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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


CURTAS

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.02.15

«Mario Draghi fecha a torneira que financia os bancos gregos

 Será para a Europa não "meter água"?
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E, já agora, também conjuga  dinheiro ... ( e muito...).

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 Caixas de preservativos custam agora o equivalente a 660 euros na Venezuela.
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"Julgada por esconder droga na vagina. Mulher entregava droga ao namorado."

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Ter-se-á inspirado na extraordinária carreira académica de Sócrates e Relvas?

 

«Falsa professora deu aulas 2 anos

Lurdes Gameiro lecionou no ISLA mais de dois anos, entre 2010 e 2013, Lurdes Gameiro, de 42 anos, deu aulas no Instituto Superior de Línguas e Administração (ISLA) de Leiria, nas áreas de Engenharia e Segurança no Trabalho. Segundo a gerente e o diretor da instituição de ensino, a mulher apresentou um "currículo falso" e "falsificou" os certificados que lhe conferiam licenciatura e doutoramento nas universidades de Coimbra e Aveiro. Ontem, começou a ser julgada no Tribunal de Leiria pelos crimes de burla qualificada, falsificação de documento e usurpação de funções.»

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às 20:31

A Câmara de Vila Pouca na ajuda a famílias carenciadas

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.02.15

Famílias carenciadas com apoio na habitação

Fábio

Famílias carenciadas com apoio na habitação

No concelho de Vila Pouca de Aguiar estão sinalizadas dezenas de famílias em dificuldades. Rendimentos baixos, casas sem condições mínimas, e falta de acesso à educação e saúde são alguns dos problemas detetados. A autarquia, através do Cartão Social, já presta ajuda a estas famílias, mas está agora a requalificar algumas casas. O Notícias de Aguiar visitou dois casos identificados pelos serviços sociais.

 

Maria

Maria Emília Veiga morava numa casa sem as condições mínimas de habitabilidade. O telhado estava deteriorado, as paredes eram feitas de madeira já apodrecida, e sempre que um temporal assolava a aldeia de Telões, “parecia que a casa vinha abaixo!”. “Era terrível. Quando aqui cheguei, há quase dez anos, não estava assim. Foi piorando ao longo do tempo. Já tinha buracos pelas paredes fora e até tinha medo de lá morar”, lamentou.

O apoio social chegou em bom tempo. A casa está, agora, a ser requalificada, através de um incentivo da autarquia, o telhado foi renovado e as paredes já não agitam quando o mau tempo lhes atravessa.

Em casa moram quatro pessoas. Maria Emília, o marido e os dois netos que estão ao seu cuidado, porque os filhos foram à procura de uma vida melhor. Todos vivem com um vencimento mínimo, auferido pelo marido, “que não chega para todas as despesas”.

Fábio2

Em Campo de Jales fomos encontrar Fábio Lopes. Com 25 anos, tem uma filha e espera poder morar, a três, numa habitação pela primeira vez. Uma casa, já debilitada, foi-lhe oferecida pelos sogros e está agora a ser reabilitada com a ajuda da autarquia.

Ambos estão desempregados, vivem com o rendimento mínimo e o abono da criança. Tudo junto, não ultrapassa os 400 euros. A casa é um sonho quase concretizado. “Não tinha possibilidades de ter uma casa. Soube do apoio e candidatei-me. Ainda vivemos com os meus sogros, mas espero mudar-me em breve”, disse. Para eles, será o início de uma nova vida. Agora só falta o recheio, que vai tentar adquirir em segunda mão. “Uma coisa de cada vez”, sublinhou.


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às 19:11

Impressões

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 05.02.15

 

 

Renasce a Aurora

Vai-se a escuridão

O sonho e a noite

Já aqui não estão

 

Abrem-se m`os olhos

Ainda dormentes,

Acordam os pássaros,

Ei-los tão contentes!

 

Ouvem-se murmúrios

Soando lá fora,

Visto-me à pressa

Está mais que na hora.

 

Um fumo espesso

Sai devagarinho,

Pela chaminé

Deste meu vizinho.

 

Ninhos nos telhados

Daquela capela,

Esvoaçam pardais

Em bando, apressados.

 

As folhas estremecem

Naquele carvalho,

Há pingos de chuva,

Que formam orvalho.

 

A água da fonte

Sempre a morujar,

Refresca a minh`alma

Já a crepitar.

 

Tudo se humaniza

No fervor da aldeia,

Sorri a criança

Que uma mãe enleia.

 

 

Sob a chaminé

Crepita a lareira,

Lá vai o calor

Pela casa inteira.

.

E uma vida assim

Simples e feliz,

Torna-nos humanos

Até à raiz.

 

 

E o tempo assim passa

Sem darmos por isso,

Vivemos à sombra

De um grande feitiço.

 

"Verdade", que andas

Tão longe de mim,

O teu caminhar

Nunca mais tem fim?

 

Ventos que agitais

O mar mais profundo,

Mostrai-me a razão

De ser deste mundo.

 

E tu, minha aldeia,

Meu mundo fraterno,

Terra onde nasci,

Meu ventre materno.

 

Humilde e solene

Já não sei se és,

Mas sempre serás

O chão de meus pés.

 

Teu vento areja

Minhas frustrações,

Teu sol ilumina

Minhas ilusões.

 

Tu és o meu livro

Sem princípio e fim

Um livro por ler

Por Ti e por mim.

 

 

A. Valtique

ceu majoli.jpg

 

 

 

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às 18:01

A vida é um fardo...

por Ernesto Ribeiro, Quinta-feira, 05.02.15

Tod’a vida tem um custo
Na contabilidade do Estado
E a morte é mais um dado
No somatório sem “tusto”…

 

E qual o preço formal
Dessa vida em decadência
Na qual s’empesta a doença
Por utente terminal?

 

E se for um infectado
Por transfusão criminosa
Ond’a conduta dolosa
É ela mesma do Estado?

 

Quanto vale esse doente
Qu’estando às portas da morte
Grita p’la sua má sorte
E p’lo medicamento urgente?

 

Vale pouco pr’o político
Que sendo um tecnocrata
Por decidir, então mata
Num pensamento somítico…

 

Pois qu’a vida é valor
Medido nas contas públicas
E essas vidas, por únicas
Têm saldo devedor…

 

Não há valores absolutos
Que granjeiem esse crédito
Pois a vida, tem critério
Decidida por políticos!?

 

Mas se foss’a sua vida
Tinh’a mesma ponderação?
E viveriam em razão
Do valor da sua dívida?

 

Não creio qu’o Macedo
Por ter limite político
Na sua condição de ministro
Pudesse viver nesse medo…

 

Ou o primeiro ministro
Pr’a quem os nossos recursos
Só s’adequam aos custos…
E nisso a vida é um risco!

 

Estamos pois, esclarecidos
Sobre a nossa condição
Qu’o valor do cidadão
Tem custos muito contidos…

 

É pois viver com cuidado
E não cair nos hospitais
Pois que públicos, são mortais
E neles a vida é um fardo!

 

fardo

 

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às 13:37

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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