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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Deve haver erro: Cavaco não é homem para dizer coisas destas

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 29.01.14

Cavaco: «Chegámos ao momento das grandes opções»

 

( Quererá Cavaco dizer que chegou o momento de ele optar por cavar de Belém? Se sim, óptimo, seria uma GRANDE opção, mas... honestamente, não acredito)

«É agora, neste ano de 2014, sem mais adiamentos ou hesitações...»

 

( Sem mais adiamentos?!... Até parece que o homem tem andado a adiar alguma coisa... Que coisa será?...

 «nem hesitações» - diz Cavaco. (...KKKKK. Desculpem, mas tenho que rir...Como se hesitar não fosse a sua essência, a sua marca pessoal e política...)

 

«... que teremos de escolher os nossos caminhos do futuro», defendeu o presidente na cerimónia de abertura do ano judicial.

( Bem, desisto... Senão...).

 

CR

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às 22:35

Panteão

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 29.01.14

 

 Talvez esta consciência aguda da brevidade da vida explique a minha simpatia por essa criação humana originariamente imaginada para albergar os deuses do Olimpo.Com efeito, esses seres mágicos que “mandavam” no céu e na terra pareciam ser dignos de uma morada sólida, imponente e eterna como o Panteão. Mas devo dizer que simpatizo ainda mais com a mudança de “inquilinos” superveniente, ocorrida com a clarificação científica de que o Olimpo era mais imaginação popular do que realidade palpável, pois ninguém foi capaz, nem mesmo Camões, de fazer prova inequívoca de um único gesto carnal que envolvesse um qualquer ser humano e a deusa do amor – Vénus.

 O Panteão, como aquele lugar de excelência onde repousam para a eternidade as personalidades que mais se destacam ou destacaram no engrandecimento pátrio, é, em minha opinião, uma ideia magnífica. Na Grécia, onde germinou essa ideia, só os deuses tinham acesso ao glorioso "túmulo".

 Em Portugal, o Panteão é uma ideia republicana dada à luz em 1916. A quinhentista Igreja de Stª Ingrácia, em Lisboa, passou, então, a ter esse estatuto. Mas só em 1966 (por sinal, uma data que a história do Panteão poderá vir a registar por via de Eusébio) foram concluídas as obras do Panteão ( as tão populares “obras de Sta Ingrácia”).

Se quisermos ser rigorosos, teremos de concordar que o Panteão nacional mais parece um museu do que um túmulo de personalidades reconhecidamente invulgares. Num museu cabe tradicionalmente tudo o que é velho, antigo, e que às vezes, chega a ter muito valor. Porém o que é valioso para uns não o é para outros. Um quadro de Dali pode ser uma obra extraordinária para algumas dezenas de admiradores e simultaneamente uma “borrada” para milhares. Num museu, antigo, ou moderno, tudo o que lá está tem, portanto, valor relativo. No panteão é diferente. Isto é, devia ser diferente. O que lá está deveria ter sempre um valor elevado, isto é, mais próximo do absoluto que do relativo.

As personalidades que até agora lograram entrar no Panteão Nacional são nomes antigos que no seu tempo foram importantes, mas faltou-lhes alma, faltou-lhes o gérmen da eternidade, faltou o que sobra àqueles  que “pelas suas obras valerosas da lei da morte se vão libertando", para citar alguém que lá devia estar há muito tempo.

 O Panteão português tem sido, infelizmente, até hoje, um lugar onde se tem celebrado a pseudo-importância humana decretada por amizades político- palacianas. Um lugar onde se têm elevado ao estatuto de heróis, artistas, prestidigitadores, ou habilidosos de circunstância. Em suma, o Panteão resume-se a isto: um areópago onde convivem alguns medíocres com duas ou três personalidades realmente dignas e gloriosas.

Soa por aí agora que Eusébio merece honras de Panteão. Se me chamassem para votar em tal honraria não hesitaria um segundo. Aliás, para mim, o acesso ao Panteão deveria ser considerado um assunto sério. Por isso, não deveria ser discutido e decidido por meia dúzia de opinadores, por mais cotados que sejam, por mais representatividade formal que pareçam ter. É aliás um assunto tão grave e sério que, se alguém me dissesse tratar-se de assunto de Estado eu não concordaria. A meu ver, este não é  de facto um Assunto de Estado, pois nós sabemos como os assuntos de Estado, por vezes, se tratam. O acesso de alguém ao Panteão Nacional é, muito mais que “de Estado”, um assunto Nacional. Por isso deveria ser, não a Assembleia da República, mas a Nação a decidir. E como decidiria a Nação? Naturalmente por referendo.

Diz-se que há uma senhora, poetisa, que já terá o seu lugar garantido no Panteão. Ouvida a opinião fervorosa da filha, logo se concluiu que a dita Senhora tem mérito, pois escreveu versos sublimes sobre o 25 de Abril. Será que a ilustre Senhora alcança o Panteão por influência de opiniões como esta, tão subjectiva, tão filial? Só espero que o outro garboso filho, Miguel Sousa Tavares, homem influente no meio, não escreva um panegírico a elogiar “Mater” Sophia ( de Mello B. Anderson), que aí sim, as portas abrem-se no dia a seguir.

Parafraseando Eça, “não se ganha a admiração universal só com ter propósito nas ruas e pagar lealmente ao padeiro. São qualidades excelentes, mas insuficientes. Requer-se mais: requer-se forte cultura, fecunda elevação de espírito, fina educação do gosto, e elevada ciência e arte”

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às 11:15

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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