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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Um mulher de Vila Real!!! Ufa! Vai-me custar digerir esta notícia!

por cunha ribeiro, Terça-feira, 10.02.15

Já são conhecidos alguns nomes de portugueses identificados no esquema de evasão fiscal, revelado pela investigação internacional Swissleaks. Segundo um jornal angolano, o Grupo Espírito Santo e o empresário Américo Amorim estão na lista, mas o cliente português com mais dinheiro na filial suiça do banco HSBC é uma mulher de Vila Real, com 225 milhões de euros.

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às 22:34

Desertores de impostos

por cunha ribeiro, Terça-feira, 10.02.15

Se eu não pagasse  impostos sobre o rendimento do meu trabalho, poderia, neste momento, ter uma conta acumulada com dezenas de milhares de euros. Ou seja, poderia ser rico, ou quase. E como eu todos os portugueses que pagam os seus impostos.

A Suíça é um país rico. Todos o sabem. Pois é, mas se a Suíça é abastada muito o deve aos "desertores de impostos". Esses senhores que se estão completamente nas tintas para o bem estar dos outros e para o nível económico do próprio país.

Segundo revelações de quem sabe (SwissLeaks) há imensos sacanas, podres de ricos, de vários países, a usarem o território suíço para pagarem ZERO de impostos nos seus próprios países. Entre eles, centenas de portugueses.

Sabe-se que um desses trânsfugas lusos, que não paga nem o sistema de saúde nem o sistema de ensino dos seus próprios filhos, está a ser investigado.

Esse fora de lei possui 143 milhões de euros no HSBC - filial de um banco inglês, na Suíça. Consta que está a ser investigado em França ( o que diz muito da celeridade com que o nosso país persegue os criminosos de colarinho branco).

O Dossiê que denuncia a fraude na filial suíça do banco HSBC fala em mais de 200 clientes com passaporte português. O nome do que tem mais dinheiro foi omitido por estar sob investigação.

Enquanto esta raça de indivíduos não for extinta, a troika nunca deixará de andar por aí a rapinar os que trabalham e pagam impostos. É que as aves de rapina não se alimentam umas das outras, mas das presas fáceis que abocanham.

 

CR

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às 20:36

Esta está boa

por cunha ribeiro, Terça-feira, 10.02.15
 
 

 


Assunto: O gajo dos EFFs ...

 

  Um homem chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

  - Faz favor: frango frito, favas, farinheira...

  - Acompanhado com quê?

  - Feijão.

  - Deseja beber alguma coisa?

  - Fanta fresca.

  - Um pãozinho antes da refeição?

  - Fatias fininhas.

  O empregado anota o pedido, já meio intrigado: 'o tipo fala tudo com F's!



 Depois do homem terminar a refeição, o empregado pergunta-lhe:

  - Vai querer sobremesa?

  - Fruta.

  - Tem alguma preferência?

  - Figos.

  Depois da sobremesa, o empregado:

  - Deseja um café?

  - Forte. Fervendo.

  Quando o cliente termina o café:

  - Então, como estava o cafezinho?

  - Frio, fraco. Faltou filtrar formiguinha flutuando.

  Aí o empregado pensa: 'Vamos ver até aonde é que ele vai'.

  - Como é que o senhor se chama?

  - Fernando Fagundes Faria Filho.

  - De onde vem?

  - Faro.

  - Trabalha?

  - Fui ferreiro.

  - Deixou o emprego?

  - Fui forçado.

  - Por quê?

  - Faltou ferro.

  - E o que é que fazia?

  - Ferrolhos, ferraduras, facas... ferragens.

  - Tem um clube favorito?

  - Fui Famalicense.

  - E deixou de ser porquê?

  - Futebol feio farta.

  - Qual e o seu clube, agora?

  - Farense.

  - O senhor é casado?

  - Fui.

  - E sua esposa?

  - Faleceu.

  - De quê?

  - Foram furúnculos, frieiras... ficou fraquinha... finou-se.

  O empregado de mesa perde a calma:

  - Olhe! Se você disser mais 10 palavras começadas com a letra F...
não paga a conta. Pronto!

  - Formidável, fantástico. Fiquei francamente feliz. Fiado ficarei freguês.

  O homem levanta-se e dirige-se para a saída, enquanto o empregado ainda lança:

  - Espere aí! Ainda faltam duas!

