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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A Minha Mãe

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 02.10.14

A minha mãe tem duas famílias. Uma mais pequena, com filhos, sobrinhos e netos; outra um pouco maior: os amigos, onde predominam as amigas de sempre e as amigas de agora. Se lhe dessem a escolher, isto é, se tivesse de optar, preferia a primeira. Entende-se: foi ela, e alguém muito íntimo dela, que a geraram. O destino e as circunstâncias da vida obrigaram a minha mãe a ter de migrar entre famílias. Têm sido, não tenho dúvidas, migrações dolorosas. Se calhar, essa dor de ter de deixar uma família para se mesclar com a outra, foi mais profunda que aquelas que teve quando pariu os seus quatro filhos. Estou convencido que a minha mãe é, devido ao caldo de sentimentos que experienciou, uma mulher interiormente fortíssima. E que essa força lhe vem de um sofrimento prolongado e feliz. Sofrimento feliz? Sim, o paradoxo parece-me tão real que arrisco expressá-lo. É que desde criança ela teve essa vivência paradoxal, essa mescla de alegria e sofrimento a definir-lhe o destino: teve um pai sempre ausente e uma mãe amável, mas incapaz de lhe proporcionar o mínimo conforto. Por isso, teve de a deixar. Felizmente ficou perto, em casa de uma tia que a protegeu como filha.

A minha mãe casou por amor, e foi feliz durante algum tempo, até ficar só, ela e os filhos. Sete dolorosos anos depois, de novo o "paraíso", com o regresso definitivo do seu marido. No zénite da felicidade, perde um dos seus filhos, e ei-la de novo no purgatório. Suaviza a dor como pode, com a ajuda dos filhos e do marido. Este, porém, pouco tempo depois, adoece. É então que ela vai ao fundo de si buscar forças até aí desconhecidas, e tenta agarrar-se à vida com a energia mental que ainda lhe resta. Renasce das cinzas, como por milagre, uma mulher pronta a ombrear o destino. Agora é ela própria a ter de enfrentar a doença. O diagnóstico é trucidante: perda irremediável de um dos seus membros. O carrocel do infortúnio continua. Sobe e desce sem tréguas. De momento, porém, alguma acalmia. Vive entre duas realidades que na verdade não conflituam.  No amparo de duas famílias:  quando a primeira se ausenta, ela convive com a segunda - a sua família adoptiva -  com casa em Tourencinho.

 

FCR

 

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às 23:22

«A Ditadura Democrática Portuguesa elimina os que pensam e promove os Burros»

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 02.10.14

"Este é o maior fracasso da democracia portuguesa (POR CLARA FERREIRA ALVES) Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido. Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, em governação socialista, distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos. Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande "cavallia" (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades. Gente assim mal formada vai aceitar tudo, e o país será o pátio de recreio dos mafiosos. A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca. Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada. Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve. Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos? Vale e Azevedo pagou por todos? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal? Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma. No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância. E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Alguns até arranjaram cargos em organismos da UE. Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha. E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina? E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca. Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade. Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra. Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa"

(Texto retirado da Internet)

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às 19:56

UMA BOA LIÇÃO PARA QUEM NÃO VAI ALÉM DAS APARÊNCIAS

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 02.10.14
Foto DR
A publicação feita por Makenzie Schultz no seu Facebook
 
 
02.10.2014  13:19
 
Casal é mal atendido mas deixa gorjeta de 80 euros
A imagem do recibo publicada no Facebook do casal conta já com 1,5 milhões de 'likes' e mais de 200 mil partilhas
Por T.R.
 

Foi com uma nota de encorajamento que Makenzie e Steven Schultz deixaram uma gorjeta de 80 euros (100 dólares) ao empregado de mesa que os serviu num restaurante em Iowa, nos Estados Unidos.

 

Apesar de terem considerado que o serviço foi "terrível", o casal Schultz apercebeu-se de que o problema não era do empregado que os serviu, mas sim do facto de existirem poucos empregados no restaurante. O casal esperou 20 minutos por uma garrafa de água e mais de uma hora pelas entradas.

 

Ao lembrarem-se de que já tinham estado na pele do empregado de mesa, decidiram deixar-lhe uma gorjeta simpática. Makenzie refere que decidiu publicar a imagem do recibo no Facebook para lembrar as pessoas para nunca julgarem os outros sem antes analisarem toda a situação.

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às 15:27

QUEM REPRESENTA OS PARTIDOS DEVIA FAZER, PRIMEIRO, EXAME DE PORTUGUÊS

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 02.10.14

Este texto, retirado do novo jornal aguiarense:

 

 

 

 

 é um exemplo inequívoco da qualidade de escrita dos nossos políticos (jovens ou não)

 

O tema é: EMIGRAÇÃO. Vejam como  um dos articulistas desenvolve tema tão importante.

Nota: a negrito, algumas das incongruências e pontapés na gramática mais chocantes. Que falta fazem os ditados de antigamente!

 

« No meu ponto de vista a solução será sempre derivada de diferentes critérios, existem situações em que à claramente a necessidade de emigrar, existem situações em que o objetivo passa por emigrar e ainda os que não tencionam emigrar.

A emigração é um tema sempre muito frágil, isto porque é analisado sempre de uma forma muito tendenciosa, podemos defender Emigrar, sim ou não, sem nunca chegar a um consenso.

Prefiro ver e discutir a Emigração como um estado de espirito, um desafio e uma forma de solucionar algo que é um problema real em Portugal, o desemprego, principalmente o desemprego jovem.

