido a qualquer partido (em 2009 integrou a lista do PSD como independente) lhe dá uma grande serenidade e revela que até agora não encontrou da parte do Governo entraves de nenhuma natureza.

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às 22:54

O Centro Social Senhora do Extremo de Novo em Destaque

por cunha ribeiro, Sábado, 28.12.13

 

 Ao coordenar, juntamente com o professor de Moral da Escola C+S de V.P.A., a entrega de cabazes de Natal pelos mais carenciados do Concelho de Vila Pouca de Aguiar. Foram CINQUENTA os cabazes entregues.

 Parabéns a mais uma excelente iniciativa num domínio que as pessoas têm em geral votado ao esquecimento.

 

FCR

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às 19:05

Qual dos Municípios estará a transgredir

por cunha ribeiro, Sábado, 28.12.13

Quando lemos:

 

Isto:

 

"A Câmara de Vila Real vai ter em 2014 o orçamento mais baixo dos últimos 15 anos, no valor de 32 milhões de euros, e que vai dar prioridade à área social, anunciou hoje o presidente."

 

E Isto:

 

"O Orçamento da Câmara Municipal Vila Pouca de Aguiar para 2014 prevê verbas na ordem dos 30 milhões de euros (29.984.475,00€)"

 

 

Ficamos naturalmente de olhos em bico. É como se o orçamento do Benfica e do Olhanense fosse aproximadamente o mesmo.

 

É que comparando o número de eleitores do concelho de Vila Real (cerca de 50.000) com o de Vila Pouca de Aguiar (cerca de 20.000) verificamos uma incrível discrepância. Um dos concelhos está a transgredir. Ai está, está.  E não me parece, até prova em contrário, que seja o de Vila Real.

 

Cunha Ribeiro

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às 15:32

É de Aplaudir

por cunha ribeiro, Sábado, 28.12.13

Câmara de Vila Real terá em 2014 o orçamento mais baixo dos últimos 15 anos

Proposta terá de ser aprovada pela assembleia municipal, dominada pela oposição à actual maioria socialista que governa a Câmara.

Rui Santos explicou que em 2013 a capacidade de endividamento da câmara foi de 800 mil euros Bárbara Raquel Moreira

 

A Câmara de Vila Real vai ter em 2014 o orçamento mais baixo dos últimos 15 anos, no valor de 32 milhões de euros, e que vai dar prioridade à área social, anunciou hoje o presidente.

O executivo liderado pelo socialista Rui Santos apresentou esta sexta-feira, em conferência de imprensa, o orçamento para o próximo ano, que representa um decréscimo de 13 milhões de euros comparativamente com 2012 (45 milhões de euros). O orçamento foi aprovado com os votos favoráveis da maioria PS e com a abstenção dos vereadores do PSD e vai a votação na próxima segunda-feira na assembleia municipal, onde a oposição é maioritária.

"É um orçamento de contenção, de rigor, mas que também corresponde à realidade. É um orçamento que não empola as receitas para acomodar as despesas", afirmou o presidente. Rui Santos referiu que, no próximo ano, a prioridade vai para a área social, com o lançamento de duas "medidas emblemáticas". Uma delas é o programa "Livros para todos", através do qual serão oferecidos os livros escolares aos alunos do primeiro ciclo do ensino básico e que representa um esforço financeiro de 40 mil euros.

Para os casais desempregados haverá isenção, por um período de tempo determinado, do pagamento de taxas e consumos de água e saneamento, numa medida que terá um orçamento de 40 mil euros. O presidente garantiu ainda que o orçamento para 2014 vai cumprir "mais de 70% do compromisso eleitoral assumido" nas autárquicas de setembro.

Entre esses compromissos destaca-se o regresso das Corridas Automóveis à cidade de Vila Real, previsto para junho e que vai custar ao município cerca de 125 mil euros. Esta é, para o presidente, uma "grande bandeira de destaque do concelho e uma opção estratégica para incentivar a atividade económica local". No próximo ano será ainda, segundo o autarca, reforçada a dotação para as juntas de freguesia em 15%, para 1,2 milhões de euros.

Do valor global do orçamento, 9,8 milhões de euros correspondem a despesas de investimento. A prioridade será também dada à conclusão de projetos comparticipados pelo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), como o Parque de Ciência e Tecnologia, que representa uma compartição nacional para o município de 1,2 milhões de euros.

Rui Santos quer ainda concluir a central de camionagem, cuja obra está parada e em "grande estado de degradação", concluir as obras de requalificação dos campos do Calvário e do Abambres e avançar com o campo da escola Diogo Cão.
O autarca perspetiva um ano "difícil", até por causa do novo corte de 5% das transferências do Orçamento do Estado para os municípios.

O endividamento da Câmara de Vila Real ronda os 14 milhões de euros, a que se soma o passivo de 13 milhões de euros da Empresa Municipal de Água e Resíduos (EMAR) e seis milhões de euros da Vila Real Social.

A capacidade de endividamento do município transmontano é de 800 mil euros em 2013, não estando ainda definido o valor de 2014. "É um valor reduzido, preocupante, tendo em consideração que temos que executar o quadro comunitário que está em curso e, sobretudo, que olhar para o futuro e preparar o novo quadro comunitário", salientou Rui Santos.

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às 14:56

Mais uma Fã do Blog "Parada de Aguiar"

por cunha ribeiro, Sábado, 28.12.13

Lucia TorresChama-se Lúcia. Lúcia Torres. Vive próximo de Paris, em Gentilly. É amiga da nossa Cândida. E como a Cândida é uma excelente divulgadora do nosso Blogue, a Lúcia já se tornou fã do Blog PARADA DE AGUIAR.

Seja bem vinda ao nosso convívio, amiga Lúcia Torres,

 

de CHOROSA, Coimbra.

 

http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/59993653.jpg

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às 14:30

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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