  O homem responde, sem se virar:

  - Foste f.............

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às 20:36

AGOSTINHO RODRIGUES

por cunha ribeiro, Terça-feira, 10.02.15

        “ ENCONTRO ENTRE AMIGOS INESPERADO, MAS QUE FICOU SEMPRE RECORDADO “

Decorria o ano de 1965, estando eu a cumprir o meu tempo de serviço militar obrigatório na ex-província de Angola, mais concretamente na zona do Zaire, num lugar conhecido por Quelo, que ficava a uma distância de 80 km do Zaire, trajecto que era feito por picadas e pântanos, tantas vezes feito por mim de carro e por outros colegas meus, que tínhamos de fazer quando nos deslocávamos ao armazém militar - para nos abastecer dos mantimentos para os cozinheiros da Companhia Caçadores 760, fazerem o rancho para a rapaziada que ali estava obrigada e a fome poder saciar. Caso contrário, era passar fome de rato como algumas vezes chegou a acontecer. Poucas – felizmente mas aconteceram.

A dada altura era preciso vir a Luanda, capital de Angola, 2 condutores para levarem 2 carros para a Companhia. A quem havia de calhar na rifa: o condutor Agostinho, outro companheiro de nome João - lá nos vieram trazer ao Zaire, onde primeiro nos meteram numa barcaça rudimentar que nos levou até onde estava fundeado o Navio de Guerra Vasco da Gama. Aí chegados – a dita barcaça encostou ao Navio.

 Do Navio lançaram uma escada feita de corda para subirmos para o dito Navio. Muitos de nós - pensamos duas vezes antes de nos metermos em tal aventura. Mas, estando nós sob alçada militar, tudo tínhamos que fazer em prol da bandeira e da Nação – sem a nada nos podermos negar - para não arranjarmos confusão. Há que tudo fazer para tal obstáculo ultrapassar. Então, aos gritos de quem estava a comandar o embarque - lá fomos subindo um a um até ao cimo do Navio, onde estavam dois marujos que nos iam amparando à medida que chegámos. Quando cheguei lá cima, com a raiva que levava e o cagaço que tinha apanhado - não via nada à minha frente. De momento ouço uma voz! Isto não custa nada. Eu, que não estava muito satisfeito com a brincadeira respondi de imediato: não custa nada o (c.....o) e fixei a cara do marujo. Quem havia de ser o marujo: o marujo, era precisamente o conterrâneo e amigo ALMERINDO ALMEIDA DE CARVALHO, que andava embarcado no Navio Vasco da Gama. Abraçamo-nos euforicamente como não podia deixar de ser, durante toda a tarde e parte da noite – falou-se de tudo e mais alguma coisa, principalmente dos namoros. Isto porque ele namorava com a Maria de Jesus Gomes e eu com a Manuela de Jesus Gomes. Então foi tema de conversa para o tempo que o Navio demorou a fazer o trajecto até Luanda. Para mim, além de ser um encontro agradável com um amigo e conterrâneo em tempo de guerra – foi também o ter comido um belo jantar que o Almerindo, fez o especial favor de arranjar, que foi um belo bife com arroz - batatas fritas e ovo estrelado, coisa que há muito - não me tinha passado pelos beiços, acompanhado de umas cervejinhas fresquinhas para melhor passarmos a noite.

Chegados a Luanda: depois de termos navegado toda a noite. O Vasco da Gama atracou no Cais. Despedimo-nos, onde ele me disse que em 66 regressava e tencionava casar-se, o que de facto assim fez. Eu, regressei em 67 casei precisamente nesse ano. Nem eu estive no casamento dele – nem ele no meu – porque em 67 - já ele andava novamente em alto mar no cumprimento de outra comissão. Entretanto em 68 fui novamente para Angola, sem voltar a ver o amigo Almerindo. Só em 75 nos voltamos a encontrar no aeroporto de Lisboa, onde ele e os nossos cunhados Francisco e Fátima estavam à nossa espera. Ironia dos destinos – dois encontros marcantes na nossa vida.

O Almerindo, já não consta no rol dos vivos – mas, lá onde estiver – que Deus tenha a sua alma em descanso, porque para mim, serás sempre lembrado por estes lindos momentos.

A todos os Paradenses e amigos – como sempre, um grande abraço com muita paz e saúde para todos.

Agostinho Rodrigues

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às 20:34

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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