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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


ESTA DEVE TER AÍ UNS 25 a 30 ANOS

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 03.09.14


Foi-nos gentilmente enviada pela Ermelinda Amador,Irmã da Adelaide e Agostinho Rodrigues

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às 22:20

Hugo Almeida e Simão Sabrosa desempregados

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 03.09.14
 
Jogadores portugueses encontram-se, neste momento, sem clube.

 

Quem sabe se Paulo Bento não dará uma ajudinha ao primeiro... E ainda resta o subsídio de desemprego... Coitados!

 

CR

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às 18:05

(DES) MOBILIZAR PORTUGAL

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 03.09.14

 

 Carta Aberta a António Costa

 

 

 Sr Candidato António Costa

 

 

 O Sr decidiu, ao arrepio da regra e do costume, enfrentar um líder lógico, tentando substituí-lo pela sua própria pessoa.

 Quem sou eu para lhe condenar a audácia política. E  se o Sr se candidatou por ser amigo de Portugal, quem sou eu para lhe condenar a ambição pessoal. Contudo, permita que lhe coloque algumas questões:

  O Sr Candidatou-se com o alento dos desalojados do antigo poder (os socráticos), ou acoçado pela revanche pessoal contra um desalinhado desses poderes?

  O Sr candidatou-se por ter a certeza que o seu rival António Seguro não vai conseguir melhorar o país, ou por ter a certeza que qualquer governo PS vencerá o PSD nas próximas eleições?

  O Sr. Tem  a certeza de quê?

  De nada? Está como eu. Também estou cheio de dúvidas sobre as suas verdadeiras capacidades e sem nenhuma certeza sobre as capacidades do seu rival.

  O meu ponto é o seguinte:  Por que se candidata contra quem está exatamente à sua altura, mas é líder natural e lógico do Partido a que pertence?

 

 Cunha Ribeiro

 

  

  

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às 14:52

VIAGENS

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 03.09.14

DA PÓVOA A CANGAS DE ONIS

 

O sol daquela manhã de finais de Julho faiscava no tejadilho do “rover de prata”. O Francisco e a Glória aparelharam-no de véspera. Na bagageira repleta, duas lonas dobradas, com esmerado êxito, aguardavam, ansiosas, a sua primeira noite. Estavam ali, novinhas e prontas para resguardar os quatro campistas. Partimos. Valença, era, por ora, o nosso destino. Até à fronteira foi um vê-se-te-avias. Ávidos de novidade, o carro voou até às encostas de Vigo.

Serenámos ali. A Ria, em Vigo, tem retalhos de cores desiguais a adornar-lhe as margens furtivas. E a sinuosidade da estrada mostrava-nos, de todos os ângulos, aquele milagre cromático.

Avançámos. - “E agora, p`ra La Coruña?” Espanholou o "Francisco”. - Pois siga para a Corunha! Concordámos nós, já meio embriagados pelo novidade da próxima meta. Porém “La Coruña” só foi o próximo destino até à mudança de planos. (Uma viagem sem plano, é como um filme que nunca se viu, e que nos vai surpreendendo, em cada novo cenário). Queríamos dormir algures nos Picos da Europa, por isso, não podia haver “apeadeiro” na bela cidade galega. “Ficava p`ra outra vez”. Seguimos. E, já a virar o nariz do “ cavalo de prata” para as bandas do alto maciço, parámos a “besta”, apeámos, e toca a cortar umas lascas, do inevitável chouriço, e a metê-las no pão, ainda cozido na Póvoa.

 Saciados, rertomámos a estrada. O crepúsculo do fim da tarde chegou, ao mesmo tempo que nós, a Cangas de Onis. E lá fomos nós à cata do nosso refúgio da noite. Ali, à beira da estrada, dezenas de tendas, estendiam seus aconchegos, pelos socalcos de um cerro. Entrámos. Nós, os homens, montámos os abrigos da noite, um ao lado do outro, enquanto elas se esgueiraram, a desfiar conversas, lá delas, procurando a casa de banho.

 Montadas as tendas, lá fomos espreitar Cangas de Onis. Uma ponte soberba dos tempos do Império Romano ergueu-se subitamente à nossa frente. Alta, quase em ogiva, ainda imponente e bela. Musgos e líquenes de várias espécies adornam-na de um colorido fantástico. O homem e a natureza criaram ali uma obra de arte incomum. - Que maravilha! - Exclamámos, comovidos com tanta beleza. Por baixo da ponte, as águas esfregam rochedos subaquáticos. Bacias rochosas irregulares acumulam espelhos de água, para onde a corrente escorrega ,à esquerda ou à direita, numa sinuosa descida pelas entranhas dos montes cantábricos.

 Muito à pressa, pois o estômago já reclamava, fomos comer umas tapas no restaurante mais próximo.  Meia hora depois, eis-nos já prontos para o descanso lunar.

 Sobre a verdura fresca da relva do parque, espargia o luar sua luz cristalina , enquanto o sono tomava conta de nós, debaixo das tendas de Covadonga.

 

A. Valtique

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às 14:22

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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