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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A ESTRELA E A ESPADA

por Francisco Gomes, Domingo, 12.01.14

Os Magos chegaram a Belém guiados por uma Estrela e encontraram o Menino Deus, num estábulo, rodeado de inofensivos animais, tendo como berço uma manjedoura. Sentiram o imenso poder de Deus, representado na fragilidade de uma criança. Abriram os seus bornais e ofereceram seus presentes e sua adoração. Fizeram elogios à vida que surgia encarnada numa criança. Um futuro promissor para a humanidade, pois o nascimento de uma criança, é sempre uma promessa de um amanhã mais feliz.

No outro lado da história, vamos encontrar Herodes a usar sua Espada para tirar a vida de muitas crianças, pensando atingir o Menino Deus, temendo perder a posição e os privilégios. Por causa de sua ganância, quantas crianças assassinadas, quantas vidas cortadas.

O mundo de hoje em pleno século XXI vive situações semelhantes. De um lado, encontramos pessoas caridosas e preocupadas com as crianças abandonadas, procuram olhar o mundo com os olhos dos Magos. Ajudam estas crianças, dando-lhes alimento, carinho e um pouco de segurança, para aqueles a quem tudo foi negado. Do outro lado, encontramos os Herodes, as próprias autoridades, que ao invés de preservar a vida dessas crianças, são os seus algozes, atacam-nas nos redutos onde se juntam para passarem as noites, que são debaixo de marquises, pontes e viadutos.

Essas crianças que perambulam pelas ruas, que a maioria das pessoas chama de "pivetes", vivem assustadas pelo medo dos homens, martirizadas pela fome, vítimas daqueles que tinham a obrigação de protegê-las. Os homens precisam mudar seus pensamentos em relação a este grande problema. Precisam olhar estas crianças com os olhos dos Magos, não com os olhos dos Herodes. É preciso ver nestas crianças o futuro da humanidade, não olhá-las como "monstrinhos". Precisamos apoiar estas meninas que se entregam à prostituição, muitas vezes para matarem a fome. Essas "meninas" que dão à luz em condições precárias, às vezes, chegam a abandonar seus filhos nas caixas de lixo.

Esta sociedade corrupta, precisa analisar, que essas crianças, famintas e maltrapilhas, são feitas da  mesma matéria que seus filhos. Se vivem perambulando e roubando, é porque o dinheiro destinado á educação e acolhimento, é surripiado por esses corruptos. É necessário acolher essas crianças, ajudá-las e orientá-las, dar-lhes uma vida decente e uma educação profissional, não fugir delas como se fossem bichos peçonhentos. Um dia o Cristo vai nos pedir contas de nossos atos em relação a essas crianças. Ele foi muito claro, quando disse: "Tudo o que fizestes a esses meus irmãos, mais pequeninos, foi a Mim que o fizestes."

                                                                    

Deus abençoe a todos

                                                                 

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

 

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às 22:40

Panteão Nacional

por cunha ribeiro, Domingo, 12.01.14

 

 Gosto da ideia do Panteão. Mas da genuina, não da adulterada. O Panteão tal como foi concebido, como um lugar onde repousam para a eternidade as personalidades que mais se destacam a bem das nações, é, em minha opinião uma excelente ideia. Na Grécia só os deuses tinham acesso ao glorioso "túmulo".

 Em Portugal, o Panteão parece mais um museu do que um túmulo de heróis nacionais. Porquê? Porque num museu cabe tudo o que é velho, antigo, ultrapassado, e no panteão não. As personalidades que até agora entraram no Panteão Nacional são nomes antigos que no seu tempo foram importantes, mas faltou-lhes alma, e faltou-lhes, sobretudo, "obras valerosas que da lei da morte vão libertando".

  Acresce que num museu existe o que é valioso para uns mas não o é para outros. Um quadro de Dali pode ser uma obra extraordinária para meia dúzia e simultaneamente uma coisa insignificante para centenas.

 O Panteão português tem sido até hoje um lugar onde se tem celebrado a pseudo-importância humana decretada por amizades políticas, onde se tem elevado a heróis habilidosos de circunstância. Em suma, é isto o Panteão: há almas medíocres que lá estão, e há grandes almas que lá não estão.

Eusébio? Por que não? Se fizessemos um referendo nacional Eusébio teria seguramente uma larga fatia popular a referendar a sua entrada no Panteão.

 Pelos vistos há uma senhora, poetisa, que já tem o seu lugar garantido no panteão. A filha diz que ela tem mérito, que escreveu versos sublimes sobre o 25 de Abril. Será que ela vai para o Panteão por influência desta opinião filial? Só espero que o filho, Miguel Sousa Tavares, homem influente no meio, não escreva um Panegírico a elogiar a mãe, que aí sim, as portas abrem-se no dia a seguir.

 

CR

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às 14:58

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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