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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A HISTÓRIA CONTINUA

por Francisco Gomes, Terça-feira, 08.12.15

 Na escala da Família Ribeiro, o terceiro é o meu Pai, Albino António Ribeiro. Eu tinha uma vaga lembrança do meu Pai, mas só vim conhecê-lo de verdade, em 1944, quando tinha 12 anos. Nesse ano, em plena Segunda Guerra Mundial, ele viajou para Portugal, no Navio Serpa Pinto, levou 30 dias entre o Rio de Janeiro e Lisboa. Por causa da Guerra ninguém viajava, as passagens eram quase de graça. Meu Pai aproveitou e viajou para Portugal. Ele fez cinco viagens ao Brasil, mas só ficava seis anos. Ele casou a primeira vez no Brasil, nunca soube o nome da primeira esposa. Ela morreu no Brasil e deixou três filhos, a Ana, o Germano e o António. Este último não conheci, morreu muito novo de tuberculose.

Por volta de 1921, deixou os filhos no Brasil e voltou para Portugal. Casou a segunda vez com minha Mãe, que era mais nova que ele, vinte e sete anos. Em 1923, nasceu a Maria, em 1924, nasceu o António, em 1925 nasceu o Francisco, que tivera meningite e faleceu em 1943 com 18 anos. Ainda nasceu uma Alcina, quando meu Pai já estava no Brasil, morreu com dois anos, meu Pai nem chegou a conhecer esta filha.

Em 1931 voltou para Portugal. Em final de dezembro de 1932 nasci eu, em 19 março de l934 nasceu a segunda Alcina e em 24 de outubro de 1935 nasceu a Laurinda.  No inicio de 1938, voltou para o Brasil e ficou até novembro de 1944, quando voltou para Portugal. Em 1945, ainda nasceu o Manuel, que morreu com um ano de vida. Em 1946, casou o António com a Adélia que pertencia à família dos Baldeiros.

 Em 1948 a minha irmã por parte de Pai, a Ana, foi a Portugal com o Marido e os quatro filhos. Ficou alguns dias em Parada, mas a maior parte do tempo ficaram em Vinhais, terra do Marido dela.

Em março de 1949 veio a Maria para o Brasil, em novembro do mesmo ano veio o António, deixando a mulher e o filho com um ano em Portugal.

Em novembro de 1950 vim eu. Aqui eu conheci  o Francisco Gonçalves, a Maria Teresa, o meu irmão Germano, os filhos da Tia Maria da Glória, além dos meus tios irmãos de minha Mãe, o tio António Augusto Gomes e o Tio Francisco José Gomes.

Em 1954 as minhas irmãs  Alcina e Laurinda, casaram com o Ilídio Cardoso e José Pico. Em 1958, mandei vir para o Brasil os dois cunhados, que deixaram as mulheres em Portugal. A Alcina com um filho e a Laurinda com dois. Confesso que vivia em constante preocupação, as mulheres em Portugal e os maridos no Brasil. Ainda mais que na família Ribeiro já haviam acontecido fatos desagradáveis, por esse motivo. Em julho de 1962, faleceu o meu Pai, com 92 anos. Passei a falar com os cunhados para mandar vir as mulheres e os filhos. Davam como desculpa, que minha Mãe não podia ficar sozinha. Em janeiro de 1963, mandei vir a minha Mãe, chegou aqui uma semana antes do meu casamento.

 Mas só em 1968 é que o José Pico mandou vir a Laurinda e os dois filhos. A Alcina que ficara totalmente surda, com os problemas do Parto, estava muito difícil ela vir para o Brasil.

O Cardoso dizia que ia embora, mas não decidia nada.

Em  fevereiro de 1969 comecei a trabalhar na Varig. Consegui ir ao Ministério das Relações Exteriores, e obtive a autorização para a Alcina desembarcar no Brasil, mesmo sendo surda. O Cardoso não acreditava que ela vinha. No dia 9 de janeiro de 1970 ela e o filho desembarcavam no Rio de Janeiro. O Cardoso não havia providenciado nada, a Alcina e o filho ficaram em minha casa 20 dias até o Cardoso arrumar tudo para eles morar.

