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O VALOR DO DINHEIRO

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 29.06.16

O dinheiro em papel foi uma invenção, muito difícil de ser assimilada na vida moderna. Embora suas aparições sejam muito antigas, apenas a partir de 1933, no século passado, teve oficialmente seu reinado neste planeta. Foi neste ano que praticamente todas as nações importantes, passaram a criar o seu papel moeda, perdendo assim o vínculo com os metais preciosos e passou a ser um mero pedaço de papel pintado, a ter o valor dinheiro, com aceitação obrigatória fixada por lei.

Foi uma revolução,  cujas implicações, ainda que passados mais de oitenta anos, em muitos lugares ainda não foram totalmente esclarecidas. O dinheiro  migrou para os terrenos das convenções do imaterial ou do imaginário, sendo comum a designação de “moeda fiduciária”, sujeito  a confiança. O fato é que a lei passou a determinar  depois de 1933, que certos pedaços de papel, tenham aceitação em pagamentos, e com isso, os Estados Nacionais, passaram a dispor o que se pensava pertencer apenas aos “alquimistas”. Não transmutar o chumbo em ouro, mas algo parecido, dotar simples pedaços de papel pintado, num valor imensamente superior ao papel e à pintura. Para mostrar  sua validade tinha a assinatura de uma autoridade monetária.

Em 1933 aconteceu uma espécie de divórcio litigioso, entre a substância metal e a representação. Para valorizar cada pedaço de papel, marcado como dinheiro, cada Governo precisa ter em seu poder, algo que represente o valor atribuído a cada nota que passa a circular. O País se compromete perante o mundo, proclamar o valor de cada nota que é impressa.

Quando não existe valor garantia no papel moeda, ele é desvalorizado perante o mundo. O Brasil em 1933 aboliu o Mil reis e passou a circular o Cruzeiro. Daí  até hoje, o Pais já teve oito moedas.

O Cruzeiro, Cruzeiro novo, Cruzeiro, Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro, Cruzeiro Real e Real. Quando comecei a trabalhar em 1950, existia o Cruzeiro,  todas as outras moedas eu vivi as transformações. A inflação que deu origem a estas moedas,  foi galopante, pois na passagem de uma moeda para a outra, acontecia uma desvalorização de mil por cento na moeda. Na passagem de Cruzeiro Real para Real, eu tinha na poupança Cem Mil e fiquei com Cem Reais.

Dizem que vai acabar o dinheiro no mundo, será tudo na base do Cartão, o dinheiro será Virtual. Só espero que não seja para mim, eu prefiro morrer com os Reais.

    

Deus abençoe a todos

 

Agostinho Gomes Ribeiro

 

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