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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Da "Cuadoção"

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.01.14

 Filho de uma "p...a", sim; Filho de um Gay, não

 

Se por azar do destino eu estivesse numa instituição social para ser adotado, e viesse um tipo de gesto delicado, aos tremeliques, buscar-me para me adotar, não era o filho da minha mãe, mesmo desconhecida, que se deixaria levar por um larila. Dir-lhe-ia, sem papas na língua: “ Vai adotar mas é  o ca...lho”. O que talvez nem fosse insulto por aí além para o visado. Mas quase garanto que o mariconço me viraria logo o traseiro, e voava, qual borboleta ameaçada.  

 Por que é que esta gente não adota um ser da mesma espécie, um(a) bicho(a) qualquer, sei lá, por exemplo um "veado"?

Com que direito, alguém que nunca faria nada, nem com prazer, nem com sacríficio, para que eu viesse ao mundo, por falta de ... vontade própria, me levaria pra casa dele?

Os perigos que eu correria! As ideias trocadas! As confusões! Não, eu não quero correr o risco de ser eletrocutado num interruptor, por não perceber que qualquer ligação normal exige macho e fêmea.

 Aliás, não seria absurdo que devido a educação tão larila, eu viesse a trocar as funções aos meus amigos e amigas de juventude: “ Ó João, os meus pais vão estar fora este fim de semana, o quarto deles está livre, que tal se…”; ou: “ Joana, vamos jogar “ragueby”, domingo à tarde?”.

Pior: Imaginemos que um dia eles, os meus hipotéticos ( só hipotéticos!) adotantes, convidavam um Casal de fufas. A minha expetativa seria, finalmente, não assistir àquela enfadonha ficção, àquele  filme pós-moderno "sempre igual", mas a um "reality show", uma pequena casa dos segredos, com pessoas aparentemente normais,  de sexos bem definidos, mesmo que no fim acabasse tudo à chapada.

 

 

A.V.

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às 21:51

Nem Tudo Acaba

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.01.14

Sim, os nossos dedos, as nossas mãos, os nossos braços irão desaparecer…

Mas as nossas carícias, os nossos apertos de mão, os nossos abraços

O invisível caminho das nossas lembranças …

Dos nossos sonhos comuns,

Jamais iremos esquecer.

 

Sim, os nossos pés deixarão de existir…

Mas os passeios que fizemos juntos,

As nossa corridas por puro prazer,

Os passos das nossas valsas imaginadas,

Os nossos encontros e reencontros,

Jamais se irão apagar,

 

Sim, os nossos rostos terão seu fim…

E os nossos lábios, e os nossos ouvidos, e os nossos olhos…

Mas nem os sorrisos, nem as  conversas, nem os olhares,

Que nós tivemos, que nós trocámos,

Alguma vez poderão enterrar.

 

Afonso Valtique

 

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às 16:49

VÍDEO DA VITAGUIAR PROMOVE OS ALBERGUES DO CONCELHO, MAS SÓ VEMOS O DE PARADA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.01.14

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às 13:34

SINAIS DOS TEMPOS - OS GALÕES DA TERCEIRA IDADE

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 30.01.14

 

A Velhice que, no meu tempo de juventude, era um posto, vai-se tornando um fardo cada vez mais pesado para a governança. Ideologicamente desnorteada e moralmente abandalhada, a governança anda à nora. Ou à volta dela, e só mete água. Por isso vai decidindo sobre vidas de pessoas, colocando a idade no prato de uma balança para  que o o peso dela decida despedimentos fundados na arbitrariedade de avaliações injustas por serem subjetivas . E assim se amesquinha, se desmoraliza e abandalha a sociedade.

 

CR

__________

 

Os parceiros sociais estiveram ontem a debater na concertação social os novos critérios para o despedimento por extinção do posto de trabalho.

Esta foi uma questão que o Tribunal Constitucional chumbou na nova lei laboral.

Os juízes do Palácio Ratton consideraram que os critérios para a selecção do trabalhador a despedir eram demasiado vagos. O Governo tenta resolver essa questão fixando agora critérios mais objectivos que se aplicam por uma ordem concreta.

O primeiro de todos é a avaliação de desempenho e depois aplicam-se outros métodos de selecção

como por exemplo a formação académica ou o salário. Os patrões estão basicamente de acordo e os sindicatos, como é hábito, estão contra. Ainda assim, a proposta do ministro Pedro Mota Soares é um avanço relativamente aos critérios da anterior lei. Antes a antiguidade era um posto. Ou seja, os trabalhadores mais jovens eram sempre os primeiros a sair. Era isto que dizia a lei e há que concordar que, embora seja uma forma de selecção clara e objectiva, não faz muito sentido. Não é uma forma racional de gestão de recursos humanos e penaliza sempre os mais jovens, dificultando a renovação dos trabalhadores nas empresas.

A escolha a partir da avaliação de desempenho parece mais justa para os trabalhadores, porque defende a meritocracia, e para a empresa porque permite que fique com os melhores. No entanto, não é fácil de aplicar. Vai obrigar a que as empresas façam um longo caminho com os seus colaboradores para melhorarem os métodos de avaliação.

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às 08:41

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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