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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Texto publicado no "Notícias de Aguiar", dia 01 de Dezembro

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 02.12.15

A brasa e a nossa sardinha

 

A quem não se conforma com a solução governativa de António Costa apetece dizer o seguinte: se já tivéssemos encontrado um bom governo à direita não o procuraríamos à esquerda.

Todos sabemos que é muito difícil manter o pensamento nos trilhos da coerência. Há pessoas nas quais “contradição” e “consciência” convivem tão bem como o pecado no confessionário. Dizer a este tipo de gente que a “beira da estrada” não é a “Estrada da Beira” é chover no molhado. Por isso há que estar bem atento ao que dizem e fazem: em 2009, o ex-deputado Manuel Alegre quase escrevia uma ode triunfal à maioria relativa de Sócrates; porém, seis anos depois, o tempo ofuscou-lhe a memória e, a maioria idêntica de Passos Coelho, só lhe ocorreria escrever uma cantiga de escárnio. Cavaco Silva, que se gabava de “nunca se enganar e raramente ter dúvidas”, andou mais de um mês a ensaiar um “fado de Coimbra” (seu preferido por ser do centro …) para no-lo cantar ao som rouco e nervoso do cavaquinho, mas teve de ouvir sem querer a “Internacional”.

Há, infelizmente, à esquerda e à direita, várias personagens como estas que cantam alegremente o fado ao Zé Povinho. Em diversos quadrantes ideológicos e profissionais. No entanto, é nas esferas do futebol e da política que mais se ouvem os sons e os ecos. Na defesa da sua dama, as pessoas são capazes de ser tão rigorosas como os caçadores em histórias de caça.
No futebol, na óptica do adepto “ferrenho”, Porto, Benfica, ou Sporting são sempre tão responsáveis nos êxitos como irresponsáveis nas derrotas. Nunca o seu clube perde um campeonato devido ao mérito dos adversários, perde-o sempre porque estes se concubinaram com a arbitragem, com aleivosos favores. Jamais admite que a sua equipa tenha perdido por ter confundido o relvado com as areias da praia; o ponta de lança ter falhado uma série de golos devido a ressaca, ou o treinador não passar de um erro de casting do presidente.
Na política, para os amamentados militantes do PSD ou do PS, sempre que o seu partido vence eleições, e passa a governar, o primeiro-ministro indigitado é (“sem sombra de dúvidas”) o mais competente, o mais digno, e o mais inteligente que o país algum dia já teve. Mesmo que minta ou erre, que gaste ou roube, ele será sempre o melhor.
Na sequência das eleições de outubro para a Assembleia da República, foi apontada a falta de legitimidade política de um governo que inteligentemente se coligou à esquerda. Ou seja, para certos franco-atiradores de direita, pela espúria razão de os eleitores não terem votado numa coligação, mas em partidos distintos, não faria sentido indigitar um governo pós-coligado. Estes senhores comem certamente muito queijo suíço, caso contrário não esqueceriam outros governos formados de idêntica forma, como por exemplo o que saiu das eleições de 2011 que foi composto à direita, como este acabou por o ser à esquerda: um partido mais votado entendeu-se com outro ou outros com menos votos e no conjunto formaram, como este, maioria parlamentar.
Estes senhores esquecem-se que cada voto na urna é a voz do povo a dizer o que pensa, a mostrar o que quer. E que a isto se chama democracia, o útero onde se gera a liberdade e é concebida a justiça.
 
 
 

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às 08:46

OUTRA HISTÓRIA

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 02.12.15

Continuando a contar a história da Família Ribeiro que eu me lembro, hoje quero falar da minha Tia Adelina de Jesus Ribeiro. Era a segunda  irmã de meu Pai. Convivi com ela bastante tempo. Não conheci o marido dela. Tenho a impressão de que ela não fora casada. Não era muito alta e nem muito forte. Era muito religiosa, juntamente com minha avó Maria iam quase que diariamente à missa a Soutelo. A Tia Adelina gostava muito de contar histórias. Ouvi muitas no soalheiro de inverno no ladrilho que ficava entre a casa do meu Pai e a dela. 

Quando comecei a entender a vida, a Tia Adelina morava com o filho Alfredo Ribeiro, que era casado com a Senhora Carminda.

O tio Alfredo, como eu o chamava, havia estado no Brasil, mas não foi do meu tempo. Soube que fora casado, não sei o nome da primeira mulher, mas lembro do filho, o Manuel que depois foi para a guarda fiscal.

Do segundo casamento com Tia Carminda tinha os filhos Hermínio, José e Manuel, que tinha o apelido de “Pitalaia”.

 Lembro o Manuel ir para a guarda fiscal e lembro do casamento dele com a Senhora Virgínia. Soube que tinha três filhos, um dos quais, o Fernando Ribeiro que mora em Chaves, eu o conheci em 2012. Naquele ano também visitei a Senhora Virgínia que estava na Casa Santa Marta, na cidade de Chaves.

O Hermínio era  casado com a minha prima Ana, filha do meu tio Américo. Vieram para o Brasil e aqui tem três filhos, o Américo, o José e a Carminda. Sempre moraram na cidade de Araruama, onde faleceu o Hermínio e a Ana. Os três filhos ainda estão vivos. O José era casado com uma filha do Senhor José Machado, a Laurinda que vieram para o Brasil; mas a Laurinda voltou para Portugal deixando aqui o José com o único filho, o José que faleceu no inicio deste ano.

O Manuel veio para o Brasil solteiro, aqui casou e tinha três filhos. Também morreu no inicio deste ano. Os filhos moram em Araruama e em Itabuna na Bahia.

 A Tia Adelina faleceu com 94 anos, mas não lembro a data, pois já estava no Brasil.

Quando faleceu a tia Carminda, o Tio Alfredo Ribeiro, como tinha os três filhos no Brasil, também veio para cá, onde faleceu no local de São Vicente, em Araruama. 

É isto que eu lembro da minha Tia Adelina, a segunda irmã de meu Pai.

 

Talvez este esquema  ajude a percerber melhor o relacionamento de todos este nomes:  

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Deus abençoe a todos

           

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 00:02

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