Consegui juntar minha família no Rio de Janeiro. Esta união começou a desmoronar em  1960 com a morte do meu irmão Germano, em 1968 faleceu o meu sogro. Em 1976 faleceu o meu cunhado Manuel Alla. Em l982 faleceu a minha Sogra. Em 1986 faleceu o José Pico. Em 1989 faleceu a minha Mãe. Em 1993 faleceu a Maria. Em 1995 faleceu a Ana. Em 2012 faleceram a minha esposa e a esposa do meu irmão. Em setembro de 2015 faleceu o Cardoso e em outubro de 2015 faleceu o meu irmão António. Agora somos três, eu, a Alcina e a Laurinda. Pela escala eu sou a “bola da vez”, estou na disposição para partir quando Deus quiser.

                                                     

Deus abençoe a todos

                                               

Agostinho  Gomes  Ribeiro  

 

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às 19:32

A NOSSA CASA COMUM

por Francisco Gomes, Terça-feira, 08.12.15

Vivemos um momento na História da Humanidade em que o planeta Terra, a nossa casa comum, reclama medidas ecológicas  urgentes, que possam contribuir para o equilíbrio e a sustentabilidade da vida humana. Há muito tempo que vários organismos defensores da natureza reclamam e pedem soluções para os problemas ecológicos, mas são vozes clamando no deserto, pois a maioria das potências, que mais cooperam para o descontrole do clima e do meio ambiente, não lhes dão ouvidos. Chegamos a um ponto em que a situação já fugiu do controle e já existe um consenso no mundo, de que há necessidade de serem tomadas providências, para salvar a vida no Planeta.  Por isso que, 195 países estão reunidos em Paris, desde o dia 30 de novembro, a procurar soluções que amenizem este imenso problema.

O ser humano não é um ser único, excludente, ilhado, apartado de tudo e de todos. Ele depende para viver dos três reinos da natureza, o reino animal, vegetal e mineral. Ele pode até ser transcendental, mas é também um ser ecológico e sua vida está inserida na Mãe Natureza. Aliás, o seu grande final, marca a inserção no reino mineral: “ viestes do pó e ao pó voltarás". Formará então um monte de argila, ou de cinzas, o que restará de cada um de nós.

 Aqueles que aceitam Deus como autor e origem de tudo sabem que Ele preparou, para os seres humanos, um jardim de delícias, uma casa de sonhos, um condomínio de luxo. Águas puras e cristalinas a correr por todos os lados, árvores frondosas, frutos saborosos, flores em profusão, perfumes pelo ar, sinfonias de passarinhos, tudo poesia pura, tudo certinho, nos lugares certos. No entanto, os administradores deste paraíso, jogaram tudo por terra, ao surgir aquele “boneco de barro”, soprar-lhe nas narinas e darem-lhe a vida. Daí surgiram neste planeta os homens, a quem foi entregue tudo, os vândalos e irresponsáveis, grandes demolidores da Casa Comum de todos nós. Hoje depende de nossa boa vontade e de nossa luta a manutenção desta Casa. A Natureza geme com as dores da destruição.

É uma luta difícil a recuperação de tudo o que já foi destruído, a água potável para todos, os esgotos sanitários, a limpeza urbana, remanejar resíduos sólidos e tóxicos, dragagem de rios e córregos, a manutenção dos mananciais.

Uma melhor qualidade de vida animal e vegetal está em nossas mãos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem no mundo mais de 100 doenças provocadas pela poluição. No meio ambiente insalubre, citamos a Cólera, Amebíase, Vários tipos de Diarreia, Peste Bubônica, Lepra, Meningite, Febre Amarela, Dengue, Mico encefalia, Gripes, Malária, Ébola, Leptospirose e etc. Isto para citarmos apenas algumas que mais atemorizam o mundo.

Se intensificarmos nossa luta poderemos ainda salvar a nossa casa que é a Natureza, tão ameaçada.

                                        

Deus abençoe a todos

                                   

Agostinho  Gomes  Ribeiro

 

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às 18:44

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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