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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Vouchers, Roupões, árbitros e aldrabões

por cunha ribeiro, Terça-feira, 03.11.15

Só quem não acompanha o futebol com lentes de ver ao longe é que poderá afirmar que os árbitros não têm sido influenciados, ou mesmo corrompidos pelos três grandes. Com maior persistência por uns do que outros? Concerteza; com maior retorno para os que mais têm apostado na sedução aos juízes?  Também;  mas todos eles com telhas de vidro, mais ou menos visíveis, a fragilizar-lhes a cobertura da honra clubística.

 

CR

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às 18:43

Da «Carta Aberta» do Presidente Alberto Machado aos aguiarenses

por cunha ribeiro, Terça-feira, 03.11.15

Extraio e cito o seguinte parágrafo:

 

«A proximidade às freguesias é claramente um exemplo do que temos vindo a fazer, realizando uma verdadeira descentralização acompanhada de recursos humanos, financeiros e materiais. Auscultamos profundamente os autarcas e dirigentes associativos, dando resposta aos pedidos efetuados com rapidez e eficácia».

 

Dois aspetos:

1º.  A minha leitura da primeira parte do parágrafo citado, quanto aos presidentes de Junta, é esta:  as suas queixas sobre a escassez de meios,  terão neste momento (a meio do mandato deste presidente de Câmara) menor razão para existir.  Será assim? Têm a palavra os presidentes de Junta.

 

2º. No que diz respeito aos dirigentes associativos posso testemunhar que, até ao momento, fomos, de facto, ouvidos por Alberto Machado, e este cumpriu com o que prometeu.

 

CR

 

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às 11:51

DESFABULAÇÕES - Notícias de Aguiar de 03-11-2015

por cunha ribeiro, Terça-feira, 03.11.15

Indigitação popular

 

A quem augura a Portugal o apocalipse, caso venha aí um governo de esquerda liderada pelo Partido Socialista, diria o seguinte: Em que contribuiu a direita, até hoje, para a felicidade da maioria dos portugueses, designadamente da classe média? Não foi ela - a direita – justamente, a grã causadora do retrocesso económico e social em que temos vivido?

Pode o leitor objetar, alegando que não foi só a direita a encostar o país à miséria. Claro que não. Mas sejamos honestos na definição dos conceitos: em sentido lato, a direita não é apenas a que veste “Lacoste”, bebe "D. Perignon", e tece laudas a Cavaco Silva; é também  a que enverga “Hugo Boss”, vai ao "Tavares", e faz a corte a Mário Soares. Ou, para simplificar, a direita tem duas caras: uma vive de aparências, a outra vive de ocultações; a primeira faz-se de honesta e virtuosa, mas é intrujona; a segunda, faz-se amiga do povo mas ama e trata bem as suas elites; a primeira é anti-sacarneirista e social-coelhista; a segunda, é anti-guterrista e social-socrática. Por isso - repito e sublinho -  se estamos falidos não foi por a esquerda (a autêntica) governar o país, nem foi por sermos afoitos na implementação da mudança. Os que nada querem mudar são como aquela respeitosa senhora que preferiu morrer às mãos do seu médico, que a tratou com desleixo, do que ser indelicada com ele, substituindo-o por outro.

 Portugal é um país de caseiros de duas “famílias” de “barões” que vão ocupando o poder com pouca criatividade, e nenhuma verdade. Esses senhores são o PS e o PSD. Os dois têm posto em prática duas políticas gêmeas : a da direita PSD e  a da direita P.S.

Num ato eleitoral, seja ele nacional ou autárquico, sempre que a direita, unipartidária ou coligada, alcança o poder por obra e graça da desunião dos partidos da esquerda, nenhum responsável destes partidos deveria sair à rua sem corar de vergonha. Aliás, Confesso que sempre estranhei este divórcio dos partidos de esquerda quando está em causa uma escolha tão óbvia como a de permitir ou não que o país seja governado pela direita. Digo o país, como poderia dizer a Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos, a de Celorico da Beira, ou outra qualquer.

Vem a talhe de foice lembrar o que escrevi, a este propósito, no contexto das últimas autárquicas em Vila Pouca de Aguiar. Recorde-se que os partidos e coligação alegadamente de esquerda (P.S. e CDU) teriam alcançado a maioria caso tivessem tido o bom senso de se coligarem, desalojando a direita (PSD) do poder. Ninguém se sentiu na obrigação de esclarecer por que razão não houve coligação.  Todavia, mesmo que os responsáveis pela estratégia do "antes sós que mal acompanhados" fossem questionados sobre o assunto, aposto que se escudariam no argumento gasto da tradição. A tradição tem, pois, costas largas, e serve para justificar, não o que é racional e compreensível, mas o irracional e incompreensível temor da mudança. Contudo, devo dizer que a questão fundamental subsiste: Se uma coligação pode levar a esquerda ao poder por que razão se oferece de bandeja esse poder à direita?

António Costa, "surfando" a onda do revanchismo intrapartidário que usurpou o poder no interior do P.S., e por isso merece a reprovação ética de quem vê a política sob o plano da moralidade, e não da cobiça, considerando a nova realidade política, não deixa de merecer o meu aplauso pelo que está a conseguir fazer nos bastidores da denominada esquerda radical. É certo que ainda é cedo para sabermos se o puzzle vai ser bem montado, e se os resultados dessa montagem irão ser bons para o país.

CR

 

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às 10:56

O Filme

por cunha ribeiro, Terça-feira, 03.11.15

No dia de Todos os Santos, a tristeza toma conta de nós, invade-nos como a humidade em dias de nevoeiro. E foi tomado por tal tristeza que fui levar flores à campa de meus familiares. Lembrei-me então que aquele era o tempo em que meu pai ia todos os anos à Feira dos Santos, a Chaves, onde ficava, uma noite,  em casa do primo e amigo, Manuel Fiscal.

Um ano, já não me lembro qual, fui com ele. Depois de jantarmos, enquanto os primos mais velhos passearam pelas ruas a  petiscar aqui e ali,  e a ver guarda-chuvas, e demais bugigangas, nós os mais novos (eu e o Fernando, co-autor deste Blog) preferimos dar umas tacadas, no "snooker".

Mas o melhor viria depois – à meia noite, havia cinema. Tínhamos uns quinze ou dezasseis anos, e o filme que íamos ver destinava-se a “maiores de dezoito”. “Nenhum problema”- disse o meu primo - “ já somos espigadotes, dá pra passar”.

O título " Garganta funda" sugeria caminhos profundos e apertados entre ravinas, e um enredo com cavaleiros, caravanas, heróis, bandidos, assaltos de pistola em punho, "saloons" e um abnegado “cheriff” a tentar pôr ordem na “cowboyada” .

Entrámos, como previra meu primo, sem problema nenhum. A sala, completamente cheia, assistiu atenta e regalada a um dos filmes pornográficos mais famosos da época.

A.V.

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às 09:45

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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