Todos devíamos poder optar por uma carreira em Portugal, seria sem dúvida a situação perfeita. Mas todos sabemos que hoje é impossível. Aliás todos sabemos que a Emigração é e foi sempre uma realidade em Portugal.

Hoje é sem dúvida uma Emigração mais fácil, mais segura e muito mais profissional, principalmente a Europa que se tornou um mercado multiprofissional aliás como sempre foi equacionado, um mercado gigante onde não existe fronteiras nem limites.

Ir ou ficar? Defendo que todos devemos ter a oportunidade de desenvolver a sua atividade profissional, todos temos de ter a oportunidade de nos podermos sentir realizados, úteis e recompensados, todos devemos ter a oportunidade de crescer.

A juventude Portuguesa tem sido uma juventude de exemplo, uma juventude de rigor e uma juventude de trabalho. Temos provado ao mundo que somos capazes de nos mexer, e ao mesmo tempo de nos valorizar. Penso que a reposta é clara e é todos os dias relembrada pelos muitos jovens que saem do nosso país, os jovens Portugueses tem mostrado um patriotismo enorme, mas têm principalmente provado que conseguem por eles mesmo, valorizar Portugal, e entre o ficar parado, e sem oportunidades, e ir, não têm hesitado em ir, e agarrar cada oportunidade! Eu sinto-me um sortudo por poder todos os dias realizar-me em Portugal, mas não é por isso que me esqueço de todos os que queriam estar por aqui e não estão e numa situação de ir ou ficar pelo facto de não ter oportunidade aqui, também não hesitaria em ir e ser mais um dos milhões de embaixadores que estão espalhados pelo mundo e que fazem com que Portugal exista.»

 

1º erro: ... claramente a necessidade de emigrar..."!? Pois, digo eu ...

    ( Ora bem, trocar o "à" pelo "há" é erro que antigamente se dava até à 3ª ou 4ª classe. Daí para a frente, problema resolvido. Mas se forem ao ciber dúvidas ficam logo esclarecidos:

À ou há?

[Pergunta] À ou há.
   Gostaria de saber o conceito, a origem desta regra de ortografia.

Beth :: :: Brasil

[Resposta] À é a contracção da preposição "a" com o artigo definido no feminino singular "a".
   Ex.:1. Vou à escola.
   2. Disse à minha irmã que...
   3. Emprestei os livros à Patrícia.
   4. Voltei à biblioteca no dia seguinte.
   Três processos simples, para verificar que se trata da contracção da preposição com o artigo:
   1.º: Altere a frase substituindo a palavra que se segue a "à" por outra de género e número diferente. Se o puder fazer, e tiver que alterar a forma à, contraindo a preposição com outro artigo definido, é sinal de que se trata da contracção da preposição com o artigo:
   Ex.:
   1. Vou à praia. (a + a)
   2. Vou ao jardim. (a + o)
   3. Vou às compras. (a + as)
   4. Vou aos saldos. (a + os)
   2.º Veja se pode substituir esse à por "a uma". Se o puder fazer e a frase ficar correcta, é porque se trata da contracção da preposição.
   Ex.:
   1. Fui à loja. / Fui a uma loja.
   2. Respondi à menina. / Respondi a uma menina.
   3. Ela fugiu à pergunta. / Ela fugiu a uma pergunta.
   3.º Essa contracção da preposição "a" com o artigo definido no feminino singular "a" (= à) tem de anteceder sempre uma palavra no feminino singular. Repare nos exemplos anteriores, todos palavras desse género e número: escola, minha irmã, Patrícia, biblioteca, praia, loja, menina, pergunta.

 

 

    é uma forma do verbo haver: a 3.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo. Significa existir.
   Ex.:
   1. Há barulho na sala.
   2. Há muita gente no passeio.
   3. Há muitas pessoas no passeio.
   4. Há oito dias que o não vejo.
   Um processo simples para verificar se se trata do verbo haver: tente substituir essa forma verbal por outra do mesmo verbo, mas em tempo diferente.
   Ex.:
   1. Hoje há aulas.
   2. Ontem houve aulas.
   3. Às terças-feiras, havia aulas de Educação Física.
   4. Amanhã haverá aulas.
   5. Se os professores não viessem, não haveria aulas.
   Uma regra: com expressões de tempo, trata-se do verbo haver.
   Ex.:
   1. Ele foi-se embora há uma semana.
   2. Isto aconteceu há dias.
   3. Fui há quinze dias a Lisboa e...
   4. Há muito tempo que ele andava doente.
   5. Há anos, estava ela no jardim...
   6. Ela festejou o aniversário há pouco tempo.
   Uma chamada de atenção: quando significa existir, o verbo haver não tem plural.
   Ex:
   1. Hoje há aula de... / Hoje há aulas de...
   2. Não o vejo há um mês. / Não o vejo há tempos.
   3. Há um político que... / Há muitos políticos que...
   4. Houve uma pessoa... / Houve várias pessoas...

 

2º erro:. "... existe fronteiras..." ou existem fronteiras" ?

( Manda aqui o sujeito "fronteiras" que o verbo esteja no plural  - "existem". Ou não sabendo esta regra, o hábito da leitura e da escrita não deixam cair neste erro ...)

 

3º erro:. ... Defendo que todos devemos ter a oportunidade de desenvolver a sua atividade profissional...

 ( devemos desenvolver a sua... ou a nossa?  Óbvio demais ...)

4º e 5º erros:A falta de concordância plural/Plural e a repetição constante do verbo "ir"completam o descalabro...)

 

CR

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às 10:36

Top Páginas (ontem - 01/10/2014 )

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 02.10.14

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às 08:28

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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