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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Em homenagem à irreverência do povo grego

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 18.02.15

Porque o Povo Diz Verdades

Porque o povo diz verdades,
Tremem de medo os tiranos,
Pressentindo a derrocada
Da grande prisão sem grades
Onde há já milhares de anos
A razão vive enjaulada.

Vem perto o fim do capricho
Dessa nobreza postiça,
Irmã gémea da preguiça,
Mais asquerosa que o lixo.

Já o escravo se convence
A lutar por sua prol
Já sabe que lhe pertence
No mundo um lugar ao sol.

Do céu não se quer lembrar,
Já não se deixa roubar,
Por medo ao tal satanás,
Já não adora bonecos
Que, se os fazem em canecos,
Nem dão estrume capaz.

Mostra-lhe o saber moderno
Que levou a vida inteira
Preso àquela ratoeira
Que há entre o céu e o inferno.

António Aleixo,

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às 22:10

O DIREITO À VIDA

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 18.02.15

O mundo já foi várias vezes assolado por doenças horríveis, alguma se transformaram em "Epidemias", muitas vidas foram devastadas. Eu lembro de duas que foram o terror da humanidade e que em alguns lugares, ainda são. Falo da "Hanseniase"(Lepra) e da Tuberculose. Ambas ceifaram muitas vidas e expunham o sofredor a um tipo de isolamento, que provocava ainda mais sofrimento.

Ainda rapaz, conheci dois homens na minha aldeia de Parada, que tinham "Lepra". Seus corpos ficavam cobertos de feridas, que mais pareciam "escamas", do corpo escorria um liquido estranho que cheirava mal. Não podiam ter contato com ninguém, tudo o que eles usavam era separado. No Rio de Janeiro, também tive um amigo que contraíra a Lepra. Visitei-o algumas vezes num Sanatório. era muito triste ver aquelas pessoas confinadas, sem a gente poder fazer nada. A Lepra, aparentemente, é uma doença debelada, mas nos centros urbanos. No Norte do Brasil, na região amazônica, existe um enorme leprosário.

A Tuberculose, eu mesmo senti na minha própria pele. Estive internado num sanatório durante nove meses. Era um isolamento horrível, todas as pessoas que tinham contato connosco, usavam máscaras protetoras. Graças a Deus fiquei curado e nunca mais senti nada. Isto aconteceu no fatídico ano de 1961.

Na Bíblia encontramos muitos milagres de cura de leprosos, feitos por Jesus Cristo. A Lepra e a  Tuberculose, foram praticamente debeladas, mas surgiram outras doenças, igualmente terríveis, que estão matando a rodos. Falamos da Aids(Sida), Câncer, Cólera e Ebola. A maioria destas doenças, surgem no Continente Africano. Todos os países têm sistemas de alerta contra estas doenças. A Aids, é uma doença relacionada com a promiscuidade e com as drogas. Precisava haver no mundo um sistema de educação para se evitar esta doença. Mas os governos, estão mais interessados em fornecer o "preservativo", do que educar. Tenho um amigo que contraiu Aids. Hoje tem o apelido de "Camisinha furada"

Mas a doença que no mundo se sobrepõe a todas as outras, é o uso das drogas. A droga é a Lepra do Século XXI, a lepra do mundo moderno, destrói a vida de quem usa e de quem não usa. Com relação ao combate às drogas, está a haver muito relaxamento.

A Igreja Católica festejou recentemente o Beato Daniel Veuster. Foi o único missionário a penetrar na Ilha de Molokai, onde no século passado, existia um enorme leprosário. A maioria dos leprosos do mundo inteiro eram mandados para essa ilha, onde eram completamente abandonados. A Vida é um Dom de Deus, mas nem todos têm Direito a Ela.

                                                             

Deus abençoe a todos

                                                         

Agostinho  Gomes   Ribeiro

 

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às 21:55

UMA VIDA NOVA‏

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 18.02.15

Passou a euforia do Carnaval ( Entrudo), em que damos vazão à nossa alegria, transformando cada um a seu modo a realidade do dia a dia. Muitos usaram fantasias vistosas, máscaras, para não serem  reconhecidos. Outros usaram apenas roupas do sexo diferente, tudo muito exótico e extravagante. Mas o que estava em jogo, era brincar não importava de que maneira. No Carnaval tudo é permitido, tudo é  tolerado.

No entanto, existem muitas pessoas que são alheias a toda esta confusão, aproveitam para viajar e para descansar. Outras, ainda aproveitam estes dias para fazerem "Retiros" religiosos, aproveitam este tempo para meditar. Há portanto, muitos meios de se viver o Carnaval.

Terminada toda esta euforia, começa o tempo da Quaresma, um tempo de recolhimento e revisão de vida. Começa com a Quarta-Feira de "Cinzas", é um convite para se sepultar todos os erros e começar a viver Uma Nova Vida. Neste tempo, nos é proposto três dimensões em nossa vida. A Caridade, a Oração e o Jejum. Na cerimônia das "Cinzas", devemos refletir "que somos pó e ao pó deveremos voltar."

A dimensão da Caridade, é o relacionamento com os nossos irmãos, descobrir suas necessidades e ajudar na forma do possível. A ajuda mútua e a esmola, devem ser feitos com total descrição. "Que a mão direita não veja o que faz a mão esquerda." " Segue sempre a fazer bem, o bem terás se assim fizeres, nunca faças a ninguém o que para ti não queres." "Feliz aquele que pensa, na vida fazer o bem, sem pensar em recompensa, e nem sequer olhar a quem." Devemos então, ajudar a quem precisa, mas sem tocar a "trombeta". Ninguém deve saber o que fizemos e a quem fizemos.

