Para travar a luta da dívida o Syrisa propõe um combate com duas frentes: uma frente interna, onde a fuga aos impostos irá ser o principal inimigo a abater; e outra externa, tendado chamar à razão os credores.

O Syrisa não alcançou a maioria absoluta, é verdade.  Mas, sem preconceitos, ei-lo aliado a um pequeno partido de direita, aparentemente seu inimigo.

Surpreendente? Claro que sim; mas estúpido,é que não. Ainda bem que há políticos capazes de jogos de cintura como  o de Stripas. Políticos lúcidos, pragmáticos, objetivos e ágeis.

 O objetivo de travar um combate eficaz contra o espartilho do défice, e contra os credores usurários que o exigem,  convoca o Syrisa e os cidadãos que vivem esmagados por eles,  a seguir os caminhos da lucidez e do pragmatismo.

 Aliaram-se os pombos e as serpentes? Que importa se juntos combatem melhor os abutres? 

 

CR