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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


O QUE É A MORTE?‏

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 20.02.15

Estar mortos ou estar vivos, é apenas  um estado de espírito. As palavras de Jesus Cristo, são muito claras e positivas quando nos diz: "Quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá." Por isso, podemos ter a certeza que, tanto a morte quanto a vida, são situações ligadas diretamente a Deus.

Para que nossa vida seja eterna, para que as marcas do amor de Deus sejam sentidas, para experimentar a alegria e a felicidade, que para todos nós está preparada, é necessário experimentar a morte. Para Deus não existe a morte. O próprio Jesus Cristo que era Deus, tentou fugir da morte, mas como homem, não como Deus. Pois Deus é somente o Deus dos vivos, porque Nele está a vida em plenitude. " Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância. Então, o que é a Morte afinal?

A Morte é a vida na presença de Deus, é a participação na Comunhão dos Santos, é a consolidação da nossa fé, é a certeza da nossa esperança, é a confirmação do grande amor de Deus por nós. É pela morte e pela vida que nós, Povo de Deus, formamos a Igreja. Muitas pessoas pensam que Igreja são prédios, Catedrais, Basílicas, Construções Suntuosas. Nada disso é Igreja. Isso são lugares onde a Igreja se reúne. porque Igreja é Povo, que unido, luta por um ideal, a salvação eterna. A Igreja no mundo, engloba a vida e a morte, pois ela está dividida em: Igreja Militante, Igreja Padecente, e Igreja Triunfante.

A Igreja Militante, somos todos nós, que vivemos e lutamos neste "vale de lágrimas", a caminho da Salvação. A Igreja Padecente,  são todos aqueles que já partiram desta vida, mas que ainda padecem para se purificarem dos seus pecados. Esta Igreja Padecente, precisa da Igreja Militante, para que por meio de suas orações e seus sacrifícios, os ajudem a atingir a Salvação. A Igreja Triunfante, são todos aqueles que já estão na Glória Celeste, já atingiram a plena realização.

Quando sepultamos alguém, sempre colocamos nos Túmulos as flores, como símbolos da nossa lembrança. Mas as flores  murcham, as lágrima secam, só as orações é que nunca se perdem. Por isso, é muito salutar rezar sempre pelos mortos.  As raízes do Céu, estão no chão da nossa esperança, precisamos plantar cada vez mais para florir a nossa eternidade.

Todos temos medo da morte, porque a morte é um pulo no escuro. A gente tem que pular num abismo que não vê o fundo. Por isso, é muito importante a fé neste momento, pois ela nos garante que no abismo onde vamos pular, Deus está de braços abertos a nos esperar. O maior mistério que a humanidade vive é a morte. Ainda mais que nunca ninguém nos veio contar como são as coisas do outro lado da vida.

Não devemos ter medo da morte e nem da fama que ela tem.  Se a vida é bela de sorte, a morte o será também. Ninguém morre, enquanto permanecer vivo, no coração de alguém.

                                                            

Deus abençoe a todos

                                                        

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 21:43

A NECESSIDADE OBRIGA

por Francisco Gomes, Sexta-feira, 20.02.15

Um velho monge saía todos os dias a passear com seus alunos, pelas redondezas do Convento. Apreciavam as belezas da natureza e o monge explicava todas as maravilhas que Deus criou para nós. Certo dia o velho monge saiu apenas com um aluno e encontraram um belo sítio, muito grande, mas completamente abandonado. Ali morava uma família que não plantava nada, por isso nada colhiam. O monge conversou com o chefe dessa família e perguntou-lhe como eles viviam, se nada produziam, pois não se via nem uma pequena horta. O homem apontou para uma vaquinha que pastava tranquila e disse: Nós vivemos em função do leite que essa vaquinha nos dá. Ela dá o suficiente para o nosso consumo e o que sobra a gente troca por outros produtos. E assim a gente vive muito bem.