A dimensão da Oração, é o nosso relacionamento com Deus. Devemos orar no silêncio e na discrição. Toda a oração deve ser feita no anonimato do coração. Todo o homem de ação, concerteza é um homem de oração. Quem reza proclamando aos quatro ventos, são os hipócritas.

A dimensão do Jejum é o relacionamento connosco mesmos. Um sistema de freio aos nossos desatinos, vigiar e moderar o nosso comportamento. Reduzir o que for possível, no sistema de alimentação e usar em benefício de alguém que esteja a passar fome. Evitar os supérfluos e o consumismo exagerado. Jejuar, é também frear os nossos desejos loucos e desenfreados. O Jejum não deve ser notado pelas pessoas, deve ser espontâneo e mostrar felicidade por ter esta oportunidade. Devemos mostrar boa disposição, ficar alegres e felizes, afinal, estamos a fazer algo em nosso próprio benefício, por isso, não temos que mostrar para ninguém, que estamos a jejuar. Deixemos que Deus, que vê tudo o que está escondido, nos dei-a a recompensa que merecemos pelos atos que praticamos.

                                                                         

Deus abençoe a todos

                                                                     

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 21:50

As Actas devem ser publicadas. Não apenas as das câmaras municipais. As das Juntas de freguesia também.

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 18.02.15

Porto começou a publicar em Abril

Ao contrário do que acontece na região de Lisboa, a grande maioria dos municípios da Área Metropolitana do Porto já tem os relatos das suas reuniões nos sites das câmaras.

Bastante melhor do que na região de Lisboa é o que se passa nos 17 municípios que constituem a Área Metropolitana do Porto (AMP). Doze publicam as actas completas das reuniões dos seus executivos nos respectivos sites — embora com diferentes graus de detalhe e com formatos muito variáveis — e apenas quatro não o fazem.

Uma última câmara, precisamente a do Porto, tem no seu site uma parte das actas relativas às reuniões efectuadas entre Abril e Novembro do ano passado, mas só por sorte é possível encontrá-las, escondidas que estão no meio do Boletim Municipal Electrónico. Boa vontade parece ser o que não falta ao executivo de Rui Moreira, que até publica no mesmo boletim, a par das actas, anexos com o texto integral das propostas discutidas e com as declarações de voto dos partidos. O problema, mais uma vez, consiste em achá-los. O assessor de comunicação da autarquia admitiu ao PÚBLICO que a forma como se chega a estes documentos não é a mais óbvia, acrescentando que está a ser pensada uma solução que facilite o acesso. Referiu ainda que o site foi totalmente refeito no Verão e que há aspectos que estão a ser afinados.

As quatro câmaras que optam por não divulgar os relatos das suas reuniões são as da Maia (PSD), Santa Maria da Feira (PSD), Trofa (PSD) e Vila Nova de Gaia (PS). No caso da Maia, são apenas publicados, ainda que sem atraso e só desde Janeiro de 2014, quadros-resumo em que inscreve o nome dos vereadores presentes em cada reunião, bem como o título das propostas e o resultado das votações. Em Santa Maria da Feira, a solução é semelhante, embora essa prática remonte a 2004.

Já na Câmara da Trofa, regista-se uma originalidade: cada vez que uma acta fica pronta, é colocado no site um edital em que se torna público o facto de ela ter sido afixada no “quadro da entrada” dos paços do concelho e “nos locais de estilo”. Pelo menos aí, mesmo que seja de pé, consegue-se ler a acta mais recente. Esta foi a alternativa encontrada pelo município em Janeiro do ano passado, em detrimento da publicação integral no site, que foi feita apenas nos primeiros três meses deste mandato.

Em Gaia, o site tem uma página para “deliberações”, mas esta resume-se a uma indicação: “Brevemente disponível”. Fora isso, e seguindo um labirinto só comparável ao do site do Porto, lá aparecem, dentro do Boletim Municipal Digital, as “minutas das actas”. Trata-se, tão-só, do enunciado dos assuntos tratados nas reuniões e do resultado das votações.

Do lado dos municípios que levam à prática o entendimento de que a divulgação das actas das reuniões é um instrumento fundamental para a realização do princípio da administração aberta – conforme defende a jurisprudência da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos – encontra-se, em lugar de destaque na Área Metropolitana do Porto, o de Santo Tirso (PS). No site, as actas estão disponíveis a partir de 2007, por vezes com muitas dezenas de páginas, e reproduzem as propostas discutidas, os pareceres dos serviços e as declarações de voto, além da síntese das intervenções. 

Bastante completas mostram-se também as actas da Câmara de Valongo (PS), que só começaram a ser publicadas no início do actual mandato, e as de Gondomar (PS), que têm um atraso de quatro meses (a última, de 1 de Outubro, tem 272 páginas). Igualmente extensos e completos são os relatos dos plenários do executivo de São João da Madeira (PSD) realizados desde 2002. O único problema é que a última acta publicada tem quase um ano: tem data de Abril de 2014.

As restantes câmaras da AMP que publicitam as actas das reuniões dos seus executivos são as de Arouca (PS), Espinho (PSD), Matosinhos (independentes), Oliveira de Azeméis (PSD), Paredes (PSD), Póvoa de Varzim (PSD), Vale de Cambra (CDS) e Vila do Conde (PS).    

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às 18:37

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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