Quando o monge e o aluno se afastavam do local, viram a vaquinha a pastar à beira de um grande precipício, um abismo muito profundo. O mestre ordenou ao aluno que empurrasse a vaca no abismo. O aluno quis discutir, que não era legal, acabar assim com o sustento de uma família. Mas o mestre, irredutível, exigiu que o aluno empurrasse a vaca, que logo se esborrachou no fundo do precipício.

O aluno ficou muito triste e preocupado com a sorte dessa família, várias vezes pensou em voltar ao lugar, para se justificar e ajudar no que fosse preciso, mas o monge não permitia. Assim se passaram dez anos, o velho monge morreu.

A primeira coisa que o aluno fez, foi correr ao local para saber como estava aquela situação. Ao chegar ao local ficou espantado com a transformação que havia acontecido. O sítio todo plantado, várias árvores frutíferas, até uma pequena indústria de doces em compotas.

Ficou muito preocupado. Achou que aquela família, privada do seu sustento, deve ter vendido a propriedade e os novos donos fizeram tudo aquilo. Mas resolveu indagar o que acontecera. Soube que era a mesma família que ali morava, e era a dona daquelas transformações. Pediu para falar com o chefe e comentou a sua admiração por tão grande transformação. Ele contou, que de fato, eles viviam muito acomodados em função da vaquinha. Mas como um acidente derrubou a vaca no abismo, eles resolveram modificar seus estilos de vida. A necessidade obrigou a isso. Então eles criaram todo aquele monopólio de produção.

O aluno afastou-se feliz do local, nada contou da sua aventura, que fora o responsável indireto por toda aquela transformação. Reconheceu a sabedoria do seu falecido Mestre, que valia muito mais do que a sua honestidade e os seus remorsos.

Quase sempre vencemos movidos pelas necessidades.

                                                   

Deus abençoe a todos

                                               

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 21:38

Excerto do próximo texto ( Desfabulações) a sair no "Notícias de Aguiar"

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 20.02.15

O Pecado da Troika

 

 

Pensava eu que havia apenas sete pecados mortais a moldar o comportamento dos povos cristãos da Lusitânia e da Grécia.. Afinal, depois de ouvir o Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, parece haver mais um - o “pecado da Troika”.

Parece brincadeira, mas olhem que o homem parece ter razão. Pensando bem o pecado da Troika não é simples teoria de um Comissário não alinhado. É um verdadeiro pecado mortal. Em minha opinião, o mais grave de todos. É que se trata de um pecado que não parece tão estrito ou estanque como os outros, mas bem mais complexo, e, por isso, muito mais grave, que os restantes.

Analisado-o com atenção, o pecado da Troika  parece, de facto, abranger alguns dos pecados mortais que nos ensinaram na doutrina. Senão vejamos:

No pecado da troika está implícito o pecado da “ Gula” (um dos sete), a qual se manifestou com maior amplitude na atitude usurária do FMI, do que nos outros “colegas troikanos”. A “Gula “ é, por definição, um desejo insaciável, além do necessário, por comida. Ora, foi Justamente uma atitude "gulosa" que levou a Troika a desejar sair da rotina, atirando-se a um bom "repasto" greco-latino. Uma espécie de cozido à portuguesa com "kotopita" grega. Tudo isto com a ajuda de uns patos já depenados e prontos para "comer". 

E assim se deu a invasão da Troika nos "países de aves despidas". Chamaram-lhe outro nome: "os países intervencionados". Entre eles, a Grécia e Portugal - os mais depenados.. É pena que a "gulosa" Troika não tenha controlado esse pecado (da Gula) pelo uso da virtude da temperança.

 

(...)

 

CR

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às 17:52

Isto deve estar a "melhorar"

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 20.02.15

 

Isto é capaz de estar mesmo a melhorar... Como diz o Governo. Notei-o ao encher o depósito, na A 28, numa das residências da minha amiga ... a GALP, a qual  deve ter "melhorado" um pouco mais a sua margem de lucro, ao subir mais uns cêntimos no preço do seu produto...

 

CR

 

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às 13:20

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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